História 5.475 Days - Capítulo 2


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Categorias Demi Lovato, Wilmer Valderrama
Personagens Demi Lovato, Personagens Originais, Wilmer Valderrama
Tags Cativeiro, Demi Lovato, Dilmer, Sequestro, Trauma, Wilmer Valderrama
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Palavras 1.096
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Survival, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Voltei!! Não imaginava que vocês iriam gostar tanto dessa história! Estou muito feliz, obrigada pelo carinho<3

Capítulo 2 - O Mundo Real


Narrador P.O.V

Já na ambulância, Demi havia desmaiado, talvez pelo stress ou pela desidratação, porém Wilmer, como prometido, não saiu do lado da mesma.

Chegando ao hospital, a imprensa estava lá, todos queriam fazer a matéria sobre a criança que desapareceu e depois de quinze anos foi encontrada viva.

Demetria deu entrada ao hospital com severa desidratação, desnutrição, inúmeras fraturas, hematomas, pequenos cortes e hipotermia.

Fez muitos exames.Quando acordou, olhou ao seu redor e se perguntou se não estava sonhando, ela estava livre, quase não conseguia lembrar como o mundo real era, tudo estava tão esquisito. 

Logo uma médica chegou ao seu quarto.

- Olá, Demi, como se sente? 

Perguntou com um tom de voz calmo. Demi não respondeu, ela estava assustada, com medo.

- Eu sou a Dra. Hannah, sou a médica que está cuidando de você.

Disse atenciosa.

- Isso... Isso é um hospital?

Perguntou Demi com uma voz fraca, ignorando o que a doutora havia falado anteriormente.

- Sim, isto é um hospital.

Um silêncio se instalou, porém logo foi quebrado quando dois policias entram pela porta, fazendo Demi se esconder de baixo dos lençóis.

- Demi, tudo bem? Eu sou o oficial Roger, esse aqui é meu parceiro Tanner, queremos fazer algumas perguntas, tudo bem?

Demetria continuou em silêncio.

- Demi?

Disse a médica.

- Onde está o Wilmer?

Perguntou a mulher.

- Nós vamos chamá-lo, está bem? Mas preciso que saia de baixo das cobertas e converse comigo.

- Eu não vou sair.

Disse com medo. 

- Demi...

Disse calmamente a médica se aproximando da mesma, Demi logo se assusta.

- Calma, está tudo bem...

Disse a médica com certo desespero. Demi relaxa quando avista Wilmer adentrando o quarto.

- Wilmer...

Disse com uma voz fraquinha.

- Como se sente?

- Eu... eu não sei. 

Ele dá um leve sorriso para ela e se vira para falar com os policiais.

- Valderrama, precisamos fazer algumas perguntas, mas ela está assustada, parece que vocês criaram uma relação de confiança, você poderia ajudar?

- Claro, Oficial. Tenho uma dúvida, a família dela foi acionada?

- Sim, nós já contatamos a família, ela está a caminho.

Ele assentiu e se aproximou lentamente de Demi.

- Demi, eles precisam te fazer algumas perguntas, tudo bem?

- Por que?

Ela perguntou apreensiva.

- Porque...

Ela o interrompeu.

- Eles querem encontrar o Velho Henry?

Wilmer assentiu devagar.

- Sim.

- Tu-tudo bem então.

O homem fez um sinal com a cabeça e logo Roger começou:

- Demi, O ''Velho Henry'' alguma vez te falou o nome verdadeiro dele?

Ela pensou um pouco e negou com a cabeça.

- Não, mas... 

Ela engoliu seco.

- Está tudo bem.

Disse o latino, reconfortando-a.

- Ele sempre usava um colar com as iniciais J.S.

Tanner anota algo.

- Mais alguém frequentava a casa que você estava?

- As vezes a mãe dele fazia algumas visitas, mas ele nunca me deixou conhecê-la, ele sempre me escondia.

- O Velho Henry, por acaso já lhe tocou ou fez...

Demi o interrompeu.

- Eu... Não quero falar sobre isso, por favor... Sem mais perguntas...

Disse abaixando a cabeça e apertando seus punhos.

- Está tudo bem, vamos respeitar seu tempo, mas se tiver qualquer informação importante não exite em falar conosco, está bem? Tente melhorar, Demi.

Logo os dois policiais vão embora, deixando Wilmer e a Doutora com Demi no quarto.

- Demi, eu preciso fazer um exame de sangue em você, tudo bem? 

Demetria arregalou os olhos.

- Exame?

- É só uma picadinha, você nem vai sentir, eu prometo.

- Mas eu vou ficar sem sangue...

Disse Demi. A médica deu um leve risada.

- Oh não, eu só vou tirar um pouquinho de sangue, você nem vai sentir falta.

- Se for assim, tudo bem...

Disse com os olhos marejados.

- Pode segurar na minha mão, se quiser.

Disse Wilmer.

- Tu...tudo bem...

Demi segurou forte na mão de Wilmer  e estendeu seu outro braço, a médica rapidamente tirou sangue de Demi que deu um pequeno grunhido.  

- Viu? Não foi tão ruim...

- É...

Logo um barulho alto toma conta do quarto, era o estômago de Demi.

- Ah querida, você deve estar faminta, vou pedir para alguém trazer sua comida.

Seus olhos brilharam. 

- Sério mesmo? Que tipo de comida?

- Por enquanto apenas líquidos, mas quando você ficar mais forte poderá comer tudo que quiser.

- Obrigada, Dra. Hannah.

Ela assentiu e saiu do quarto.

- Você quer que liguem o aquecedor?

Perguntou Wilmer, atencioso.

- Não, está tudo bem...

Ela deu um suspiro.

- Mesmo?

- Não posso acreditar que estou mesmo aqui... É tão louco, eu só conhecia o mundo pela televisão ou quando ele me levava para passeios de carro quando eu era criança, e agora eu estou aqui e não sei qual será o segundo passo, como vai ser agora em diante?

- Vamos pensar em uma coisa de cada vez, sim? Sua família está chegando.

- Minha família? Tem certeza? Acho que eles não gostam muito de mim.

- Claro que gostam, assim que souberam de você, disseram que estavam vindo o mais rápido possível.

- Então deve ter sido um choque para eles, por causa do funeral e tudo mais, descobrir que eu não estou morta como todos achavam...

- Demi, você nunca foi dada como morta, não existiu um funeral.

- O que?

- Seus pais nunca pararam de procurá-la. Eu acompanho seu caso á pouco tempo, mas seus pais sempre ligavam para a delegacia perguntando se havia alguma novidade.

- Mas... Não... Eu não entendo... O Velho Henry disse que eles não me quiseram mais e que ficaram aliviados quando eu sumi, disse que meses depois que eu desapareci deram uma festa... Ele sempre me contou isso, desde sempre...

- Ele mentiu, Demi, seus pais te amam, suas irmãs te amam.

- Eu tenho irmãs?

- Não se lembra? 

Negou com a cabeça.

- Você tem duas irmãs, Dallas e Madison, eu as vi apenas uma vez, mas elas pareciam ser legais.

- Como você sabe dessas coisas?

- Entrei no seu caso á alguns meses atrás, eu tenho um pouco de contato com a sua família.

- Você acha que eles... Deixe pra lá.

- Pode falar... Está tudo bem.

- Você acha mesmo que eles ainda vão gostar de mim depois de tudo que eu passei?

Wilmer deu um sorriso reconfortante.

 - Eu acho que isso vai ser outra razão para eles gostarem de você ainda mais.

Ela exibiu um pequeno sorriso.

- Eu espero, Wilmer.

 

 

 

 

 



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