História A Arte de Amar - Capítulo 5


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Categorias Saint Seiya
Personagens Camus de Aquário, Hyoga de Cisne, Miro de Escorpião
Tags Camus X Milo
Visualizações 68
Palavras 626
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada a todos que acompanham essa história.

Capítulo 5 - Desespero


Dois Meses Depois 


Camus


Acordo animado, resolvi tirar o dia para passear com o meu loirinho que a cada dia está mais esperto, ele já frequenta a escola na parte da tarde, acho muito importante que tenha contato com outras crianças, fiz faz bem para o seu desenvolvimento.

Levanto, tomo um banho, coloco uma bermuda jeans, um tênis preto e uma camisa branca, vou para a cozinha e preparo o nosso café da manhã já que aos finais de semana não tenho empregada em casa, apenas quando vou sair a noite.

Acordo o meu filho, lhe dou banho, escolho uma roupa para ele, o ajudo a se vestir, tomamos café da manhã, lavo as louças sujas, escovamos dentes e saímos de casa, coloco o meu loirinho na cadeirinha do carro, travo as porteiras traseiras para evitar acidentes, entro na porta do motorista, ligo o carro, abro o portão com controle remoto e dirijo por alguns minutos até chegar em um parque de diversões. 

Ao entrar no parque, lembro que ele fica perto da casa da loira safada, depois da noite intensa que tivemos há dois meses, não consegui mais ficar longe do seu corpo e acabo lhe ligando todo final de semana para transarmos, ao lembrar dela abro um sorriso, talvez amanhã consigo a ver.

Vou até o guiche e o compro um passaporte de um dia, onde a criança tem o direito de brincar em todos os brinquedos e o melhor tem um funcionário do parque para cuidar dela, assim posso ficar tranquilo e me distrair.

Deixo o meu loirinho com um funcionário do parque, sento-me em uma barriquinha e peço uma bebida, começo a beber enquanto me lembro da loira safada, o que mais gostei nela é o fato de nunca ter tentado me pedir nada, além de posições diferentes na cama, estamos apenas ficando sem compromisso e isso está muito claro para ela, não quero a iludir, não estou afim de nenhum tipo de relacionamento.

Duas horas depois, um funcionário chega perto de mim falando que perderam o meu menino e não o achavam em lugar nenhum, isso me deu uma raiva muito grande, a minha vontade era de infeliz que deixou um menino de 4 anos sumir, processarei esse parque, mas antes encontrarei o meu loirinho.



Mila



Hoje faz dois meses que a minha vida sexual está muito ativa, aquele ruivo é muito safado, gostoso e sabe realizar todos os meus desejos sexuais.

Na manhã que me deixou em casa após deixar meu corpo dolorido de tanto transarmos, ele pediu o meu número, não achei que fosse me ligar mas lhe deu meu número, no sábado seguinte me mandou mensagem perguntando se eu queria outra transa, aceitei e no horário marcado ele me buscou e fomos para um motel onde fizemos sexo até cansarmos e fomos embora.

Isso se repetiu ao longo desses dois meses, só nos comunicamos aos sábados, nunca falamos sobre as nossas vidas, também isso não importa já que só queremos o corpo do outro por algumas horas, nunca saímos juntos além de irmos para algum motel e para mim está bom assim pois evitamos sentimentalismo.

Sai de casa e fui caminhar um pouco, estava com o celular para o caso do safado me mandar mensagem, em uma rua encontro uma criança chorando, aproximei do menino e perguntei o que ele tinha, achei que alguém tinha o machucado, mas depois percebi que ele parecia perdido e o pior que é muito novo para falar onde mora.

Não sei o que fazer, mas não posso deixar uma criança tão pequena sozinha, dou um abraço nele e disse que o ajudaria a achar seus pais, ele me abraça e para de chorar, senti-me estranha já que nunca tinha aproximado de uma criança antes.


Notas Finais


Abraços a todos.


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