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História A babá - Sasusaku - Capítulo 11


Escrita por: e badthingtakes


Notas do Autor


Oioi gente!
Sim, eu disse que não teria capítulo essa semana por causa que eu não estava bem, MAS, quando eu li os comentários de vocês, cara, eu não consegui desapontar vocês!
Mano, vcs me fizeram tão bem que eu n consigo explicar! Todos vcs me ajudaram a superar a fase q eu estava passando, e tipo, eu ainda estou um pouco mal, mas com uma nova perspectiva.
É q assim, eu estou indo morar sozinha, e tipo, vou morar em outro estado.
Eu estou abandonando toda uma vida inteira q construí aq, na minha cidade natal, e é difícil me manter calma diante dessa situação.
Consequentemente, fiquei bem triste e desolada, n sabendo oq fazer.
MAS, como vcs são leitores MARAVILHOSOS, vcs me fizeram abrir meus olhos.
E, como um dos coments dizia, a fase ruim das nossas vidas, um dia, vão embora. E sabendo disso, eu fico mais sossegada.
Enfim meus amores, eu só tenho que agradecer vocês por tudo, por lerem a bomba de Chernobyl q é a minha FIC, e principalmente por me fazerem tão bem!
Contem comigo para QUALQUER COISA V●ᴥ●V
*Gente, eu particularmente não gostei do resultado desse capítulo, mas não queria deixar vcs decepcionados, então, estou postando msm assim. Desculpa por isso :(*
Ah, o cap tá sem revisão :")
LEIAM AS NOTAS FINAIS!
Boa leitura!

Capítulo 11 - Meu jeitinho perverso



Escrito por badthing_



Sakura on:


Eu sei que sou bonita e gostosa, e sei que você me olha e me quer... — Cantarolo baixinho, mantendo os olhos fixos na estrada.


— Até que sua voz não é ruim. — Ouço a voz do pequenino do banco de trás.


Olho para o retrovisor, dando de cara com seus olhos fixados em mim – numa forma perversa.


— Eu sei, meu querido Daisuke. Ainda serei uma cantora famosa e sei que canto bem, mas obrigada pelo elogio. Mas o que é seu tá guardado. — Sorriu do meu jeitinho perverso em resposta, voltando a minha atenção para a estrada.


Desde que acordei com aquela substância estranha no meu cabelo – que eu prefiro não saber o que é – nós ficamos nesse clima de guerrinha. Uma guerrinha que esse projeto de menino não vai ganhar! E aliás, eu descobri que não aconteceu nenhuma briga entre o patrão e a cabelo de menstruarão. Ou seja, fui tapeada.


— Chegamos! — Informo, enquanto começo a estacionar na frente da escola.


Saio do carro e corro até Daisuke, o ajudando com a mochila. Toda linda e plena, pego na mão do menino Dai e o puxo até a entrada, mas quando chegamos, seria melhor eu não ter ido.


— Você! — Eu e a freira que acabei mordendo, dissemos em uníssono.


De repente, o clima ficou pesado, e todos ali perceberam isso.


Passo a olha-la de cima a baixo, observando um pequeno curativo em sua mão esquerda.


— Posso te fazer uma pergunta? — Recebo seu silêncio em resposta. — O que aconteceu para a sua mão ficar deste jeito? A artrite atacou e caiu da escada? — Abro um sorriso debochado.


Sim, eu consegui insultar os idosos e uma freira numa única frase. Me processem.


— Por que não fala sobre este avermelhado em seu rosto, querida? — A mesma responde, mantendo seu olhar sobre mim.


— Meu amor, melhor para de falar, o ar está fedendo a merda. E também, eu não estou disposta a gastar o meu tempo com quem não merece estar perto da minha ilustre presença. — Digo por fim, puxando o menino Daisuke até algum lugar que eu ainda não decidi qual.


• • • • • • • • •


— Para onde estamos indo? — O mesmo pergunta, após minutos andando pela escola.


— Eu não sei. — Suspiro em resposta, parando no lugar. — Onde fica a sua sala?


— Deixa que eu te levo até lá... — Daisuke iria começar a andar, até que uma garota – que julguei ser muito bonita – apareceu no mesmo corredor que nós.


No mesmo momento, ele para de supetão e tenta se esconder atrás de mim rapidamente.


Gente, que reação foi essa?


Eu só tenho duas alternativas pra isso. Primeira, ele é gay. Segunda, essa é a menina que ele gosta. Particularmente, eu estou torcendo para que ele seja gay, acho que ele se soltaria mais, faria bem a ele.


— Oi Daisuke! — A garota passa por nós, acenando especialmente para o moreninho.


Oia só, eu riria se não achasse isso extremamente fofo.


— O-OI Tsukya-s-san! — Ele gagueja a frase inteira, e eu só consigo abrir a minha boca num perfeito "O".


Minha nossa, eu tô desacreditada eu! Será que ele tá bem?


Vendo melhor agora, o garoto está todo vermelho, com as mãos tremulas e com o suor predominando em sua testa. 


Peraí, provávelmente essa é a garota que ele gosta, então...


1... 2... 3!


Hora da minha vingança!


— Olá, Tsuko-san! — Me aproximo dela, tendo seu olhar confuso em minha direção.


Por que todo mundo me olha assim?


— É “Tsukya”. — Ela responde gentil.


— Tanto faz. — Agacho, ficando da sua altura. — Tá vendo aquele garotinho ali? — Aponto discretamente para Daisuke, que nos olhava atônico. — Ele gosta de você.


Por um momento, a garotinha pareceu ficar surpresa, e depois, voltou a olhar para Daisuke, mas com um sorriso no lábio.


— Eu já desconfiava. — Sussurrou baixinho, com a face ruborizada. — Mas fico feliz por finalmente ter a certeza. Muito obrigada! — Me deu um abraço, e partiu.


Passo a olhar completamente pasma para o fim do corredor. Gente, o meu plano era envergonhar o Daisuke na frente da garota, mas ela nem me deu a chance disso.


Ah, essas crianças de hoje em dia.

 

— O que falou para ela? — Escuto a voz infantil do menino Dai, quando voltamos a andar até a sua sala. Olho para eles achando graça de todo o seu nervosismo.


— Nada demais. Na verdade, provavelmente acabei de lhe fazer um favorzão! Vai ficar me devendo. — Respondo, sentindo seu olhar confuso sobre mim.


Caralho, por que, Deus?


— O que quer dizer com isso? — Paramos em frente a sua sala, que estava fechada.


Antes de bater na porta, lhe dou um sorriso completamente debochado, sarcástico e malvado, porque sou dessas.


— Disse que gostava dela. — Meu tom sai simplório. Sem dar a chance dele responder, a professora finalmente abre a porta, com um sorriso claramente forçado e fazendo um sinal para que Daisuke entrasse na sala.


Antes de ir embora, sussurro um sonoro “o troco pela gosma de hoje cedo”, provocando uma careta surpresa no mesmo. 


Se ele acha que é pareô para mim, é porque ele não provou nem um pouquinho do meu mega hair.



[...]



Central da Anbu – Sakura on:



— Devem estar se perguntando o porquê de eu ter-lhes chamado aqui. — Passo a andar ao redor da mesa. — Como o esperado de uma agente super profissional e focada, devo dizer que já consegui provas sobre o suposto plano da ruivinha. — Termino meu discurso com um sorriso nos lábios.


— Quer dizer a “Karin”? — A tia Tsu pergunta confusa.


— É, essa mesmo. — Dou de ombros, me sentando à frente do senhor Uchiha em seguida. — Eu gravei um áudio da ruivinha conversando com alguma pessoa, ainda desconhecido por mim.


— E como conseguiu esses áudios? — Sua voz sai curta e grossa, se eu não o conhecesse – na verdade não conheço, mas ele pareceu ser bem fofinho e calmo, e não arrogante.


— Bem, eu estava pleninha indo pegar a mochila do Daisuke, quando acidentalmente, peguei a senhorita Karin falando ao telefone no corredor, e como eu não queria atrapalha-la, eu esperei pacientemente, ouvindo tudo encostada na parede. — Me encosto na cadeira. — E senhor, você vai querer ouvir o que ela disse.


— Mostre-me.


— Mas antes, eu tenho que lhe fazer uma pergunta. — Sinto minha voz fraquejar. Será que eu devo perguntar isso a ele? — O senhor sabe que é corno?


No mesmo instante, vejo os olhos do moreno se arregalarem por completo, e logo um vínculo aparecer ao meio de suas sobrancelhas.


Eita porra.


— O que disse!? — Sua voz sai como um trovão. Será que ele está bravo?


— Olha, quando você ouvir o áudio o senhor vai entender. — Pego meu celular e o coloco na mesa, dando play no áudio em seguida.


Claro meu amor, irei passar aí quando Yuki for para a escola. Falta pouco para colocarmos nosso plano em ação... Sim, ele não desconfia de nada... Está bem, tenho que desligar agora. Tchau.”


Olho para o chefinho, que está com os olhos semicerrados em direção ao celular.


— Eu não sei para o senhor, mas isso me parece suspeito. — Cruzo minhas mãos na frente do meu rosto.


— Você sabe com quem ela está falando? — O senhor Fugaku se pronuncia.


— Ainda não. Mas, pretendo investigar mais esse áudio. — Recolho meu celular. — Vou mandá-lo para a equipe de tecnologia, talvez eles consigam rastrear a pessoa que atendeu a ligação.


— Ótimo. — Tsunade se levanta da mesa com um sorriso no rosto. — Fugaku, romance, nós dois, agora!


E com isso, a loira sai em disparada com o velho jovem pela porta. Povo esquisito né?


— Só tens isso? — A voz rouca do patrãozinho surge do meu lado, me fazendo ter um micro-susto.


— Porra, chefinho. — Dou uma suspirada, guardando sorrateiramente a faca que acabei pegando com o susto. — Não, eu não tenho mais nada.


Após isso, ficamos em silêncio. Eu olhando para o rosto dele, ele olhando para o meu e tudo mais. Eu já estava prestes a inventar uma desculpa para sair dali, mas ele foi mais rápido.


— Hum. — Ele chama minha atenção e coloca suas mãos dentro do bolso da calça. — Você quer... sabe, dar um passeio comigo? — Por alguns instantes, vejo seu corpo se inquietar, e olhando melhor agora, sua face está ruborizada.


— Oh, na verdade não. Tenho que levar esse áudio para avaliação. — Dou um sorriso amarelo. — E depois, tenho que buscar Daisuke no colégio.


— Entendo... — O chefinho responde, e se eu não o conhecesse, diria que ele está desapontado. — Eu vou voltar para casa, te vejo lá.


— Tchauzinho patrão! — Aceno, tendo um sorriso contido em resposta. Logo depois, o vejo sair pela porta da sala de reuniões. — Agora, eu tenho que ir para a sala da perícia, não é? — Acabo pensando alto, às vezes tenho esse costume.


— Sim. — Uma voz surge aleatoriamente do meu lado.


— AHHHHHHHHHH. — Por impulso, me viro rapidamente, onde teria acertado um soco bem dado caso a pessoa não tivesse esquivado.


— Calma aí, minha flor de lótus. Sou eu, o Lee, vulgo amor da sua vida. — Quando dou por mim, vejo as mãos do mesmo segurando em cada lado dos meus braços, me encarando com uma careta ridiculamente ridícula.


— O que você quer? — Me desvencilho dele.


— Nada. Eu apenas estava andando pela corporação, e vi você conversando com o senhor Uchiha.


— E daí? — O incentivo a continuar.

 

— Ouvi que ele lhe chamou para sair... — Lee sorrateiramente se aproxima de mim, mas logo trato de me afastar. — Vocês têm um caso? Estão namorando? Você sabe que ele nunca lhe amará como eu! — À essa altura, ele já dizia tudo freneticamente.


O que diabos as pessoas tomaram hoje?


— O que? Olha, o chefinho pode até ser bonitinho e tudo mais. Mas, eu nunca me apaixonaria por ele, ok? — Quando vejo sua face se iluminar, trato de voltar a falar. — E nem por você.


— Poxa... — Quase rio do bico que se formou em seu rosto. — Mas eu não irei desistir, meu amor. Um dia, você será minha! — Percebo que sua voz ficou sombria de repente, me fazendo arregalar levemente os olhos.


Novamente, um silêncio se demonstra presente, mas esse, eu trato de quebrar logo.


— Nossa, que programão! — Dou um sorriso amarelo. — Beleza, então... eu vou ali na sala da perícia, mas você... você devia ficar aqui. Tchau! — Não espero por sua resposta e saio em disparada da sala.


Gente, o que foi isso? Definitivamente, esse é o dia mais aleatório da minha vida.



[...]



— Menino Daisuke! — Grito por seu nome quando chego na escola. — Daisuke! Menino Dai! Onde você tá meu filho? — Começo a andar pelos corredores. Quando ia dobrar o corredor que dá na sala dele, paraliso com a imagem que vejo.


Daisuke de mãos dadas com aquela menina de hoje cedo! Ah, esses Uchihas.


O que eu devo fazer? O que uma pessoa normal faria? Separaria ou deixaria eles dois do jeito que estão? Vou fazer o que mais me parece sensato.


Sem fazer qualquer movimento brusco, me escoro na parede e passo a ouvir tudo o que eles estão falando.


— Não sabia que também gostava de mim. — Daisuke confessa baixinho, com sua face já ruborizada ao extremo.


— Eu sempre gostei, mas pensava que não tinha chances contra as garotas que correm atrás de você, Daisuke-kun. — A outra rebate, na mesma situação que o Uchiha menor.


Peraí, deixa eu ver se entendi. A garota que o menino Dai gosta também gosta dele, mas nunca se confessou pela insegurança de achar que não seria páreo para as garotas que o perseguem pela escola, mas no fim, tudo deu certo.


Aí, como eu amo um bom clichê. Ainda acho que encontrarei o amor da minha vida numa cafeteria da Starbucks!


— Ah, agradeça à aquela mulher de cabelos rosas por mim. Ela parece ser uma pessoa muito legal! — Abro um sorriso ao ouvir as palavras da garotinha.


Porque né, meus amores, eu sou uma pessoa muito legal.


— Está falando da Sakura? Ela parece ser legal, mas acho que é apenas fingimento. — Fico estática ao ouvir isso. Ué, por que eu fingiria ser legal? Eu sou extrovertida e altamente culta por natureza, então, por que o menino Dai pensa isso? E o pior, ele está me difamando pelas costas? Eu vou acabar com isso é agora!


— Olha só! — Grito, rindo internamente com o espanto dos dois. — Já se recuperou da sua diarreia, Daisuke? — Pergunto, andando em direção aos dois.


— O que!? — O mesmo pergunta, me olhando com seus olhos arregalados.


Rancorosa? Nem um pouco.


— Sim, ué. Não se lembra de hoje de manhã? Você ficou 30 minutos dentro do banheiro. Coitadinha da Tenten, teve que limpar tudo! — Me agacho ao seu lado e passo meu braço por cima dos seus ombros. — Aliás, ela me pediu para te perguntar uma coisa. Como você conseguiu acertar a janela do banheiro?


— O QUE? — O menino Dai grita, se virando rapidamente para a garotinha. — Isso não é verdade! Meu cocô tá saindo normal!


Após isso, rolou alguns segundos de silêncio, que mais pareceram horas.


Gente, quem em sã consciência fala “meu cocô tá saindo normal” para a pessoa que se gosta? Será que foi o desespero? Ah, dane-se, a minha vingança foi mara.


— Olha... eu vou ir pro parquinho. Te vejo amanhã, Daisuke. — A garotinha deu um beijo da bochecha do menor, e saiu o mais rápido possível do corredor.


— O que você fez!? — Daisuke se virou para mim, completamente enfurecido.


— Me vinguei pelo meu cabelo! Sabe o quanto foi difícil lavá-lo? — Mantenho minha pose.


— Acha que isso vai ficar assim? — Olho sorrateiramente para o pequeno, que estranhamente tinha um sorriso debochado no rosto. — Vai ter volta. — Dito isso, Daisuke passou a andar em direção ao estacionamento, sem se preocupar se eu estava lhe acompanhando.


Ué? O que ele vai fazer?


Notas Finais


Obg por quem chegou até aqui ❣️
Gostaram? Devo continuar? Deixem nos comentários ok?
Ah, devo ressaltar uma coisa: *Gente, eu particularmente não gostei do resultado desse capítulo, mas não queria deixar vcs decepcionados, então, estou postando msm assim. Desculpa por isso :(*
Beijocas 😘


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