História 50 tons de Vitti - Capítulo 220


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 17
Palavras 386
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 220 - Capítulo 220


— Sinta isto. Veja quanto seu corpo gosta disto, Isabella. Você vai
ficar molhada só para mim.
Existe temor em sua voz. Ele move seus dedos, dentro e fora em
sucessão rápida.
Eu gemo, não seguramente não, e então seus dedos se foram… e eu
sou deixada querendo.
— Da próxima vez, eu vou fazer você contar. Agora onde está o
preservativo?
Ele alcança o preservativo e gentilmente me ergue, empurrando-me
de rosto sobre a cama. Eu ouço o som de seu zíper e o rasgar do invólucro.
Ele arranca a minha calça de moletom fora e então me guia em uma posição
de joelhos, gentilmente acariciando meu agora muito dolorido traseiro.
— Eu vou tomar você agora. Você pode gozar, — ele murmura.
O que? Como se eu tivesse uma escolha.
E ele está dentro de mim, me enchendo rapidamente, eu gemo alto.
Ele se move, batendo em mim, um ritmo rápido e intenso contra meu
dolorido traseiro. O sentimento está além de requintado, bruto e degradante,
é de explodir a mente. Meus sentidos estão devastados, desconectados,
apenas me concentrando no que ele está fazendo para mim. Como ele está
fazendo-me sentir, essa força familiar no fundo da minha barriga, apertando,
acelerando. NÃO… e meu corpo traidor explode em um intenso orgasmo,
estremecendo.
— Oh, Isa! — Ele grita em voz alta enquanto ele encontra a sua
liberação, segurando-me no lugar, ele derrama-se em mim. Ele cai, ofegante
ao meu lado e ele me puxa em cima dele e enterra seu rosto em meu cabelo,
segurando-me apertado.
— Oh, querida, — ele respira. — Bem-vinda ao meu mundo.
Ficamos deitados ali, ofegantes, juntos, esperando que nossa
respiração diminuía a velocidade. Ele suavemente acaricia o meu cabelo. Eu
estou em seu peito novamente. Mas desta vez, eu não tenho forças para
erguer minha mão e senti-lo. Rapaz… eu sobrevivi. Isso não era tão ruim.
Eu sou mais estoica do que pensava. Minha deusa interior está prostrada…
bem pelo menos ela está quieta. Rafael fuça meu cabelo novamente,
inalando profundamente.
— Bem feito, querida — ele sussurra, com uma alegria calma em sua
voz. Suas palavras enrolam ao redor de mim, como uma toalha fofa e suave
do Hotel Heathman, eu estou tão contente que ele tenha sentido tanto
prazer.
Ele pega na alça da minha camisola.



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