História 50 tons de Vitti - Capítulo 219


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 16
Palavras 441
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 219 - Capítulo 219


— Você pensa que isto é cortês?
— Não.
— Você fará isto novamente?
— Não.
— Eu espancarei você toda vez que você fizer isto, você entendeu?
Muito lentamente, ele retira a minha calça de moletom. Oh, como isto
é humilhante, humilhante, assustador e quente. Ele está fazendo uma
refeição disto. Meu coração está na boca. Eu mal posso respirar. Merda, será
que vai doer?
Ele coloca sua mão em minha bunda nua, suavemente me afagando,
acariciando ao redor, com sua palma plana. E então sua mão não está mais
lá… e ele me bate, forte. Ow! Meus olhos se abrem em resposta à dor, eu
tento sair dali, mas sua mão entre minhas omoplatas me mantém para
baixo. Ele me acaricia novamente onde ele me bateu, sua respiração mudou,
está mais alta, mais dura. Ele me bate novamente, rapidamente em
sucessão.
Puta merda, isso dói. Eu não faço nenhum som, meu rosto paralisou
com a dor. Eu tento me contorcer para fugir dos golpes, estimulada pela
adrenalina subindo e correndo pelo meu corpo.
— Fique quieta, — ele rosna. — Ou eu espancarei você por mais
tempo.
Ele está me esfregando agora, vem o golpe seguinte. Surge um padrão
rítmico, acariciar, acariciar, bater duro. Eu tenho que me concentrar para
lidar com esta dor. Meu mente se esvazia, enquanto me esforço para
absorver a sensação cansativa. Ele não me bate no mesmo lugar duas vezes
sucessivas, ele está espalhando a dor.
— Aargh! — Eu reclamo na décima palmada, sem perceber eu estava
contando mentalmente as palmadas.
— Eu estou apenas esquentando.
Ele me bate novamente, então ele me acaricia suavemente. A
combinação do duro golpe pungente e sua carícia suave é muito
entorpecedora. Ele me bate novamente… isto está ficando mais duro de
aguentar.
Meu rosto dói, estou muito contraída. Ele me acaricia gentilmente e
então vem o golpe. Eu grito novamente.
— Ninguém pode ouvir você, querida, só eu.
E ele me bate novamente. Em algum lugar bem no fundo, eu quero
implorar para ele parar. Mas eu não o faço. Eu não quero dar a ele a
satisfação. Ele continua no ritmo inflexível. Eu gritei mais seis vezes. Dezoito
golpes no total. Meu corpo está cantando, cantando de seu impiedoso
assalto.
— Já chega, — ele fala com voz rouca. — Bem feito, Isabella. Agora
eu vou foder você. Ele acaricia meu traseiro suavemente, que queima com os golpes que ele me deu, então ele vai acariciando ao redor e descendo. De
repente, ele insere dois dedos dentro de mim, deixando-me completamente
surpresa. Eu suspiro, este novo ataque rompe a dormência ao redor do meu
cérebro.



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