História 50 tons de Vitti - Capítulo 221


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Categorias 50 Tons de Cinza
Tags Santovitti
Visualizações 21
Palavras 399
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite amores esse é o último de hoje, talvez amanhã tenha mais caps pra vcs 😘😘😘❤

Capítulo 221 - Capítulo 221


— É com isto que você dorme? — Ele pergunta suavemente.
— Sim, — eu respiro com sono.
— Você devia estar em sedas e cetins, você é uma menina bonita. Eu
farei compras para você.
— Eu gosto de meu moletom, — eu murmuro, tentando e falhando,
soar irritada.
Ele beija minha cabeça novamente.
— Nós veremos, — ele diz.
Nós ficamos por mais alguns minutos, horas, quem sabe, eu acho
que eu cochilei.
— Eu tenho que ir, — ele diz, se inclinando ele beija minha testa
suavemente. —Você está bem? — Sua voz é suave.
Eu penso sobre sua pergunta. Meu traseiro está dolorido. Bem,
ardendo agora, e incrivelmente eu me sinto, fora a exaustão, radiante. A
realização é humilhante, inesperada. Não estou entendendo. Puta merda.
— Eu estou bem, — eu sussurro. Eu não quero dizer mais que isto.
Ele levanta.
— Onde é seu banheiro?
— Ao longo do corredor à esquerda.
Ele pega o outro preservativo e sai do quarto. Eu levanto rigidamente
e coloco minha calça de moletom. Ela irrita um pouco contra o meu sofrido
traseiro. Eu estou tão confusa com a minha reação. Eu me lembro dele
dizendo, não me lembro quando, que eu me sentiria muito melhor depois de
uma boa surra. Como que pode ser isso? Eu realmente não entendo. Mas,
estranhamente, eu estou. Eu não posso dizer que eu apreciei a experiência,
de fato, eu ainda percorreria um caminho longo para evitar isto, mas agora…
eu me sinto segura, estranha, banhada em fosforescência, saciada. Eu
ponho minha cabeça em minhas mãos. Eu só não entendo.
Rafael retorna ao quarto. Eu não posso olhá-lo nos olhos. Eu olho
fixamente para minhas mãos.
— Eu achei um pouco de óleo de bebê. Deixe-me esfregar isto em seu
traseiro.
O que?
— Não. Eu estou bem.
— Isabella, — ele adverte e eu quero desviar meus olhos, mas
depressa paro. Eu fico de frente para a cama. Sentando ao meu lado, ele
puxa delicadamente a minha calça de moletom para baixo novamente. De
cima a baixo como gavetas de puta, meu subconsciente comenta
amargamente. Na minha cabeça, eu digo a ela para onde ir.
Rafael espirra óleo de bebê em sua mão e então esfrega no meu
traseiro com cuidadosa ternura - De removedor de maquilagem para
bálsamo de traseiro espancado, quem teria pensado que era um líquido tão
versátil.



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