1. Spirit Fanfics >
  2. A Arte é uma Flor de Cerejeira >
  3. Novas Sensações

História A Arte é uma Flor de Cerejeira - Capítulo 3


Escrita por:


Notas do Autor


Oii!! Mais um capítulo pra vocês! Esse um tanto quanto "caliente". Aproveitem!

Capítulo 3 - Novas Sensações


Fanfic / Fanfiction A Arte é uma Flor de Cerejeira - Capítulo 3 - Novas Sensações

Sakura deu uma pausa e então começou:

- Queria dizer que pra não termos nenhum tipo de problemas de ambos os lados, acho que é bom deixarmos algumas coisas claras e fazermos um acordo.

- Certo. Hum.

- Primeiro: já que somos inimigos fazendo uma coisa escondida que não deveríamos, pra que não haja problemas eu não vou falar nada sobre Konoha e você não vai me contar nada da Akatsuki. E também não quero que nenhuma das partes tente induzir de qualquer forma o outro a fazer isso, pra ser justo. Vamos sair pra falar sobre nós e qualquer outra coisa que não envolva isso, ok?

- Ok. – concordei. Realmente essa condição era necessária.

- Segundo: eu tenho que voltar antes do amanhecer pra ninguém notar que eu saí. E por último, nenhum dos dois vai obrigar o outro a fazer o que não quer. Ah! E se você me destratar eu dou na sua cara! Vamos então? – ela concluiu dizendo essa última frase com um sorriso sarcástico.

Em parte eu fiquei aliviado por ela não dizer algo do tipo “a gente não vai transar tá”. Perguntei se ela queria ir a algum lugar pra comer alguma coisa e ela disse que não, pois não se sentiria à vontade no momento. Eu reparei que ela me olhava de um jeito estranho então eu perguntei:

- Que que foi? Hum.

- Eu me arrumei toda pra sair com você pra você aparecer com a capa da Akatsuki aqui? – ela disse indignada. Eu apenas ri de leve, abri minha capa pra mostrar que eu estava arrumado e respondi:

- Eu preciso sair com ela pra que ninguém lá desconfie de nada. Era só isso? Hum.

- Era sim. Aonde você vai me levar? – ela perguntou enquanto já subíamos no meu pássaro de argila.

- Você verá.

Logo partimos.

Enquanto íamos, ficamos em silêncio em vários momentos, me incomodava às vezes, porque eu queria falar com ela. Reparei que a Sakura ficava observando a lua de vez em quando e a paisagem à nossa frente. Ela parecia evitar olhar pra mim. No que será que ela tá pensando? Pelo menos ela não parecia chateada ou entediada. Puxamos alguns assuntos aleatórios, e logo eu pude notar que sua pele estava arrepiada de frio, eu quis abraçá-la, mas achei cedo ainda, então de momento, eu só perguntei:

- Quer vestir a capa? Você tá com frio. Hum. – eu disse tirando a capa e entregando pra ela.

- Eu não posso usar isso! – exclamou.

- Bom, então você tem duas opções. – eu disse me aproximando dela.

- Ah é? Quais são?

- Ou você passa frio ou me usa pra se aquecer. E acho mais sensata a segunda opção já que você não quer a capa. Hum. – falei num tom malicioso.

Ela apenas me olhou com cara de quem não sabe o que dizer mordendo a língua e respondeu:

- Dá a capa. – ela disse estendendo a mão.

Eu entreguei. Eu sabia que ela estava fazendo cu doce pra mim, mas por enquanto eu deixei quieto. Foi até engraçado ver ela usando a capa da Akatsuki. Fiquei fazendo algumas gracinhas pra ela sobre isso e aos poucos ela foi quebrando o gelo.

Conversamos mais um pouco e logo chegamos ao destino. O lugar era um teatro abandonado com um lago enorme ao lado na aldeia da grama, porém em bom estado. Era uma construção grande e bonita mesmo estando meio desgastada. Sakura ao ver o lugar, perguntou o que era e eu imediatamente expliquei. Ela parecia um tanto quanto encantada com o lugar, ficava olhando pros lados, acho que por um momento até se esqueceu que eu estava com ela. Adentramos o lugar, estava empoeirado e escuro. Como eu conhecia ali, peguei um candelabro e acendi. Novamente Sakura ficou observando o lugar, tinham vários acentos, desenhos descascados nas paredes e logo à frente ficava um palco enorme com um piano velho em cima. Sakura foi andando e subiu no palco indo em direção ao piano. Ela sorriu e falou:

- Fiquei tentando imaginar onde você me levaria, mas jamais esperava por isso. – ela disse sem olhar pra mim e ainda rodeando o piano.

- Você gostou pelo jeito. Hum.

- É interessante. Mas por que aqui?

- Privacidade e claro, é um lugar bem artístico. Não tem ninguém vivendo aqui por perto. Eu já vim aqui outras vezes. Vem comigo. Hum. – eu chamei pegando na mão dela.

Atrás do palco ficavam alguns cômodos, e um deles havia uma cama bem confortável. Enquanto caminhávamos pra chegar lá, ela estava na minha frente e nossas mão estavam dadas, eu fiquei reparando nas curvas do quadril dela. Ela rebolava um pouco pra andar e eu achei aquilo bem sexy, e ficar olhando fixamente pra bunda dela já me fez ficar um pouco excitado.

Chegamos no quarto e já nos sentamos na cama um do lado do outro. Lembrei que eu tinha trazido os dangos, então eu ofereci:

- Eu trouxe pra você. Não sei se você gosta, mas pega um.

- Obrigada. Eu gosto sim. – ela pegou e já começou a comer.

- Deidara, eu queria te perguntar uma coisa.

- Pode falar. Hum.

- Por que você quis sair comigo assim? Tipo, eu sou sua inimiga. Minha vila tá tentando matar vocês e mesmo assim você quer sair comigo.

- Sakura, eu não te vejo como minha inimiga, mesmo que você tenha matado meu companheiro. Não tenho nada contra você. E eu nem gosto da Akatsuki. Se Konoha destruísse eles seria um favor pra mim. – dei uma pequena pausa e continuei – Além de um belo par de coxas e uma bunda gostosa, eu te vejo como uma garota inteligente e forte também. – terminei sorrindo pra ela.

- Eu tenho um belo par de coxas é? – Sakura riu. – Você gostou do beijo? – ela perguntou já ficando com uma feição mais animada.

- Ué. Por isso eu te chamei pra sair. Hum.

Eu fiquei observando a Sakura, ela ainda estava meio acanhada, então eu teria que dar o primeiro passo. Como eu sou bem direto eu não consegui pensar em nada melhor que isso:

- Sakura, tem uma sujeira no seu batom.

- Onde? – ela perguntou preocupada.

- Aqui. – eu disse dando um beijo em sua boca.

De novo ela não teve reação e correspondeu. Eu gostava de pegá-la de surpresa assim. Coloquei a mão no pescoço dela e enquanto eu a beijava eu pude sentir seu perfume que era muito bom. Eu já estava ficando excitado com aquilo, essa sensação de prazer era maravilhosa, e ainda estava apenas começando. Com o meu tesão aumentando, eu peguei ela por traz das coxas eu botei ela em cima de mim. Sentir aquilo me deixou louco. Do rosto dela fui descendo minhas mãos passando pelos seios dela, o que fez ela dar um gemido baixinho. Interrompemos o beijo e nos encaramos por um tempo. Perguntei se estava tudo bem e ela fez que sim.

Eu já estava louco de tesão por ela, mas eu não ia apressar as coisas. Deitei ela na cama delicadamente, acariciei seu rosto e fiquei dando vários selinhos em sua boca, fui descendo com os beijos pro pescoço dando alguns chupões de leve e passando a língua. Deslizei minha mão até chegar nas coxas dela e virei seu corpo de lado e de frente pra mim. Acariciei e apalpei as pernas de Sakura e subi minhas mãos pra bunda dela.  Aquilo era tão bom. Naquele momento eu já estava de pau duro, mas eu ainda queria brincar mais com o corpo dela.

Notei que Sakura não estava se soltando muito e não tirava as mãos do meu peito. Interrompi o beijo e perguntei, tirando o cabelo dela do rosto e pondo atrás da orelha:

- Está tudo bem? Você ainda parece muito tensa. Hum.

- Estou. É que como é minha primeira vez não sei bem o que fazer. Por que? Você não está gostando? – ela me perguntou envergonhada e preocupada.

Sorri pra ela e falei:

- Claro que eu tô. Me dê suas mãos. Hum.

Eu sentei na cama de novo, dessa vez encostado na parede e a coloquei por cima de mim e pedi pra ela tirar minha camisa. Feito isso, peguei as mãos dela conduzi pelo meu peito e minha barriga. Soltei as mãos dela e coloquei em sua cintura.

Ela ainda estava meio envergonhada e parecia evitar me olhar, diferente de mim que a fitava fixamente. Eu queria ver cada reação que ela esboçava.

- Me dá um beijo. – eu pedi.

Voltamos a nos beijar, dessa vez mais intensamente. Da cintura fui passando minhas mãos pelas costas e depois comecei a erguer sua blusa até tirá-la por completo. O sutiã dela era lindo e ver aquilo até acelerou meu pulso. Ela era linda demais. Gostosa demais. Voltei a acariciar sua costas e comecei a abrir o sutiã. Aparentemente ela já estava se soltando, Sakura agarrou no meu cabelo e começou a puxar de leve, beijou meu pescoço e passou a língua de leve perto da minha orelha. Caralho, eu estremeci com aquilo! Me deu um arrepio do cão. Até cravei meus dedos em sua pele. Eu a beijei com mais vontade ainda e finalmente tirei seu sutiã. Parei de beijar pra poder ver os seios dela. Sakura se encolheu entre os ombros e corou com aquilo dizendo:

- Eles não são grande coisa.

- São perfeitos! Hum. – foi só o que eu consegui pensar pra responder.

Puxei ela pra ficar mais colada no meu corpo, beijei o pescoço e fui descendo até chegar nos seios. Deis alguns selinhos e comecei a passar a língua bem de leve. Pude ouvir que ela começou a dar uns gemidos com aquilo. Por isso comecei a chupar os seios dela com mais intensidade e a altura dos gemidos de Sakura aumentavam proporcionalmente. Segurei com as duas mãos na cintura dela e pressionei seu corpo contra meu membro ereto. Aquilo era tudo de bom.

Pedi pra ela se deitar na cama e eu fui por cima dela. Continuei beijando, chupando e passando a língua em seus peitos e fui descendo com beijos e carícias pela barriga. Comecei a tirar a saia dela devagar pra ver se ela ia tentar me impedir ou algo assim, mas não, ela estava me encarando com um olhar "inocente" e com o dedo indicador nos lábios. Com esse olhar – e que olhar... – entendi que eu podia continuar a tirar sua saia. Feito isso, deslizei minhas mãos por suas coxas e virei o corpo dela de barriga pra baixo. Até me sentei pra poder observá-la. Aquele ângulo dela era maravilho. Ela estava com os braços cruzados embaixo do travesseiro. Fiquei apreciando a bunda dela, as costas nuas, a cintura fina, quadril largo. Sakura era perfeita. Eu não sabia fazer massagem, mas arrisquei.

- Está gostando? – perguntei baixinho e num tom bem sexy.

- Aham...

A resposta dela me soou mais como um gemido do que outra coisa. Comecei a beijar as costas dela, primeiro na região dos ombros e da nuca e fui descendo por suas costas. Pedi pra ela se sentar na minha frente pra que eu pudesse abraçá-la por trás. Enquanto eu beijava seu pescoço e os ombros, ela ia dando uns gemidos baixinhos e respirava levemente ofegante. Eu queria fazer ela gemer mais, então, da cintura dela, fui subindo minhas mãos até os peitos dela e usei as bocas nas minhas mão pra chupar os dois seios dela. Com isso eu continuei com os beijos no pescoço, agora mais intensos. Eu até apertava o corpo dela contra o meu pra sentí-lo melhor. Os gemidos aumentaram consideravelmente e meu tesão também. As bocas das minhas mãos começaram a chupá-la mais intensamente também.

Ficamos apoiados sobre os joelhos e eu decidi abaixar a calcinha dela. Tirei as mãos dos seios dela e fui deslizando pela cintura. Segurei dos lados e comecei a abaixar, sem parar de beijá-la no pescoço. Eu queria tentar uma coisa, então pedi:

- Abra um pouco as pernas. – disse num tom meio ofegante.

Sakura estremeceu e arrepiou inteira com o meu pedido, mas obedeceu. Ela já estava completamente entregue a mim. Estava ótimo dominá-la daquele jeito. Ela era toda minha. Peguei dos dois lados da cintura dela e a pressionei contra meu pênis. Ao sentir o volume, ela teve uma nova onda de arrepios e gemidos, e aquilo me deixou louco. Em seguida dei início ao que eu queria fazer. Desci minhas mãos pra intimidade dela e comecei acariciando de leve com os dedos. Sakura começou a gemer mais alto com isso e eu também. Ao mesmo tempo, eu estava beijando o pescoço dela, chupando os peitos dela com uma das mãos e com a outra eu acariciava seu clitóris. Ela gemeu ainda mais com isso. Então usei a boca da minha mão que estava em sua intimidade pra chupá-la e passar a língua por toda a vagina. Com isso, agora ela gemia alto.

Eu já não estava mais aguentando de tesão e de vontade. Eu estava louco pra penetrá-la. Tirei minhas mãos dela e abaixei minha calça e minha cueca. Peguei no meu pênis já latejando e encostei na bunda dela. Sakura novamente estremeceu com aquilo, senti que a temperatura do corpo dela até subiu, assim como a do meu corpo, sua respiração ficou mais ofegante e o seu rosto corou.

Eu deitei na cama e me despi por completo. Sakura me olhava meio envergonhada e com as bochechas vermelhinhas, afinal era a primeira vez que ela via um homem nu e excitado.

- Monta em cima de mim. Hum. – eu pedi.

Devagarzinho ela montou. Eu não conseguia para de olhar pro corpo dela, pros seios, a cintura, seu rostinho envergonhado e, pra evitar que eu ficasse olhando ela sem parar, ela tomou a atitude de me beijar. Enquanto o beijo rolava, nos abraçamos. Aproveitei pra dar uns puxões em seus cabelos, que já estavam bagunçados. Com nossos corpos colados, pude notar que já estávamos suando, mas aquilo não importava. Depois do beijo, ela ficou ereta em cima de mim, ela ergueu um pouco o corpo pra que eu pudesse finalmente penetrá-la. Procurei fazer bem devagar pra não machucar. Esse momento foi... caramba... incrível. Nunca senti tanto prazer assim. “Isso é muito melhor que bater punheta!”, eu pensei. Quando entrou por completo, eu também gemi alto, junto com ela. Sakura fez uma expressão de dor com isso. Ficamos parados por uns segundos pra que ela pudesse se habituar à penetração. Passado isso, segurei na cintura dela com as duas mãos e comecei a fazer os movimentos. Com o prazer, não tinha como segurar, então gemi junto com ela. Sakura estava com o corpo curvado pra trás e com o rosto voltado pra cima, olhos fechados gemendo alto. Puxei ela pra mim pra poder beijá-la novamente. Junto com o beijo, pus minhas mãos nos seios dela pra poder chupá-los enquanto eu a penetrava devagar e bem fundo. Mesmo durante o beijo, ela ainda gemia.

Havia ainda mais uma coisa que eu estava louco pra fazer. Deitei ela na cama de barriga pra cima e eu fui pra cima dela. Tornamos a nos beijar mais suavemente e ambos ofegantes. Comecei a descer com os beijos pelo pescoço, os seios, a barriga... Abri as pernas dela e continuei descendo com os beijos. Cheguei em sua intimidade primeiro com beijinhos de leve, comecei a passar minha língua por toda a vagina dela, e com isso, ela gemeu bem alto e constantemente, o que me motivava e excitava ainda mais pra continuar. Ao som dos gemidos, comecei a chupar mesmo sua intimidade. Aquilo era tão gostoso. E ver ela se contorcendo e gemendo pelo prazer era indescritível. Aumentei um pouco a intensidade do “beijo”. Sakura começou a gemer mais alto ainda com isso.

- Deidara... eu... vou gozar... – disse ela muito ofegante e contorcendo o corpo de prazer depois de gemer bem alto.

Levantei-me sentei do lado dela. Ela sorriu pra mim e mordeu os lábios. Eu adorava quando ela fazia isso, não sei o porquê. Deitei do lado dela e acariciei seu rosto. Beijamos mais um pouco e novamente eu me sentei encostado na parede. Sem que eu fizesse ou falasse qualquer coisa, ela já montou em cima de mim e me beijou. Coloquei minhas mãos nos seios dela pra chupar os dois peitos e a penetrei outra vez. De novo gememos juntos com isso. Começamos com os movimentos, dessa vez mais rápido e mais forte. Sakura gemeu por dor e eu diminui um pouco. Ela ficava acariciando minha barriga e meu peito, e sentir as mãos dela em mim naquele momento me deu arrepios.

- Você tem um corpo bem definido e gostoso... – ela falou enquanto me acariciava.

- Você também tem. – respondi com um sorriso safado.

Continuamos com a penetração, os gemidos, o suor, os beijos, puxões de cabelo. Tudo. Aumentei a velocidade. Estava maravilhoso. Eu já estava perto do orgasmo. Sakura então começou a rebolar em cima do meu pênis, e dessa vez, quem gemia alto era eu. Ela me olhava de um jeito bem safado, mas ainda sim com carinha de inocente. E ver aquilo me deixou louco. Com tudo isso, não me contive e gozei dentro dela gemendo bem alto. Depois de gozar, eu senti parte da minha energia indo embora. Eu estava cansado, suado, ofegante, mas muito, muito satisfeito.

- Gostou? – eu perguntei meio sem ar.

- Sim. – respondeu também sem ar e aparentemente cansada.

Ela saiu de cima de mim e se sentou na cama do meu lado. Ficamos uns instantes em silêncio recobrando o fôlego, ambos com as pernas trêmulas. Nos olhamos e sorrimos um pro outro. Então eu perguntei:

- O que você quer fazer agora? Hum.

- Um banho seria legal, estou toda suada e você também. – disse rindo.

- Tem o lago do lado só. – eu disse da boca pra fora achando que ela não ia querer.

- Vamos lá então! – exclamou já me puxando pelo braço e indo pra fora do teatro.

- Vamos assim sem roupa mesmo?? Hum!

-Ué? Você quer nadar vestido? – ela riu.

Eu sorri de volta e só a segui. Sinceramente, por essa eu não esperava. Saímos do teatro e já entramos na água. Ficamos ali por um longo tempo. No começo estava gelada, mas nos habituamos rapidamente. Ficamos ali conversando, brincando e claro, namorando. Foi igualmente incrível fazer aquilo, eu nunca tinha feito nada parecido com ninguém na minha vida, e eu sei que a Sakura também não. Saímos da água e a ela começou a rir.

- O que foi? – perguntei curioso.

- Como a gente se seca agora? Eu nem pensei nisso.

- Continuamos pelados e secamos naturalmente. O que acha? Hum.

- Tá bom então.

Voltamos pra dentro e ficamos conversando e rindo. Falamos de coisas aleatórias como coisas que gostávamos de fazer, tempo de escola, nossos medos, o que tínhamos vontade de fazer, dentre outras coisas e lógico, sobre o encontro que tivemos. Ambos gostamos bastante, foi muito prazeroso tanto pra mim quanto pra ela.

Comemos mais uns dangos que eu trouxe e achamos melhor já ir embora. Nos vestimos e fomos.

No caminho de volta, eu e ela ficamos olhando a paisagem e a lua, que estava enorme, e trocando carícias e beijos. Eu simplesmente adorei sair com ela. Foi uma noite incrível e maravilhosa. Me dei conta que meu tempo com ela já estava chegando ao fim e me chateei um pouco. Eu não queria que essa fosse a última vez. Eu quero sair e transar mais vezes com ela. Mas eu não sei se ela aceitaria porque teríamos que continuar saindo escondido, tem o fato de sermos inimigos também.

Sakura notou que eu tinha ficado meio sério e perguntou se estava tudo bem comigo e eu disse que sim.

Finalmente chegamos em Konoha, no monumento dos Hokages.

- Eu posso te levar direto pra sua casa. – eu disse.

- Acho melhor não. Pode deixar que eu volto sozinha por segurança. – Sakura respondeu num tom educado.

- Tem certeza? – eu queria ser cavalheiro com ela, mas ela não colaborava.

Eu a fitei por um instante meio decepcionado e respondi que tudo bem. Voltei a pensar que se eu não dissesse nada, aquela seria a última vez que iríamos sair. Tomei coragem pra perguntar e fui em frente. Ela já estava se virando pra ir embora e eu a interrompi:

- Sakura! É... – eu dei uma pausa pensando em como perguntar. – Você... gostaria de sair comigo outra vez?

 

 

Continua..........


Notas Finais


Pessoal, queria só dizer que mais pra frente, conforme eu for desenvolvendo a história dos personagens, eu vou acrescentar algumas coisas diferentes sobre o passado deles (já que não mostra no anime) e habilidades que eles possuem. Bjs!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...