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História A Babá Dos Meus Filhos - Imagine Taehyung - Capítulo 61


Escrita por:


Notas do Autor


+1 cap! 💜
( Desculpem a demora )
E VAMOS DE quarentena 😩

[ Perdoem Qualquer Erro ]
~ boa leitura! √♥

Capítulo 61 - Capítulo 6


Fanfic / Fanfiction A Babá Dos Meus Filhos - Imagine Taehyung - Capítulo 61 - Capítulo 6

[ . . . ]

— S/n! - vou atrás da mesma ao sair da sala. — S/n, pelo amor de Deus me escuta! - peço e ela para no último degrau da escada.

— o que você quer falar taehyung? Já está muito claro pra mim, se eu não tivesse chegado bem na hora imagina só o que aconteceria?

— eu fico profundamente triste que esteja duvidando de mim S/n, logo de mim! - indago apontando para mim mesmo.

— não! não estou duvidando de você isso nunca, nem que eu tivesse pegado algo maior naquela sala! - ela diz descendo o degrau.

— Então? Por quê essa reação?

— por quê deixou ela entrar se a mim você disse que "queria ficar sozinho" por quê Taehyung? - a mesma pergunta alterada.

— quem estava comigo era a soohyung s/n! A porta já estava aberta, eu não iria coloca-la pra fora! - digo e ela olha para o lado. — S/n, as minhas intenções nunca foram que você chegasse a ter essa reação.

— olha, entende uma coisa "meu amor"... não é por que você não tem más intenções que ela não tenha Taehyung. Você não lembra como se enganou com a Shin?

— Ow, o que foi que a gente combinou S/n? não se fala mais nessa mulher dentro dessa casa!

— ah mas você está me forçando a fazer! - ela diz alterada e eu me aproximo segurando as suas mãos. fazendo a força ela me olhar nos olhos.

— amor, amor! Olha pra mim... Você sabe o quanto eu te amo não sabe?

— hum!

— sabe o que significa pra mim.

— esse não é o ponto Taehyung! - a mesma solta as minhas mãos. — do jeito que ela se aproximou, da próxima vez ela vai te agarrar!

— o quê? não, não acredito nisso. e mesmo que fosse verdade você acha que eu permitiria? - pergunto apontando para mim mesmo.

— por via das dúvidas, eu quero que você demita ela. - a S/n pede me deixando estático. — por favor... - ela segura os meus braços. — só assim eu vou ficar mais tranquila meu amor, por favor!

— S/n... ela está passando por um momento difícil com a mãe dela, acha que tenho coragem?

— acha que eu queria fazer isso? - ela solta os meus braços. — eu não sou essa pessoa taehyung! mas eu não vou colocar o meu marido em risco.

— risco, que risco S/n?

— Taehyung, você é lindo! Tá bom? você tem charme, tem dinheiro, e é disso o que uma parte dessa junventude quer! - ela indaga me fazendo sorrir fraco pelas suas palavras.

— eu sou velho S/n... velho o bastante para ter o triplo da idade dela!

— E isso importa?

— olha, vamos esquecer isso. - me aproximo e envolvo os meus braços na sua cintura. — por quê a gente não sobe e fica lá por um tempo? - pergunto e ela se afasta de mim. — mas o que foi agora S/n?

— vai fazer o que pedi, ou não?

— não começa com essa história de novo S/n, pelo amor de Deus! - falo me irritando.

— está bem... não faça.

— que tom de voz é esse?

— se não se "incomoda" não quero dormir com você hoje. - ela diz cruzando os braços.

— A-Ah está me colocando pra fora do nosso quarto?

— entenda como quiser. Não, não! Perdão a casa é sua... Quem vai sair sou eu! - ela fala com ironia e começa a subir os degraus.

— para com isso S/n, essa casa também é sua!

— ah, tá! Sei.

— se quer ficar sozinha eu saio! não se preocupe, hoje você não vai me ter por perto! - falo para a mesma que continua a subir.

. . .

— o que aconteceu com a S/n papai? - o Suk pergunta descendo as escadas.

— nada. - respondo e me direciono para a cozinha.

— ah, o senhor vai ficar me ignorando? - ele pergunta me fazendo parar de caminhar. Respiro fundo e o olho.

— do que está falando?

— o senhor, agindo como um adolescente! - ele fala, agora em minha frente.

— estou chateado. apenas isso.

— ah, para com isso pai!

. . .

— o quê quer que eu faça? Lhe dê os parabéns por algo que não concordo Suk?

— sim? - ele diz e eu o fito por alguns segundos. Ele abre os braços e eu olho para os lados me recusando a acreditar que ele estava fazendo aquilo. Como esperado, eu não resistir e o abracei pelo seu pescoço, apoiando o meu queixo sobre o seu ombro. O abracei como se no meu abraço eu pudesse guarda-lo e protegê-lo de tudo e de todos.

— é como se eu já tivesse vivido essa cena.

— um dejavu?

— É... um Dejavu.


FLASHBACK ON

— eu já disse uma vez, e não vou repetir! - o meu pai vai até o birô da sua sala. — você não sai dessa casa. É aqui que você mora, o que você tem na cabeça seokjin? Quer ir embora com aquela garota, o que vai dizer aos pais dela se tudo der errado?

— "se tudo der errado", eu não vou deixar dar errado pai! Deveria me apoiar não dizer essas coisas!

— eu sei o que é melhor pra você.

— sinto muito papai, mas eu vou. - o Jin fala com firmeza e o meu pai se aproxima dele com raiva. Vejo o que ele irá fazer e de imediato me coloco na frente do jin.

— Não papai! o senhor nunca bateu na gente, o que é isso? - pergunto ao meu pai que coloca a mão contra a testa e respira fundo.

— deixa taehyung! o papai sabe que tenho dezenove anos, não pode me impedir!

— ele está me obrigando a agir assim!

— não é assim que se age não é papai? Nós sempre conversamos, não é assim!

— já conversei demais. E o seu irmão não quer entender que "amor" não enche a barriga de ninguém quando a há necessidade! como ele vai sustentar a namorada sem nada?

— Jin, por quê não escuta o papai? Além do mais, ela também está grávida não é?

— ah Taehyung! Você sabe que é o meu sonho! No Japão eu pretendo arranjar um bom emprego pra cuidar dela e fazer o que gosto! - ele diz fitando os meus olhos. — você também sabe como é amar alguém, olha pra você... Já está quase noivo!

. . .

— o papai já tem você pra cuidar da empresa, você que é o "espelho" dele! Eu não. o meu futuro não está em cuidar dos negócios!

— ah não, de novo...

— por quê não dá a parte da erança dele papai? - pergunto para o meu pai. — assim ele pode começar um negócio por lá, e...

— Não! isso não. - ele diz e volta para o birô. — a erança dele vai ficar bem guardada comigo pra quando ele voltar.

— então pode guardar com o senhor Por quê eu não vou voltar.

— por quê está fazendo isso Seokjin? já não bastou ter engravidado uma menina?

. . .

— já não bastou o escândalo que os pais dela causaram aqui!

— eu sei que está decepcionado.

. . .

— mas um dia vai sentir muito orgulho de mim pai.

FLASHBACK OFF


— o senhor tá chorando? - o Suk pergunta separando o abraço que me deu. Rápidamente limpo o meu rosto com as mãos.

— o seu pai era uma grande pessoa. - coloco uma mão no meu bolso e a outra no seu rosto. Em seguida, no seu ombro. — ele sonhava muito alto assim como você. e em meio a essas "aventuras" de viajar, e viajar, aconteceu o que o papai mais temia... Graças a Deus ele não levava você e a Sook.

— o que aconteceu com a erança do Seokjin?

— bom, no fim o seu avô acabou dando o que era dele. Ele nunca iria deixar o Jin ir embora sem nada, e ainda com a namorada grávida... Conforme a vida foi passando, ele tinha gastos de casa, da sook que nasceu, depois você. Ele conseguiu ir em alguns programas de tv japonesa mas o "auge" que ele queria foi impedido de ser alcançado naque acidente.

— o senhor não tá vendo? é só mais um motivo pra o senhor me deixar ir! e se eu conseguir alcançar esse "auge"?

— Suk.

— eu sei que tem medo pai.

. . .

— mas precisa confiar em mim.

. . .

— eu não vou poder te prender.

— vai discutir comigo como o vovô fez com o meu pai? - ele pergunta, e eu sorrio fraco.

— Não... não vai valer a pena, no fim você vai mesmo. - falo colocando a minha mão sobre a sua cabeça. — só, por favor... não seja "cabeça dura" como o seu pai e se envolva com uma menina assim tão cedo.

— a-ah não, isso não. - ele diz e eu envolvo o meu braço no seu pescoço voltando a abraça-lo.

— Eu amo você, amo muito! - beijo o topo da sua cabeça sentindo os meus olhos arderem em pensar que logo em breve ele vai estar longe de mim. Longe da casa dele que é o lugar de onde ele não deveria sair nunca! — eu vou estar sempre aqui pra você. Eu espero que tudo dê certo.

— Obrigado pai!

. . .


[ . . . ]


– Dez e Meia PM

— Oi? - indago ao entrar no quarto e me deparar com ela deitada. — eu só vim pegar o meu travesseiro. - fala indo até o meu lado da cama.

. . .

— provavelmente eu vou estar com a soohyung. Se precisar de mim, você me chama! - digo para a mesma que se cobre do seu jeito.

— Tá! - ela diz sem ao menos me olhar. Olhei para os lados e respirei fundo. Procurei não dizer mais nada para não causar mais discussão e saí do quarto como ela queria.


[ . . . ]

— amor... - coloco a minha mão sobre a soo que não se mexe. — amor, eu posso dormir com você? - pergunto e ela resmunga ainda dormindo. — bom, acho que foi um "sim". - digo e com cuidado começo a me ajeitar ao lado dela. Apoio a minha cabeça sobre o meu travesseiro e começo a refletir em tudo o que está acontecendo entre mim e a S/n... Não, ela nunca agiu dessa forma. O que eu devo fazer? Eu não acho que a senhorita Clear esteja tentando me "seduzir", e também ela está com problemas com a mãe... Não posso ser tão egoísta. Com a S/n eu me resolvo amanhã. Se ela pensa que isso vai continuar assim está muito enganada.


[ Dia Seguinte ]


– Seis e Meia AM

— por quê você resolveu acordar tão cedo, em? - pergunto para o taewoo entrando com ele na cozinha. — o papai tem que fazer o café da mamãe. - coloco o mesmo sobre o balcão e procuro a bandeja. — não não não não, filho! - digo para o menor que tentou engatear no balcão. — você pode cair, meu amor!

— "tô com frio papai". - ele diz em um tom baixo, me fazendo fita-lo depois de colocado nos braços.

— frio? - pergunto e coloco a minha mão contra a sua testa. — oh, você tá com febre! - falo assustado pela surpresa que tive. — mas como não percebi? - volto a coloca-lo sentado no balcão. — acho que vou ter que fazer uma vitamina pra você antes de te dá um remédio. - digo e abro uma das gavetas.

— bom dia senhor Kim! 

— Ah! Senhorita Clear... que bom que chegou, o taewoo vai precisar de você.

— ah senhor eu já disse que não precisa me chamar de "senhorita". - ela diz com um pequeno sorriso. — o que o menino tem? - ela coloca a bolsa sobre o balcão e se aproxima do menor, colocando uma mão ao lado do seu rosto. — parece que alguém pegou uma febre!

— você pode cuidar dele? tenho que ter uma conversa com a minha esposa assim que acordar.

— vocês brigaram senhor?

— ela ainda está chateada. E precisamos terminar a conversa. Eu iria fazer um café da manhã pra ela, mas o taewoo adoeceu então.

— s-senhor ela quer me demitir?

— senhorita.

— É que eu não posso perder esse emprego, a minha mãe está muito mau!

— senhorita Clear, por favor... não se desespere. A minha mulher está irritada mas ela é uma boa pessoa! Ela tem um coração enorme, por favor fique tranquila.

— tem certeza?

— Sim... Ela está com uma ideia de que você quer me seduzir, por quê te viu bem próxima! - falo soltando um sorriso irônico. — mas isso não é verdade, e ela sabe que eu nunca me deixaria levar por nenhuma outra mulher por quê eu a amo com loucura!

. . .

— a ama assim?

— eu não conseguiria descrever.

. . .

— e você, não ama alguém?

— não! - ela dar de ombros e segura o taewoo nos braços. — com licença senhor, eu vou cuidar do seu filho.

— Papai!

— filho, vai com a clear tá?

— ah "Clear", gostei. - ela diz me fazendo sorrir. Logo o Taewoo inicia um choro alto.

— filho, o que você tem?

— Papai! - ele chama por mim desesperado e de imediato eu o retiro dos braços da clear.

— Calma, calma! - digo enquanto coloco o seu rosto contra o meu peito, na intenção de fazer ele se acalmar. — o que foi?

— "quelo" ficar com papai... - ele diz deitando o seu rosto no meu ombro.

— tá, tá, se acalma. Tabom.

Com licença! - a S/n entra na cozinha para a minha surpresa. — ah, bom dia senhorita. - a S/n diz e a senhorita clear coloca as suas mãos para trás.

— bom dia senhora.

— o que ele tem? - ela pergunta ficando em minha frente.

— parece que está com febre.

— ah, vem aqui meu amor! - ela o pega dos meus braços e o coloca no chão. Pois ele já está grande, e a sua barriga de quase seis meses impede de segura-lo. — vamos, eu vou cuidar de você! - ela diz segurando a mão do menor que sabe caminhar.

— S/n, você não pode. E eu quero falar com você, deixa ele com a Clear, ela vai cuidar dele.

— ele é o meu filho Taehyung! Eu que devo cuidar dele, não uma pessoa que é desconhecida pra ele. Não viu como chorou?

— mas preciso falar com você, é só por alguns minutos!

— se quer falar comigo vai ter que ser depois. - ela fala e coloca o menor sobre o balcão.

. . .

— está bem, eu fico aqui. - digo fazendo ela me fitar. — a senhorita pode ficar com as meninas até elas acordarem, não se preocupe.

— ah! está bem. - digo e a mesma se retira da cozinha.

. . .

— o que você está sentindo?

— frio... - ele responde.

— ah, acho que vamos ter que ligar pra o pediatra. - ela diz preocupada e eu retiro o celular do meu bolso.

— tá, eu faço isso. - faço o que a mesma disse enquanto ela distribui beijos no rosto do menor. E em seguida, o "acolhe" em seus braços.


NARRATIVA CLEAR ON.

— ah, isso está difícil, muito difícil. - falo após sair da casa. — ela está com raiva, mas ele? a olha como se tivesse roubado todo o brilho das estrelas! oque essa mulher fez? - enquanto reflito fora da casa, um homem de preto que nunca vi tampa a minha boca, e o outro me aponta uma arma. — Hum?? - indago confusa por aquilo. Atrás dele, surge um homem bem vestido. Baixinho, e um pouco gordo. Parecia mais um sequestro que um assalto.

— mas quem diabos é você? - ele pergunta e aquele homem solta a minha boca. 

— quem são vocês, eu não tenho nada! - digo para eles que estavam em cinco.

— não solta ela! E não ouse gritar, ou eu estouro os seus miolos agora mesmo! - aquele homem baixinho diz. Ele deve ser o "patrão" desses outros quatro. — anda! Quem é você, o que está fazendo nessa casa?

— sou a nova governanta contratada! - falo olhando para todos alí enquanto o meu peito arfava e os meus braços eram apertados por aquele homem. — só a governanta. Não tenho nada a ver com essa casa! Os ricos são eles.

— Eu já sei sua estúpida... - ele diz segurando o meu queixo. — esses estúpidos confundiram você com a S/n.

— a senhora Kim?

— Ah sim... "Senhora Kim". Aquela maldita não merecia nem estar viva ainda, imagina ter sobrenome! - ele diz chutando uma pedra. Parece bastante revoltado com a senhora kim.

— o... o que ela fez?

— isso você vai saber. Mas já que te pegamos por egano, você vai nos ajudar.

— a quê? - pergunto assustada.

— vai me entregar a "Senhora Kim"!


[ . . . ]


Notas Finais


E como estamos nessa quarentena? criando tretas! 🤩

se cuidem viu amadxxxss 🧐


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