História A Aposta - Capítulo 6


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Categorias Justin Bieber, LaLi Esposito
Tags Comedia, Justin, Justin Bieber, Lali, Mariana Esposito, Romance
Visualizações 66
Palavras 822
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 6 - Seis: Na sala do diretor



Justin e Lali estão sentados, lado a lado, nas elegantes poltronas vitorianas da diretoria.

Esse é um escritório rebuscado, repleto de objetos de arte, livros, enciclopédias e um imenso globo que gira sem parar, plugado numa tomada. A sala possui claridade natural, provinda de duas imensas janelas que ficam localizadas atrás da altiva mesa do todo poderoso diretor. Mas não é isso o que a maioria dos estudantes vê quando entra aqui. Oh, não.

E como a versão deles é muito mais divertida, narrarei o que aquele garoto gorducho, com pasta de dente na lateral da boca, viu certa vez:
No quinto ano, Fabiano – o gorducho apelidado de Bola – sem nada melhor para fazer da vida, resolveu roubar uma caixa de giz da sala dos professores. E, ainda sem ter o que fazer, resolveu triturá-los, transformando o giz em pó.Para que isso serviria?, eu lhes pergunto.


Bem, quando não se tem nada melhor para fazer da vida, ideias estranhas invadem a mente. E um bizarro plano surgiu na cabeça de Bola.
Horário do intervalo, ninguém na sala de aula. Uma escada de quatro degraus esquecida em um canto do corredor. Ah, Bola não teve dúvidas.
Com uma risada malévola estampada no rosto e uma aura nada santa, o garoto pegou a escada, subiu os degraus e depositou, calmamente, todo o giz triturado sobre as pás do ventilador de teto. O dia estava quente e Bola suava em bicas.Terminado o serviço, guardou a caixa de giz dentro da mochila antes de devolver a escada.

O resultado da brincadeira não poderia ter sido outro: quando a professora de matemática ligou o ventilador, foi merda... ops, quero dizer, foi giz para todo o lado.Estava literalmente nevando na sala trinta.


Não foi tão difícil descobrir o autor da traquinagem e a diretoria já aguardava por Bola, ansiosamente.Com passos incertos e as pernas bambas,Bola tocou a maçaneta da porta, sentindo choques elétricos percorrendo o corpo todo. Podia ouvir risadas macabras vindas de todo
o lugar e de lugar algum. Quando a porta se abriu com um ruído engasgado, Bola agitou-se, assombrado. O lugar era cavernoso e exalava um forte cheiro de enxofre. Nas prateleiras, vários livros de poções e bruxaria se remexiam, inquietos. Um imenso globo terrestre girava, pegando fogo. O diretor possuía tentáculos e dois cães do inferno mostravam os dentes e babavam.


Uma semana de suspensão e Bola jurou de pés juntos, que nunca mais pisaria na sala do diretor.


Mas Justin e Lali não estão vendo nada disso. Reprimindo sua ira, Lali observa tudo em vermelho sangue, como se estivesse em um
filme de terror, daqueles com seríssimas restrições orçamentárias. Já Justin vê o cenário em preto e branco, talvez o tapa tenha afetado os seus sentidos.


— Então é isso? Uma aposta? – o diretor endireita o polvo de cerâmica sobre a mesa. Com uma irritante mania de arrumação, também ajeita os dois cachorros de cerâmica, de modo que fiquem bem alinhados.


— É, é isso. – Lali cruza os braços em frente ao corpo, trincando o maxilar de tanta raiva.


— Justin? – o diretor tira os óculos do rosto, jogando-os sobre uma pilha de papéis muito bem arrumados.


— Eu não concordei com essa aposta. – Justin está seguro de si e isso deixa Lali mais furiosa ainda. A garota apruma-se, desconfortável. Finca os dentes no lábio, segurando-se para não voar no pescoço de Justin. Tenta parecer indiferente ao assunto, mas sabe que sua expressão enfezada lhe escapa ao controle.


— Não é a primeira vez que você e seus amigos lançam uma aposta dessas. – o diretor recosta na cadeira estofada, girando de um lado para outro, pensativo.


— Dessa vez sou inocente. – Justin entrelaça os dedos, numa estabilidade que deixa Lali perturbada.


— Se eu souber que vocês continuam a fazer apostas, a coisa vai ficar bem feia, Justin. Não me importam as notas, reprovarei todos vocês, ficou claro?


— Claríssimo. – Justin faz menção em levantar-se, mas o diretor lança um olhar reprovador em sua direção.


— Eu não terminei, garoto. – e então, seu olhar recai sobre Lali. – O que quer fazer a respeito?


— Quero que ele mantenha distância de mim. – ela responde, na lata.


O diretor pesa o pedido enquanto ajeita, pela milésima vez, os dois cachorros de cerâmica. Com o mau humor que Lali está é bem capaz que pegue os enfeites e os jogue pela janela. Mas ela se contém, contando até dez mentalmente.


— Feito. – o diretor recoloca os óculos. – Justin Bieber, a partir de hoje, não se aproxime de Lali Espósito. Não lhe dirija a palavra, não peça um lápis emprestado, não olhe para ela, estamos entendidos?


— Perfeitamente. – Justin concorda, doido para se mandar dali.


— Voltem para a sala de aula. E parem de criar problemas ou serei obrigado a cancelar a viagem de formatura. – o diretor lança,
num tom tedioso.


— O quê? – Justin arregala os olhos, surpreso.


— Você ouviu. 

Sim, ele ouviu. Apesar do tapa de Lali ter tirado o garoto de órbita, Justin ainda não ficou
surdo.
 


Notas Finais


Obrigado mariliaaraujo por incentivar!!


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