História A adolescência na visão de um loser. - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Adolescente, Crítica, Romance
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Palavras 674
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Romance e Novela

Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - O amor leva a dor


Fanfic / Fanfiction A adolescência na visão de um loser. - Capítulo 2 - O amor leva a dor

O tempo passou após a última vez que vi o B, e bom, em pé eu não ia ficar no meio daquele monte de anseios para toques e desejos de orgasmos.

Eu me encontrava sentado em meio a dois casais, e faço aqui uma observação.

garotos e garotas parem de tentar ser eróticos durante um beijo, dizendo coisas como:

"Seu pequenino está muito animado hein".

Só de escutar isso eu fico realmente incomodado como as pessoas conseguem criar uma variedade diferente de nomes para um membro.

Fora isso eu acho que se fosse no meu lugar me sentiria meio incomodado ou teria minha autoestima abaixada ao escutar a garota falando "Seu pequenino".

Sabe aquela expressão "Segurando vela"?

Acho que ela não se aplica a mim, acho que a expressão correta seria "Alérgico ao amor".

Por que eu falo isso? bom não só pelo fato de que em um sofá de espaço para seis pessoas eu ser o único sozinho no vermelho veludo da solidão.

Mas sim por experiências passadas completamente traumatizantes...

Vamos visitar a mais recente, de alguns dias atrás, bem acho que todo mundo tem uma pessoa especial, que quer estar com ela a todo momento, mesmo não conseguindo, ou parecendo impossível.

A minha escolha impossível era Issabel Vonsick, uma garota realmente espetacular em beleza, como uma deusa grega, ou uma waifu de anime.

Seus cabelos loiros entravam em contraste com sua pele branca e seus olhos esmeralda, pera um momento...eu estou falando bem dela? cara...realmente na fábrica de trouxas, eu fui feito com capricho.

A gente sentava juntos na aula de ciências, acho que o fato de eu nerd influênciava o julgamento dela para escolher onde se sentar, sim, ela era horrível em ciências.

Ciências é algo fascinante, como vários conceitos humanos e diversas variáveis podem ser aplicadas de diferentes formas no nosso dia a dia, é formidável.

Enfim voltando a Issabel, ela me pediu para ajudar ela com o trabalho de ciências como sempre, e eu como sempre a ajudei.

Não consigo dizer "não" as pessoas...pera...consigo sim.

Quando minha mãe me pede para participar do louvor da igreja as nove horas da manhã de um domingo,eu sempre digo "não".

Enfim eu tinha ido a casa dela, para ficarmos fazendo o trabalho bem mais a vontade, a casa dela era legal, o típico modelo de família perfeita, dois filhos, um cachorro, um pai bem sucedido, e uma esposa amoroso dona de casa, um ótimo clichê dos anos oitenta e noventa.

Tinha chegado a casa andando com um livro de ciências em mãos, um livro sem nada de especial, apenas outro didático genérico.

Toquei a campainha e fui recebido pela sorriso encantador da minha paixão adolescente, o calor do amor era algo que me fazia me sentir, por poucos segundos, um cara normal.

-Oh! como está?

Ela me perguntou com um certo tom empolgado, e foi exatamente com aquela resposta, que eu iria descobrir o segredo de um milhão de dólares.

-Sim, estou muito bem...

Nesse momento ela segurou a minha mão e me levou para seu quarto, naquele momento passamos pela sala de estar, branco mármore é algo bem natural para gente rica e extravagante.

-Não repare demais, é só algo que meus pais gostam de ter por status..

Status, Hum algo que eu deveria parar de tentar enteder, como ter mais dinheiro que alguém, te faz ser melhor ou pior em caráter, ou ter mais amigos?

Você só tem mais papel que as outras pessoas, pois dinheiro é apenas isso, papel, números, algo tão inútil, mas que garante sua sobrevivência.

Enfim, ambos estávamos com o rosto enfiando nos livros, prestando atenção em cada parágrafo e acento, talvez por ambos sermos pessoas tímidas, ou só eu ser uma pessoa tímida.

- Você costuma sair muito?

Ela me perguntou e eu lembro de ter engasgado nas primeiras palavras, mas tomando coragem a respondi, na falha tentativa de emplacar uma conversa.

- Sim, ma--

Nesse exato momento, o carro do pai dela tocava o motor de sua chegada, e agora meu caro leitor, tudo vai começar a fazer sentido. 


Notas Finais


Muito obrigado por ler :3


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