1. Spirit Fanfics >
  2. 7 Minutos No Paraíso (Alex G!P) >
  3. (Sete) Três Minutos no Paraíso

História 7 Minutos No Paraíso (Alex G!P) - Capítulo 2


Escrita por:


Notas do Autor


Oiee gente.
Parece que as cozinhas vai esquentar por aqui 🔥🔥

Espero que gostem

Bjs😙🙃

Capítulo 2 - (Sete) Três Minutos no Paraíso


Fanfic / Fanfiction 7 Minutos No Paraíso (Alex G!P) - Capítulo 2 - (Sete) Três Minutos no Paraíso




Depois de Nicole ir com Lorna para o armário, onde passaram três minutos se beijando – tarefa sorteada para elas – a rodada recomeçou, mais uma vez com as mulheres dando as ordens. Dessa vez Piper foi a primeira a sortear e meu coração quase falhou uma batida de ansiedade e nervosismo. Eu queria que ela me tirasse, mas tinha medo do que poderia sair a seguir e de eu querer fazer para ela qualquer tarefa que me fosse passada.


E quando o meu nome escapou pela sua boca, mais baixo do que o seu tom normal, tive que me conter para não abrir um sorriso.


— Beijo na boca — ela informou, lendo o papel rapidamente e logo o devolveu ao saquinho.

No segundo seguinte às suas palavras chegarem ao meu ouvido, eu já nos imaginava dentro daquele armário, minha boca cobrindo a sua, sentindo o
sabor daqueles lábios que há apenas alguns minutos tinham sido os responsáveis por me deixar excitada.

Não sabia o que estava acontecendo comigo. Nunca tinha traído Sylvia antes, embora oportunidade não tenha faltado, com tantas enfermeiras, médicas e até algumas pacientes que viviam dando em cima de mim no hospital. Mas parecia haver algo em Piper que me impedia de pensar de forma racional.

Levantei em silêncio, pegando a minha dose de vodca que Isa me estendeu. Mas logo depois de virar o líquido, levei a garrafa de cerveja à boca, despejando nela toda a vodca antes que uma gota sequer descesse pela minha garganta. Talvez eu estivesse sendo idiota em não querer ficar bêbada aquela noite. Meu lado cego dizia que aquilo era a coisa mais sensata a se fazer, com tantos adolescentes na casa interessados apenas em se embriagar além do permitido. Outra parte de mim também dizia que se havia a mínima tentação me rodeando, tornando uma traição à Sylvia possível, então o melhor a fazer era mesmo ficar sóbria, para ser mais forte e resistir. No entanto, eu sabia que isso era apenas a minha mente querendo me ludibriar. O que eu queria, na verdade, era estar totalmente consciente quando sentisse o sabor daqueles lábios, porque algo me dizia que seria algo que eu gostaria de lembrar para sempre.

Mais uma vez acompanhei Piper até o armário, abrindo a porta para ela e a fechei depois de entrar também.

Vi quando ela se encostou na mesma mesinha de canto onde eu tinha ficado na rodada anterior e lentamente me aproximei, parando à sua frente. Seu olhar arregalou de leve de surpresa e seu corpo recuou um pouco, mas apenas o tanto que a mesa às suas costas permitia.

— A senhora não precisa fazer isso, Dra. Vause — ela falou num sussurro, seu rosto voltando a corar.

— Mas eu quero — retruquei também num tom baixo, já começando a ficar rouca de ansiedade. Levei uma mão ao seu rosto, acariciando a pele macia, e então a levei para sua nuca, mantendo-a parada no lugar. — Posso?

— A senhora é casada.

— Eu sei, Piper — falei, me sentindo meia impaciente, logo cobrindo sua boca com a minha.

Para minha surpresa, mesmo com seu aparente receio anterior, no segundo seguinte Piper já correspondia ao beijo, brincando com meus lábios
como eu fazia com o seu. E assim como tinha imaginado, aqueles lábios macios me levaram ao céu. Quase ri contra a sua boca ao lembrar o nome da brincadeira que estava participando. “Sete minutos no paraíso”. Acho que aquele nome nunca fez tanto sentido para mim, porque era exatamente como me sentia. E quando pedi passagem com minha língua, recebendo sua resposta de imediato, tudo ficou ainda melhor.

Quando dei por mim, já tinha voltado a puxá-la pela cintura, colando nossos corpos. Deixei minha mão entrar um pouco pela sua blusa folgada, sentindo a pele quente e suave sob a minha palma.

Mais uma vez o calor do meu corpo voltou a se concentrar num único ponto e foi só quando seu quadril fez uma deliciosa fricção naquele local, que
achei por bem parar. Não porque eu queria. Meu membro começando a ficar duro era um claro sinal de que tudo que eu menos queria era parar. Mas
novamente lembrei dos outros que estavam do lado de fora, ali mesmo na sala. Não seria nada fácil explicar porque eu estava excitado quando, na teoria, nem deveria estar fazendo nada aqui dentro.

Então lentamente fui diminuindo a intensidade do beijo, só então percebendo que estava praticamente resfolegando contra a sua boca. Mas quando Piper se afastou um pouco, tão arfante quanto eu, apenas sorri para ela, ainda acariciando sua cintura por baixo da blusa.

— Nosso segredo? — sugeri, tirando a mão da sua nuca para voltar a acariciar seu rosto e seus lábios com o polegar, sentindo-o um pouco mais inchado que antes.

Piper apenas assentiu, seu olhar fixo no meu, e assim ficamos nos encarando e nos acalmando, até que o anúncio do final do nosso tempo naquela brincadeira chegou aos nossos ouvidos. Antes de abrir a porta, no entanto, depositei mais um pequeno beijo na sua boca, me movendo como se aquilo simplesmente fosse a coisa mais natural do mundo.

                            Shakira – Si te vas

Conte-me o que você fará depois que estrear o corpo dela 

Quando matar a sua curiosidade infantil


            Quando você conhecer cada curva dela

Nos minutos seguintes, enquanto a brincadeira continuava a rolar à minha frente, eu mal conseguia fazer alguma coisa a não ser pensar naquele beijo e naquela garota que estava sentada quase à minha frente. E encará-la foi algo que fiz um tanto mais do que deveria, aliás. Duas ou três vezes ela me
pegou encarando-a e logo desviou o olhar quando viu que eu não iria fazer isso. Mas quando percebi que estava sendo indiscreta demais, achei por bem
tentar ser mais controlada e fingi que estava prestando atenção ao jogo, vendo a terceira rodada acabar, mas sem realmente enxergar.

Eu sabia que era completa loucura minha estar pensando aquelas coisas. Como se não fosse suficiente estar pensando em fazer muito mais do que apenas beijar aquela garota de cabelos loiros – realmente trair Sylvia pela primeira vez em mais de vinte anos juntos –, como a garota em questão tinha apenas dezesseis anos. Não era considerado pedofilia, mas ainda não deixava de ser errado. Eram vinte anos de diferença, afinal. Mas a questão é que eu estava pouco me importando com isso.

Nem que fosse apenas por mais alguns minutos, eu queria ficar sozinha com Piper de novo.

Por isso, quando chegou a minha vez de sortear o nome da pessoa a me acompanhar ao armário, praticamente rezei para ser ela, chegando ao ponto de respirar fundo antes de abrir o pequeno papel. E quando vi o nome “Daya” escrito nele, tive que fazer um enorme esforço para disfarçar a decepção.

Ainda assim levantei e repeti o processo, fingindo beber a vodca, cuspindo tudo dentro da nova garrafa de cerveja, tendo substituído a antiga logo quando saíra do armário com Piper na rodada anterior. Sorri para Daya quando ela me encarou com um olhar atencioso, já dentro do cômodo apertado.

— Não vai acontecer nada aqui dentro, está bem? — me apressei a falar, me recostando à mesa. Nem mesmo lembrava o que tinha sido sorteado como tarefa, mas o fato é que eu não iria fazer nada, nem queria que ela fizesse. Não ela.

— Eu sei. As meninas falaram que não aconteceu nada. — Suas palavras me surpreenderam um pouco, mas me obriguei a não demonstrar nada. Piper não tinha dito, na primeira vez, que queria fazer aquilo porque queria contar vantagem entre os novos amigos? Na segunda vez eu lhe pedira segredo, no entanto, mas ainda assim me surpreendia o fato de ela não ter contado nada. — Aliás, seria bem estranho se acontecesse alguma coisa. Não que a senhora não seja bem apessoada e tudo mais, mas é a mãe dos meus amigos, então seria muito estranho.

— Também acho — concordei, rindo um pouco do seu “bem apessoada”.

Eu só estava pensando — ela continuou, voltando a assumir aquela expressão atenta, como se me analisasse, e eu me perguntei se não teria sido explícito demais enquanto encarava Piper na sala. — Na verdade eu preciso de um favor, mas não sei bem como pedir.

— Um favor?

— Bem, eu vou falar de uma vez, mas pode dizer não se quiser. — Suas palavras saíram rápido, como se ela estivesse nervosa. Só então me dei conta de que sua expressão na verdade era de indecisão e ela me avaliava para saber se teria abertura para falar ou não. Obviamente isso me deixou muito mais
relaxado. — Semana que vem nós vamos ter uma semana das profissões e cada aluno deverá fazer um pequeno seminário sobre a profissão que pegou.
Eu peguei medicina. Queria muito pegar Moda, mas era de sorte, então não deu. Mas o fato é que eu estava pensando em fazer algo diferente. O professor disse que isso vai contar mais pontos. Então eu pensei se o senhor não poderia me ajudar com alguma coisa. Um filme, imagens, enfim, qualquer material que eu possa mostrar para a turma. Se não for pedir demais, é claro.

— Claro que posso fazer isso, Daya. Tenho algumas coisas que pode ser do seu interesse.

Passamos os minutos seguintes combinando o horário e local para que eu lhe entregasse o que ela poderia precisar, ficando acertado de Daya ir ao
hospital na segunda feira depois da aula.

Logo estávamos de volta à sala, e Bennete e Lorna assumiam nosso lugar, Bennete discretamente fazendo um sinal para Nicky ficar tranquila, quando viu que a amiga ficou quase desesperada ao ouvir “sua garota” sorteando “masturbação”. Sabia que não era apenas pelo minha filha que ele estava fazendo aquilo. Afinal, Daya estava logo ali. E, além do mais, há poucos minutos ele tinha recebido o mesmo tratamento da garota de quem ele estava interessado. Então não foi surpresa nenhuma quando os dois saíram de dentro do armário tranquilos e compostos.

E então chegou a vez de Nicole sortear seu par.

— Piper logo .

Quase gemi de frustração ao ouvir aquilo, lembrando de que na primeira ida dos dois ao armário, Piper dissera a Isa que ela tinha feito sua tarefa.
Agora, enquanto as duas voltavam lá para dentro com a simples tarefa de beijar na boca, fiquei me perguntando se aquilo voltaria a acontecer. Mesmo
simples, tinha sido a mesma tarefa que eu pegara com Piper e não queria imaginá-la fazendo a mesma coisa com a minha própria filha. Mesmo ela não me devendo nada, nem mesmo uma mísera satisfação, fiquei me corroendo de ansiedade e nervosismo, sabendo que a primeira coisa que faria quando as
duas saíssem, seria olhar para os lábios de Piper . Se estivessem vermelhos e inchados, logo teria a resposta. Só não sabia o que faria com essa resposta.

Aqueles foram os três minutos mais longos da minha vida.

Tentei me ocupar bebendo da cerveja devagar, meus olhos cravados na garrafa, como se apenas beber daquele líquido exigisse toda minha dedicação. Quando os dois finalmente saíram, levei alguns segundos para olhar naquela direção, na verdade só o fazendo quando Piper voltou a sentar no chão, quase de frente para mim. Meu olhar caiu direto nos seus lábios e eu quase abri um sorriso ao encontrá-los da mesma forma que estavam há três minutos e vinte segundos. Ergui o olhar, me fixando agora nos seus olhos, vendo que ela também me encarava, e um pequeno e discreto sorriso surgiu nos seus lábios.

Ela sabia que eu estava tentando descobrir se o beijo tinha acontecido ou não.

Um grito alto e grosso ecoou na sala e eu olhei assustado para Tyler que agora ficava em pé num salto.

— Sexo oral, baby! — ele vibrou, estendendo uma mão para Isa, que levantou sorrindo, puxando o papel da sua mão apenas para se certificar de
que ele não estava mentindo.

Então, sem falar nada, ela apenas pegou sua mão e o levou de volta para o armário. E mesmo com o som ligado com a música alta, ainda assim conseguimos ouvir um gemido ou outro que escapava do meu filho. Por um instante todos se olharam meio sem graça e logo os olhares foram direcionados para mim, como se esperassem alguma espécie de reação da minha parte. Mas eu nada fiz, me ocupando apenas em voltar a beber da minha cerveja, esvaziando a garrafa enquanto tentava não pensar como seria se eu tivesse sorteado Piper e tivéssemos recebido aquela tarefa. Como seria ter seus lábios ao meu redor, me lambendo e me chupando, com aquela boca habilidosa que me deixara excitada apenas por beijar e lamber meu abdômen e peito.

— Vamos dançar! — Daya falou, sua voz se destacando em meio à música ainda mais alta agora que ela tinha aumentando o volume para abafar
os gemidos.

Bennete logo ficou de pé, acompanhando-a, e quando Nicky fez o mesmo, puxando Lorna , eu segui aquela deixa e saí da sala. Sabia que deixar Piper sozinha e sem par não tinha sido a minha atitude mais educada, mas dançar com ela na frente de todos não seria algo aceitável. Não que eu não quisesse, porque eu queria muito. Mas não teria a mínima chance de dançar com ela e não querer tocar seu corpo pequeno e puxá-la contra o meu como já tinha feito duas vezes. E dali para querer algo mais, seria apenas um pulo.

Então tudo que fiz foi me dirigir à cozinha, com a intenção de pegar algo para comer.

Para minha surpresa, no entanto, nem bem tinha fechado a porta e ela tornava a abrir, revelando uma Piper levemente trôpega, seu olhar percorrendo
o cômodo com curiosidade.

— Se incomoda se eu pegar um copo de água? — ela perguntou, andando incerta até a pia, tendo que passar por mim para isso.

— Veio sozinha? — perguntei num tom baixo, segurando seu braço, impedindo-a de ir mais adiante.

Seu rosto imediatamente assumiu um tom rosado, mas ela assentiu de leve. Abri um sorriso quase involuntariamente, puxando-a logo de encontro ao meu corpo como tanto queria fazer. Por alguns segundos apenas a mantive assim, meu rosto enterrado na curva do seu pescoço, aspirando seu perfume suave e um cheiro doce de morango que parecia vir dos seus cabelos. Quando passei a beijar seu pescoço delicado, senti seu corpo amolecendo contra o meu e a abracei com mais força, não deixando espaço algum entre nós.

— O que você está fazendo comigo, pequena? — murmurei sem parar de beijar sua pele macia, sentindo suas mãos passeando pelos meus braços. —
Você não beijou Nicole, beijou?

— A senhora sabe que não — ela respondeu com a voz fraca, suspirando quando mordisquei sua pele de leve antes de me afastar para encará-la.

— Sem A “senhora”, por favor. Não acho que precisamos de formalidade aqui. Além do mais, essa situação já está estranha o suficiente para você ficar me chamando de senhora quando estou louca para te beijar de novo.

— Estranha porque eu tenho dezesseis anos? — ela perguntou com o cenho franzido.

— Não — respondi calmamente, estranhando aquela sua pergunta. — Estranho porque eu sou casada e porque nunca traí minha esposa antes.

Sua expressão suavizou e eu percebi que ela não tinha pensado naquele ponto ainda.

— Ah.

— Você acha estranho a nossa diferença de idade? Se incomoda por eu ter trinta e seis anos? — perguntei, sendo a minha vez de franzir o cenho, porque o seu questionamento me fez pensar a respeito.

— Não, de jeito nenhum — ela respondeu de pronto, abanando a cabeça em negativa como se para firmar seu ponto.

Ainda a encarei sem falar nada por alguns segundos, tentando descobrir se ela estava mentindo ou não, mas quando um pequeno sorriso surgiu nos seus lábios e suas mãos subiram para o meu pescoço, resolvi ignorar aquela dúvida.

— Vem aqui — chamei já puxando-a pelo braço, fazendo-a me acompanhar até a despensa espaçosa, logo fechando a porta atrás de mim.

Foi como se tivéssemos voltado para aquele armário, onde tudo poderia acontecer. A diferença é que agora teríamos muito mais que três minutos. Por isso, foi sem pressa que tornei a me aproximar, voltando a colar nossos corpos e beijar seu pescoço. Sentia sua pele arrepiando sob a minha boca e ela estremeceu quando voltei a usar os dentes, provocando e quase marcando-a. Quando suas mãos envolveram meu pescoço, me arranhando de leve, me senti quase como uma selvagem, cobrindo seus lábios com urgência, ao mesmo tempo que infiltrava minhas mãos pela sua blusa branca, sentindo mais do seu corpo. Mas eu precisava de mais.

Num movimento rápido, tirei aquela peça do caminho, mal lhe dando tempo de erguer os braços, e logo passava a tocar seus seios pequenos por cima do sutiã da mesma cor da blusa que agora estava no chão. Um tímido gemido escapou da sua boca que ainda estava contra a minha, e eu interrompi o beijo, tanto para lhe dar mais liberdade para gemer, como por querer sentir seus seios na minha boca. Antes, no entanto, tirei a minha própria camisa ficando só de sutiã também , lhe dando o mesmo destino da blusa de Piper , e voltei a colar nossos corpos. Fiquei assim mais um pouco, abraçando-a e sentindo mais do seu perfume, até que aquilo não foi mais suficiente e levei as mãos ao botão do seu pequeno short jeans, abrindo-o apenas o suficiente para ver sua calcinha escura com renda. Foi a minha vez de gemer quando voltei a colar nossos corpos, ao mesmo tempo em que Piper lambeu meu pescoço antes de morder com um pouco  mais de força do que deveria. Mas eu não consegui ficar preocupado com a possibilidade daquilo deixar uma marca.

— Hmmm, isso — gemi mais uma vez quando ela fez de novo e então perdi completamente a linha de raciocínio quando Piper passou a fazer o mesmo que a nossa primeira tarefa ordenava, me beijando e mordendo por todo caminho do pescoço até meu quadril. — Porra, Piper ! Não para!

A minha ordem, no entanto, mesmo sendo dita em meio a um gemido rouco, foi impedida de ser cumprida quando ouvimos um barulho na cozinha.
Rapidamente a puxei para cima, cobrindo sua boca com uma mão para evitar que ela fizesse barulho.

Piper agora me encarava com o olhar arregalado de medo, lançando olhares nervosos na direção da porta, enquanto eu tentava voltar a respirar normalmente.

Você viu Piper ? — ouvimos uma voz perguntar, parecendo com a de Lorna .

Ela disse que vinha pegar água, mas deve ter ido ao banheiro — Nicky respondeu.

Acho melhor procurar ela. Piper não tem o hábito de beber. Tenho medo que ela banheiros mal.

Eu te ajudo a procurar — Nicole se ofereceu, mas logo vi que aquela solicitude tinha mais que segundas intenções. — Vamos em cima.

Talvez ela tenha ido procurar banheiro por lá. “Lá em cima” era onde ficavam os quartos, sem banheiro de visitas. Onde ficava o quarto de Nicky.

Apenas relaxamos ao ouvir a porta abrir e fechar novamente. No segundo seguinte eu voltava a beijar Piper , embora não tão empolgada quanto antes. Nós duas sabíamos que não havia a mínima chance de fazermos qualquer coisa aquela noite. Não quando a amiga de Piper estava procurando por ela.

— Preciso ir — ela murmurou, afastando um pouco a boca da minha, e eu assenti, mas só recuei um passo depois de dar mais um pouco de atenção ao seu pescoço delicado, sentindo mais do seu corpo sob as minhas mãos.

Só então me afastei e me abaixei para pegar as nossas roupas, lhe estendendo sua blusa antes de vestir a minha.

Vai na frente — pedi. — Preciso de um tempo aqui.

Seu olhar caiu rapidamente sobre meu quadril, fazendo-a rir de leve de forma um tanto constrangida. Mas antes que Piper se afastasse e saísse da despensa, segurei-a pelo braço ao lembrar de algo.

— Piper , o que aconteceu aqui... Ninguém mais deve saber — falei séria agora, mas não resisti ao impulso de tocar seu rosto depois de afastar uma mecha de cabelo que tinha caído sobre seus olhos.

— Eu sei.

— Nem mesmo Lorna. Ela pode ser sua amiga, mas se isso chegar a Nicole-

— Não se preocupe, Alex. Não vou contar a ninguém — ela me tranquilizou e não foi difícil acreditar na sua palavra. Piper não parecia ser o tipo de pessoa que mentiria sobre algo assim. — Nosso segredo, certo?

Assenti, sorrindo de leve, e a puxei mais uma vez contra meu corpo, cobrindo seus lábios num beijo rápido antes de finalmente deixá-la ir.




Notas Finais


Humm?? O que será que vai ter no próximo ? Alex correndo atrás da Piper???
As duas se encontrando???

Bjss. Até o próximo capítulo!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...