História A "Aberração" - Capítulo 4


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Categorias A Mediadora, Infamous
Personagens Personagens Originais
Tags A Mediadora, Delsin, Drama, Fetch, Hentai, Infamous, Jesse, Morte, Obsessão, Personagens Originais, Psicopata, Romance, Suzannah, Tortura, Universo Alternativo
Visualizações 51
Palavras 974
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas! >.< Aqui está mais um :3

Espero que gostem! E boa leitura!

Capítulo 4 - Capítulo 4


Kellen on

 

         No outro dia, fui acordada por um fantasma chamado Harley, que ficou gritando no meu ouvido, mas ele ficou fazendo isso durante toda a madrugada, o que causou, que eu não pude dormir direito, e eu percebi que as vezes, meus pais escutavam algo, e vinham até o meu quarto para ver  o que era. Esse garoto tem problemas mentais?!

Harley: É... Parece que eles podem me ouvir.

Eu: Claro que podem, eles são mediadores também. E se não me deixar dormir, acho que não irei te ajudar porra nenhuma, e pode contar para eles, só digo que irei fazer sua vida de fantasma um inferno. Ou eu posso simplesmente exorcizá-lo.

         Ele ficou quieto, e eu me deitei de novo, mas o sono já havia ido embora, então, me levantei, daqui a pouco teria de levantar mesmo, para freqüentar a maldita escola católica, pelo menos, amanhã é sexta, o melhor dia da semana.

         Me arrumei, e apenas fui tomar meu café, ele não me seguiu, ficou no meu carro esperando por mim, ou pelo menos, foi isso o que ele me disse.

         Tomei meu café, e logo vi meus pais descendo.

Hector: Que gritaria foi aquela durante a noite?

Eu: Que gritaria? – Me fingi de desentendida. Eu realmente estou ficando boa em mentir.

Hector: Então não era de algum humano...

Suzannah: Como eu disse, mas sinto que tem algo a mais nisso...

Eu: Já vai começar o papo sobre fantasmas aqui? Sério isso?

         Me levantei da mesa, não iria querer ouvir esse papo de nenhuma maneira, tudo o que eu aprendi sobre ser um mediador, foi por conta de ter ouvido eles ensinando.

         Sai de casa e fui diretamente para o meu carro, não esperei eles virem, e enxergassem o meu amigo aqui, pois eu sei que eles não me deixariam usar o carro por um tempo. Já passei por isso.

Harley: Por que esconde isso dos seus pais?

Eu: Não é da sua conta.

         Eu realmente estou de mau humor, mas é por conta de não ter me deixado dormir, e eu irei descontar tudo nele, já que era o culpado por isso.

         Dirigi até a escola, ignorei todas as perguntas que havia me feito, e apenas segui para o meu primeiro horário.

         E novamente, dormi em todas as aulas, mas dessa vez, eles não se irritaram, pelo menos não completamente. Só prestei atenção nas áreas que eu realmente gosto, e isso fez eles ficarem mais sossegados quanto a mim.

         O dia foi um lixo, mas aproveitei para fazer o que eu realmente gosto, que é destruir coisas, e nessa, Harley me acompanhou com muito prazer.

Harley: Quer parar de me ignorar agora?

         Coitado, mal sabe ele, que só vai poder conversar comigo quando estiver de bom humor.

         Acabei destruindo alguns prédios, mas né, não era esse o objetivo?

         Encarei Harley, e ele parecia querer poder fazer isso também, na verdade, parecia estar com mais vontade do que eu para destruir coisas. Esse garoto me parece ser estranho de mais...

         Quando fui me afastar, Harley me barrou.

Harley: Por que não mata aqueles que estão ao redor também?

         E como sempre, eu ignorei, e apenas tentei passar de novo, mas ele me impediu.

Eu: Vai ficar de gracinha? Daqui a pouco estarei exorcizando você também.

         Ele não me pareceu estar com medo de ser exorcizado, então, apenas tentei passar novamente.

Harley: Mate-os. Eu quero ver sangue depois de tanto tempo sem poder matar.

Eu: Mate-os, você mesmo.

         Ele me pareceu com raiva, mas pelo menos, eu consegui passar, e ir em direção ao meu carro, que dei partida e simplesmente vazei.

         Harley havia se teleportado para o carro, e eu sei como a fúria de um fantasmas pode ser terrível, eu posso não gostar de ser exatamente uma mediadora, mas eu prestei atenção. Então, parei o carro, em um lugar vazio, onde pelo menos, não precisaria ignorá-lo, ao menos se eu quisesse.

Harley: Por que paramos?

Eu: Porque eu não irei dirigir o meu carro com um espírito raivoso dentro dele.

         Ele pareceu incomodado com a minha fala, mas parecia distraído ao olhar pela janela. Onde uma mulher e cabelos rosa estava junto de um outro com cabelos castanhos.

Harley: Meus pais...

Eu: Realmente são eles?

Harley: Não tenho duvida.

         Ele parecia incomodado, mas não sai dali, não irei bancar a garota boazinha.

Eu: Você encontrou alguma coisa sua?

Harley: Não.

Eu: Sua mãe não guardou nada?

Harley: Quando morri, ela vendeu tudo e comprou drogas, mas meu pai não sabe o que ela fez com o dinheiro, e ela é boa em mentir.

Eu: Então... É por isso que você quer separá-los?

Harley: Sim, minha mãe não ligou para a minha morte, até parecia ter dito graças a Deus. Já meu pai... Ele ficou mal com isso, eu era muito próximo dele, e fazíamos tudo juntos.

         Eu não quero separar meus pais, já que eles são completamente apaixonados. Mesmo quando tentam esconder algo, até eu fico sabendo.

Eu: Vai assombrar ela então ué, e não ficar gritando no meu ouvido durante a madrugada. Você pode deixá-la bem perturbada.

Harley: Valeu, mas quero fazer isso estando vivo, e não morto. Quero fazê-la sofrer...

         Eu não queria ter de resolver problemas familiares eu mesma, irei apenas deixar ele vivo e foda-se o resto.

Eu: Olha, quando você voltar a vida, não volte a me procurar, pois irei te ignorar.

Harley: Exatamente como você havia feito até agora? Então vai ser de boa.

Eu: Vai logo procurar alguma coisa sua, eu vou pra casa, dormir dessa vez.

         Ele saiu sem dizer nada, e eu dirigi para a minha casa, e fui fazendo uns estragos pelo caminho, mas quando cheguei em casa, comi umas bolachas e subi para o meu quarto, e simplesmente me joguei na cama, e assim que fiz isso, basicamente desmaiei.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! E até o próximo capítulo!


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