História A "Aberração" - Capítulo 6


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Categorias A Mediadora, Infamous
Personagens Personagens Originais
Tags A Mediadora, Delsin, Drama, Fetch, Hentai, Infamous, Jesse, Morte, Obsessão, Personagens Originais, Psicopata, Romance, Suzannah, Tortura, Universo Alternativo
Visualizações 48
Palavras 1.480
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas! >.< Aqui está mais um capítulo! >.<

Espero que gostem! E boa leitura! :3

Capítulo 6 - Capítulo 6


Kellen on

 

Minha mãe me acordou, e isso já me fez perceber que estava atrasada, e ela comentou que um amigo meu estava ali, para irmos juntos para a escola. Isso não me motivou, até mesmo imagino quem seja.

Não me apressei em me arrumar, provavelmente iremos matar aula. Não acredito que ele veio até a minha casa para não me perder de vista.

Quando terminei de me arrumar, tomei meu café, com Harley me observando o tempo inteiro, e isso estava me irritando, até mesmo por conta de que meus pais perceberam o olhar dele, e pareciam querer conversar comigo.

Terminei de tomar meu café e saí de casa com Harley me seguindo. Eu estou quase matando ele... Só não mato agora, pois meus pais estão de olho nele.

Assim que eu entrei no carro e ele se sentou do meu lado, saí com o carro o mais rápido que pude, e estava prestes a explodir com ele.

Harley: Seus pais são legais.

Eu: E eu falei para você não me procurar.

Harley: E por que não quer ter minha amizade? Agora somos completamente iguais.

Eu: Então agora andou conseguindo ver fantasmas?

Harley: Sim, e minha mãe andou me provocando. Você consegue fazer algo a respeito disso?

Eu: Não, você queria arranjar encrenca, agora termine o seu serviço, faça um exorcismo.

Harley: E como que faz um?

Eu: Fale com a minha mãe, porque eu não irei te dar aulas.

Harley: Chata.

Parei em frente à escola, mas eu não irei entrar, mínima vontade de participar de alguma aula.

Eu: Vaza.

Harley: Não irei para a aula se você não for também.

Eu: Mandei vazar!

Ele não me parece ter gostado muito de meu tom, mas me obedeceu.

Harley: Você não vai ter escolha mais tarde, e você vai implorar.

O que eles quis dizer com isso? Faço a mínima ideia. Apenas sumi de vista, antes que ele pudesse dizer mais alguma coisa.

Fiquei no centro da cidade, em cima de um prédio que havia subido com o poder de neon. Fiquei olhando as pessoas passando, enquanto eu me mantida escondida, e causando pequenos terremotos por ali, ou mandando alguns demônios.

Mas uma coisa me intrigou bastante. Alguns soldados apareceram por ali, e eu apenas observei, parecia que eles estavam procurando o que estava causando aquilo tudo. E foi aí que senti uma presença atrás de mim e me virei rapidamente.

Harley: Eles estão procurando por você, deveria ter usado menos os seus poderes aqui. Agora me diga um bom motivo para não te dedurar?

Eu: Posso te levar junto comigo.

Harley: Acho que isso não seria possível, eu sou inteligente de mais, e conheço essa cidade com a palma da minha mão. E também, se eu te capturar, eles vão é me agradecer.

Era o que ele queria dizer? Basicamente ia fazer minha vida se transformar em um inferno.

Olhei o relógio, e percebi que a aula já havia acabado a algum tempo, e realmente... Eu estou ferrada.

Harley: Dou-lhe mais uma chance, se não, já sabe o que irei fazer.

Eu: Vai pro inferno Harley, você sabe que não quero amizades.

Harley: Você que pediu.

Senti alguma coisa em minha perna direita, e vi que ele havia criado concreto nela, e isso pareceu quebrar os ossos dela.

Me livrei virando fumaça e sumindo dali. Harley veio me seguindo, mas não me parecia tão preocupado assim.

E então, olhei para trás, e vi que ele não estava ali, mas logo bati de frente com algo, e quando olhei, ele havia me passado.

Harley: Você não é tão rápida assim. – Ele abriu um sorriso psicótico, e logo, meu corpo inteiro estava dominado pelo concreto, e não estava conseguindo sair.

Ele trouxe aqueles homens até mim, e li em seus uniformes D. U. P., Não foram eles que Delsin Rowe havia dado uma surra anos atrás?

Harley: Não se preocupe com seus pais, eles vão ficar sabendo disso, e saberão onde você estará.

Eu: Desgraçado...

Ele apenas riu, enquanto eles me levavam. Não sei quanto tempo demorou, só sei que estava em uma prisão, mas era diferente da tal Curdun Cay, mas também, não podia ser ela, por conta dos portões dela terem sido abertos.

Eles me jogaram em uma cela, onde apenas ignorei o fato de que todos ficavam me perguntando “O que uma garotinha fofa como você fez?”, sinceramente... Meus colegas de cela tinham de serem homens?

Peguei uma cama o mais longe possível deles, haviam mais três beliches vazias, o que no caso, eles estavam bem confiantes de deixarem vários condutores juntos, o que seria a ruína deles.

???: Ei garota! O que você controla? Precisamos de alguém que controle concreto.

Olhei para as suas mãos, e vi que estavam cobertas de concreto, provavelmente evitando que ele use seu poder.

Desfiz o concreto dele e de todos os outros.

Eu: Querem começar uma rebelião? Eu não tenho para onde voltar, irei ficar por aqui.

???: Você não vai querer ficar aqui, eles fazem experimentos com todos nós.

Eu: O que eles fazem?

???: Estão tentando tirar nossos poderes, mas não conseguiram até hoje.

Eu: Querem tirar nossos poderes para que não façamos como as coisas que fizemos para estarmos aqui?

???: Exatamente.

Eu: Que perda de tempo, tudo o que eu fiz, foi causar um terremoto e matar umas pessoas. Eu só não poderei causar terremotos, mais matar... Ninguém pode me impedir de fazer isso.

Ele riu do que eu disse, e me fez um sinal para me aproximar deles.

???: Iremos começar um planinho pequeno por enquanto, precisamos de algumas distrações. Ele controla papel – Apontou para um garoto encostado na parede – E ele vidro, eu controlo fumaça e você o concreto, temos várias chances de fugirmos daqui.

Eu: Querido, não ache que eu sou uma condutora normal tá? Eu controlo o concreto, a fumaça, o neon e o vídeo.

Eles arregalaram os olhos e eu fiz uma demonstração de meus poderes, e assim que terminei, ele aplaudiram.

???: Você é como Delsin Rowe... Já tentou pegar poderes novos?

Eu: Nunca, agora... Vocês poderiam se apresentar, por favor?

???: Me chamo Jackson, o do papel é o Harrison, enquanto o do vidro, é o Wilson.

Eu: Prazer, me chamo Kellen.

Jackson: Agora está anoitecendo, eles já irão começar a fazer os experimentos, é melhor irmos agora. Consegue abrir caminho?

Eu: Não sei, posso tentar.

Eu comecei, quebramos as grades com um golpe de todos ao mesmo tempo, deu para perceber que era tudo mais resistente, exatamente por conta de nós condutores.

Wilson: Teremos de nos apressar, não irão demorar para notar que desaparecemos.

Eu: A saída por cima é mais rápida? Não sofremos nada com quedas.

Harrison: Ela tem razão, melhor irmos por cima.

Saímos correndo, alguns normais do lugar vieram tentar nos pegar, mas eu sou excelente no quesito de matar pessoas, e eu não iria vacilar agora.

Conseguimos chegar lá, mas tinha de ser... Harley estava ali. E eu não fiquei nada feliz com a presença dele, assim como os outros também não ficaram.

Eu: Corram na direção oposta da dele, ele é como eu. – Sussurrei para eles, que me obedeceram, e eu fiquei ali, parada, apenas encarando Harley, esperando meus novos “amigos” estarem a salvo. Não demorou muito para que ele percebesse minha presença.

Harley: Até aqui você é teimosa... Mal chegou e já está causando uma rebelião.

Eu: Não é da sua opinião.

Harley: A única diferença, é que eles não irão conseguir sair, o local inteiro está cercado, esses caras me obedecem.

Droga... Não vai adiantar em nada nossa fuga por cima.

Harley: Sinceramente... Vou ter de te colocar lá dentro novamente. Mas eu estou morto de tanta preguiça, então, irei facilitar um pouco. Quer outra chance?

Isso já está me irritando... Ele sabe como me tirar daqui, o que significa, que tem uma brecha. Provavelmente, deve ser do lado em que ele está protegendo.

Eu: Tem uma brecha aberta não é?

Harley: Tem... Mas... Você não irá passar por mim de qualquer maneira, a não ser que aceite. Por enquanto, apenas estou te pedindo para ser minha amiga, talvez a próxima seja para ser minha escrava sexual, e acho que você não vai querer isso.

Sinceramente... Olha só o que ele disse... E os caras que estavam olhando para baixo esse tempo todo, haviam escutado a conversa.

E me mandaram aceitar o que ele dizia, mas meu orgulho é grande de mais para isso, está na minha cara que não irei aceitar.

Eu: Não importa o quanto você peça, não irei criar nenhuma amizade, prefiro ser posta de volta na minha cela.

Voltei para dentro do lugar sozinha, sem nem ao menos olhar para trás, e ouvi os gritos dos garotos que haviam vindo junto de mim, e logo escutei passos atrás de mim, mas acelerei o passo para voltar para a minha celinha, mas essa pessoa me segurou pelo braço, e bateu forte em minha cabeça, tudo o que eu percebi, foi que Harley havia feito isso, mas então, desmaiei.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! E até o próximo capítulo! >.<


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