História 50 tons de Vitti - Capítulo 209


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 31
Palavras 392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 209 - Capítulo 209


Ele me comprou um maldito carro, novo em folha, pelo o que eu
podia ver. Puxa… eu tive suficiente dificuldade com os livros. Eu olhei
fixamente para isto, inexpressivamente, desesperadamente tentando
determinar como eu me sinto sobre isto. Eu estou intimidada em um nível,
agradecida em outro, chocada por ele ter realmente feito isto, mas não
anulava uma emoção, a raiva. Sim, eu estou brava, especialmente, depois de
tudo que eu disse a ele sobre os livros… entretanto, ele já tinha comprado
isto. Tomando minha mão, ele me levou caminho abaixo em direção a esta
nova aquisição.
— Isabella, seu velho Fusca é francamente perigoso. Eu nunca
perdoaria a mim mesmo se algo acontecesse a você, quando seria tão fácil
para mim, fazer isto direito, — ele diminuiu. Seus olhos estavam em mim,
mas no momento, eu não posso trazer meu olhar para ele. Eu estou olhando
calada, fixamente na sua novidade vermelha.
— Eu mencionei isto para seu padrasto. Ele concordou comigo, — ele
murmurou.
Girando, eu olhei para ele, minha boca se abre com horror.
— Você mencionou isto para Michel. Como você pôde? — Eu só pude
cuspir as palavras. Como ele ousou? Pobre Michel. Eu tive náuseas,
mortificada por meu pai.
— É um presente, Isabella. Você não pode só dizer obrigado?
— Mas você sabe que é demais.
— Não, para mim não é, não para minha paz de espírito.
Eu fiz uma carranca para ele, em uma falta do que dizer. Ele não
entende isto! Ele tem dinheiro para toda a sua vida. Certo, não em toda
sua vida, não quando era uma criança pequena e minha visão de mundo
mudou. O pensamento era muito decepcionante e eu suavizo, e olho para o
carro, me sentindo culpada com meu amuo. Suas intenções são boas,
extravagantes, mas com um bom propósito.
— Eu tenho muito prazer por você emprestar isto para mim, como o
laptop.
Ele suspirou fortemente.
— Certo. Emprestado. Indefinidamente. — Ele olhou cautelosamente
para mim.
— Não, não indefinidamente, mas no momento. Obrigada.
Ele franziu a testa. Eu me estico e o beijo brevemente em sua
bochecha.
— Obrigada pelo carro, senhor. — Eu digo tão docemente quanto eu
posso dizer.
Ele me agarra de repente, me puxando contra ele, uma mão em
minhas costas me segurando e a outra encerrada em meus cabelos.



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