História 60 dias para aprender a me amar - Capítulo 3


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Categorias Naruto
Personagens Himawari Uzumaki, Inojin Yamanaka
Tags Inohima
Visualizações 141
Palavras 1.419
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 12 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi pessoas. ^^

Estou muito feliz com os comentários e favoritos, estou me esforçando para sempre melhorar a minha escrita.

Espero que gostem desse capítulo.
Boa leitura.

Capítulo 3 - Perguntas


Oi? Como alguém pode achar normal isso? Eu perdi a memória e eles querem que eu me case com alguém que eu não sabia nem que era meu noivo?

- Vamos tentar fazer a Hima recuperar a memória, enquanto preparamos as coisas para o casamento. - Inojin tenta acalmar a todos.

- Pra mim foi a melhor sugestão. - Meu irmão fala se levantando.

- Onde você vai filho?

- Pra casa mãe, já está tarde e a Sarada deve estar me esperando. Boa noite. - Se despede da gente e vai embora.

- Então podemos fazer como o meu filho sugeriu? - Ino já estava impaciente.

- Acho que será melhor, todos concordam? - Meu pai pergunta bocejando.

- É o melhor que podemos fazer agora. - Sai acaba concordando.

Todos me olharam, esperando a minha resposta. Tive que concordar com eles no final, quem sabe eu não recupero a minha memória e as coisas voltam ao normal?

Minha mãe me levou até o meu quarto, já que eu ainda não decorei o caminho. Tomei um banho e depois vesti um pijama, me deitei na cama que por sinal é muito confortável.

Que dia, acordei sem nem uma lembrança. Acabei descobrindo que tenho uma família, uma enorme casa, até um noivo eu tenho. 

Posso dizer que foi um dia cheio de surpresas, mas já que eu não me lembro de nada isso deve ser normal.

Acabei pegando no sono depois de pensar por um tempo.

(...)

Acordei com a luz do sol no meu rosto e com alguém me chamando, abri os olhos devagar até enxergar uma mulher do meu lado.

- Quem é você? - Novamente faço essa pergunta.

Olhei bem para a mulher que me acordou, ela tinha lindos cabelos loiros e olhos verdes. Aparentava ter no máximo trinta anos e seu sorriso era meigo.

- Eu sou uma das empregadas. A senhora Hinata me mandou te acordar.

Eu não tinha visto nem uma empregada ontem, talvez ela trabalhe até um certo horário ou estava na cozinha.

- Que horas são? - Bocejo.

- Acho que oito horas. - Levantei da cama - Sua mãe está te esperando para o café da manhã.

Ela sai do meu quarto. Coloquei uma roupa qualquer, arrumei o meu cabelo e fui em direção a porta.

Andei um pouco no corredor, até que encontrei me esperando mais um empregado, me perguntei da onde eles saíram. Fui guiada até a cozinha e lá eu encontrei a Hinata tomando café.

- Bom dia filha! - Ela aparentava estar muito feliz.

- Bom dia. - Depois que recebi um abraço e um beijo me sentei.

Quanta comida! Fica até difícil escolher o que comer, decidi pegar um pouco de cada.

- Onde está o Naruto?

Peguei uma fatia de pão e margarina que estavam na mesa, preparei um sanduíche e quando terminei fiz meu café.

- Ele já foi trabalhar.

- Em que ele trabalha? - Notei que ainda não tinha perguntado isso.

- O seu pai é diretor de cinema, nesse momento ele voltou a filmar um filme. - Hinata dá um gole no seu café.

- Que legal! E você?

- Eu sou aposentada, mas era atriz.

- Sério? E o meu irmão?

- Nossa, acordou curiosa. O Boruto tem um canal no YouTube, ele grava alguns vídeos e se eu não me engano está chegando aos quinze milhões.

Minha família toda deve ser bem famosa, que legal! Mas e eu?

- Eu era o que?

- Modelo, garota propaganda de uma marca bem famosa.

- Como vai ficar o meu trabalho já que eu perdi a memória?

- Boa pergunta, se quiser posso entrar em contato com a sua agência e falar do seu interesse de voltar. - Terminamos de comer e fomos a caminho do meu quarto.

- Faz isso sim! - Fiquei animada.

- Agora você vai se arrumar. - Entramos no quarto.

- Pra que?

- Para almoçar fora. - Fomos até o armário e pegamos algumas roupas.

- Como assim? Ainda é cedo.

- Não discuta comigo. 

- Vamos eu e você? - Peguei uma camisa branca com uma escrita.

- Não, você e o Inojin. - Pego uma calça preta e a encarei.

- Por que com ele?

- Foi a Ino que me mandou mensagem avisando.

Eu não gostaria de sair com ele, não o conheço a nem um dia. Porém por algum motivo fiquei um pouco ansiosa e arrisco a dizer que um pouco feliz com essa ideia.

Minha mãe sai do quarto, me vesti e depois fui atrás dela. A encontrei no mesmo quarto que fomos conversar ontem de noite.

- Esse é o seu quarto? - Entrei e olhei para todos os lados.

Era um quarto enorme, em uma parede bem centralizada tinha uma cama de casal. Um grande espelho em frente a cama roubava a cena, outro detalhe importante do quarto era a decoração com cores laranjas e lilás. Por incrível que pareça estava combinado. 

- É sim.

- Que bonito.

- Hima, eu já tinha me esquecido. - Minha mãe vai até uma cômoda e abre uma gaveta.

- Esquecido do que?

- Acabamos comprando outro celular para você, já que o seu antigo está com senha e ninguém sabe. - Ela me entrega uma caixinha.

- Obrigada.

- Daqui um tempo o Inojin deve chegar, vamos lá na sala esperar.

Fomos para a sala e esperamos, enquanto ele não chegava a gente ficou assistindo uma série.

(...)

Já estava impaciente, onde ele foi parar? Olhava para o relógio a cada minuto, comecei a bater o pé no chão em um ritmo rápido.

- Ele logo chega. - Minha mãe tenta me acalmar, mas não funcionou.

- Desse jeito ele vai me levar para jantar!

- Quer um pouco de água com açúcar para acalmar?

- Não, muito obrigada.

Esperei mais alguns minutos, finalmente a campainha tocou e um empregado foi atender. Logo o Inojin entra na sala, estranhei ele estar com um buquê de girassóis.

Olho pare ele primeiramente com raiva, como ele pode se atrasar tanto? Só que depois que vejo o sorriso dele, acabo abrindo um pequeno sorriso. Me pergunto como ele fez isso.

- Oi Hina, desculpa o atraso. Foi difícil achar girassóis, mas aqui estão.

Ele me entrega o buquê, admiro as flores por um curto tempo. Aqueles girassóis estavam lindos, as pétalas em um amarelo vivo me encantaram.

- Por que girassóis? - Perguntei curiosa.

- São suas flores favoritas. - Hinata responde sorrindo.

- Vamos então? Disse Inojin.

- Onde eu coloco essas flores?

- Deixa que eu cuido disso, até depois filha. - Entrego o buquê para ela.

Saio de casa acompanhada de Inojin, na frente da casa tinha um carro. Ele abriu a porta para eu entrar, depois que estávamos no carro fomos para o tal restaurante.

- Você vai gostar do restaurante. - Inojin começa a falar sem tirar a atenção da estrada.

- Como você tem tanta certeza?

- Ele era o seu favorito, sempre íamos nele.

- Você está triste por eu ter perdido a memória?

Não sei da onde essa pergunta saiu, mas quando notei já tinha falado.

- Pra ser sincero, fiquei. - Ele olha para mim - Mas não se preocupe, vou te conquistar e te ajudar a recuperar a memória.

Algo me fez sentir bem no jeito que ele falou, mas ainda estou contra essa ideia de casamento.

(...)

Chegamos no restaurante. Quando entramos o Inojin foi pedir a reserva. 

Olhei para todos os cantos possíveis, até no teto, e aquele restaurante era muito bonito. Não tinha muitas pessoas no local, acho que o motivo é por ser uma quarta.

Tinha algumas mesas redondas para casais e outras retangulares muito grandes para grupos de amigos. Em todas as mesas tinha buquês de flores, e em um canto vi um aquário.

As janelas grandes de vidro davam uma vista para um bosque que tinha um parquinho, algumas crianças corriam e brincavam nele. 

- Que bonito aqui. - Falei admirada.

- É sim, mas a comida é melhor.

Fomos para a mesa, o Inojin puxou a cadeira para eu me sentar, fiquei de frente para ele. Logo um garçom apareceu e nos entregou um cardápio para cada um. Só que eu não consegui ver nada que tinha já que o Inojin pegou os cardápios e os devolveu antes disso.

- Por favor, o de sempre. - Pediu para o garçom que depois disso se retirou.

- Eu queria escolher! - Cruzei os braços.

- Outra vez você escolhe, pedi o seu favorito.

- Que seria?

- Macarronada com molho branco.

Não discuti, esperei a comida enquanto o encarava. Macarronada com molho branco deve ser bem gostoso.

- Quem pisca primeiro? - Tentei quebrar o clima chato que estava se formando.

- Sim.

Brincamos disso até a comida chegar, nós acabamos empatando.

- Prova e diz o que acha.

- Está bem. - Respirei fundo, peguei um pouco da macarronada e coloquei na boca. - Nossa, é muito bom.

- Sabia que você iria gostar.




Notas Finais


Oi denovo pessoas.

Espero que estejam gostando da fic, eu ainda não sei quantos capítulos vai ter.

Obrigada por ler até aqui. ^^


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