História A arte de não amar quem é importante (Imagine Jeon JungKook) - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Suga, V
Tags Amizade, Família, Imagine, Inesperado, Jeon, Jin, Jovem, Jungkook, Namoro, Relacionamento, Revelaçao, Romance, Rotina, Termino, Você
Visualizações 741
Palavras 5.773
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Cheguei com bônus!
Espero que gostem, fiz com carinho!
É o primeiro da série de 3 bônus que trarei para finalizar de verdade A arte de não amar quem é importante.

Comunicados importantes nas notas finais, aproveitem o capítulo, e por favor me deixem saber o que sentiram com ele

Ah Novidade 1: estarei REVISANDO (com ajuda de betas) essa fic, então durante esse 2º semestre pode ser que você percebam algumas mudanças...

Capítulo 6 - Eu não me negaria a amar você, meu doce amor...


Fanfic / Fanfiction A arte de não amar quem é importante (Imagine Jeon JungKook) - Capítulo 6 - Eu não me negaria a amar você, meu doce amor...

Sabe quando a vida te desafia, e você pacientemente aprende a mostrar para ela como é que se brinca de viver? Então, ás vezes acho que a vida realmente quer me testar... Porque não faz sentido, em pleno século XXI o nosso namorado correr da gente –descaradamente- mesmo depois de 1 na de namoro! Para o meu pai pode fazer sentido, mas não para mim!

 

x

-Mingyu! – Ele não faria essa desfeita comigo, faria?

-Rose, por favor... – suspirou do outro lado da linha. – Eu já tinha combinado em ajudar na mudança do Kwan. – tentou se justificar, enquanto eu continuava firme e organizava a minha mochila, colocando alguns pares de lingeries ali dentro.

-Isso não justifica, Mingyu! Eu posso muito bem ir ficar com você e te esperar. – choraminguei irritadiça por sua recusa em passar o feriado comigo. – Não seja covarde!

-Covarde? Rose! – ele gritou mais irritado do que eu. No fundo eu sabia que ele odiava que eu o chamasse de “covarde”, mas era o que ele estava sendo! – Não. Eu vou passar a manhã e a tarde toda lá, não vou ter como te dar atenção. – pude o ouvir respirar mais fundo e se movimentar no ambiente onde estava. – Podemos ficar juntos no próximo...

-Nada de próximo. Amanhã às 10 horas estou na porta do seu apartamento. –decretei decidida, ou nunca sairíamos da estaca zero ali. Percebi que ele retrucaria, então me apressei em dizer... – E se não abrir aquela maldita porta, eu boto ela abaixo, Mingyu! – elevei meu tom de voz no final do meu comunicado e passei a sussurrar o que meu coração pedia. - Te amo.

x

 

Encerrei a ligação sem dar chance de ele protestar ou reclamar. Mingyu não é parecido com o tio Jin. Ele parece mais o Eunji! Medroso com a namorada... Lamentável! Mas isso mudaria. Não posso ocupar esse lugar de namorada preciosa e intocada por muito mais tempo, ou quem seria a louca abusadora seria eu, e não pegaria nada bem...

Eu, sinceramente, tampouco me importaria em partir para o plano B, caso Mingyu dificultasse para mim. Eu o amo, tenho certeza do que quero, e não estaríamos cometendo nenhum crime... Então eu o atacaria sem pensar duas vezes, assim que tivesse a oportunidade. Mas como diz minha mãe “Dê sempre uma segunda chance ao otário que se ama...” – ela se refere ao meu pai assim, toda vez que ele faz uma trapalhada digna de troféu e palmas. Ela é sábia!

E é essa segunda – com cara de décima quarta- chance que estou tentando dar a Mingyu nesse feriado. Cinco dias em seu apartamento, isolados de nossas famílias, amigos, chefes, coleguinhas, trabalhos... De tudo!

Meus pais planejaram durante 1 ano essa tal de viagem à Europa, largaram Eunji e Shin com Yoongi e seu marido, Tio Jin criou coragem e finalmente viajou para conhecer sua “namorada” virtual – ele a ama, mas são só amigos até o momento, e ele está levemente desesperado para sair da friendzone, mesmo não fazendo ideia de como se relacionar com alguém da Nova Zelândia... – e Tio Tae estava em mais uma aventura descabida, sozinho.

Logo, eu e o Mingyu poderíamos aproveitar esses dias e zeramos nossos jogos de vídeo-game, namorarmos bastante, comer tudo o que ele cozinhar de bom, e experimentarmos todos os possíveis ângulos daquela cama deliciosa que ele tem no quarto dele, mas não do jeito puritano como Mingyu tem guiado nosso relacionamento até então.

Omma percebeu minha inquietação nos últimos meses e conversamos, ela me orientou a ser paciente, pois me apaixonei por esse Mingyu, esse cara calmo e respeitoso; então de nada adiantaria querer ações de um playboy devasso! Realmente... Mas eu também sei que todo mundo tem esses dois lados, ele pode muito bem continuar intacto como eu o amo, e mostrar que me ama de outras formas, como dormir comigo, vulgo: deixar que eu me entregue a ele como mulher.

Sou virgem, mas para tudo há um limite, e eu já estou ultrapassando o de subir pelas paredes, cogitando me internar toda vez que ele foge dos meus toques mais íntimos... No começo era vergonhoso para mim, passou a ser curioso, começou a chatear, e agora apenas me irrita e intriga. Não é tão difícil transar com quem se ama, Mingyu!

Pensando nisso, terminei de organizar minhas mudas de roupas, coloquei todos os acessórios que precisaria para passar uns dias lá e sorri confiante.

-Não me diga que vai atacar seu namoradinho... – aquela risada... Aquela voz de deboche!

-Shin! – virei em direção a porta e lá estava o menor, me olhando sorridente, se divertindo ás minhas custas.

-Mingyu que se cuide... – ele riu debochado e eu lhe acertei meu travesseiro, arrancando mais risadas dele.

-Juvenil, sai daqui! – ele jogou o travesseiro de volta para mim e ignorou meu pedido, adentrando meu quarto, ainda com aquele sorriso babaca no rosto. Como pode ser tão diferente do outro? Coitada da Omma... Shin não presta!

-Ele sabe dos seus planos, noona? – se sentou na beirada da cama, ao lado da mochila, e me encarou mais tranquilo. Neguei com a cabeça e ele riu brevemente. Ele podia até ter 14 anos, mas sabia muito do que se passava nos relacionamentos. Shin era uma espécie de detector de problemas amorosos. Ele é sempre o primeiro a sacar quando algo vai errado ou tem alguma coisa diferente no ar; e isso é o tormento de Eunji, que nunca se vê livre do gêmeo... –Precisa mesmo de toda essa pressa? – me encarou mais sério e deu dois tapinhas na cama ao seu lado para que eu sentasse, e assim o fiz.

-Você não entende ainda, Shin, porque é muito novo... – levei minha mão até seu cabelo mais enroladinho e brinquei com alguns de seus fios, o olhando carinhosamente.

-Não me menospreze. Isso é tema universal! –acertei em cheio seu ego... – Certas coisas são claras a qualquer um que tenha um cérebro em perfeito funcionamento, como o meu! – ele continuou sustentando o meu olhar, e por um momento me perguntei se aquele era mesmo o meu irmão provocador e brincalhão que aproveitava todas as deixas para se divertir e arrancar risos e histórias cômicas da família... – Mingyu não é como os outros... Por que não entende de uma vez? Ele quer que seja diferente, noona. Não o force! – a súplica em seu tom de voz se vez quase palpável, e não saberia o que dizer, nem se tivesse sido preparada para essa conversa previamente...

-Não vou forçar ele a nada, Shin! – retirei meu carinho de suas madeixas e lhe encarei dura, sentindo-me ofendida por meu próprio irmão pensar que eu realmente chegaria a esse extremo. Não é como se eu fosse amarrar Mingyu na cama e o obrigar a fazer amor comigo... Nunca! –Mas algumas vezes, chega uma hora na vida de uma mulher em que ela precisa tomar as rédeas da situação... – ele não me interrompeu, então pensei brevemente no que falaria a seguir, afinal, ele ainda é só um garoto de 14 anos... – Se eu não tentar, Mingyu vai continuar fugindo de mim... Ele continuará achando que sou frágil demais e que quebro com os toques dele. E eu não sou uma boneca de porcelana, Shin... –toquei seu ombro e aproximei meu rosto do seu, estalando um beijo em sua testa e outro na pontinha do seu nariz.  – Essa é a minha prova de amor para ele! – segredei e o fiz sair do meu quarto por meio de uma tática muito antiga nos combates entre as tropas: uma incessante sessão de cócegas, sem aviso prévio! Sempre funciona!

 

(...)

-Rose...? – Ele mal abriu aquela linda porta e eu já me coloquei para dentro de seu apartamento, toda sorridente, antes que ele desse para trás e a fechasse na cara da sua linda e amorosa namorada.

-Mingyu! Que bom que abriu a porta logo... – soltei as duas mochilas no chão e o abracei forte, roubando um selinho de seus lábios rosados, enquanto ele tentava fechar a porta. – Senti sua falta. – sussurrei contra seus lábios e me permiti deslizar minhas mãos por seus braços, enquanto ele tentava reprimir um sorriso.

-Eu também. – meu coração ficou mais tranquilo quando finalmente senti suas mãos em minha cintura, mantendo-me próxima a ele, dando indícios de que eu não seria repelida e que ele não estava tão irritado com os planos que fiz, embora fosse resistir...

-Esses cinco dias serão só nossos... – subi minhas mãos novamente, até tocar-lhe o queixo, olhando fixamente aquele par de olhos castanhos, tão lindos. Eu era uma completa idiota por ignorar Mingyu por quase toda a minha adolescência, mas não cometeria o mesmo erro agora, não mesmo. – Vem, vamos comer algo, já estou faminta!

O puxei pela mão e andei até aquela cozinha maravilhosa, onde Mingyu quase enfarta toda vez que tento remexer nela para cozinhar algo. Ele, assim como tio Jin, tem um fascínio absurdo por essa cozinha... Cuida dela, melhor do que seus estudos ou trabalho!

-O que quer comer? – sorri ao sentir sua mão acariciando minha cintura, enquanto andávamos com ele atrás de mim, até o balcão da cozinha.

Eu poderia ser sincera e depravada, mas não queria assustá-lo, e aquela não seria eu... Tudo bem que quero dar esse passo em nossa relação, mas não apelaria tanto, ou ele poderia se questionar se realmente gostava de mim... E quem sairia perdendo dobrado seria eu.

-Macarrona? – virei-me para ele e o abracei carinhosa, sabendo que o pedido arrancaria risos dele.

-Sério isso? – sorri descrente de um pedido tão idiota, mas era a minha vontade...

Apenas afirmei com a cabeça e ele me deixou ajuda-lo a preparar nossa refeição. E no meio do nosso papo inofensivo, soltei que o ajudaria na mudança, o que pareceu o surpreender bastante, mas ele não recusou ajuda, desde que eu me mantivesse longe dos pesos e coisas perigosas da mudança. Protetor...

A noite, já com banho tomado, nos deliciamos com uma pizza e nos rendemos aos filmes de ação do netflix. Não que eu tivesse desistido, mas amanhã teríamos um trabalho físico grande, não queria deixa-lo cansado ou desconfortável com algo que ele se comprometeu a fazer; e também Mingyu não era só uma fonte de sexo, ele era meu namorado, o amor que eu nutria por ele era completo, e ficar deitada agarradinha com ele, sem nenhuma segunda intenção era sim gratificante também.

-Amo você. – sussurrei rente aos seus lábios, quando ele me abraçou no escuro do quarto, já nos preparando para dormimos, e mesmo no escuro eu pude sentir seu sorriso, que me fez sorrir involuntariamente.

-Eu te amo mais, Rose... – deslizei minha mão pelo seu cabelo e o puxei delicadamente para um beijo digno de boa noite, enquanto o mesmo me puxava contra seu corpo, envolvendo-me em seus braços para adormecer logo depois de separados os nossos lábios.

(...)

 

Quando me voluntariei para ajudar na mudança, eu não fazia ideia de onde estava me metendo... Era cansativo. E a casa era enorme! Mas foi divertido... Nós rimos muito, fizemos tudo ao som de Mamamoo, depois de muita insistência de minha parte, claro!

Voltamos para casa depois das oito da noite, mas foi gratificante ver o quão linda tinha ficado a casa de Kwan... O mesmo se dispôs a pagar um jantar para nós depois do feriado, e isso renderia mais conversas agradáveis.

Eu queria muito dizer que meu plano de levar Mingyu para cama magicamente deu certo, mas no meio do cansaço adormeci antes mesmo que ele voltasse do banho. Não me recordo, mas só acordei na manhã seguinte, com os braços dele ao redor da minha cintura, enquanto sua respiração tranquila e adormecida batia diretamente em minha nuca.

Era tão bom estar em seus braços, sentir sua respiração pesada perto de mim, assim como a forma gostosa que seus braços me aninhavam perto de si, como se ele tivesse medo que eu o abandonasse... Eu seria incapaz de deixa-lo, não conseguia me imaginar sem ele. Além de melhor amigo, ele era o homem que eu admirava, me apoiava e cuidava de mim desde que chegou a nossas vidas... Ele nunca fez algo que magoasse alguém ou que envergonhasse o tio Jin, era um homem exemplar, e eu era uma sortuda por tê-lo ao meu lado.

Não me mexi um centímetro e apenas fiquei aproveitando daquela cama e do abraço do meu namorado, pensando no que faríamos naquele dia. Provavelmente ele estaria com uma ou outra dor muscular, então uma massagem mais a tarde cairia bem, mas enquanto a noite não chegasse... Poderíamos ficar curtindo a preguiça nessa cama macia, quem sabe ir um pouco além dos beijos maravilhoso que Mingyu me dava diariamente, sem nos apressarmos, pois mesmo ansiosa, eu queria que fosse levemente romântico: a noite, só nós dois, uma música baixinha rolando de fundo...

Em meio aos meus pensamentos acabei perdendo completamente o sono e vontade de ficar quieta, decidi que queria acordá-lo de uma forma diferente...

Com muito custo, consegui sair do seu enlace e me sentei na cama o olhando admirada, tão lindo, tão sereno... Seus traços eram lindos, sua boca tão convidativa. Sentia sua pele macia e quente em minha mão atentada, que não se contentou em ficar apoiada na cama e teve que acariciar seu rosto, sem acordá-lo. Sorri ao notar o quão adormecido ele estava, para nem ao menos sentir meus afagos.

Passei uma de minhas pernas por cima do seu quadril, me apoiando pelos joelhos na cama e me inclinando sobre seu corpo, aproximando meu rosto do seu e descendo até finalmente encostar na curvatura do seu pescoço, selando o local sem cerimônia alguma, aproveitando para me ajeitar melhor sobre seu corpo, encostando sutilmente o meu pijama em seu peitoral desnudo. O ouvi murmurar algo baixinho e sem nexo, enquanto ele se arrepiava.

Aproveitei o ensejo e beijei aquela região tão sensível aos meus toques, deslizando meus lábios em uma descida até o seu ombro, sentindo sua respiração mudar, denunciando que ele logo acordaria. Ousei em realizar minhas vontades e passei a deslizar minhas mãos por seu braço, acarinhando toda a extensão do mesmo lentamente e sem pressa, ao mesmo tempo em que beijava seu ombro de forma devotada, sentindo finalmente seu corpo reagir mais acordado.

-R-Rose? – sussurrou em dúvida ainda sonolento e com uma voz grossa extremamente gostosa de ouvir, enquanto suas mãos – creio eu que – involuntariamente se alojaram em minha cintura, apertando a mesma conforme meus carinhos ficavam mais intensos, e minhas unhas passavam a deslizar pelo seu braço, sem machuca-lo, mas ainda assim o arrepiando.

-Bom dia, amor. – sussurrei manhosa com minha boca próxima ao seu ouvido e o ouvi suspirar, ao mesmo tempo em que seu toque em minha cintura se intensificou e por um breve momento pude sentir meu quadril ser pressionado contra o seu, causando-me uma onda de calor tão agradável, que eu não estava nem um pouco interessada em sair dali; e prontamente o comuniquei por meio de minhas reações, já que foi inevitável soltar um suspiro baixo, antes mesmo que eu dedicasse toda a minha atenção em marcar seu pescoço com meus lábios e dentes, de forma a atrair um gemido único e solitário dele.

-Rose... Não... – seu fio de voz grossa surtia um efeito diferente do que ele pretendia, aposto.

Ignorei seu pedido continuei a beijar seu pescoço, chegando até seu queixo onde deixei uma mordida carinhosa, me permitindo sorrir ao vê-lo de olhos fechados, e ainda segurando firme em minha cintura. Era um bom sinal, não?

Por que não tentar avançar um pouco mais nessa linha tênue da permissão dele?

Levei minha mão, muito discretamente, até seu quadril sobre sua bermuda na intenção de massagear o que eu tanto queria tocar, e só tinha conseguido chegar perto por descuido dele por 3 mísera vezes em todos esses meses. Mingyu demorou a perceber onde minha mão estava, já que estava muito entretido com minhas mordidas agora em seu lábio inferior, ainda sobre negações quase inaudíveis dele.

Assumindo aquilo como uma possível vitória, adentrei sua bermuda e cueca com minha destra, pressionando-a sobre o volume que começava a se fazer presente naquela região.

-Rose... – suspirou em um tom de repreensão, sentindo um selar demorado o interrompendo, e finalmente ele me fitou assustado, percebendo onde, e o que, minha mão estava fazendo. E eu não tive nem tempo de pensar, pois já tinha sido tirada de cima de si e jogada para o lado, enquanto ele se colocava sobre mim, fazendo meu coração acelerar em um ritmo nunca antes conseguido.

E lá estava eu, deitada em meio aqueles travesseiros e lençol de seda, com ele bem em cima de mim, me olhando diretamente sem desviar um segundo, com a respiração visivelmente alterada, mantendo meus dois braços quase acima da minha cabeça presos por suas mãos que aprisionavam meus punhos contra a cama; totalmente entregue a ele, e com receio de que ele saísse correndo novamente.

-O que pensa que está fazendo? – eu não sei se eu não conseguia ler suas expressões direito, ou eu estava em um estado tão alterado pela nova posição que eu me encontrava incapaz até de pronunciar meu nome sem vacilar. Sua voz ainda grossa, mas menos vacilante, me fez estremecer, mas em um sentido nada puritano como ele gostaria.

-Mingyu... – o chamei manhosa, mas nem era a minha intenção, já que tudo estava realmente saindo do meu controle. E com apenas essa pronuncia pude ver seus olhos vacilarem até minha boca e voltarem a me encarar, cheio de dúvidas.

-Rose, não é certo. Por favor... – ele fechou os olhos, e pude sentir brevemente como o aperto em meus punhos aumentaram e diminuíram rapidamente, como se ele estivesse mesmo se segurando.

-Não quero que se segure, Mingyu! – engoli em seco quando, ao passar meus olhos por todo seu rosto, por seu corpo sobre o meu e na intenção de voltar a mirar-lhe os olhos a fim de convencê-lo daquilo, me vi completamente refém daqueles lábios.

Eu precisava beijá-lo. Eu precisava urgente que ele me beijasse ou enlouqueceria. O quarto estava tão agradável antes, mas agora parecia o pior verão da história, sem um ventilador ou água que desse jeito no calor... Estava ficando cada vez mais quente e abafado ali, e eu sentia que teria uma síncope caso ele me negasse o que eu mais queria: ele mesmo.

-Para... – seu tom de voz demonstrava cansaço e era tão baixo que quase não pude ouvir de tão perdida que estava.

Como ele estava bem próximo de mim, com o corpo colado ao meu, apenas se apoiando em suas pernas na cama e suas mãos que me prendiam os movimentos, tomei a liberdade de ir atrás do que tanto queria, já que alguém ali não estava disposto a facilitar. Levantei meu rosto o quanto consegui, e em um movimento rápido  grudei meus lábios os seus, ouvindo um arfar surpreso dele, enquanto eu o atacava com um beijo nada casto, e extremamente exigente, sem condições de esperar conquista-lo com selinhos ou roçares sutis.

Nossas línguas se encontraram finalmente, mas eu não recuei meu rosto, ou ele encerraria o contato ali mesmo, então permaneci o mais próxima que pude, explorando cada canto daquela boca que eu tanto amava beijar.

Claro que eu não esperava que ele me soltasse, mas ainda assim me surpreendi quando depois de um pouco de insistência da minha boca com a dele, ele aprofundou ainda mais nosso beijo, chupando minha língua e fazendo com que minha cabeça repousasse novamente na cama macia, deixando que ele mesmo mantivesse nossa proximidade totalmente favorável a um beijo que ganhava cada vez mais ritmo.

Eu queria tocá-lo, encaixar minhas mãos em seus cabelos e puxá-lo para mim, mas ele não cedia em soltar-me, mesmo quando eu tentava livrar-me do aperto, o que me levava a maltratar seu lábio inferior entre os meus dentes durante o beijo, logo chupando a região mordida e sorrindo entre o beijo, sentindo o corpo sobre o meu estremecer com isso; o que me deu coragem e força o suficiente para conseguir mudar a situação lá embaixo, o pegando desprevenido quando consegui encaixar minhas duas pernas ao redor do seu quadril, o mantendo preso entre minhas pernas, bem pertinho de mim.

Já estávamos brigando para manter o ritmo do beijo com o problema do fôlego, e de mãos atadas tudo se tornava ainda mais dificultoso. Então não reclamei em voz alta quando ele afastou os lábios dos meus, com a respiração desregulada.

-Rose... – ele parou de falar assim que abri meus olhos e sustentei o seu olhar tão cheio de dúvidas.

-Eu quero você. Eu amo você. Por favor, me deixe mostrar o quanto amo você... Não me negue isso. – uma luta incessante entre respirar, manter meus sentidos sobre controle, me soltar e deixar que toda minha sinceridade e todo meu afeto saíssem em palavras, foi travada e espero ter me saído bem em como me expressei, pois se ele me abandonasse naquela cama, seria um golpe cruel.

-Eu não sei fazer isso. – ele desviou o olhar dos meus, e eu soube do que se tratava. Eu não era a única virgem ali... Oh! Acho que não consegui esconder minha reação surpresa, e precisei de alguns segundos para registrar a informação.

-Ma-mas a Jennie... – sussurrei confusa e ele foi quem me direcionou um olhar perdido, relaxando um pouco mais o corpo sobre o meu, tentando me entender. – Ela... Ela disse que vocês tinham... – não ousei terminar a frase de que ele tinha ido para cama com ela ainda no ensino médio...

-Não! – ele negou prontamente e levemente exaltado. – Não. Eu e Jennie nunca... – ele me olhava e eu duvidava se aquilo que sentir em seu olhar não era medo de que eu acreditasse nela e não nele.

-Eu pensei que sim. – confessei com um sorriso ameaçando sair à milhão em minha boca. –Ela não saiu espalhando, mas como nos dávamos muito bem... – disse me referindo a minha relação com Jennie, e a forma como ela me tratava como uma caçula a quem ela queria ir deixando dicas de como era a vida das mais velhas... – Ela me contou o quanto te amava e tinha sido incrível dormir com você. – eu buscava em seu rosto um belo motivo para não o agarrar naquele momento mesmo e esquecer esse papo de virgindade recém-revelado para mais tarde, quando ele não fosse mais um virgem, assim como eu...

-Eu nunca quis ir para cama com ela. – ouvir isso da boca dele, remexeu com o meu ladinho mais orgulhoso e possessivo, confesso. Era bom saber que eu ele não a desejou dessa forma, e sorrir nunca me pareceu tão certo quanto naquela ocasião.

Mirei novamente seus lábios e ele sorriu entendendo que eu queria mais um beijo, e talvez se iludindo de que tudo o que eu queria era apenas um beijo. Quando ele cedeu a me beijar, aparentemente esquecendo que meu corpo estava quente e o queria mais do que nunca após aquela afirmação, não me contive em aproveitar o máximo possível daquele beijo carinhoso e repleto de amor, o fazendo relembrar onde ele estava, já que o pressionei contra mim usando a força que tinha em minhas pernas, para prendê-lo com elas, antes que ele protestasse e se afastasse, aprofundei o beijo, mordendo seu lábio inferior e suspirando ao sentir nosso quadril em um atrito gostoso, mas ainda incomodo pela presença de sua bermuda e meu shorts de moletom.

-Faz amor comigo... – sussurrei entre o beijo e chupei seu lábio inferior, sentindo finalmente ele vacilar inclinando-se sobre mim e soltando uma de minhas mãos com certa reluta, que prontamente se dirigiu ao seu cabelo e massageando sua nuca o mantive próximo o suficiente para sentir sua respiração mais ofegante.

-Rose. Você pode se arrepender... – eu podia sentir a vergonha em suas palavras, e o receio também.

-Não irei. Eu te amo. – sorri tentando o tranquilizar e afastei minha mão de si, buscando a sua e levando a mesma até minha coxa, indicando que eu queria que ele me tocasse como sentia que devia fazer, se esquecendo desse assunto irrelevante por hora, eu só queria senti-lo e amá-lo.

-Eu amo você, garota... – ele sussurrou contra meus lábios e sorriu espontaneamente, fazendo com que em meio a todo aquele calor eu sentisse borboletas circulando meu estômago.

Logo após o sentir roçar seu nariz no meu, fiquei extasiada ao sentir seus lábios migrarem pelo meu rosto até o meu pescoço, chupando toda aquela extensão, arrancando-me arrepios e suspiros pesados, enquanto minha mão descontava todo o meu desejo em suas costas, deslizando meus dedos por sua pele, enquanto o mesmo deixava marcas em meu pescoço e clavícula.

Eu finalmente tinha conseguido seu aval, não? Sorri satisfeita com esse pensamento e com a forma mais lasciva com que já me tocou, apertando minha coxa em seu quadril e soltando meu punho para se apoiar na cama com o cotovelo, deixando-me livre para tocar-lhe.

Fechei meus olhos e me embriaguei com seu cheiro e as sensações que ele despertava em meu corpo, atiçando todas as partes do meu corpo, inclusive as que eu desconhecia... Soltei um gemido envergonhado ao sentir a forma como sua boca se dedicava aos meus seios já expostos, reforçando ainda mais a ideia de que eu não precisava ter vergonha alguma de seus olhares exigentes perante meu corpo já despido, enquanto ele ainda se mantinha com uma mísera peça de roupa, que me impedia de oferecer o mesmo prazer que seus dedos ofertavam em meu íntimo, testando minha sanidade e preparando-me para o que eu tanto esperava: seu amor.

-Eu quero que seja especial para você. – ouvir sua voz em décimos mais baixo do que o comum apenas agravava ainda mais o meu estado. E assistir a forma como ele distribua beijos por minha clavícula e deixava chupões roseados e esporádicos por minha pele não me deixava formular frases muito inteligentes ou coerentes sem que eu parecesse uma tola apaixonada.

-Está sendo especial, porque é você. – o olhei transmitindo toda a certeza de que eu tinha do que sentia por ele.

Aproveitei que seu olhar não abandonava o meu e o toquei por debaixo da única peça de roupa que nos impedia de nos entregarmos ao que sentíamos há tanto tempo. Eu não sabia bem ao certo o que devia ser feito, mas sabia exatamente o que queria fazer e o ouvir ofegar em meu pescoço, me deu a certeza que eu precisava para saber que estava indo pelo caminho certo e mais prazeroso para ele.

Não parei de movimentar minha mão, o sentindo ainda mais quente sobre mim e em minhas mãos, assim como me presenteava com seus gemidos tímidos que escapavam sem querer. Mas tão logo ele se familiarizou com o fato de que eu também queria tocá-lo, seus beijos em meu pescoço tornaram-se mais rudes e sua boca buscou a minha de forma desajeitada enquanto me beijava com vontade e era retribuído da mesma forma.

-Mingyu... – suspirei seu nome quando seus dedos me provocaram além do que eu pensava ser possível aguentar e movimentei involuntariamente meu quadril contra sua mão,  o sentindo se afastar de mim, quase me fazendo choramingar.

O observei atenta e desnorteada, vendo que se afastou até alcançar a escrivaninha e abrir a gaveta, ficando de costas de mim e revelando em sua mão um pacote de camisinha, pude ouvir um barulhinho e desconfiei que ele o tivesse rasgado com a boca, abaixando finalmente sua cueca e me deixando admirada com o seu corpo novamente.

Mingyu voltou até a cama e eu não pude evitar meu lado curioso o admirando descaradamente por alguns segundos enquanto ele voltava a se ajoelhar na cama, engatinhando até onde eu estava, dando-me a certeza de que ele não me rejeitaria daquela vez e iriamos até o fim.

Quando já colocado sobre mim, o olhei nos olhos e sorri contente, percebendo o quão corado ele estava, o que me arrancou um riso por sua fofura.

-Vem cá... – o chamei com o dedo para aproximar-se de verdade e o puxei para um beijo lento, me deixando levar pela forma como sua língua dançava com a minha, que mal pude perceber quando seu corpo quente já se encontrava pressionando o meu contra a cama e ofegamos juntos quando sem mais demorar o senti mais intimamente rompendo não só a minha pureza como a minha lucidez.

Não sabia mais dizer que dia era ou onde estávamos. Tudo o que me interessava era Mingyu e o quão delicado ele tentava ser ao esconder seu rosto em meu pescoço ao movimentar seu quadril bem lentamente contra o meu, esperando que eu me acostumasse com aquele incomodo, arrancando meus gemidos ainda tímidos e embargados de uma dosagem desprezível de dor, mas também com uma ponta de prazer por o sentir por inteiro dentro de mim.

Minhas unhas deslizavam por suas costas, mas sem o marcar, e quando pude sentir a dor indo embora, encaixei melhor minhas pernas em seu quadril e exigi em um gemido manhoso que ele fosse mais rápido ou surtaria com todo aquele calor explodindo em meu corpo e as deliciosas sensações que eu sentia por tê-lo tão colado a mim.

Eu podia sentir o quanto estava sendo diferente e difícil para ele, que apertava minha cintura com força enquanto abafava seus próprios gemidos contra a pele sensível do meu pescoço a cada ir e vir em mim.

-Eu te amo tanto, Rose... – fechei meus olhos com força e apertei seu ombro com força gemendo manhosa por ter ouvido aquelas palavras sussurradas com dificuldade para mim.

Eu me senti pronta para finalmente corresponder à altura do prazer que começava a se instalar em meu interior, fazendo-me esquecer da dorzinha chata que ainda permanecia toda vez que seu corpo investia contra o meu, tão sensível aos seus toques.

Ele pareceu finalmente entender que eu estava bem e que precisava de mais de toda aquela montanha russa, aumentando a intensidade de seus movimentos e fazendo de mim a mulher mais feliz do mundo naquele momento, completamente absorta em ondas de calor e prazer que perpassavam por todo o meu corpo e apertavam o seu em reação instantânea a todo aquele momento de amor e luxúria em que nos encontrávamos.

Com os minutos, seus gemidos roucos já se confundiam com os meus mais desinibidos, enquanto meu quadril se movimentava contra o seu em busca de um maior contato para toda aquela euforia que dominava o meu corpo.

Nossos beijos desajeitados eram tão gostosos quanto qualquer outro que demos ao longo desses meses. Eu podia sentir que não havia mais vergonha na forma como ele me tomava para si, pressionando-se contra mim, fazendo a cama levemente balançar a cada movimento mais rápido dele.

Até que tudo girou tão forte e eu senti meu corpo todo tencionar antes dos espasmos percorrerem meu corpo e acertarem sem vergonha alguma algum ponto fraco em si, que cessou os movimentos e grunhiu de olhos fechados com seus lábios em meu ombro, enquanto eu perdia o controle dos meus sentidos, principalmente da visão que embaçou em uma névoa repleta de disparos prazerosos que anunciavam o quão bom era a sensação de atingir meu limite, sendo acompanhada por um Mingyu mais fraco e ofegante que deixou seu corpo descansar momentaneamente sobre o meu.

Creio que fui a primeira a começar a me recompor e não me contive em acaricia suas costas até finalmente encaixar meus dedos em seu cabelo acarinhando o mesmo, dando todo o carinho que eu queria dar-lhe. Beijei seu ombro e sorri feliz por ter me entregado a esse homem que era tão amoroso e desconcertante por sua beleza e gentileza.

-Eu amo você. – sussurrei o mais próximo que consegui do seu ouvido e o sentir sorri contra meu ombro, se sustentando com as mãos na cama para roubar-me um beijo lento e repleto de cumplicidade, já se retirando do meio de minhas pernas, deixando-me com uma sensação de vazio que logo foi interrompida pelos seus lábios roçando delicadamente os meus, arrancando-me um sorriso sincero e cansado.

-Já venho... – ele pronunciou já se levantando e caminhando até o banheiro, me deixando na cama completamente aos efeitos do nosso ato de amor, ou seja: um cansaço feliz.

Só consegui me manter acordada por pouco minutos após seu retorno a cama, já com sua boxer devidamente vestida. Ele me aconchegou em seus braços e me deixou adormecer em meio aos seus carinhos e selares.

Nunca tinha adormecido tão plena quanto naquela manhã, e eu sabia que tudo o que sentimos naquela cama não passaria e tornaria a se repetir em todas as vezes que eu me entregasse à ele, e eu estava mais do que disposta e ansiosa para fazer disso o nosso hábito mais amoroso, confiante de que ele não mais me barraria de demonstrar o quanto eu o amava.

 

(...)

-Rose... Eu preciso terminar esse relatório, amor. – desferi um chupão em seu pescoço e o senti estremecer em meu abraço por trás, enquanto eu ouvia seu riso divertido.

-Não estou te atrapalhando... – me fiz de inocente, enquanto o abraçava apertado e encaixando meu rosto em seu ombro.

-Imagina se estivesse... – ele virou seu rosto em minha direção e sorrimos, pois ambos sabíamos que eu queria mesmo era desviar o foco do meu namorado para mim, mas especificamente para as lembranças de nós dois na sua cama que estava a tão pouco passos do meu alcance... – Andar só de calcinha e sutiã não é uma ajuda, sabia?

Três semanas depois daquele feriado, eu sabia perfeitamente bem o quão atentado ele ficava quando eu desfilava com roupas curtas ou só de lingerie na sua frente... E eu ter ido parar em seu colo, assim que ele virou a cadeira para mim, era só um primeiro sinal de que eu tinha conseguido atrair a atenção do meu amado namorado.

-Sei, então podemos dar um jeito nisso... – coloquei meus dois braços sobre seus ombros e me aproximei do seu rosto, mas não o beijando como ele pensou que eu faria. Sorri e aproximei meus lábios de sua orelha para sussurrar minha última cartada naquela noite - Nos livrando dessas peças inúteis... Me ajuda, amor?

A última coisa que senti foi meu corpo em movimento sendo carregado até a cama e sua risada divertida.

-Você não tem jeito mesmo... – e novamente seu corpo sobre o meu me fez ter a plena certeza de que nunca me cansaria de tê-lo comigo, roçando seus lábios pelo meu queixo me provocando.

-A culpa é sua... Eu sou louca por você! – agarrei seus cabelos e acabei com aquela brincadeira de provocação, o beijando com toda a minha vontade e todo o meu amor.


Notas Finais


Gostaram do Bônus da Rose? Foi o que esperavam/imaginavam? Gostaram do namorado dela?
Por favor comentem o que pensaram, imaginaram e sentiram lendo esse bônus tão fofo da Rose. Aliás, Rose parece alguém, não? kkkkkk
Gostaria de saber se vocês conseguem adivinhar com foco em quem será o próximo bônus!Ou foco no que ...

O próximo bônus não sairá esse mês, pois amanhã voltam minhas aulas!
Então a partir de Setembro ok?
Vamos ver, serão duas variáveis pro dia da atualização, a fic passar de 330 favs e a partir de Setembro em uma segunda-feira da vida (vejam o cronograma do semestre) ok? Vou caprichar no bônus.
LEMBRANDO QUE: O BÔNUS ESTÁ GARANTIDO OK? É só uma forma de eu ganhar tempo enquanto sobrevivo à faculdade.

Agradeço a atenção e carinho!

CRONOGRAMA OFICIAL: https://spiritfanfics.com/jornais/cronograma-de-fanfics2017-9772182

Meu twitter, para quem quiser conversar ou tirar dúvidas: @eis_sarah
Caso sintam minha saudade até a próxima atualização, podem me encontrar aqui:

(N O V A) Indefinições (Imagine Min Yoongi - Suga): https://spiritfanfics.com/historia/indefinicoes-imagine-min-yoongi--suga-9715967

(GANHARÁ BÔNUS) Admiradora Secreta? (Imagine Woozi (Lee Jihoon) - Seventeen): https://spiritfanfics.com/historia/admiradora-secreta-imagine-woozi-lee-jihoon--seventeen-8823179

Projeto do Passado (Imagine Im JaeBum - JB): https://spiritfanfics.com/historia/projeto-do-passado-imagine-im-jaebum--jb-9195311

Beijos, docinhos! Até a próxima att


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...