História A aposta! - Capítulo 15


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Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Minerva Orland, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Sting Eucliffe, Yukino Aguria
Tags Escolar, Nalu, Romance
Visualizações 208
Palavras 1.716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa noite!!!

Quero me desculpar pela demora, eu estou atolada de conteúdo para estudar, e esses dias foi impossível pegar para revisar.
Então, para quem não acompanha minha outra fic, eu acabei tendo que apagar "Ele sempre soube" Por conta de um problema que tive no celular e no Drive, tentarei reescrever, mas ela já estava completinha então vai ser complicado. Acho que dois meses eu já consigo escrever alguns capítulos.

Espero que gostem desse capítulo, desculpem os erros e boa leitura!

Capítulo 15 - Capítulo Quinze - Perdidos na floresta



Capítulo Quinze - Perdidos na Floresta

— Não vai rolar. – Lucy recua, balançando a cabeça. – Minhas pernas não aguentarão nem a metade dessa subida.

— A escalada é bem punk mesmo. – Natsu analisa o mapa, buscando uma rota alternativa.

O morro é um tanto íngreme, cheio de rochas, pedras soltas e vegetação rasteira. Lucy observa quatro cordas que vem do cume até o sopé.

— Estou podre, o efeito do analgésico já passou faz tempo. Acho melhor desistirmos.

— De jeito nenhum. Qual é, não sou cara de desistir fácil. – Natsu analisa as cordas e o terreno. – Mas você tem razão, também estou quebrado.

— Vamos voltar então. – Lucy recosta em uma rocha, esvaziando o cantil de água na nuca.

— Podemos dar a volta e contornar o morro. Veja o mapa. Se caminharmos rente a montanha, não iremos nos perder.

— Má ideia. Não sabemos onde a trilha vai nos levar. – Lucy discorda.

— Já disse, não vou desistir. Se quiser voltar, volte.

— O quê? E deixar você contar vantagem depois? Nada disso! Começamos juntos e vamos até o fim. – Lucy se põe de pé, pronta para encarar o desafio. – O que estamos esperando?

Natsu deixa um sorriso debochado emoldurar sua face, iluminando-o de maneira transcendental. Dá uma olhadela no relógio de pulso e se sobressalta:

— Vamos andando, já são quatro da tarde.

Quando Natsu e Lucy desaparecem na trilha secundária, Lisanna e Hibiki finalmente saem de trás das árvores. Ainda estão algemados e a Kibi o puxa com brutalidade.

— Você é muito mole! – Lisanna estressa.

— Chega disso. Você já conseguiu várias fotos por hoje. Eu quero voltar.

— Cale a boca e ande logo. – Lisanna dá um tranco em Hibiki, colérica.

— Pare! Não vou mais seguir você. Seu plano é idiota, sabia? Você está tão cega de ódio que nem se deu conta disso. – o garoto estaca.

Notando que Hibiki não ajudará, Lisanna resolve mudar de estratégia. Com lábios de mel, aproxima-se do cara, docilmente.

— Não quer ganhar um beijo meu? Não foi esse o nosso acordo? Se você for até o fim nisso comigo, é o que vai ganhar como prêmio. Pensei que gostasse de mim...

Hibiki, que nunca beijou uma garota na vida, começa a repensar. Mesmo sabendo que pode apanhar a qualquer instante, solta a bomba:

— Me dê um beijo agora ou nada feito.

Trincando de raiva e com os punhos cerrados, Lisanna se vê num beco sem saída. Na verdade, ela possui várias alternativas, mas opta por se manter no plano original.

— Você quer um beijo meu, Hibi? E então fará tudo o que eu mandar? – a Kibi vai se aproximando, gingando, levando as mãos aos braços de um Hibiki todo arrepiado.

— Me dê um beijo de verdade que eu sigo você até o inferno.

Reunindo coragem e imaginando que Hibiki se trata de Natsu, Lisanna sussurra no ouvido do cara antes de lhe tascar um beijo:

— Que assim seja.

A mata é fechada e a trilha sumiu das vistas. Natsu e Lucy estão caminhando há quase uma hora e nada de chegarem a lugar algum.

— Já passamos por aqui, Natsu. Estamos andando em círculos. – nesse momento, um raio risca o céu. – E está para cair uma chuva daquelas! – Lucy faz uma pausa dramática, levando as mãos à cintura. – Que horas são?

— Cinco da tarde. – Natsu responde num fio de voz. Odeia a cara arrogante que Lucy faz quando tem razão.

— Me dê os sinalizadores. – ela estende a mão, batendo um dos pés no chão.

— Espere. – Natsu fecha os olhos, buscando escutar os sons da mata. – Está ouvindo?

— O quê? Só escuto a chuva se aproximar.

— É barulho de água. – Natsu abre o mapa. – Se for o mesmo riacho, podemos seguir a trilha até chegarmos ao local onde encontramos a caixa. Aí ficará fácil voltar para a praia.

— Natsu, estamos perdidos e já são cinco da tarde. Os monitores e os professores devem estar preocupados.

— Confie em mim. – Natsu passa por Lucy, seguindo o som da água.

— Mas que droga! – irritada, ela soca o ar e não vê alternativa a não ser seguir Natsu.

O garoto tinha razão, parece ser o mesmo córrego. Existe uma trilha larga ladeando as margens. Lucy completa o cantil com água fresca e Natsu faz o mesmo. A chuva começa a cair, um tanto tímida ainda. Relampeja e a escuridão se aproxima. Lucy segue Natsu de cabeça baixa e não nota quando ele para abruptamente. A trombada desconcentra-a.

— Ai, o que foi agora? – pergunta, olhando por cima do ombro dele.

— A trilha acaba aqui. – Natsu rosna.

Uma imensa rocha interrompe a trilha e não parece haver outro caminho. Lucy esbraveja e ataca Natsu:

— Eu falei que deveríamos ter voltado, seu cabeça dura! Agora está escuro, estamos perdidos e demorarão séculos para nos acharem! – ela bate a mão espalmada na rocha, estressada. – Que droga, por que eu fui ouvir você?

— Quieta! Estou tentando pensar. – Natsu se altera.

— Quieta? Quieta? Está mandando eu ficar quieta? – Lucy urra, mais alto que o barulho da chuva.

— Eu mandei calar a boca!

— Ah, é? Vem calar se você for homem, seu babaca!

Ai, ai, ai. Aí a garota mexeu com o orgulho do cara. Num ímpeto, Natsu parte para cima de Lucy, segurando firme os ombros dela contra a rocha lodosa. Gotas de chuva escorrem pela face, levando o suor e a sujeira embora. Natsu não retruca. Seu peito – descamisado obviamente – movimenta-se num ritmo inconstante, acompanhando as batidas do coração. Esses dois estão próximos demais. Natsu se esquece de onde está e para onde deveria ir. Não se importa com a chuva, a trilha interrompida ou mesmo por estarem perdidos. A única coisa que ele quer é calar aquela boca.

E ele a cala, sentindo um choque térmico ao tocar os lábios de Lucy. Tão sedosos, saborosos, sedutores. Ao invés de se afastar, ela corresponde, agarrando-se a ele, cravando as unhas em suas costas e descendo. Natsu fica louco quando ela apalpa sua bunda redonda e bem definida, demora a entender o que ela pretende com isso. Quando Natsu se dá conta, não há mais tempo para impedi-la. Lucy acaba de iluminar o céu com um dos sinalizadores.

Ele se afasta, limpando a boca como se tivesse pedido sorvete de chocolate e na verdade, a sobremesa fosse feita de jiló.

— Por que fez isso? – interpela, lançando um olhar abrasador na direção de Lucy. – Por um milionésimo de segundo, pensei que estávamos nos entendendo.

— Pensou errado. – Lucy rebate. – Estou com fome, com frio, debaixo dessa chuva e ainda por cima perdida com você. O que eu deveria fazer?

Um farfalhar no meio da mata atrai a atenção dos dois. Entreolham-se, sem saber o que pensar. O barulho torna-se mais intenso, algo aproxima-se rapidamente. Natsu segura Lucy contra a rocha, selando seus lábios com o indicador. Tira o canivete do bolso e com um aperto de botão, libera a faca.

O farfalhar continua. O que mais pode dar errado no dia de hoje? Lucy está apreensiva, aguardando. Um instinto protetor desperta o homem das cavernas que existe em Natsu. Assume uma posição de ataque, protegendoa com o próprio corpo e a lâmina em punho.

— Ah, são vocês. – uma cínica Lisanna finge surpresa. – Não somos os únicos perdidos, viu Hibi?

— Ei, Natsu, vai nos matar? – Hibiki aponta para o canivete. Natsu fecha a faca e guarda o acessório no bolso, relaxando.

— O que estão fazendo aqui? – Lucy pergunta, por sobre o ombro de Natsu.

— Estamos perdidos, como vocês. Vimos o sinalizador e viemos para cá. – Hibiki, acostumado a mentiras, nem precisa se esforçar.

— Vocês ainda estão algemados. – Natsu observa, intrigado.

— Longa história. – Lisanna leva as mãos aos cabelos molhados, sacudindo-os a seguir. – Não deveríamos usar outro sinalizador?

— Eu solto, eu solto! – Hibiki empolga e aponta o cano vermelho para cima, liberando a luz a seguir. A noite se ilumina de imediato.

— Agora temos que esperar. – Natsu se vira para Lucy que, como ele, também sente a mentira no ar. Lisanna e Hibiki iniciam uma discussão irritante sobre onde sentarão. Apesar de ensopada, a Kibi não quer sujar o minúsculo short. Enquanto eles brigam, Lucy aproxima-se de Natsu e sopra em seu ouvido:

— Não é mega estranho estarem algemados ainda? Acha que estavam nos seguindo?

Natsu suspira alto. Lucy tinha razão, estavam sendo seguidos. A Kibi quer vingança e pelo visto, mantém algum plano diabólico em mente que envolve espionagem e sabe-se lá mais o quê. Mas Natsu descobrirá, afinal, Hibiki está metido nisso de alguma maneira.

— Lucy, eu não faço ideia. – ele puxa o sinalizador do bolso traseiro da bermuda, encarando o tubo por algum tempo. – Hibiki, vocês tem mais um aí, certo?

— Sinalizador? É, temos mais um.

— Vamos disparar um a cada cinco minutos, beleza?

— Beleza, Natsu. – Hibiki concorda, desequilibrando-se e caindo quando a Kibi o puxa para baixo.

Natsu vai até o riacho e pega algumas pedrinhas no chão. Começa a jogá-las, uma a uma, no meio da corredeira, na intenção de fazer com que o tempo corra mais depressa. Hibiki e Lisanna não param de discutir um segundo. Natsu olha para Lucy de esguelha. Ela está se abraçando, trêmula. A chuva é pesada, fria e a sensação térmica cai alguns graus. Tomado por uma força maior, ele caminha até a rocha, arrancando a camiseta presa à bermuda, torcendo-a para tirar o excesso de água. Aproxima-se de Lucy, colocando a camiseta sobre os ombros dela. Os dois se encaram.

— Logo estaremos no hotel. – Natsu ajeita uma mecha úmida do cabelo de Lucy atrás da orelha.

— Preciso de um banho fervendo. – ela fricciona as mãos contra os braços, tentando em vão se aquecer.

— E depois, um cheeseburger duplo com maionese. – o estômago de Natsu dá as caras quando pensa em comida.

— Com batatas fritas. – ela sorri, penetrando mais fundo nos olhos de Natsu.

— E milk shake de chocolate.

— Com caramelo.

Uma nuvem elétrica cerca esses dois, prendendo-os de maneira sobrenatural. Natsu sente uma vontade irresistível de tocá-la, mas é Lucy quem diminui a distância, afundando o rosto em seu peito. Ela arfa quando se sente abraçada, seu corpo se arrepia quando a temperatura começa a subir.

— Já devem estar chegando. – Natsu pressupõe, tocando a testa de Lucy com os lábios.

— Hum, hum. – ela já não sabe se quer ser resgatada. Por um breve momento, a segurança que sente nos braços de Natsu parece bastar.

— Não está na hora de soltarmos outro sinalizador? – Hibiki pergunta, acima das reclamações de Lisanna.

— Manda lá, Hibiki. – Natsu responde, sem olhar para trás.


Notas Finais


E aí? curtiram?

Essa Lissana tá de palhaçada! Haha, comentem o que acharam por favor, super ajuda!
amanhã eu posto capítulo da outra que tá atrasado também 😧 E aproveito para ler todos os comentários de vocês ❤ e responder!

Boa noite e até o próximo!


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