História A "Aberração" - Capítulo 9


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Categorias A Mediadora, Infamous
Personagens Personagens Originais
Tags A Mediadora, Delsin, Drama, Fetch, Hentai, Infamous, Jesse, Morte, Obsessão, Personagens Originais, Psicopata, Romance, Suzannah, Tortura, Universo Alternativo
Visualizações 41
Palavras 1.404
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Corujas!!! >.< Adivinha quem não vai ter aula por 5 dias!!! EUZINHA!!! Caralho, eu to muito feliz!!! (Apesar da semana de provas estar batendo na porta).

Bem, espero que gostem! E boa leitura! :3

Capítulo 9 - Capítulo 9


Kellen on

 

         Acordei, e de cara, percebi que estava em um hospital, deu para saber apenas pelo cheiro e o ar frio dessa merda.

         Quando olhei em volta, vi meus pais dormindo ali, mas parece que os instintos do meu pai eram bons de mais para ser verdade, ele acordou assim que o encarei, e fez o maldito favor de acordar minha mãe.

Suzannah: Acho que temos muito o que conversar.

         E agora?... Fingir amnésia? Essa era a melhor opção no momento... Será que eu faço essa sacanagem? Eu sei que ela quer conversar sobre eu ser mediadora ou condutora. Fetch deve ter contado tudo.

Suzannah: E então? Não vai dizer nada? – Coitada... Até eu estou com dó de fazer isso... Mas deve ser melhor para mim, se continuar no hospital por causa de alguma coisa inesperada.

Eu: Quem... São vocês?...

         Ela me olhou com os olhos arregalados, e direcionou seus olhos ao meu pai, fiz a mesma coisa, fingindo uma cara que desse para convencer de que perdi a memória.

Hector: Não acredito nisso...

         Vi um vulto rosa no quarto, mas ela parecia estar me olhando com um olhar interrogativo, mas fingi ter me esquecido dela também.

Suzannah: Amnésia...

         Ela pareceu horrorizada com isso, quase deu vontade de rir e falar que estava brincando, o que na verdade, foi o que eu fiz.

Eu: Caramba... Eu sei mesmo mentir bem. – Soltei um riso, que os fez ficar com raiva.

Suzannah: Não me assuste desse jeito sua desgraçada!

         Isso só me fez rir mais.

Hector: Você sabe quem fez isso com você?

         Droga... Agora eu terei de usar meus poderes de mentira.

Eu: Não consigo me lembrar muito bem... Na verdade, estava muito escuro o local.

         Fetch me lançou um olhar interrogativo, e eu fiz um gesto para ela calar a boca. E ela simplesmente desapareceu dali.

Suzannah: Agora vamos conversar sobre o assunto de você ser mediadora e ter escondido isso de mim e de seu pai.

Eu: Não nasci para ser mediadora, eu apenas quero que eles não me perturbem.

Suzannah: É... Mas a Fetch contou que você reviveu o filho dela, e foi ele quem fez isso com você.

         Se ela sabia disso, então por que perguntou?

Eu: Quem? – Melhor não entender do que ela estava falando. Agora terei de recitar essa mentira, fui torturada e estuprada por um cara de quem eu não me recordo.

Fetch: Harley, você sabia que era ele.

Eu: Olha, eu me lembro de todo mundo aqui, mas não me lembro desse nome.

Suzannah: Isso não é mentira novamente não é?

Eu: Não me lembro disso, apenas me lembro de que fui torturada e estuprada por algum maluco.

Fetch: As vezes pode ser trauma, mas uma hora ou outra ela pode se lembrar, se isso realmente for verdade.

         Fingi pensar um pouco, para ver se me lembrava, e logo alguns outros médicos entraram. Resumindo, os parças do meu pai.

Médico: Aconteceu algo grave a ela?

Hector: Apenas perdeu algumas memórias, nada que irá mudar a vida dela.

         Eu ao menos estava conseguindo me mexer, mas me sentar ainda está sendo difícil. Olhei para Fetch, e ela fez um sinal para que eu esperasse os médicos saírem, que só o fizeram, depois de terem me feito passar por uma tortura de exames.

Fetch: A cura rápida não está te ajudando muito, não sei o motivo disso, mas você terá de esperar um pouco. Você está se recuperando mais rápido que um humano, mas não tão rápido quanto um condutor.

         Fiquei sem ter o que fazer, meus pais não podiam ficar ali, e por isso, eles saíram, deixando Fetch ali junto de mim.

Fetch: Você realmente esquece sobre o Harley?

Eu: Não, mas não irei envolver meus pais. Irei resolver isso sozinha, a cagada foi minha.

Fetch: Você não está sozinha.

         Eu olhei para ela, mas um arrepio seguiu a minha espinha. Ela está apenas se fingindo de santa para mim? Ou Harley está por perto? Tudo menos essa segunda alternativa.

Eu: Fetch, você pode vigiar ele para mim? Apenas para que pelo menos, eu fique sabendo se ele está por perto.

Fetch: Posso sim.

         Ela desapareceu, e eu fiquei imaginando o que podia fazer, mas nada me veio à cabeça, principalmente, por causa de eu não poder me mexer.

         Ouvi um barulho, que parecia alguém escalando a parede de um jeito anormal, controlando o concreto para isso, congelei, e quando vi ele em pé bem na janela, eu fui gritar, mas ele se aproximou de mim com uma velocidade absurda, que ele tirou do poder de neon e tapou a minha boca.

Harley: É melhor você calar essa merda de boca. Antes que a coisa fique pior para você.

         Senti as lágrimas saírem de meus olhos, enquanto ele me encarava com fúria.

Harley: Você realmente se uniu a ela, e eu estou zangado ainda por isso, aquilo não foi o bastante para me acalmar.

         Como?... Eu me uni a ela depois daquilo...

         Ele subiu em cima de mim, apenas abaixando um pouco a calça e a box, me penetrando direto. Aquilo ainda doía... A cura rápida ainda não fez seu serviço por ali... E isso me fez querer gritar. Mas não conseguia por conta de sua mão tapando a minha boca, tudo o que eu fiz, foi chorar, até sentir seu líquido asqueroso dentro de mim.

Harley: Terei de repetir isso várias vezes por um bom tempo... Então, é melhor começar a se explicar. Você havia aceitado tudo, mas parece que não queria mesmo fazer isso, a ponto de se unir a minha “mãe” – Fez aspas com as mãos – Isso me deixou irritado, principalmente com ela esfregando na minha cara, que você não queria ter me revivido, e que estava querendo reviver ela. – Ele deu uma pausa, antes de continuar – Se pensar em gritar – Ele fez uma cara ameaçadora – não terei piedade na hora de te matar, irá sofrer sentindo cada pedacinho seu, ser arrancado lentamente. Entendeu?

         Assenti devagar, não conseguindo conter as lágrimas.

Harley: Comece a se explicar.

         Ele tirou sua mão de minha boca e arrumou sua calça, logo se virando para mim. Eu fiquei sem palavras, ele fez aquilo por conta de uma mentira daquela vaca...

Harley: Estou esperando. – Sua voz demonstrava fúria, e não sei quem estava com mais raiva, eu... Ou ele.

         Não consegui abrir a minha boca para nada, já que não iria nem ao menos conseguir falar algo coerente.

         Fui sentindo a tensão no ar desaparecer aos poucos, enquanto o tempo passava, quando percebi já era de noite, e ele estava esperando pacientemente a minha resposta.

Harley: Nossa... Pelo o que me parece... Você nem ao menos tem uma resposta, o que significa, que se uniu por ser burra mesmo. – Ele estava rindo de mim, e isso me deixou irritada, mas só percebi que estava fora de controle, quando senti cheiro de queimado, e estava vindo da minha cama.

         Senti uma certo olhar em cima de mim, e quando reparei, era de Harley. Olhei para a minha cama, e vi que queimei um pouco de mais, terei de esconder isso... Coloquei o coberto cobrindo tudo, e fiquei por cima dele com um pouco de dificuldade.

Eu: Você simplesmente não confia nela, mas quando ela esfrega uma mentira na sua cara... Você acredita, e ainda está me chamando de burra. Acho que o burro aqui é você.

         Ele ficou me encarando, e parecia pensar, mas... O que ele fez, não será apagado com tanta facilidade, apenas o quero longe a partir de agora.

Eu: Sai daqui.

Harley: Você não manda em mim.

Eu: Mas minha mãe vai adorar poder chutar o traseiro de alguém, e eu também ficaria feliz se ela fizesse isso com você.

         E não parou de me encarar mesmo assim, e isso estava me deixando com medo... Eu realmente... Não irei conseguir agir normalmente novamente.

         Ele pareceu raciocinar, talvez seja a parte de que dei minha explicação. Ou não. E tanto faz, não faz diferença nenhuma mais para a minha vida.

         Harley se aproximou de mim, colocou a mão em minha testa, e pareceu se concentrar em algo.

Harley: Irei te fazer mudar de opinião sobre mim rapidamente. E farei a mesma coisa com os seus pais, e então, exorcizarei minha mãe. – Como?...

         Não consegui fizer nada a respeito, acabei desmaiando logo em seguida, com uma dor em minha cabeça, que provavelmente, nem ao menos algum remédio resolveria.


Notas Finais


Espero que tenham gostado! E até o próximo capítulo! >.<


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