História A Aposta - Capítulo 12


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Categorias Justin Bieber, LaLi Esposito
Tags Comedia, Justin, Justin Bieber, Lali, Mariana Esposito, Romance
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Palavras 661
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 12 - Doze: As Kibis


Justin é o tipo de cara que saca as pessoas numa primeira olhada. E o que percebeu, quando Lali Espósito foi apresentada à sala pelo diretor, gritava aos quatro ventos: “Não se aproxime, eu mordo”. Como todo garoto inteligente, Justin entendeu a mensagem. Apesar de estar babando na carteira, Lali não era para o seu bico. O fato se comprovou semanas depois, quando a garota, de saco cheio das Kibis, resolveu dar o troco.

Nesse ponto, Lali, Euge e Cande já eram amigas inseparáveis. Cande possuía no celular uma foto comprometedora do acampamento passado. Na imagem, Selena, Killey e Mary se fingiam de bêbadas e as três levantaram a camiseta até o pescoço, o que revelou que não usavam nada por baixo. Com os seios à mostra, as três posaram para a câmera de Cande. Lali sorriu ao ver a tal foto. Com o auxílio do Photoshop, a garota não precisou de muito tempo para criar o layout. Gravou a imagem em CD e correu para a gráfica expressa mais próxima de sua casa. Cem cartazes ao todo e várias mãos femininas dispostas a ajudar na empreitada.

Afinal, nenhuma garota do último ano vai com a cara das Kibis. Elas roubam namorados, beijam todos os garotos e ainda destroem a autoestima das meninas sempre que podem. Alguém precisava fazer alguma coisa e essa pessoa finalmente havia aparecido: Lali.

A mulherada do último ano chegou mais cedo ao colégio naquela manhã nublada. Euge havia desligado as câmeras de segurança e Lali distribuiu os cartazes autoadesivos. Cem cartazes foram colados nas paredes do segundo andar do colégio e vou dizer: era impossível arrancar aquilo sem detonar com a pintura. Quando as Kibis chegaram ao Prisma, o tempo fechou.

Os cartazes eram gigantescos e Lali não é tão má quanto vocês imaginam. Ela poderia ter usado a foto na íntegra, mas não o fez. Estrelinhas mínimas cobriam as partes íntimas das três garotas. A fotografia estava centralizada num fundo preto, destacando bem a imagem. Acima, em letras garrafais, o título gritava: “KIBISCATES”. O termo foi inventado por Cande e Lali, numa dessas tardes em que não há nada para se fazer.

— Sua vaca! Foi você, não foi? – Selena gritava, apontando o dedo de unhas douradas na direção de Lali, enquanto Mary e Killey choravam, descompensadas.

— Prove. – Lali mantinha um sorriso desafiador nos lábios.

— Eu sei que foi você! – Selena aproximou-se, pronta para estrangular a garota.

— Nem pense nisso. – Cande tomou a frente de Lali. Foi o que bastou para as outras meninas fazerem o mesmo. – Para chegar até ela, terá que passar por cima de todas nós.

Ops. A coisa ficou feia para as Kibis. Treze garotas contra três? Quem compraria uma briga dessas?

Os garotos apenas riam, doidos para que o quebra-pau começasse. Mas não houve nada além de insultos e xingamentos. E isso também acabou quando o diretor, acompanhado de vários professores, entrou no corredor do segundo andar.

— Se você não me deixar em paz, libero a foto original para todos os celulares do colégio, entendeu? – Lali sussurrava para Selena entredentes.

Selena não respondeu. Suas bochechas estavam vermelhas e não era pelo excesso de blush. A passos largos e irritados, o diretor acabou logo com a balbúrdia. Os professores interpelaram os estudantes, mas felizmente, não havia provas contra Lali e ninguém a dedurou. Nem os garotos tiveram coragem para tanto. Após um tempo longo demais, ficou acordado que os cartazes seriam retirados – com espátula – por todos os alunos do último ano e o corredor seria repintado, também por eles.

E assim foi feito, num fim de semana para lá de divertido. Não para as Kibis, obviamente. Selena poderia ter chamado os pais, mas recuou só de pensar na cara do seu velho tendo que encarar aquela foto. Como ela iria se explicar? Não, isso seria humilhante demais. Mas essa história não terminaria naquele corredor cheio de cartazes autoadesivos. Oh não. E Selena, com a ajuda de Justin, dará o troco à altura.
 



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