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História 7 Pecados Capitais - BTS - Capítulo 11


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Capítulo 11 - Presente


Fanfic / Fanfiction 7 Pecados Capitais - BTS - Capítulo 11 - Presente

Suga entrou correu e se pendurou no vagão que ganhava velocidade, se apoiando com os dois pés na beirada e entrou no trem. Passou as mãos pela blusa tentando ficar apresentável. Suga sabia que não estava nas melhores formas no momento, mas quando correu não sentiu cansaço algum. Puxou a maçaneta e entrou no próximo vagão, lotado de passageiros em pé e sentados. Seu alvo não estava ali, estava procurando a filha dele para que pudesse interrogar. Lauren Mendes foi vista na estação de Suna, discutindo com um guarda que não queria abrir passagem. Sabendo disso, Suga e Lexa correram para o trem. 

Falando em Lexa, a menina tinha se mostrado uma grande agente. Ajudou Suga com os treinamentos e com a papelada. Mas agora queria se concentrar em achar a garota. Ela tem 24 anos, tem cabelo loiro, alta, bochechas gordas e era tudo que Suga lembrava da menina. Mas não encontrou ninguém parecido naquele vagão, então passou para o próximo. Ali estava. Era o vagão mais vago do trem por ser muito perto do maquinista e só tinha os dois ali. 

- Lauren Mendes? 

- Eu? - A menina pergunta, genuinamente surpresa. Ela não sabia, Suga percebeu.

Lexa entrou atrás dele.

- Você é Lauren Mendes? Então sim, você. - Suga disse revirando os olhos e se aproximando. 

- O que vocês querem?

- Seu pai devia ter encontrado a minha empresa ontem. Sabe onde ele foi? - Lexa pergunta e Suga se afasta. 

- Acho que sim? Não lembro bem. Ele disse que precisaria resolver algo antes e me mandou vir para Won. 

Suga não conseguia entender. Não fazia sentido nenhum a menina vir para cá. Ela seria massacrada, era quase uma criança apesar da idade. Então saiu do vagão e deixou Lexa com a menina. 

Suga só podia pensar que alguém estava se passando por Shawn e distraiu a menina. Ela não poderia estar mentindo, sua reação foi genuína, foi como se Suga pudesse ouvir o coração dela batendo no ritmo. Então ele pulou para fora do trem e esperou Lexa na carroça que estava amarrada ao trem.

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Bateu na porta algumas vezes e esperou. Então um homem alto e moreno com a barba feita apareceu na porta.

- Pois não? - Pergunta estranhando a aparição de Seokjin ali. Normalmente só vinha ali quem morava e só pra dormir. Ninguém passava muito tempo.

- Perdão por atrapalhar, mas eu estava... - Morde o lábio ansioso e continua - esperando um amigo meu, Min Yoongi. - Viu a feição do homem mudar. 

- Sabe dizer se ele mora aqui? - Seokjin termina.

- Sim...Ele mora. Olha, se não quer arranjar um problema, é melhor ir embora. - O homem diz. 

- Certo, obrigado pela informação... Como é seu nome mesmo? - Jin pergunta

- Sh... Jon. - O homem diz estranho. Seokjin sabia que ele estava mentindo mas relevou. Perguntou apenas para saber abordar Yoongi. Saiu da porta do homem e ouviu ele bater mais alto que o normal. Ignorou os calafrios e bateu na porta do outro corredor. 

- O que é? - Um homem parecido com o outro aparece.

- Perdão incomodar, estou esperando um amigo mas ele não me disse o número do apartamento dele. Pode me dizer onde ele mora? - Jin perguntou já sabendo como dizer.

- Quem é? - O homem diz parecendo não gostar de continuar a conversa. 

- Min Yoongi, sabe quem é?  - Jin pergunta um pouco mais ansioso. 

- Não, não faço ideia. - Diz franzindo as sobrancelhas. - Como ele é? 

- Cabelo verde, baixinho e um pouco rabugento. 

- Sei quem é, mas ele não mora aqui não. Acho que só o vi por aqui duas vezes e nas duas estava acompanhado. Sinto muito.

Bateu a porta na cara de Seokjin. Então, Yoongi não morava ali? 

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Jimin estava estranhamente empolgado hoje. Seu humor havia melhorado drasticamente de ontem para hoje e todos estavam percebendo. O palácio inteiro comentava que Jimin estava recebendo visitas pela madrugada mas ninguém via nada. Estava até mais misericordioso com seus súditos que vinham todos os dias pedir favores. Vestiu uma calça social preta e uma blusa azul de seda. Não era a melhor e mais sofisticada, mas também não era algo que qualquer um podia ter. Liberou hoje a construção de três novas escolas, quatro hospitais e sete fábricas. Já era um bom dia para Jimin. 

Não havia visto Jungkook ainda pela parte do dia, mas esperava ver já que precisava ser informado sobre Taehyung.

Kim Taehyung ainda é uma dor de cabeça para o Park, principalmente porque Jimin não sabe o que o mesmo pretende com tudo isso. É um pouco patético na visão de Jimin, parece que ele devia superar. É uma guerra, coisas assim acontecem todos os dias. Entrou na sala já dizendo:

- Quero que queimem o corpo dela junto com os outros. Separem as roupas e acessórios de todos e ajeitem para a venda. Quero isso pronto para semana que vem, precisamos ir com tudo na inauguração das fábricas. Mande um corvo para Kim Namjoon e diga para ele comprar mais tecidos, quero da melhor qualidade e em grande quantidade, tudo que ele puder trazer. Tranquem tudo no cofre do corredor sete. Quero que paguem os construtores para começarem uma igreja anglicana e uma católica aqui na mesma rua. Ao trabalho! - Jimin batia palmas enquanto andava pela sala cumprimentando cada um individualmente.

Todos assentiram e começaram a trabalhar. Jimin estava investindo pesado nas fábricas, já que os outros reinos focavam mais na educação, Jimin focaria nos dois. Aumentaria o poder militar usando as crianças e promoveria o exército. Tudo ia de acordo com seus planos e até agora ninguém estava desconfiando da real intenção do rei.

Saiu do palácio e dispensou os guardas. Não podia passar a impressão de ser um rei que não confiava no seu povo. Passou pelos súditos que o olhavam e cumprimentou alguns com um aceno de cabeça. Entrou na igreja católica e conversou com os líderes da mesma. Gostava de fingir ser religioso, Jimin queria ter várias qualidades aos olhos do público e ele teria. Entrou na salinha junto com os líderes e um deles fechou a porta, enquanto Jimin se sentava.

- Como resolveremos essa situação, Jimin? Não podemos continuar os cultos como se estivesse tudo bem por aqui. Sabemos que não está. - Jeonghi, um dos líderes falou e outro concordou.

- Foi por isso que com aqui hoje, senhores. Preciso da ajuda de vocês. Kim Taehyung continua me dando dor de cabeça e seus vizinhos presos me contaram que a irmã dele foi levada. O cadáver está na masmorra, mas não foi isolada. - o rei fala e observa alguns líderes negarem com a cabeça, reprovando sua atitude. 

- Sabiam a identidade da menina?

- Temo que sim, mestre líder. - Jimin disse olhando para cada um ali. 

- Acuse-os de traição. Amarre suas bocas e deixe o povo decidir o destino deles. Traga falsas provas e coloque falsas palavras em suas bocas, até que convença a todos. Precisa ser convivente, Rei Jimin.  - Outro líder disse.

Jimin gostou da ideia. Não seria complicado para ele, todos acreditariam. Mas precisava pensar em algo genial, que todos caíssem sem nem duvidar. Algo que ninguém poderia discordar mesmo sabendo que é falso. Jimin inventaria algumas coisas sobre esses prisioneiros de guerra e não os deixaria falar, e o povo acusaria sem dó ou piedade. 

Era o plano perfeito e todos concordam. Então Jimin tinha sua solução. 









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