História 50 tons de Vitti - Capítulo 215


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 31
Palavras 572
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 215 - Capítulo 215


Lentamente o mundo exterior invadiu os meus sentidos, e oh meu
deus, que invasão. Eu estou flutuando, meus membros estão suaves e
lânguidos, totalmente gastos. Eu estou deitada em cima dele, minha cabeça
está em seu tórax e ele cheira divinamente: linho fresco, lavado e algum caro
sabonete corporal, e o melhor perfume, mais sedutor do planeta... Rafael.
Eu não quero me mover, eu quero respirar este elixir pela eternidade. Eu me
aninho, desejando que não tivesse a barreira de sua camiseta. E, quando a
razão e o bom senso retornam ao resto de meu corpo, eu estico minha mão
sobre o seu tórax. Esta é a primeira vez que eu o toquei aqui. Ele é firme…
forte. Sua mão mergulha para cima e agarra a minha, mas ele suaviza o
gesto puxando-a para sua boca e docemente beijando meus dedos.
Ele rola sobre mim e me olha.
— Não faça, — ele murmura e então me beija ligeiramente.
— Por que você não gosta de ser tocado? — Eu sussurro, olhando
fixamente para seus olhos cinza suaves.
— Porque estou muito fodido, Isabella. Tenho muito mais sombras
que luz. Tenho Cinquentas sombras ruins!
Oh… sua honestidade me desarma completamente. Eu pisco para
ele.
— Eu tive uma introdução muito dura na vida. Não quero carregar
você com os detalhes. Só não faça. — Ele roçou seu nariz contra o meu, e
então ele retira-se de mim e se senta.
— Acredito que já tivemos o básico. Como foi?
Ele parece completamente contente consigo mesmo e soa muito
prosaico, ao mesmo tempo, ele está como se só tivesse marcado uma nova
caixa de seleção em uma lista de verificação. Eu ainda estou sofrendo com o
comentário sobre a sua dura introdução de vida. É tão frustrante e eu estou
desesperada para saber mais. Mas ele não dirá nada para mim. Eu viro
minha cabeça para um lado, como ele faz, e faço um esforço enorme para
sorrir para ele.
— Se você acha que conseguiu me iludir que você me outorgou o
controle, bem, você não levou em conta minhas boas notas. — Eu sorrio
timidamente para ele. —Mas obrigada pela ilusão.
— Senhorita Santoni, você não é só um rosto bonito. Você teve seis
orgasmos até agora e todos eles pertencem a mim, — ele ostenta, brincalhão
novamente.
Eu ruborizo e pisco ao mesmo tempo, enquanto ele olha fixamente
para mim. Ele está fazendo uma contagem! Suas sobrancelhas apertaram.
— Você tem algo para me dizer? — Sua voz, de repente, era dura.
Eu faço uma careta. Droga.
— Eu tive um sonho esta manhã.
— Oh? — Ele olhou para mim.
Dupla droga. Eu estou em apuros?
— Eu gozei no meu sonho.— Eu lanço meu braço acima de meus
olhos. Ele não diz nada. Eu o espio por debaixo de meu braço, e ele parece
divertido.
— Em seu sonho?
— Despertou-me.
— Eu estou certo que fez. Com o que você estava sonhando?
Droga.
— Você.
— O que eu estava fazendo?
Eu lanço meu braço acima de meus olhos novamente. E como uma
criança pequena, eu brevemente entretenho o pensado de que se eu não
posso vê-lo, então ele não pode me ver.
— Isabella, o que eu estava fazendo? Eu não perguntarei a você
novamente.
— Você estava usando um chicote de montaria.
Ele moveu o meu braço.
— Realmente?
— Sim. — Eu estou vermelha.



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