História A assassina e o gangster - Capítulo 9


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Categorias Fairy Tail
Personagens Anna Heartfilia, Cana Alberona, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Laxus Dreyar, Layla Heartfilia, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Mirajane Strauss, Natsu Dragneel, Rogue Cheney, Romeo Conbolt, Sting Eucliffe, Wendy Marvell, Zeref
Tags Fairy Tail, Fantasia, Ficção, Gale, Gangue, Gangues, Gruvia, Jerza, Lucy, Lucy Heartfilia, Lucy Heartphilia, Máfia, Nalu, Natsu, Natsu Dragnnel, Natsulucy
Visualizações 341
Palavras 3.206
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiiiiinnnnn!
Era pra ter saído segunda né.
Mas o que acontece, não tive tempo de corrigir os erros antes, e não ia postar cheio de erros ortográficos.
Então é isso.
Boa leitura!!

Capítulo 9 - Não me deixe cair



Levy on

O que caralhos eles achavam que estavam fazendo? Me deixando pra trás? Nem fodendo que eu iria perder uma noite de diversão por causa deles, estou toda diva e pronta pra sair, se eles acham que eu vou ficar em casa hoje estão muito enganados! Vocês têm ideia de quanto tempo Natsu não me da uma folga? Pois é, nem eu tenho, de tanto tempo que faz! Prefiro ir com aquela doida da Lucy do que ficar infurnada nessa base!

Bufo irritada e olho em volta. Se eles não querem que eu vá com eles, pois então eu vou sozinha no meu carro. Avisto meu carro em meio a mais alguns dos demais membros e vou até ele.

Passo por Gajeel, que também estava com uma cara de wtf travada no rosto, olhando fixamente pra garagem vazia, provavelmente tentando entender o que tinha acontecido. Reviro os olhos com sua lerdice e vou caminhando com passos pesados até meu carro.

Abro a porta e entro dentro nele, batendo a porta em seguida. Respiro fundo exalando o maravilhoso cheiro de baunilha que meu carro tinha, isso me acalmou um pouco. Nunca entendi porque tinha sempre aquele cheiro, nunca mudava, provavelmente por ser meu carro devia ter o meu cheiro, ou sei lá. Dei de ombros, isso não importava agora. Puxei o porta-luvas, abrindo-o, e coloquei minha mão dentro, rapidamente encontrando minha chave em meio a algumas outras coisas que estavam até que bem arrumadas.

Gajeel finalmente sai do transe e destrava, ele se vira pra mim e me encara curioso, arqueando de leve uma sobrancelha e cruzando os braços. Desvio o olhar de volta para o volante e, quando vou encaixar a chave em seu devido lugar, ele me distrai de novo.

- Ei baixinha o que tá fazendo? - ele pergunta com aquela voz grossa que só ele tem, e é essa bendita voz que fez todos os meus pelos se arrepiarem só de ouvi-la. Droga! Por que ele tem que ser tão gostoso? Mordo de leve o lábio inferior enquanto o analiso, discretamente, da cabeça aos pés.

Ele usava uma blusa cinza, que eu acho que quando foi comprar não tinha o tamanho dele e ele comprou um menor, porque aquilo estava meio colado ao seu peitoral, destacando os seus músculos. Vestia uma jaqueta preta de couro por cima, uma calça preta com um rasgo em cada joelho e um tênis, também preto. Seus cabelos estavam bagunçados, como sempre, como se não tivesse feito o mínimo esforço para arruma-los.

- Não me chame de baixinha, seu brutamontes! Você que é alto demais. - digo com raiva, odeio quando me chamam de baixinha, nanica, ou coisas do gênero. - O que acha que estou fazendo? Vou ir atrás deles!

- Não seria mais rápido irmos nós dois na minha moto? - ele caminha em direção a sua moto e se encosta de leve nela. Eu arregalo os olhos e nego com a cabeça.

- Você sabe que não gosto de motos, são expostas demais. - Uma lembrança da minha última vez em cima de uma moto vem em minha mente, um bolo se forma na minha garganta. -  Além do mais, da última vez que andei de moto não acabou bem...

- Isso foi a muito tempo, não vai acontecer nada, prometo. - ele diz tentando ser um pouco acolhedor, mas eu nego com a cabeça e coloco a chave no carro. Ele assente e começa a subir na moto.

- Foi mal, mas não vai rolar. Prefiro ir com meu carro. - giro a chave mas nada acontece. Arqueiro uma sobrancelha e olho pra chave, repetindo o movimento, mas não funciona. - Por que diabos meu carro não está ligando?

- Ele estava funcionando da última vez? - ele desce da moto e vem caminhando em minha direção.

- Sim, perfeitamente. - saio do carro e vou até o capô, que ele já havia levantado, e analiso a expressão de seu rosto. - Droga! Tinha que quebrar logo hoje?!

- Isso aqui não tá quebrado não. Tiraram sua bateria do lugar, olha só! - Olhei na direção que ele apontava e vi um espaço vazio, como se faltasse alguma coisa.

- O que? Mas quem fari- Antes que terminasse de falar, ouço meu celular tocando e o removo do meu bolso.

Olhei o identificador de chamadas e reconheco a foto daquela loira viada, era a Lucy, deslizei para atender e levei o aparelho até a orelha.

   Ligação on

- Lucy, meu amor! POR QUE CARALHOS VOCÊS NOS DEIXARAM AQUI? - Grito com todo o ar que tinha nos meus pulmões, Gajeel, que estava do meu lado, fez uma careta e passou a mão nos ouvidos, resmungando alguma coisa que eu não prestei atenção.

- Oi pra você também Levy. - Ela fala sarcástica e eu reviro os olhos. - Suponho que com o tempo que te dei, você já tenha tentado vir com seu carro, certo?

- Então foi você! Onde está a bateria? Pode me falando! - digo irritada, ah mais é hoje que eu dou uns tapa nessa loira.

- Não Levy, não fui eu quem tirou ela dai, então pode esquecendo de tentar arrancar isso de mim. - Ela disse divertida. Aposto que aquela piranha está sorrindo.

- Então as outras estão nessa também? Ótimo! - digo debochada.

 - O fato é: todos os carros ai estão sem as baterias, pode checar se quiser, então se quiser vir terá que vir com Gajeel. Agarradinha na moto com ele. Vamos, adimita que vai gostar.- ela da uma risadinha. Coro de leve com a ideia, e balanço a cabeça afastando os pensamentos. - vou mandar o endereço pro seu celular, boa sorte.

- Pois então eu fico! - digo irritada. Ela estala a língua no céu da boca três vezes, fazendo um  "tsc tsc tsc"

- Os elevadores estão desligados, sem chances de você voltar lá pra cima. - Ela ri-  É melhor vir logo Levy-chan se não vai chegar muito tarde.- ela diz irônica e desliga antes que eu possa responder. Guardo o celular e viro irritada. Gajeel me encarava com uma cara de que tava boiando.

Ligação off

Gajeel on

Depois de desligar o celular ela vai em direção aos outros carros, levantando o capô de cada um e checando algo dentro. E toda vez que ela se abaixava pra olhar, sua bunda empinava e eu ficava com cada vez mais vontade de espalmar minha mão contra ela. E olha, tive que me esforçar pro Gajeel Júnior não acordar, que visão.

- O que tá fazendo? Vamos de uma vez ou não vamos encontrar nem mais os rastros deles.- ela fechou o último capô e bufou rendida.

- Eu vou ficar, não quero ir de moto. - Ela suspira triste. E eu não sei porque, mas eu senti uma dor no peito e um grande incômodo por vê-la assim.

- Ah vamos baixinha, vai perder essa oportunidade só por causa de um detalhe? - Ela me encarou e eu fui até ela. Estiquei uma mão em sua direção, com o objetivo de guia-la até minha moto, mas em vez de pega-la, ela virou a cara e fez um biquinho. Refiro os olhos e suspiro. - Você vai nem que eu tenha que te carregar! - Ela me olha surpresa e, antes que tente correr, jogo ela por cima do meu ombro e começo a carrega-la, como um saco de batatas, até minha moto.

- Me solta seu brutamontes! - Ela me dava socos nas costas, que não doíam quase nada, e se debatia.- eu to falando sério, me bota no chão.

- Não! Só se você concordar em vir! - Ela nega com a cabeça e continua se debatendo.

- Ah é ? E você vai fazer o que? Me amarrar na moto até chegarmos la? - ela diz debochada e cruza dos braços, aposto que tinha um olhar convencido.

- Se for preciso sim!- Cheguei em frente da moto e permaneci na mesma posição, com ela no meu ombro, esperando que se rendesse de uma vez. Depois de um tempo, ela levanta as mãos em rendição e para de se debater.

- ok, ok. Eu vou! Feliz? Só me coloca no chão. - Coloquei ela no chão com cuidado e ela tinha um biquinho no rosto, que a deixava ainda mais.....fofa?! Droga, por que ela tinha que ser tão linda? O que? O que estou pensando? Ahh, devo estar ficando louco.

Subi em cima da moto e coloquei um capacete, entregando o reserva pra ela. Depois de esperar ela colocar com suas mãozinhas pequenas, ela me entregou seu celular com o endereço do lugar. Senti ela montando logo atrás de mim, passando seus finos e delicados braços pela minha cintura, apertando firme na frente. Ligo a moto e acelero bem devagarinho, sinto seus braços um pouco trêmulos e espero um pouco pra continuar.

Saio da garagem e vejo atravez do retrovisor a porta se fechar atrás de nós, olho por cima do ombro e sussurro baixinho.

- Vou acelerar tudo bem ? - Perguntou calmo, só pra ela ouvir.

- o-ok.

Viro pra frente, prestando atenção na estrada e no endereço, e me preparo pra acelerar, quando escuto um sussurro baixinho que me fez arrepiar.

- Gajeel?

- Hum? - resmungo, também baixinho.

- Só........não me deixa cair, ok? - nossos olhares se cruzam por cima do meu ombro e eu mergulho na imensidão daqueles lindos olhos achocolatados.

- Eu nunca te deixaria cair. - sussurro de volta e ela sorri, escondendo o rosto nas minhas costas e me abraçando apertado. Não sei porque, mas me senti extremamente bem daquele jeito, completo, como se pudesse passar o resto da minha vida assim. Junto com ela. Sentindo ela.

Acelerei e ela me abraçou forte, se encolhendo nas minhas costas. Consequentemente, mesmo com nossas roupas, senti os seus seios espremidos contra minhas costas. E tive que me esforçar muito pra manter a concontração na estrada.

Eu amo isso. Esse vento batendo contra seu corpo e levando todas as preocupações e problemas embora junto dele, o som do motor zunindo nos ouvidos e alcançando o espaço mais profundo da mente, a pressão da velocidade batendo contra meu corpo e me encentivando a ir cada vez mais rápido, essa explosão de adrenalina, emoção e calmaria ao mesmo tempo, que me deixa extasiado, deixando minha alma mais leve ,  como se estivesse voando com o vento.

Correr de moto sempre foi uma paixão, desde que eu era um moleque gostava de correr em rachas ou em qualquer tipo de disputa, e foi em uma delas que conheci Natsu.

Meus pensamentos são interrompidos por uma risada gostosa vinda das minhas costas. Olho rapidamente por cima do ombro, logo voltando a olhar pra frente denovo.


- Tinha me esquecido de como isso era divertido. - Ela diz em meio a risadas, olho de leve por cima do ombro e vejo o sorriso mais lindo que já vi. Sentindo uma vontade imensa de fazer ela sorrir assim mais vezes.

- Você devia sorrir mais assim, seu sorriso é lindo. - digo sem pensar e a vejo corar e desviar o olhar. Sorrio e me volto pra estrada.

Lucy on

Já tinha saído há alguns minutos, dirigia consideravelmente rápido no meu carro enquanto tocava uma música baixinha. Olhei pelo espelho e vi uma ruiva e um azulado, ambos sentados no banco de trás e evitando se encarar. Erza queria vir na frente, mas eu não deixei, afinal pra tudo dar certo tinha que ser assim. Se aquela ruiva acha que eu me esqueci de quando ela interrompeu meu desenho, ela está muito enganada. Está na hora da minha vingança muahahhah.

Eu inventei uma desculpa qualquer para eles dois irem atrás, disse que não gostava de dirigir com gente do meu lado porque me desconcentrava, ela pareceu acreditar então não tive que inventar uma melhor.

Jellal e Erza estavam olhando pelas janelas tentando não se olharem muito. Infelizmente, ainda não tinha chegado a hora da vingança. Fazer o que né, o jeito é esperar. Eu estava dirigindo tranquilamente, com minha musiquinha, só esperando chegar a hora, quando Erza resolveu quebrar o iceberg.

- Lucy não é melhor você ligar pra Levy agora? - Jellal começa a prestar atenção na conversa, já que não explicamos nada pra ele, deve estar curioso. Ele até pediu mas eu não tava afim e a ruiva também não quis falar.

- Ah é né, eu tinha que fazer isso, tinha até me esquecido. - bucejo e pego meu celular discando o número da baixinha, coloquei no viva-voz e botei o aparelho em cima de uma parte do carro. Depois de uns dois ou três toques, ela atendeu.

Ligação on

- Lucy, meu amor! POR QUE CARALHOS VOCÊS NOS DEIXARAM AQUI? - Ela grita alto pra cassete e eu afasto o celular do minha linda orelha, meu seus, pensei até que tinha apertado o capslock.

- Oi pra você também Levy. - Falo sarcástica, onde estão os modos dela, não é mesmo? Diferente dela, sou uma moça com modos. - Suponho que com o tempo que te dei, você já tenha tentado vir com seu carro, certo?

- Então foi você! Onde está a bateria? Pode me falando! - Ela me acusa irritada, e eu quase bocejo de novo.

- Não Levy, não fui eu quem tirou ela dai, então pode esquecendo de tentar arrancar isso de mim. - Digo divertida e sorri.

- Então as outras estão nessa também? Ótimo! - fala debochada.

 - O fato é: todos os carros ai estão sem as baterias, pode checar se quiser, então se quiser vir terá que vir com Gajeel. Agarradinha na moto com ele. Vamos, adimita que vai gostar.- dou uma risadinha, só de imaginar a cara que ela está fazendo. - vou mandar o endereço pro seu celular, boa sorte.

- Pois então eu fico! -  Estalo a língua no céu da boca três vezes, fazendo um  "tsc tsc tsc"
  
- Os elevadores estão desligados, sem chances de você voltar lá pra cima. - Ri-  É melhor vir logo Levy-chan se não vai chegar muito tarde.- Digo irônica e desligo de uma vez,   antes que ela possa responder. Já perdi tempo demais, já está quase chegando a hora da vingança.

Ligação off

- Você acha que ela vem mesmo? - Erza pergunta pensativa, enquanto Jellal tava com uma cara de "processando".

- Sei lá tanto faz, eu quero beber até cair hoje! - digo animada. Erza revira os olhos e olha pra Jellal que parecia ter chegado a um resultado.

- Espera aí! A Levy tá gostando do Gajeel? E vocês fizeram ela vir com ele de propósito?  - a boca dele se abre em um " O" e eu ri de leve com sua cara de quem fez uma grande descoberta.

- Ora, Ora, parece que temos um Xeroque Holmes aqui. - digo rindo. Erza tenta segurar, mas começa a rir também. Jellal revira os olhos e espera a resposta.

- É isso aí Xeroque. - Erza fala ainda rindo um pouco, mas em seguida fica séria. Eu hein povo bipolar. ( A: E tu nem é né Lucy?/ L: bipolar? desconheço!) Olho pra ele pelo espelho e, como se tivesse reparado meu olhar sério, ele me olha de volta.

- Se você abrir a boca e contar pros seus amiguinhos, principalmente o Gajeel. Eu juro que te capo. - digo séria e o vejo estremecer e engolir em seco, antes de me virar novamente pra estrada.

- E eu ajudo! - A ruiva disse com uma aura maligna, que pra mim foi meio fraca, mas que fez o azulado estremecer. Acredite, depois de um árduo treinamento com dois assassinos frios e calculistas durante toda a infância, pouquíssimas coisas são capazes de te amedrontar.

Jellal e Erza começaram a conversar, passei o cinto pela minha cintura, discretamente, porque agora chegou a hora da minha vingança. Pisei com força no acelerador e senti a pressão me empurrando pra trás. Na minha frente, nada mais, nada menos, que uma curva enorme, daquelas que se acelerar demais você morre.

- Ei Lucy, o que está fazendo? Quer nos matar? - Jellal grita e eu começo a gargalhar.

- Ficou louca?!- Erza grita também tentando alcançar o volante, mas eu dou mais uma acelerada e ela vai pra trás caindo de volta no banco.

- Sempre fui, meu amor! - Grito e dou um drift, passando pela curva em alta velocidade e escutando meu carro cantar pneus.

 Enquanto faço meu maravilhoso drift, olho pra trás, pelo espelho, e vejo Erza caindo em cima de Jellal enquanto eu faço a curva, e o melhor, a cara dele ficou entre os peitos dela. Nessa hora eu não sabia distinguir a cor do rosto e do cabelo da Erza, e Jellal estava parecendo um tomate. Eu gargalhava o tempo todo, assistindo minha doce vingança sendo realizada.

Quando a curva terminou, Jellal tirou o rosto dos peitos da Erza e ela se sentou de volta no banco com a cara totalmente vermelha. Antes que Jellal pudesse protestar, ele olhou pra frente e ficou desesperado, sem reação, a próxima curva estava a poucos metros de nós. Eu acelerei de novo e dei outro drift pela segunda curva, só que dessa vez quem caiu em cima de Erza foi Jellal. Ele foi tentar evitar que a cara dele caísse nos peitos dela de novo, mas quando foi se apoiar, suas mãos acabaram apertando os seios da ruiva.

Eu não parava de rir, minha barriga ja estava doendo e as lágrimas desciam pelos cantos dos meus olhos. Eles que se preparem, porque ainda faltam algumas curvas, e a diversão está só começando!

Autora on

- Levy tinha razão! Eu nunca mais ando de carro com a Lucy, ela é louca! - Erza diz ofegante e se apoiando no carro, pra não cair.

- Acho que eu to traumatizado! - Jellal estava sentado no chão e respirando fundo. Natsu, Gray, Juvia, Cana, Loke e Mira encaravam a cena com uma gota.

- Vocês tinham..... que ver a cara.... de vocês! - Lucy morria de rir da cara dos dois e tentava respirar em busca de ar, e os outros a encararam uma cara de "sério isso?"- Sério, se vocês tivessem visto, também estariam rindo!

- Não sabia que fazia drifts loira. - Natsu diz sorrindo de canto.

- Ela parecia uma louca la de trás. - Juvia diz. Eles já tinham entrado no estacionamento de Horizont. Preferiram ficar no externo, ja que seria mais fácil de sair depois.

- O mais impressionante é que não vi muitos carros pela estrada. - disse Mira, olhando em volta.

- Agora que você mencionou..... realmente não tinham muitos carros. - diz Gray, pensativo. - Deu até pra Lucy dar drift.

- Como eu já disse, só criminosos vem aqui e a maioria já deve ter vindo mais cedo, eu ja deve estar hospedado. - explica Natsu.

- Vamos entrar de uma vez! Eu quero beber! - Cana diz animada com os braços pra cima, e Lucy imita seu gesto sorrindo.

- É isso ai! Vamos beber! - Lucy grita.


Continua......



Notas Finais


Se tiverem gostado favoritem e comentem onegai! Isso me deixa muito mais motivada. Desculpem qualquer erro e até o próximo mores!
Bjs de chocolate!!


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