História 50 tons de Vitti - Capítulo 208


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 35
Palavras 363
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 208 - Capítulo 208


— Então, que não foi tão ruim, foi?
Eu encolhi os ombros, meu coração estava na boca novamente.
— Olhe, eu quero conversar sobre mais uma coisa, então eu estou
levando você para a cama.
— Cama? — Eu rapidamente pisquei e o sangue correu em volta do
meu corpo, em lugares quentes que eu nem sabia que existiam, até muito
recentemente.
— Vamos, Isabella, falando sobre tudo isso, eu não quero foder
você na semana que vem, mas agora mesmo. Deve estar tendo um pouco de
efeito em você também.
Remexi-me. Minha deusa interior arquejou.
— Veja? Ao lado disso, existe algo que eu quero tentar.
— Algo doloroso?
— Não, pare de pensar que tudo dói. É tudo prazer. Eu já machuquei
você?
Eu corei.
— Não.
— Bem, então. Olhe, hoje mais cedo você disse que queria mais, —
ele se deteve, incerto, de repente.
Oh, meu Deus… onde eu estava me metendo?
Ele apertou minha mão.
— Poderíamos tentar durante um tempo, em que você não seja minha
submissa. Eu não sei se funcionará. Eu não saberia como separar tudo. Isso
pode não funcionar. Mas eu estaria disposto a tentar. Talvez uma noite por
semana. Eu não sei.
Mais que merda… minha boca caiu aberta, meu subconsciente estava
em choque, Rafael Vitti está aceitando o mais! Ele estava disposto a
tentar! Meu subconsciente ainda a espreita por detrás do sofá, ainda
registrando o choque em seu rosto.
— Eu tenho uma condição. — Ele olhou cautelosamente para a
minha expressão atordoada.
— O que? — Eu respiro. Qualquer coisa. Eu darei a você qualquer
coisa.
— Você, cortesmente, deve aceitar o meu presente de graduação.
— Oh. — E no fundo, eu realmente sabia o que era. O medo invadiu a
minha barriga.
Ele está olhando fixamente para mim, medindo a minha reação.
—Vamos, — ele murmura e levanta, arrastando-me. Tomando sua
jaqueta, ele a bota por cima de meus ombros e dirige-se para a porta.
Estacionado do lado de fora está um carro vermelho flex, um Audi de
duas portas, compacto.
— É para você. Feliz graduação, — ele murmurou, puxando-me em
seus braços e beijando meu cabelo.



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