História 50 tons de Vitti - Capítulo 218


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 32
Palavras 435
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 218 - Capítulo 218


Caramba.
— Então você não tem nenhuma escolha, — ele diz sarcasticamente.
— Claramente. — Eu não posso manter o sarcasmo fora de minha
voz então eu olho para cima, meus olhos alcançando o céu.
— Oh, Isabella Santoni, você acabou de desviar seus olhos dos
meus?
Caramba.
— Não, — eu grito.
— Eu penso que você fez. O que eu disse que faria com você se
desviasse seus olhos de mim novamente?
Merda. Ele se senta na extremidade da cama.
— Venha aqui, — ele diz suavemente.
Eu empalideço. Puxa… ele está falando sério. Eu me sento olhando
fixamente para ele completamente imóvel.
— Eu não assinei, — eu sussurro.
— Eu disse a você o que faria. Eu sou um homem de palavra. Eu vou
espancar você e então vou foder você muito rápido e muito duro. Parece que
nós precisaremos do preservativo afinal.
Sua voz está tão suave, ameaçadora, e é condenadamente quente.
Minhas entranhas praticamente contorcem com o potente, necessitado,
líquido, desejo. Ele olha para mim, esperando, com os olhos brilhando.
Timidamente, eu descruzo as minhas pernas. Devo correr? Isto é, nosso
relacionamento está em jogo, aqui, agora. Eu deixo que ele faça isto ou eu
digo não, e então como será? Porque eu sei que vai ser mais se eu disser
não. Faça isto! Minha deusa discuti comigo, meu subconsciente está tão
paralisado como eu estou. — Eu estou esperando, — ele diz. — Eu não sou
um homem paciente.
Oh pelo o amor de tudo que é santo. Eu estou ofegante, com medo,
ligada. O sangue disparando dentro de meu corpo, minhas pernas estão
como geleia. Lentamente, eu me arrasto para ele, até chegar ao seu lado.
— Boa menina, — ele murmura. — Agora levante-se.
Oh merda… ele só não pode simplesmente acabar com isso? Eu não
estou certa se eu posso permanecer. Hesitante, eu levanto. Ele estende a sua
mão e eu coloco o preservativo em sua palma. De repente ele me agarra, me
inclinando sobre o seu colo. Com um movimento suave, ele ajeita o seu
corpo, de modo que, o meu torso está descansando na cama ao lado dele.
Ele joga a perna direita sobre as minhas duas e bota o seu antebraço
esquerdo na parte de baixo das minhas costas, segurando-me para baixo,
assim eu não posso me mover. Oh foda. — Ponha suas mãos, as duas, em
ambos os lados de sua cabeça, — ele ordena.
Eu imediatamente obedeço.
— Por que eu estou fazendo isto, Isabella? — Ele pergunta.
— Porque desviei meu olhar do seu, — eu posso apenas falar.



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