História A "Aberração" - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias A Mediadora, Infamous
Personagens Personagens Originais
Tags A Mediadora, Delsin, Drama, Fetch, Hentai, Infamous, Jesse, Morte, Obsessão, Personagens Originais, Psicopata, Romance, Suzannah, Tortura, Universo Alternativo
Visualizações 53
Palavras 1.125
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas! >.< Estou eu aqui novamente, com mais uma fanfic :3 Eu escrevo rápido de mais >.<

Espero que gostem! E boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo 1


Kellen on

 

         Meu pai me acordou durante a tarde, eu estava morta de sono, não havia dormido durante a noite, por conta da barulheira em casa. E o pior de tudo, é que ele me parecia estar irritado...

Hector: Acorda logo Kellen! Temos um assunto para conversarmos.

         Tudo bem, espero que não seja nada sobre a escola, por minhas notas são um lixo, e eu vivo matando aula. Além também, é claro, eu destruí a escola ontem mesmo, usando meus poderes de condutora. Não é possível eles terem simplesmente falado que fui eu né?

         Levantei e me arrumei, ele estava me esperando lá embaixo, e ele não estava nem um pouco com uma cara boa... Já a minha mãe, não estava nem ligando para aquilo tudo, apenas estava com medo do meu pai.

Hector: Irei apenas te fazer três perguntas, e espero que você me responda com sinceridade.

Eu: Faz logo.

Hector: Por que estão te acusando de ter destruído a escola?

Eu: Achei que fosse sobre as minhas notas... – Fingi um pouco, e depois fingi ter me tocado no que ele tinha falado – E como assim a escola foi destruída?

         Arregalei os olhos, apenas acompanhando o fingimento, o que pareceu ter feito ele acreditar perfeitamente bem.

Hector: Bem... Pelo menos isso não foi você.

Eu: Olha, eu posso não gostar de ir, mas eu não faria uma coisa dessas. Pois eu sei que tem gente que gosta.

         Opa filosofia tudo bom?

         Aiai... Esse fingimento foi um dos bons, não me lembro de ter sido tão convincente assim antes, acho que estou pegando o jeito.

Hector: Tudo bem, vamos para as outras perguntas. Por que suas notas estão tão baixas assim?

Eu: Não sei se você percebeu, mas tirei as melhores notas da minha turma nas matérias em que realmente sou interessada, e eu não julgo que as outras serão importantes para mim.

         Ele ficou me olhando, esperando algumas reação diferente de mim, além da de “desinteresse”, que normalmente, é a qual eu sempre uso.

         Fixei meu olhar por um segundo em um negócio brilhante atrás dele, mas tratei de fixar meu olhar nele. Não vai ser hoje novamente, que irão descobrir sobre tudo.

Hector: E essas faltas?

Eu: Ué, normalmente, para matar aula, é necessário ficar com faltas.

         De irritado, eu não sabia que podia ficar tão ruim assim, agora, ele estava zangado, e minha mãe vazou da sala, ela sabe o que viria daqui para frente, mas eu respondi com sinceridade.

Hector: nós iremos de ter de nos mudar novamente, por conta de você não conseguir parar em uma escola, e por causa de nenhuma outra escola te aceitar na região.

         E então, ouvi um grito vindo da cozinha, mas não estava chamando por mim, e sim por ele.

         Voltei para o meu quarto, e fiquei pensando comigo mesma “Será que pode ser pior do que aqui?”, mas então eu mesma me respondi “Sim, pode”. Todos os lugares que eu já morei, foi um pior que o outro... Meu lugar não é nesse mundo, tenho certeza.

         Logo ouvi alguém batendo na porta do meu quarto, e logo entrando, mas dessa vez, não era meu pai e sim minha mãe.

Suzannah: Iremos para a cidade onde vivi o meu colegial, espero que você goste de lá. Foi lá também, que conheci o seu pai.

Eu: E a tal “escolinha de mediação”?

Suzannah: Elas só vem aqui para me pedir ajuda em algumas coisas, e além do mais, para que existe telefone?

         Olhei para uma parede, não querendo encarar ela.

Suzannah: Olha, pelo menos... Tente se ajustar a algum lugar.

Eu: Você acha que eu consigo?

Suzannah: Tenho certeza.

         Sinceramente, eu nunca consegui gostar totalmente de alguma coisa, eu não gosto nem de mim mesma, pois me considero uma “aberração”. Pense bem, eu consigo falar com mortos, e ainda controlar alguns elementos.

Suzannah: Bem, arrume suas coisas, iremos sair daqui para Carmel, na Califórnia.

Eu: Já estou vendo que não irei gostar... Tem muito sol...

Suzannah: Pare de ser uma menina das trevas.

Eu: Eu achei... Que você realmente me entendesse...

         Ela me olhou de um jeito estranho, e parecia triste. Não acredito que eu disse isso... Eu sou muito burra...

         Mamãe saiu do quarto com aquela cara de tristeza, droga... Assim ela vai achar que é uma péssima mãe...

         Arrumei minhas coisas, coloquei tudo dentro das caixas novamente, havia acabado de tirar todas as coisas, mas parece que irá tudo voltar ali novamente...

         Coloquei as coisas principais em uma mochila, e deixei tudo arrumado, saindo de casa pela janela mesmo. Já que precisava pensar nas coisas um pouco.

         E que jeito melhor de pensar que existe, se não, ir a escola que você havia destruído? Exatamente, eu fui até lá, e vi alguns policiais lá na frente, junto do diretor, que é um tremendo babaca.

Diretor: Foi ela quem fez isso! – Ele disse, tremendo de medo.

         Os policiais vieram até mim, como se eu fosse perigosa, e agora, minhas mentiras entram em ação.

Policial: Foi realmente você quem fez isso?

Eu: Esse cara me odeia, tudo o que acontece de ruim na vida dele, me culpa. Não devia ficar ouvindo gente louca falando, faz mal.

Diretor: Eu não sou louco! Eu vi o que ela fez! Ela fez feixes de luz com as mãos!

Eu: E ainda fala que não é louco.

Policial: Acho que irei parar de atender as ligações dele.

         Ele chamou os policiais que estavam ali, e todos foram embora. Quando tive certeza de que havia ficado sozinha do diretor, decidi me revelar de verdade.

Eu: Realmente achou que eles iriam acreditar em você? Enxergue o seu lugar seu babaca.

Diretor: Por favor, não faça nada comigo!
Eu: Você me dedurou para a polícia, e para meus pais, e ainda quer que eu não faça nada? Você está completamente ferrado!

         Fiz uma espada aparecer em minha mão direita, com vídeo, e fui cortando lentamente cada um de seus membros, o ouvindo gritar de dor. Quando terminei meu serviço ali, apenas vazei.

         Voltei para casa, mas entrei pela janela novamente, e fui direto para o banheiro, e verifiquei se minhas roupas haviam manchado, e quando percebi que não, que novamente, havia feito um trabalho bem feito, sorri para mim mesma, e tomei um banho.

         Fui até a cozinha, e percebi que estava morrendo de fome, mas não queria jantar com meus pais agora, que era exatamente o que estavam fazendo.

         Apenas peguei uma maçã em silêncio e voltei para o meu quarto, me joguei na cama e comecei a comer. Assim que terminei, joguei o que restou da maçã no lixo no outro lado do quarto, e nem me fiz o favor de verificar se acertei, apenas fechei meus olhos e dormi.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! E até o próximo capítulo! :3


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