História A APOSTA (Imagine JEON JUNGKOOK) - Capítulo 8


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Bts, Imaginejungkook, Jungkook
Visualizações 162
Palavras 1.962
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um cap manas, desculpem se ele estiver meio curto, mas garanto compensar na próxima.
Boa leitura♡

Capítulo 8 - Cap-8


Cara, como era bom.

Eu sentia a maciez do lençol, o travesseiro mais legal que eu já havia descansado minha cabeça, a respiração fraca e quente de S/n em meu peito, seus cabelos em meus dedos e mesmo eu quase não tendo dormido àquela noite, parecia que tinha descansado por uma semana. Suspirei bem fundo e levantei o queixo para admirar a cena mais uma vez no espelho do teto. O vestido de S/n estava esticado no recosto da cadeira logo ali do lado, a mesma que continha minha calça e blusa dobradas em seu assento. S/n estava apenas de calcinha e sutiã, havia se enroscado em meus braços quando saiu do banho que eu insisti que ela tomasse e eu não me recusara a aceitá-la ali. E aí eu passei quase a noite toda acordado, repuxando seus fios, assistindo ela dormir, dando uma olhadinha nos seus seios maravilhosos...Ela era simplesmente linda. 

Senti meu estomago contorcer de forma estranha e respirei bem fundo, tentando me acalmar. O movimento do meu peito fez S/n despertar, resmungando baixinho sobre algo que não entendi. Ela espreguiçou e espalmou a mão em meu peito com um sorriso leve, e aí toda a sua expressão serena se desmanchou e ela congelou em seu lugar. Eu estava fodido. Seus olhos se abriram e se arregalaram ao ver a proximidade de nossos rostos e corpos. No segundo seguinte, o lençol que nos cobria estava todo para ela enroscando todo em seu corpo, enquanto ela já estava na extremidade da cama redonda. Revirei os olhos diante de sua vergonha, pois eu estava vendo a mesma coisa que eu veria se ela estivesse de biquíni por exemplo. Além de ter passado a noite admirando aquela visão.

- O que... O que...? - ela gaguejou. - Que porra é essa?

Levantei uma sobrancelha, com um sorriso de lado. Claro que ela não se lembrava o que havia acontecido, estava bêbada demais até mesmo para colocar um pé depois do outro, precisando da minha ajuda para chegar ao quarto.

- O que você acha baby? - questionei ainda sorrindo.

É claro que eu sabia o que aquilo estava parecendo e o que ela achava, principalmente depois da sua expressão ter desmontado e sua boca ter caído aberta em choque. Ela olhou ao redor apenas para confirmar onde estava, fazendo suas bochechas corarem e sua boca abrir e fechar, sem encontrar nada para ser dito.

- Eu... Não... - ela não estava sendo capaz de formar uma frase e eu não sabia se era a leseira da manhã, a ressaca ou apenas o choque.

- Como...? - sua expressão saiu do choque e se fechou. Ela segurou o lençol na altura dos seios e com a outra mão, depositou um soquinho em meu peito. - Você é um babaca, eu não acredito que você fez... Eu não...

- Eu não fiz nada - disse por fim acabando com a tortura. - Não fizemos nada - repeti para ela que me encarava confusa. - Eu só estava bêbado também e não queria dirigir pra casa no escuro. Nem pegar um táxi pra casa e depois ter que voltar pra pegar o carro. Achei que seria melhor tirar uma soneca em algum lugar por perto e tal.- ela ainda estava me encarando com uma expressão confusa e eu arrisquei um sorriso. - Você só tirou o vestido pra tomar banho e aí veio deitar comigo e dormiu. Só isso. Mas se você quiser ter uma crise de consciência, nós podemos começar a fazer outras coisas agora mesmo. Ainda temos duas horas e eu paguei caro.

Ela demorou alguns segundos para entender o que eu havia dito e quando entendeu, se dividiu em um suspiro aliviado, um sorriso e um chute raivoso que ela deu na altura da minha cintura.

- Seu idiota! - resmungou.

Em um pulo se enrolando no lençol, ela se levantou, agarrou seu vestido e correu para dentro do banheiro. Eu continuei rindo dela e resolvi me vestir também, queria almoçar e pegar a estrada bem rápido para estar em casa logo. S/n saiu do banheiro enrolando o cabelo em um coque sem prender com nada quando eu estava terminando de vestir minha camisa. Ela levantou o nariz no ar e eu sabia que não queria papo comigo, provavelmente envergonhada demais com suas acusações para me encarar sem suas bochechas corarem.

-Preciso comprar umas coisas, então ia agradecer se você pudesse me levar à algum lugar que tenha civilização, já que onde você mora não tem - disse.

Revirei os olhos para sua declaração e soltei um suspiro zangado. Meia hora atrás, ela estava dormindo calmamente em meus braços, dez horas atrás, estávamos nos agarrando na boate de forma desesperada, será que ela se lembrava disso? E agora lá estávamos nós, de volta as implicâncias sem motivo.

- Será que você podia comprar alguma coisa pra tirar essa marca de batom da minha camisa? - eu me aproximei dela e mostrei uma pequena mancha vermelha na gola - Você estava muito empolgada e acabou sujando - vi suas bochechas ganharem cor e eu soube que ela se recordava muito bem daquilo. Também vi a mancha escurecida em seu pescoço, bem onde eu me esforcei em marcar - Ah olha, eu também me empolguei.

Cheguei a encostar em sua pele, antes que ela virasse de costas para mim, soltando e jogando o cabelo de forma que tampasse o chupão em seu pescoço. Eu estava sorrindo por dentro e por fora, sabendo que ela estava tão afetada quanto na noite anterior.

- Você vai me levar ou não? - perguntou.

Eu ri de sua impaciência, mas concordei com a cabeça pegando minha carteira abandonada na cômoda.

- Vamos. Te deixo de táxi no mercado antes de pegar o carro. - disse.

[•••]

- Atrasado outra vez - meu pai disse, abrindo ele mesmo a porta da sala de jantar para mim. Tinha me convidado para almoçar e apressei S/n para que me acompanhasse, não que isso lhe agradasse. - E trouxe uma garota - apontou ao ver S/n entrando no cômodo.

Ela ficou ligeiramente insegura, olhou em minha direção e eu pude ver suas bochechas um pouco mais coradas que o normal, as sobrancelhas franzidas, sem compreender o que estava acontecendo. Mesmo assim ela foi educada e ofereceu a mão para o meu pai.

- Sou S/n - falou.

Ele levantou sobrancelha para ela, mas pegou em sua mão, apertando de volta. Eu sabia que ele podia ver o que eu via, a S/n maravilhosa e decidida, e estava preocupado que ela pudesse ser o problema que estragaria os sonhos de fusão que ele tinha.

- Jeong Jungsu - respondeu.

Mas ele não estava nem um pouco feliz e quando S/n passou bem mais tranquila para dentro da sala, ele me lançou o pior dos olhares e eu sabia que eu levaria a bronca do século logo logo. Todos os empregado já haviam visto S/n e ela já estava desenvolvendo amizades com a funcionária que levava comida no meu quarto. Quando eu pedi a cama ele sabia que tinha algo a ver com uma garota, talvez tivesse achado que a cama estava quebrada por excesso de uso ou algo assim, mas ele não imaginou que seria algo como eu estava demonstrando ali. 

Frequência.

Todos à mesa, o clima esquisito continuou ainda pesado. S/n chegou a me cutucar por debaixo da mesa e quando eu a olhei ela estava arregalando os olhos, querendo dizer algo que eu não pude compreender. Apenas soltei um suspiro cansado porque era assim que eu me sentia quando meu pai agia daquela forma.

- Então, de onde vocês se conhecem? - meu pai perguntou e ele pareceu realmente interessado.

S/n quase se engasgou com o macarrão que ela comia, assustada com o assunto súbito e a pressa para responder.

- Da faculdade! - falou tão animada que podia acabar com todo aquele mal estar que nos cercava.

Meu pai estalou a língua, o que me informava apenas que ele estava ainda menos feliz com a informação obtida. Mesmo assim ele não conseguia segurar, eu sabia que ele queria e iria continuar perguntando até não pudesse mais.

- Ah, é mesmo? - seu olhar em minha direção, apenas confirmou o "você está ferrado" que eu já havia percebido desde que ele pôs os olhos nela - E o que você está estudando lá?

S/n sorriu simpática, como era com quase todo mundo (menos comigo), alegre com a conversa e seu rosto estava bem mais aliviado.

- Ciências biológicas - respondeu.

Eu tinha me esquecido que ela fazia isso. Quase soltei uma gargalhada com todo o jeito que ela tinha com cavalos, certamente não era com animais que ela pretendia trabalhar.

- Nossa, que interessante - meu pai disse. Eu quase ri novamente porque tinha certeza que ele não achava nada interessante. - E o seu pai, faz o quê?

Mais cedo naquele mesmo dia, eu tinha percebido que aquele era um assunto tabu para S/n. Ela o mencionou e ficou sem jeito por isso. Agora ali, ficou ainda mais claro, ela encarou o seu prato ligeiramente perdida antes de levantar o rosto com um sorriso inseguro.

- Ele trabalha em uma empresa de distribuição de comida - disse.

Por algum motivo eu soube que ela estava mentindo. Ficou bem claro que meu pai não gostou da informação, o que deixou S/n sem jeito e encerrou o assunto por ali. Ela terminou de comer muito mais rápido que o normal e quando acabou ficou olhando para mim com cara de cachorro sem dono.

- Vamos? - ela me questionou assim que eu deixei o garfo cair no prato terminando de comer.

Bebi o resto do meu suco concordando com a cabeça também me sentindo sufocado com o olhar do meu pai.

- Vamos - eu concordei batendo o copo na mesa - Tchau pai.

Entrelacei a mão na de S/n apenas para arrastá-la para fora dali e me levantei, foi tudo de liberdade que eu consegui naquele momento.

- Eu gostaria de falar com você a sós, Jungkook - sua voz nos alcançou antes que eu pudesse escapar.

S/n me olhou com os olhos arregalados de susto. Eu queria beijá-la, queria sussurrar em seu ouvido que ficaria tudo bem, que eu estava lidando com meu pai há vinte anos e que eu podia me safar dessa fácil, mas eu não o fiz. Porque se fizesse eu estaria mais ferrado ainda.

- Pode me esperar lá fora - eu disse.

Ela concordou com a cabeça e saiu da sala de jantar meio incerta, olhando para trás como se tivesse perdendo a oportunidade de ser testemunha de um assassinato. Sorri para ela confiante antes que ela sumisse para o corredor.

- Você podia ter tentado ser mais agradável - resmunguei.

- E você mais cuidadoso - retrucou. - Você sabe que eu sempre dei ok em você curtir sua juventude, mas não se isso for contra o seu dever. E isso vai contra.

- Como você sabe? - eu questionei raivoso.

S/n não merecia ser questionável. Será que ele não podia ver que ela simplesmente valia a pena o esforço?

- Se a Yuki descobrir... - murmurou.

Foda-se a Yuki. Foda-se o mundo todo. Eu queria o que eu quisesse e foder com quem me desse tesão, por todo o tempo que eu sentisse vontade. E a Yuki era uma que não me dava vontade nenhuma.

- Pai, ninguém vai saber de nada ok? - eu disse nervoso. - Só estou me divertindo com ela, tá?

- Não estou muito confiante sobre isso. - ele falou. - Jungkook, se você estragar tudo...

- Eu não vou estragar nada, tá? - retruquei - Posso ir agora?

Ele acenou com a cabeça e eu quase corri para fora da sala de jantar e para fora da casa. S/n estava parada do lado de fora levantando e abaixando os pés nervosa.

- Vamos - eu disse. Ela apenas olhou para mim e percebendo a minha tensão, não disse mais nada.


Notas Finais


Espero que gostem e novamente me perdoem por ele ser curto.

Minha outra fic
https://www.spiritfanfiction.com/historia/renda-se-imagine-min-yoongi-13551666

Beijos♡


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