História 500 Dias com Sky Corneto - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Katherine Langford, One Direction
Personagens Harry Styles, Katherine Langford, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Tags 500 Dias Com Sky Corneto, Fanfic Skinzquad, Katherine Langford, One Direction
Visualizações 11
Palavras 3.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Esse foi beeem mais elaborado. Me diverti o escrevendo e espero que gostem! <3
Não esqueçam de me contar o que estão achando a cada capítulo, viu? É de extrema importância! <3

Capítulo 2 - Day 1: Dusk till dawn.


O rapaz se assustara com a minha palavra e feição rígida dirigida a ele. Eu estava irritada por ter lembrado daquele momento. Não somente pela pressa, mas sim pelo comandante do Cruzeiro sequer ter feito algo. Niall, Harry, Zayn e Liam não estavam entendendo nada até o infeliz se pronunciar pela primeira vez. 

– O quê? Tá falando comigo? – ele se fez de desentendido, desligando o celular em seguida. – Foi mal, galera, tava falando com a Diana.

– Você é o cara que quase me joga de oferenda no mar! – esbravejei. Niall não conseguiu controlar sua risada.

– O quê? Quando? 

– Hoje, seu panaca. Eu estava procurando minha identidade na fila de embarque.

Seu semblante passou a ser confuso, creio eu em tentativas de se lembrar do ocorrido.

– Ahhhh! – ele coçou sua nuca. – Me desculpa, moça. De verdade. Eu sabia que tinha esbarrado em alguma coisa mas não fazia ideia do que era. Eu estava realmente com pressa. – ele se explicou vindo até mim. Dei dois passos para trás.

– Não encosta. – fiquei na defensiva. Seu olhar percorria seus amigos em busca de ajuda.

– Ei, ei, Sky. Relaxa, cara. O Louis teve seus motivos. Agora é só relevar. Estamos em um Cruzeiro, lembrem-se disto. Férias, bitch! O que mais poderia ser melhor?! – Liam se pronunciou. Revirei os olhos e o xinguei baixo.

Os meninos concordaram com a palavra de Liam e Harry me abraçou de lado.

– Tá, tá, tá. Vamos deixar esse papo escroto de lado e se concentrar na festa de mais tarde? – Louis tentou quebrar o clima tenso. E deu certo.

– Demorou! – os meninos comemoraram. 

Nos dirigimos para o grande restaurante e cumprimentamos o segurança, que ficava na porta do local, e adentramos o espaço. Louis e eu ficávamos em uma distância considerável. Eu não o chamaria para conversar tão cedo e espero que o mesmo não faça. O fato de estar presa – ainda – em um navio, não alterava a possibilidade de meu irmão arrumar uma acompanhante se não fosse seus livros. O vi, de longe, em uma mesa no centro do salão, sorrindo abertamente para a moça ao seu lado. Os rapazes estavam conversando entre si sobre assuntos que eu não entendia e tampouco me dava disposição para querer saber. Segui até a mesa de meu irmão, cutucando seu ombro, a qual se virou para encarar-me.

– Sky! Como está se sentindo? – sorriu ao me ver. Perguntou-me se eu havia melhorado do passamento de mais cedo e Diana fingiu uma tosse, chamando sua atenção. Samuel a ajudou a se levantar. – Esta é Diana. Nos conhecemos mais cedo quando ela confundiu sua cabine com a minha. – Samuel riu fraco nos apresentando. Dei um meio sorriso e a cumprimentei.

Diana. – Da onde eu tinha escutado esse nome? 

Di? – escutei uma voz conhecida minutos atrás.

– Louis! – a garota, de uns 24 anos, saltou do lugar onde estava. Seu semblante era assustado e digno de uma criminosa pega na cena do crime. 

– Da onde vocês... – Samuel tentou falar, mas foi cortado por Tomlinson.

– Ela é minha namorada.

Pronto. O queixo de meu irmão foi ao chão. Nessa altura do campeonato, todos que estavam no grande restaurante nos olhavam curiosos e assustados. 

– Mas, horas antes você estava solteira! – Samuel a acusou. C-A-R-A-L-H-O! Obrigada por ter me mandado para cá, mamãe. 

Eu queria rir, mas algo me dizia que se eu o fizesse seria pior para o meu lado. Mantive minha postura e fiquei ao lado de Niall acompanhando.

– Como é que é? O que você está fazendo aqui, Diana? Solteira? Mano, que porra é essa que tá acontecendo? – Louis estava se alterando. Era agora, era agora.

– Eu posso explicar para vocês! – ela suplicou, olhando rapidamente para Louis e Samuel. Aquilo já estava me cansando.

– O velho papinho do “eu posso explicar” – me meti. – Olha, moça, eu não faço ideia de quem é que você seja, mas você mexeu com meu irmão e isso não foi nada legal. Se quiser conversar, que seja fora desse Cruzeiro para maiores assuntos.

– Ela pode ficar. – todos olharam para Louis. – Mas, eu não fico ao lado dessa mulher nem mais um segundo! – falou por fim. Seu olhar era decepcionante e com um misto de tristeza. E saiu do salão pisando fundo.

– Lou... – ela tentou correr atrás de Louis, mas Liam e Harry a impediram.

– Não tem um pingo de vergonha, né? – Niall se cuspiu as palavras para ela.

Os meninos a soltaram e saíram atrás de seu amigo. Eu olhei pela última vez para o meu irmão naquela noite e saí, deixando-os à sós. O que eles iriam tratar não me interessava.

– Acho que ele foi para a cabine. – falei quando me aproximei dos 4 que estavam procurando por Louis.

– Também acho. – Harry concordou. – Que tal nós deixássemos ele um pouco sozinho e mais tarde passamos em seu dormitório para irmos para a festa? 

- Ótimo. – falamos.

– Será às 23:00 PM. Estejam prontos no máximo 23:30. Fechou? 

Concordamos com Harry e marchamos todos para o elevador. Os meninos pegaram ao lado e eu no outro, por serem em corredores diferentes. Me despedi de todos antes de entrar e esperei silenciosamente chegar ao meu andar. 1, 2, 3... Enfim! Saí e me dirigi a minha cabine, a fim de um bom banho. Nem jantei e meu estômago protestou por isso. Destranquei a porta com o cartão magnético e adentrei. Tudo exatamente como havia deixado. Ótimo. Larguei meu celular e o cartão na escrivaninha e me joguei na cama. Vi o mini frigobar ao meu lado e o abri, tirei uma Coca-Cola e me deliciei com o líquido escorrendo pela minha garganta. 

Finalmente. – agradeci mentalmente aos deuses daquele Cruzeiro e, assim que terminei meu refrigerante, o joguei pelo quarto. Fechei meus olhos e subitamente já não sentia mais meu corpo.

                                                                                                     

Acordei da minha soneca com batidas na porta. De novo. Destranquei e dei de cara com um Harry apressado ajeitando a manga de sua camisa social. 

– Pra onde vai vestido assim? – perguntei sonolenta.

– Talvez para a festa que combinamos de ir? – ele respondeu ironicamente.

– Festa? – pensei por uns segundos. – Puta merda! A festa

– Sim, a festa. Pelo visto acho que esqueceu né, mocinha?

– Totalmente. Eu me joguei na cama e apaguei. Que horas são? 

– Exatamente 23:15 PM. 

Meus olhos e boca se abriram em um perfeito “O”. Fechei a porta na cara de Harry, novamente naquele dia, e corri para abri-la quando o escutei me chamar.

– Já tá chato toda vez você me ignorar e fechar a porta na minha cara. 

– Foi mal. – ri sem graça.

– Poderia, ao menos, me ajudar com essa joça? Estou batendo cabeça aqui.

– Ah, claro. 

Segurei as dobras de sua camisa e fui ajeitando uma de cada vez até estarem todas alinhadas um pouco abaixo do seu cotovelo. 

– Obrigado de novo, Sky. E a propósito... melhor ir se arrumar. Te vejo no deck. – piscou e saiu.

– Pode deixar. – exclamei, já que ele já estava longe, prestes a entrar no elevador.

Fechei a porta e corri para o banho. Liguei a torneira da banheira e as águas começaram a cair. Em poucos minutos estava cheia e pude entrar. Coloquei a primeira música que veio em minha mente e pude relaxar. Tratei de sair, forçadamente, da banheira e corri para o meu guarda-roupa buscando pela minha melhor roupa. Não haviam muitas opções sociais, mas as que eu tinha eram as melhores que uma garota poderia pedir. Pus um vestido branco rendado e decotado e as alças finas davam uma impressão mais delicada. O vestido beirava o meu joelho e precisei de um salto. Avistei meu preto e o coloquei. Na maquiagem, fiz a mais básica possível e não penteei o cabelo. Peguei minha bolsa, celular e cartão, e deixei o quarto exalando meu perfume novo. Pedi o elevador e em poucos minutos havia chegado. Aguardei chegar ao deck principal e logo encontrei com os meninos. Todos estavam impecáveis, até Louis. Eu não sei lidar com esse tipo de coisa, não.

– Uau! – Harry bateu palmas em zoação.

– Mas é muito panaca mesmo. E eu sei, tá? – respondi metida. Ri para ele que retribuiu e me abraçou.

– Você está linda – Niall me elogiou.

– Quem vê nem imagina o homem que é por baixo dessa renda aí. – Zayn tirou graça.

– Vocês são muito idiotas, sabiam? E onde é o salão? Vamos logo. – supliquei.

– Para cá. – Harry me segurou e me guiou pelo caminho até estarmos de frente para o salão. Louis e eu ainda não havíamos trocado sequer uma palavra desde o ocorrido no jantar, mas não o culpo, aquela mulher era uma megera. De fato, a situação havia mexido bastante com seu psicológico.

O lugar estava todo iluminado, com fumaças e bastante movimentado. Pessoas de nossas idades. Entramos na festa e demos de cara com o bar.

– É hoje, pessoal! – falei animada olhando para o barman extremamente lindo. 

– Proteção em primeiro lugar, viu? – Liam, que notou minha excitação, me avisou zoando.

– Pode deixar. – pisquei. 

Me distanciei dos rapazes e me dirigi ao bar. O atendente apareceu rapidamente perguntando o meu pedido. Olhei os cardápios, sabores, e pedi uma caipirinha no fim. Bebidas brasileiras eram coisas novas para mim. Saboreei o líquido e o senti rasgar minha garganta implorando por mais. Tomei mais um gole e sentei em um dos bancos. O barman puxava assunto comigo aqui e ali, e eu estava doida para provar mesmo os seus lábios. 

Depois de um tempo, já não conseguia mais saber onde os outros estavam. Avistei Louis e o olhei de relance, que me encarava também. O ignorei e virei a atenção para meu copo. Parecia ser mais interessante. Me levantei cambaleante, despedi-me do barman e prometi que ainda hoje voltaria ali, mas meu corpo entrou em choque com outro. Virei para trás e vi Louis me encarando com cara de poucos amigos. Engoli em seco e pedi passagem.

– Está bêbada. – falou por mim.

– Não estou! – falei sem perder a pose de forte.

– Quantos dedos eu tenho aqui? 

– Ah, não acredito. S-sério, Louis? – revirei os olhos.

– Anda logo, Sky.

Tive que forçar um pouco a visão até dizer o 4 em alto e bom som. 

– Vem comigo. – ele me puxou pela mão. Seu toque era gentil, apesar de que estava me segurando um pouco forte.

–  Qual foi? – Liam perguntou nos vendo se aproximar da mesa.

– Já tá porre. – Louis se sentou nos bancos ao lado de Liam e de frente para mim.

– Não viaja, Louis! – balbuciei.

– Está, sim. – Liam respondeu.

– Inferno, viu? – tentei me levantar mas Louis não permitiu.

Já eram mais de 3:00 AM quando senti meu corpo leve. Queria voltar e pegar mais um copo daquela bebida maravilhosa, mas fui impedida novamente. Tudo ao meu redor estava girando e eu sentia que iria cair logo, logo. Dito e feito. Se não fosse por dois braços me segurando eu iria ter sérios problemas na cabeça depois. Vi Harry e Liam vindo atrás de mim e eu, certamente, no colo de alguém. A música estava bastante alta e seria capaz de deixar alguém surdo rapidamente. As pessoas não saíam da nossa frente, o que impossibilitava nosso caminho para fora. 

– N-não! Eu n-não quero ir embora! – supliquei manhosa. Eu queria sair de seus braços.

– Olha o teu estado, Sky! – o vi revirar os olhos.

– Não escuta o que ela diz. Tá muito inconsciente. – Liam falou. Mandei meu dedo do meio para ele que riu em seguida.

Louis Tomlinson.

– Vamos para o quarto dela. Alguém sabe onde fica? – perguntei à Harry e Liam que estavam atrás de nós. Sky havia apagado e eu fiquei mais nervoso com isso, já não queria mais problemas por hoje. 

– Eu sei! Fui buscar minha mala ainda hoje quando foi enviada por engano para a cabine dela. – Harry se pronunciou. 

– Perfeito! Vamos!

Entramos no elevador e tinham algumas pessoas ainda acordadas e nos olhavam curiosas. 

– O que estão olhando? – Harry as repreendeu e imediatamente desviaram o olhar. Ri com a sua atitude e Liam também. Sky ainda estava desacordada. – Aqui! Terceiro andar. 

Saímos com cuidado do elevador deixando os impertinentes seguirem seus caminhos. Harry pegou a bolsa de Sky e tirou de dentro a sua chave-cartão. A porta foi destrancada e ligamos a luz. A cama não estava completamente bagunçada, mas deu para colocarmos Sky deitada.

– Não podemos deixar ela aqui sozinha. – Liam falou. Harry e eu concordamos. – Louis, você fica. – O olhei rapidamente, que já estava para fora do quarto.

– De jeito nenhum! Essa menina me odeia. Se acorda e me pega aqui vai me denunciar por abuso. – esbravejei. 

– Melhor você do que o Harry.

– Ela confia mais nele! – retruquei.

– Isso é verdade. – Harry deu um meio sorriu sacana. 

– Tá vendo? – apontei para Harry e olhei para Liam.

– Não para ficar sozinho com uma mulher em um quarto. Vamos, Harry. Se ela acordar, você explica.

Bufei em protesto contra a vontade de Liam. Me joguei na poltrona que ficava ao lado da escrivaninha de Sky. 

– Até amanhã, muchacho! – Harry riu com a minha derrota e fechou a porta. 

O silêncio reinou no ambiente e fiquei procurando formas de distração. Meu relógio marcava 4:00 AM quando achei uma garrafa de Vodka dentro do frigobar de Sky. Se eu tomar um gole não vai fazer falta, né? – Pensei comigo mesmo. Dei de ombros e abri a garrafa. Tomei um gole e me senti renovado. Esta noite eu não consegui nem ao menos me divertir. Me peguei tomando o quarto gole da bebida e já podia sentir meus músculos se contrair. Coloquei a garrafa em um lugar qualquer próximo da cama e me joguei ao lado de Sky. Ela era realmente linda. Tinha um corpo absurdo e um cheiro penetrante e mais ainda quando misturado a bebida. Eu queria tocá-la. Não, eu não queria. Minha cabeça estava me forçando a algo até então impossível de se acontecer. Ela estava desacordada! Mas tão linda.. e tão gostosa. Falei um pouco mais alto que deveria. Virei-me para a parede, a fim de pelo menos dormir por um tempo, mas senti pequenos braços me agarrar por trás. Que porra?! Virei e vi Sky me abraçando e com um sorriso brincalhão estampado em seu rosto. Ela era sonâmbula, estava claro. Me livrei dos pensamentos e me concentrei somente na minha soneca.

– Eu sei que é você, Louis. – escutei-a falando. Por céus!

– Você está sonhando! – tentei não acordá-la de seus devaneios. 

– Não estou, e você tá cheirando a Vodka. Por acaso tomou uns goles da minha? – por fim, a senti se levantar. Seu vestido estava amassado e seu cabelo todo bagunçado, a deixando mais linda que o normal. Controle-se, Tomlinson. Me repreendi mentalmente. – Ora, não precisa ficar com medo. Pode dormir aí, sim. De boa. – e ela foi falando seguindo para o banheiro. Bateu a porta e foi fazer seus afazeres.

Me peguei pensando se seria errado, mas que se dane. Sky era linda e eu estava totalmente atraído, fora que seria uma lição para o irmão dela. Um filme passou pela minha cabeça ao lembrar da cena dos dois pombinhos no restaurante. Sky me tirou dos devaneios quando pulou na cama ao meu lado. 

– E aí? O que quer fazer? – perguntou preguiçosamente. Pensei em inúmeras coisas mas nada que batesse com a ideia de ficar no quarto e era proibido desfilar pelo convés uma hora dessas, fora que a festa já acabou. Lembrei-me de um velho jogo que fazia com Diana.

– Um jogo. – sugeri animado.

– Que tipo de jogo seria?

Jogo do sexo. – sorri brincalhão para a morena que me olhou assustada, mas logo seu semblante foi trocado por uma perversão.

– Até que você não é tão careta. – Sky mordeu seu lábio inferior. Eu tô tendo um treco aqui.

– Quer descobrir? – entrei na sua brincadeira.

– E por quê não? – Cheque-mate. Estava no papo.

– Espera um segundo.

Me virei para pegar a Vodka ao lado da cama e voltei a posição normal.

– Certo. Vamos começar. Sabe como funciona, né? Cada rodada, dois goles.

– Ótimo. – a morena sorriu.

– Você começa! – Sky pensou, pensou e pensou. Por fim, começou o jogo. – Tira a camisa.

– Só isso? Pensei que você fosse mais criativa.

– Estou só começando.

Obriguei-me a tirar minha parte de cima social e joguei em um canto qualquer. Sky tomou da bebida e me entregou. 

– Me provoque! – falei divertido.

– Senhor é quem manda. – e Sky subiu em cima do meu colo. Começou a distribuir beijos molhados no meu pescoço, subindo para a orelha – onde depositou uma mordida – e em seguida indo de encontro aos meus lábios. Sua boca era macia, seu hálito era refrescante por conta da bebida e seu beijo nem sei como descrever. Tentei segurar sua coxa mas Sky não deixou. 

– Pelo visto, é de levar os trabalhos a sério – falei com a voz falha.

–  Você não viu nada. – desgrudou nossas bocas por um curto período de tempo e voltou rapidamente. 

Sky me jogou contra o colchão e foi descendo os beijos até chegar no cós de minha calça. Desabotoo os botões e foi descendo as mãos até minha cueca box. Eu estava necessitado de mais. Eu queria mais. Passei por cima de Sky e comandei a situação. Ela se assustou mas não tirava seu semblante de prazer do rosto. Fui descendo cuidadosamente seu vestido, fazendo caricias em seu braço, barriga e coxas, até sobrar apenas seu pequeno sutiã. Essa mulher não tinha imperfeições. Eu não havia encontrado uma sequer em lugar nenhum. Seus peitos eram fartos e bem desenhados. Distribuí beijos por toda a extensão, desenhando com os dedos em sua pele.

Sky estava somente de calcinha e não foi difícil de tirar. Com uma mão, rasguei a peça mínima que ocupava o corpo da garota. 

– Seu filho da puta! A calcinha era nov...-  ela não conseguiu terminar sua frase, pois se contorceu quando pus dois dedos em sua região mais íntima.

– Foda-se. – falei em seu ouvido. Sky se arrepiou por completa.

A garota gemia enquanto eu fazia movimentos de vai-e-vem somente com meus dedos, até estar preparada para mais.

– Vai logo. – ela pediu.

– Como é? – perguntei, me divertindo com a situação. 

– Por favor! – ela implorou.

– Seu pedido é uma ordem.

Tirei meus dedos de dentro de Sky e os lambi. Ela era maravilhosa.Eu estava pronto para preenche-la como deveria ser. Ela me olhava e a cada segundo que se passava era um tempo que eu perdia. A ajeitei na cama e a penetrei. Sky gemeu alto com meu toque. Eu fazia movimentos rápidos e diminuía a frequência lhe causando mais prazer. Eu via em seus olhos a luxúria, o “quero mais”, e eu a queria mais ainda.


Notas Finais


Comentem! <3

Observações finais: "Mas por quê sexo praticamente no primeiro capítulo? Eles mal se conhecem!". Exatamente por isso. A partir desse momento que ambos tiveram, a fic começará a andar.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...