História 6Balas - Capítulo 2


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Categorias A Origem dos Guardiões, Como Treinar o seu Dragão, Frozen - Uma Aventura Congelante
Personagens Astrid, Soluço, Stoico, Valhallarama
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Palavras 1.264
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Hentai, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


primeiríssimo capítulo, espero que gostem!!! ♥️♥️♥️♥️

boa leitura meus anjos ♥️🌛

Capítulo 2 - Sem Sorte


A noite se esvaziava do céu, dando início aos primeiros finos fios de raios solares rasgando o horizonte estrelado de vista.

Mais um dia iniciava-se na cidade de Velha Berk, um local árido, sem graça e abandonado pelos Deuses. O vento quente carregava amontoados de feno e areia.

Os moradores locais eram acordados pelos galos espalhados pela cidade, e rapidamente colocavam-se ao trabalho

— Vou trabalhar, filho — A montanha de músculos rígidos que formava Stoico abraçava o seu filho, minúsculo se comparado ao mesmo. Logo então selou os lábios de sua esposa Valka com os seus, e saiu de casa, seguindo caminho para o trabalho, como todos os cidadãos que agora movimentavam a cidade

O Pequeno Soluço de apenas 5 anos na época, penteava os cabelos com a própria mão, corrigindo os fios desajeitados pela cama quebrada em que dormiu

Valka era uma ótima e amorosa mãe, independente da situação, o tratando sempre bem. Diferente de seu pai, que possuía um método de ensino muito mais rígido, apesar de ainda o amar como filho

— Mãe... tem café hoje? — O moreno perguntava com os olhos arregalados, partindo o coração de Valka

— Filho... — A mesma se abaixava, olhando Soluço nos olhos — Hoje não temos... mas amanhã seu pai irá conseguir mais dinheiro, e teremos café da manhã — Sentia seu coração ser quebrado em pedaços ao ter que explicar o ocorrido ao seu pequeno filho

— Tudo bem mamãe... dá pra aguentar mais um dia... — O moreno abraçava fortemente sua mãe

...

12 anos depois

Um homem acabara de entrar pelo portão, seguido por um cavalo. O homem, de sobretudo, chapéu e bandana cobrindo o pescoço e a boca era nada mais nada menos que Soluço, agora crescido e no fim de sua adolescência e na beirada de se tornar um adulto

Seus olhos verdes escondidos sob a sombra de seu chapéu eram rápidos e percebiam os diversos olhares estranhos jogados a si. Manteu-se em silêncio e calmaria, sabendo que era um forasteiro e qualquer passo em falso seria uma ofensa, e poderia resultar em mais uma briga

Amarrou seu cavalo a uma viga de madeira, e adentrou num Bar ao lado. Tomou seu lugar em um dos bancos, e após receber a garrafa, abaixou sua bandana e começou a bebê-la

Algumas pessoas dentro do Bar tentavam identificar quem era aquele estranho dentro do bar, enquanto outras buscavam distância, conhecendo muito bem a bandana preta e roxa que envolvia o pescoço do moreno

De repente, fitando pela beirada de seu chapéu, percebeu a entrada de dois indivíduos esquisitos no bar, que aparentemente procuravam a alguém. Esse alguém era ele, e Soluço sabia disso. Eram mais alguns dos milhares e milhares outros foras-da-lei que foram pagos para ter sua cabeça.

Então finalizou rapidamente sua garrafa, e levantou do banco, jogando alguns dólares na bancada e pagando a bebida. Abriu a porta, e saiu. Mas sabia que estava sendo seguido a partir do momento em que ouviu a madeira atrás de si ranger com passos

— Ei, você de bandana! — Soluço travava os pés, e virava lentamente em direção ao chamado

— O que quiserem de mim, saibam que não tenho. — O moreno pronunciava de forma calma, com a bandana levantada e cobrindo sua boca

— Não se faça de idiota, seu filho da puta! — Soluço ria levemente com o xingamento, tornando-se totalmente aos dois homens, e colocando a mão acima de seu revólver — Sua cabeça vale dois mil e quinhentos dólares!

— E quem é que vai te pagar? — Indagava. Esperto como era, perguntou para ganhar tempo, e no tempo que ganhara, girava o tambor de seu revólver, e pressionava o gatilho

— A Xerife Hofferson! — Um dos homens exclamava, tragando seu cigarro de tabaco

"Hofferson? Esses não eram uma família lá de Berk?" Pensou. Mas ignorou o pensamento, já que prestar atenção no mesmo por meros segundos podia custar-lhe a vida

Os encarou por alguns minutos. Era de certa forma ameaçador, o verde de seus olhos reluzindo diante da sombra que cobria o resto de seu rosto

Já impacientes, os homens tentaram preparar suas armas de uma vez só, mas para a infelicidade dos mesmos, Soluço sendo Soluço já estava com o revólver armado, e em questão de frações de segundo rodava sua arma e puxava o cão duas vezes, atirando contra os dois, que caíam logo em seguida

Virou de costas, e seguiu caminho levando seu cavalo com si. Atrás, as pessoas encontravam-se em choque e boquiabertas com o feito. Comentavam a todo momento "É o Fúria da Noite" "Ele matou dois homens com uma arma", entre vários outros "elogios"

Estava refletindo sobre o nome Hofferson na caminhada. Será que aquele tal de David Hofferson decidiu virar xerife?

— Que droga... mal entrei nessa porra de cidade que já vou embora... — Bufava, subindo em seu cavalo — Agora sou procurado em mais uma cidade, ótimo! — Virava os olhos, e saía pelo portão da vila

Algumas horas depois, em uma cidade próxima

— Ele matou os dois?! — A voz feminina, aparentemente estressada se revelava a ser Astrid Hofferson, filha de David Hofferson. Agora xerife, tomou conta do caso de Soluço

— Sim senhora, os dois — O policial respondia

— Denovo! Não acredito que vou ter que ir sozinha espancar esse vagabundo e jogar ele nas grades! — Agarrava seu machado e apontava contra o pescoço do policial — Da próxima vez, ESCOLHA PESSOAS COMPETENTES PARA O TRABALHO! — O repreendia, e o policial agora pálido, assentia

Então a Xerife saía pisando duro da sala, ordenando para organizar um grupo de policiais para caçar esse vagabundo, como chamava

— Eu quero que vasculhem as cidades locais, entenderam!? — O grupo assentia em conjunto — Eu vou ficar aqui na cidade em caso Ele decida vir para cá! Agora, vão! — O grupo subia em seus cavalos e começavam a procura

Astrid era loira e de olhos azuis, capaz de fazer qualquer homem apaixonar-se. Mas não se engane, possui uma personalidade forte e um pavio extremamente curto. Rígida, era tida como a melhor Xerife de toda a região Sul Estadunidense, superando até mesmo os homens que diziam-se da lei, mas gastavam as noites em bares bebendo

...

De longe, Soluço percebia trios de homens galopando em direção às cidades mais próximas. Com sua visão de águia, percebeu que se tratavam de policiais.

— A notícia já chegou no Xerife? Que povinho mais fofoqueiro hein... — Murmurou, e esperou o sumiço dos homens.

Então caminhou por mais algumas horas com seu cavalo, se aproximando cada vez mais das casas e dos raros edifícios de concreto que formavam a região rica da cidade.

...

Astrid observando atentamente, apoiada em um dos dois pilares que formavam a entrada das muralhas, percebia a aproximação dum indivíduo montado em um cavalo, andando lentamente

— É ele, Senhora? — Astrid assentia, e a mesma escondia-se atrás das muralhas juntamente a seus policiais

...

— Finalmente... em paz... — O moreno descia de seu cavalo, e subia o terreno elevado em que a cidade foi construída. Para sua supresa, não havia ninguém, a não ser uma loira bela e de olhos azuis de braços cruzados o fitando.

Sentiu-se lisonjeado, até a mesma descruzar os braços, mostrando o distintivo, e três policiais saírem das encostas com seus rifles apontados.

"Merda... Policiais..." Pensava, e na hora seu sorriso caía, se transformando numa face de desgosto

— Mãos para o alto! — Relutante, obedeceu — Levanta a cabeça também!

Obedeceu, e ao levantar a cabeça percebeu o olhar analista da Xerife à sua frente contra sua bandana.

Parece que o Fúria da Noite está sem sorte hoje... — A loira falava ironicamente, provocando Soluço


Notas Finais


gostaram??? continuo ou não? comentem o que acharam desse primeiro capítulo
ficarei grato em ler todos seus comentários ♥️🌛


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