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História A Arqueira (Lena Luthor e You) - Capítulo 18


Escrita por: LDuh_SA

Capítulo 18 - Ruby


Fanfic / Fanfiction A Arqueira (Lena Luthor e You) - Capítulo 18 - Ruby

Chego na L-Corp e logo subo para o último andar, a secretária me fala que a minha entrada já estava liberada, apenas sorrio para ela e entro na sala vendo a Lena concentrada em algo em cima da mesa que acaba nem percebendo a minha presença.

–Acho que a super mega CEO Lena Luthor precisa comer né?– chamo a atenção dela e ela me olha dando um sorriso.

–Depende do que você trouxe para a gente comer– Fala rindo e eu levanto minha mão mostrando a sacola do Big Belly Burge, ela me olha sem acreditar– Hambúrguer para o almoço? Sério?

–Aaa nem vem, você sabe que eu amo os hambúrgueres de lá e quero comer com você uai –ela apenas sorri enquanto nega com a cabeça e se levanta vindo em minha direção.

–Ok então Srta. Queen, vou abrir essa exceção só hoje ouviu?– pergunta me fazendo olhar com uma falsa cara de indignação para ela.

–É oque vamos ver Srta. Luthor.– murmuro fazendo ela rir levemente.

–Então... como vão as coisas para a futura boate?– Lena pergunta.

–Estão indo bem, as obras começam semana que vem já– falo e desvio meu olhar da comida e olho para ela– mas não vou falar sobre isso porque é chato, me fala como está indo os seus projetos.

–Tá bom mas se eu começar a falar demais você pode pedir para mim parar ok? Eu acabo falando muito quando se trata dos meus projetos– ela olha diretamente nos meus olhos e parece que ela está com receio ou vergonha de falar.

–Ei...– pego na mão dela– pode falar, você sabe que sempre amei escutar você falando sobre todos esses seus projetos loucos de que eu não entendo à maioria– falo e vejo ela concordar com a cabeça dando um sorriso ladino.

Ela começa a falar empolgada sobre todos os projetos dela e eu só presto atenção em cada coisa que ela fala, confesso que é sempre bom passar um tempo com ela...

(...)

Lena Luthor POV

Passamos o almoço todo falando sobre meus projetos e até agora eu não consegui falar oque eu realmente quero, vejo ela se levantar pegando as embalagens para jogar no lixo.

–Então...– escuto ela começar a falar e à olho vendo que a mesma estava voltando para se sentar ao meu lado– fiquei sabendo que você tem uma filha..

–Oque?– pergunto confusa fazendo ela rir.

–No grupo dos nossos amigos, a tal da Nia– explica, agora foi a minha vez de rir e ela me olhar com o cenho franzido em confusão.

–Assim... Ela me chama de mãe desdo dia que me conheceu, no começo eu até tentei fazer ela parar mas com o tempo acabei entrando na brincadeira– Respondo enquanto me inclino para pegar uma taça de vinho que estava em cima da mesinha.

–Ah... faz sentido, ela é adorável, eu amei conhecer ela– Fala me fazendo olhar para ela curiosa, será que ela gostou dela?

–Bom.... Você gostou dela? Ela  namora o Brainy– falo nervosa e desvio meu olhar do dela.

–A Meu Deus, você não achou que eu gostei dela né? Tipo no sentido romântico..? vejo a Nia como um neném– Escuto ela rir e olho para ela de volta, Como você é sonsa em Lena.

–É que você sempre foi de ficar com todas, pensei que tinha ficado interessada nela também....– falo enquanto ergo minha sobrancelha fazendo ela ficar nervosa, eu amo esse poder que eu tenho.

–Não fiquei...– Ela só fala isso e desvia o olhar para a sacada.

–Você está ficando com alguém?– pergunto e logo percebo que fui muito direta e tento me corrigir– Quer dizer.... as meninas ficaram curiosas e eu disse que iria te perguntar.

–Ah....–Ela suspira e desvia o olhar do meu antes de voltar à falar, ela parece estar nervosa...–Não estou ficando com ninguém.

–Assim...– Bom, isso é bom né?– E por que não está?.

–Eu não acho que eu tenha lugar para alguém na minha vida por agora– fala dando de ombros.

–Por que?

–É complicado Lena...– Suspiro me levantando.

–Você sempre falando que é complicado, fracamente eu não consigo entender você– Falo olhando nos olhos dela e ela desvia, de novo.

–E por que você quer tanto tentar me entender? – ela se levanta parando na minha frente.

–Eu..– começo a falar mas sou interrompida pelo celular da mesma que começa à tocar.

–É a Alex, com licença– fala e vai para a sacada do meu escritório.

Meu Deus, por que eu fui tão idiota de falar aquelas coisas para ela, que direito eu tenho de cobrar satisfações?

–Alex quer falar comigo na mansão, outra hora a gente se fala Luthor– ela pega a sua jaqueta e sai sem me olhar, realmente eu à irritei, ela nunca me chamou dessa maneira....

Que merda eu fiz?


(...)

S/n POV

Estou dando graças a Deus pela Alex ter me ligado justo naquele momento, eu não faço idéia até aonde aquela conversa poderia chegar...

Entro na mansão e logo escuto risada de.....criança?

Caminho em direção à sala e vejo a Alex no chão com uma garotinha

–Alex?– à chamo e a mesma levanta o olhar para me encarar e se levanta do chão.

–Quero te apresentar uma pessoinha– ela fala apontando para a garotinha e eu fico sem entender.– Filha, dá Oie para a sua tia– Eu arregalo os olhos quando escuto a palavra "filha".

(Foto da capa)

Ela se levanta do chão e se aproxima de mim com os olhos brilhando, pelo jeito ela está empolgada com algo.

–Oie...– Ela fala tímida e eu me abaixo para ficar da altura dela.

–Olá pequena, como você se chama?

–Ruby..– Ela me olha– você é amiga da minha mamãe né?

–Sou sim– sorrio para ela.

–Você é aquela amiga que sofreu acidente de barco?– Ela pergunta ainda tímida e eu apenas concordo com a cabeça– minha mamãe sempre me fala sobre você.

–Sério?– olho para a Alex que estava olhando a cena com um sorriso no rosto.


–Sim... ela falou que você é a minha madrinha junto com a tia Lena– fala sorrindo, percebo que os olhos dela brilham mais ainda quando ela fala o nome da Lena, pelo jeito ela gosta dela...errada Ela não está.

–Olha só, bom saber que sou madrinha de uma garota tão linda– falo fazendo ela ficar com vergonha me fazendo rir levemente.

–Posso te dar um abraço?– Ela sussurra, ela ainda está tímida.

–Claro que sim meu amor– Ela me abraça passando os pequenos braços em volta do meu pescoço, olho para a Alex e ela estava com os olhos marejados. –Pequena, vai lá brincar que agora vou conversar com sua mãe ok?– falo e ela concorda saindo do abraço e indo brincar no tapete novamente.

–Tá chorando por que?–pergunto assim que me sento ao lado dela e ela suspira limpando as lágrimas com a mão.

–É que.... Eu sempre quis que você estivesse aqui para conhecer ela, eu queria que você tivesse ido comigo no dia que fomos no lar de adoção adotar ela– Ela suspira e desvia o olhar do meu para olhar a Ruby– E agora você está aqui....

–Sim, eu estou– falo olhando para a Ruby também, ela é tão fofa.

–Está mas ao mesmo tempo parece não estar...

–Alex...– tento interromper ela, já sei aonde ela quer chegar com isso.

–Não! Você vai me escutar agora– ela fala séria e eu apenas concordo– Você voltou e eu entendo que você deve ter passado poucas e boas naquela ilha, mas a gente, sua família e seus amigos passamos muitas coisas por aqui também, eu sei que durante essa semana eu fiquei bem afastada por causa do trabalho mas eu sempre escutava dos nossos amigos o quanto você está sendo uma tremenda babaca, eu fiquei sabendo até que você falou para a Lena ficar longe de você.... essa não é a S/n que eu conheci.

–Eu mudei Alex... mudei muito – falo e desvio meu olhar para a Ruby novamente e escuto a Alex suspirar.

–Eu sei que sim.... Sabe oque eu acho? Acho que você está tentando se mostrar ser uma babaca para esconder algo– Olho para ela com os olhos arregalados, Puta merda será que ela descobriu?– Calma ok? Eu não vou te pressionar para me falar, eu quero que você fale no seu tempo tá?

–Ok– Falo aliviada– Me desculpa Alex, eu vou tentar mudar...

–Eu sei que você vai conseguir, qualquer coisa eu estou aqui por você– Ela me olha compreensiva, eu sempre amei isso na Alex, a puxo para um abraço.

–Eu sei... e é isso que eu mais amo em você.– saio do abraço e olho para a Ruby novamente–Sério Alex, sua filha é linda– ela sorri convencida– Ainda bem que ela puxou a beleza da Sam– Alex fica séria na hora e me dá um soco no braço me fazendo rir.

–Idiota– ela me olha e acaba rindo também.

–Mas é sério, fico feliz por saber que você conseguiu oque você tanto quis– desde pequena a Alex sonhava em ter a família dela, e ela conseguiu...

–Você um dia vai ter isso também– Ela aponto para a Ruby que estava brincando com uma boneca, acho difícil eu ter isso um dia...

–É... quem sabe– escuto meu celular tocar e tiro do meu bolso, vejo que era o careca do Bratva e olho para a Alex que estava me olhando curiosa– É uma modelo russa me ligando, Pode.... me dar um minuto por favor?.

–Aproveita aí– fala rindo e se levanta indo para perto de sua filha.

–Fui aprovada?– falo assim que coloco o celular no ouvido.

Foi sim, o nome dele é Floyd Lawton... eu tenho o endereço. Mesmo lugar onde ele ficou da última vez em National City, mas é só isso.

–Fala.

Broadway, 1700. Hotel pape, Quarto 52, Você vai nos deixar fora disso, né? Supondo que o Sr. Lawton não vai matar você primeiro Ele acha que é tão fácil me matar assim? Não falo nada, apenas desligo na cara dele.

(...)

Depois que Alex e Ruby foram embora, eu fui atrás do Pistoleiro, acabamos lutando e ele conseguiu fugir, mas pelo menos ele deixou para trás um notebook, mas tem um único problema....ele está cheio de tiros e eu não vou dar conta de ver oque tem nele, então, vou ter que pedir à ajuda de uma pessoa....

(...)

–Oie Barner– chamo ele que estava de costas para mim enquanto olhava algo no computador, o mesmo se vira me encarando.

–Barner, você era a única que me chamava pelo meu nome, senti falta disso– ele fala rindo e se levanta para me abraçar.

–Senti falta de você também....– falo depois que saio do abraço e olho para ele que se senta novamente na cadeira.

–Não fui te ver antes por causa do trabalho, as coisas andam bem pesadas por aqui– ele suspira e eu apenas balanço a cabeça em concordância.

–Eu preciso da sua ajuda, creio eu que você ainda é um nerd dos computadores– falo rindo.

–Bom... ainda sou e o melhor– fala e eu dou uma risada enquanto nego com a cabeça, me lembro da época em que ele e a Felicity viviam brigando para ver qual era o melhor hacker.

–Eu estou tendo um problema com meu notebook...– Mostro o notebook para ele que olha curioso.– Eu.. estava em um café, navegando na internet e derramei café com leite nele.

–Sério?– ele fala sem
acreditar.

–Sim– É claro que ele não vai acreditar S/n, o cara é super inteligente.

–É que... isso parece buraco de tiro– fala enquanto ergue o notebook mostrando os buracos.

–O café fica num bairro perigoso– ele continua com uma cara de quem não está acreditando em nada.– Se você consegui extrair qualquer informação dele... eu serei eternamente grata.

–Ok... vou querer hambúrguer– fala convencido, pelo jeito ele já sabe que vai conseguir mesmo.

(...)

–Parece que são plantas– Brainy começa a falar depois de abrir uma pasta.

–Você sabe do quê?– pergunto olhando para a tela, eu estava sentada do lado dele.

–Do prédio Exchange– ele fala enquanto me olha.

–Nunca ouvi falar.

–É onde vai ser o leilão da Unidac Hoje à noite– fala e ele percebe que eu não entendi nada– Achei que tinha dito que este era seu notebook.

–E é– eu tenho que começar a mentir melhor.

–A probabilidade de você estar mentindo é de 98,90% e eu não quero entrar no meio de um drama familiar Shakespeariano – fala enquanto aponta para o computador.

–O quê?– fico confusa.

–Sr. Steele se casando com sua mãe?– continuo sem entender– Claudius, Gertrude, Hamlet?

–Barner eu não lembro de mais nada disso– Falo rindo e ele faz uma cara de derrotado.

–Ok... O Sr. Steele quer comprar as indústrias Unidac, e você tem um notebook associado a um dos caras com o qual ele está competindo– Ele explica e eu começo a entender, ele podia ter começado por aí né?

–Floyd Lawton?

–Não... Warren Patel– ele aponta para a tela e eu olho– Quem é Floyd Lawton?

–Ele é...– Puta merda
S/n, pense em algo rápido– Um empregado do Sr. Patel, obviamente.

Olho para o Brainy e ele parece ter engolido a mentira.

(...)

O prédio Exchange está cercado por três torres com visão para o interior do prédio, Lawton pode dar seu tiro certeiro de qualquer lugar, mas eu não consigo cobrir a área, eu não posso proteger todos os alvos do Pistoleiro... Não posso fazer isso sozinha..

(...)

Espero o Detetive Lance chegar perto do carro e quando o mesmo faz eu o pego por trás o jogando contra a traseira do carro e segurando uma das mãos dele e a outra mão eu coloco em cima da nuca dele o prendendo.

–Sua desgraçada!– ele esbraveja enquanto tenta sair do aperto mas eu o seguro com mais força.

–Detetive, fique quieto.

–Tem muita coragem fazendo isso do lado da delegacia– fala.

–Floyd Lawton é quem está eliminando os compradores das Indústrias Unidac, a Interpol o chama de Pistoleiro porque ele nunca erra.... você pode pesquisar depois que eu te soltar.

–É... e parar de te perseguir eu suponho?– pergunta rindo sarcástico.

–Isso tanto faz para mim– falo, eu realmente não ligo mesmo– Warren Patel contratou Lawton, não tenho certeza de quem é o alvo. Podem ser todos os compradores e eu não posso protegê-los em um espaço tão grande, Preciso de ajuda...

–É, ajuda profissional– Fala debochando, que ódio, já estou perdendo a paciência com ele.

–Lawton banha as balas em curare... fala para seus homens usarem Kevlar.

–Meus homens vão te pegar...– Eu quase rio com isso mas seguro e saio de cima dele indo embora mas deixando o notebook para ele dar uma olhada.

(...)

Já estávamos na festa do leilão, eu consigo ver todos os policias que estão no local... pelo jeito o Lance resolveu acreditar em mim.

Começo a andar procurando alguém conhecido, vejo a Sara com um martini na mão, normal ela sempre estar bebendo nos lugares...

–Tudo bem Sara?– ela me olha enquanto leva a taça à boca.

–Sim, e você está bem? Parece estranha– pergunta mas eu nem ligo porque acabo me perdendo em meus pensamentos.

–Esse cara está sem tempo, se ele for fazer alguma coisa, vai ser antes do leilão começar– falo e depois percebo a merda que fiz.

–O que?– Sara pergunta confusa.

–Ah... Eu ouvi a história no rádio – Olho para ela mas percebo que ela não acreditou muito e antes dela abrir a boca para perguntar qualquer coisa eu escuto a voz do Walter.

–S/n.– Vejo aonde ele está e vou em direção à ele– Que bom que você veio.

–A polícia disse que alguns licitantes da Unidac foram assassinados, acho que devíamos ter mais cuidado... minha mãe já perdeu um marido– falo enquanto vejo ele pegar uma taça.

–Se a Moira estivesse preocupada, ela não teria vindo, e com certeza não teria trazido sua irmã– quando ele fala isso eu olho para os lados procurando as duas e quando às vejo vou na  direção delas.

–Oi

–S/n! Que surpresa maravilhosa– mamãe fala surpresa e eu faço um sinal para a Sara se aproximar.

–Eu preciso que você tire elas daqui agora– Falo e ela acente.

Olho para o Lance e vejo que ela estava olhando para algum lugar, sigo o olhar dele e percebo que tinha uma mira laser apontando no Walter, fui tudo muito rápido o Pistoleiro atirou e o Lance pulou em cima do Walter jogando ele no chão e o tiro pegou em um dos garçons.

–Você está bem? Se machucou?– pergunto olhando no rosto da Thea para ver se estava tudo bem.

–Estou– responde assustada e eu olho para mamãe que estava com a Sara.

–S/n tenho que tirar você daqui –Sara fala mas eu nego com a cabeça.

–Não.. só elas Elas!– aponto para as meninas e saio correndo.

Corro pelas escadas subindo no andar que eu havia deixado meu traje dentro de uma lixeira, abro ela e tiro de dentro e volto a subir correndo em direção ao último andar.

(...)

Consigo entrar pela janela no prédio que o Pistoleiro está, o mesmo começa a atirar em mim e eu me escondo atrás de um pilar.

–Larga suas armas– digo.

–Eu admiro muito seu trabalho, vejo que você não vai me dar nenhuma cortesia profissional– Ele fala rindo.

–Nós não trabalhamos no mesmo ramo, sua profissão é assassinato.

–Você já tirou vidas– eu fecho os olhos com o que ele fala, nunca senti orgulho de matar ninguém.

–Pelo bem de outros, você mata por você– Falo e ele fica calado, do nada começa a atirar novamente eu pego meu arco e coloco uma flecha, saio de trás do pilar atirando a flecha nele e volto para trás do mesmo. Eu escuto um gemido de dor e pelo visto acertei ele.

Quando levanto meu olhar na direção para ver, ele estava caído no chão e a flecha entrou no olho direito dele...

Antes que eu pudesse fazer alguma coisa escuto um resmungo de dor atrás de mim e me viro para olhar, arregalo meus olhos quando percebo quem é. Corro em direção dela e a pego colocando um dos braços em volta do meu pescoço e começo a carregar ela.

(...)

Desço as escadas do esconderijo rapidamente e coloco a Sara deitada em cima da mesa, corro para abrir o meu caixote pegando uma erva que ajuda a tirar as toxinas do sangue. Amasso a erva num pote com água e levo para ela beber.

Ela acaba apagando depois que bebe e eu me sento numa cadeira para esperar ela acordar.

(...)

Ela abre os olhos e me encara, pelo olhar dela consegui ver confusão e um pouco de raiva? Não sei. Ela começa a se levantar sem desviar o olhar do meu.


–Oi– Falo.



Notas Finais


Gente, comentem oq estão achando pra mim saber se está ficando bom ou não.

Até a próxima 👩‍💻


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