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História A Bad Idea - Imagine Twice - Capítulo 11


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Notas do Autor


Boa leitura <3

Capítulo 11 - Dificuldades


[ Nova York,NY - 31.01.2020]


- Não fale assim comigo, me dê uma abraço - Abriu seus braços.

- O que você está fazendo aqui? - Mina repetiu minha fala.

- Ah Minari, eu vim passear sabe? - Entrou sem permissão espalhando suas malas pela sala - Estava cansada daquela casa velha, vocês vivem bem aqui né?

- Cadê o meu pai? - Indaguei olhando a mulher qual eu não considero mais minha mãe.

- Seu pai - Ela fez uma cara falsa de tristeza - Ela está hospitalizado.

- O que?! - Praticamente gritei - O que aconteceu?

- Ele acidentalmente caiu da escada, além de que ele não estava muito bem - Falou olhando suas unhas.

- Foi você não foi?  - Avancei um pouco, mas Mina me segurou. - Onde ele está?

- Em um hospital aqui pertinho, poderá ir ve-lo amanhã - Se espreguiçou - Agora eu quero dormir, me mosrre meu quarto.

- Você não vai dormir aqui! - Mina falou - Essa é minha casa, você não me expulsou da sua? Por que veio correr logo para a má influência aqui? 

- Mina - Momo interviu - Não seja como ela, ela te expulsou, mostra que é diferente. Você não é como ela.

Mina fechou seu punho e socou a parede, logo subiu com passos pesados. Dahyun nos olhava confusa, sem entender nada, meu coração estava acelerado, eu não poderia pensar na posibilidade de algo ruim acontecer com meu pai.

- Hirai! - Reclamei alto.

- (S/n), não. - Momo me olhou.

- Amanhã cedo, quero você fora daqui - Falei no puro ódio e subi as escadas.


[ Pov's Narrador ]

Na sala, Hirai arrumava o local para a visita tão indesejada dormisse, Momo tinha o coração muito puro para deixar a mulher na rua, por mais que tenha feito mal para duas das suas amigas. Dahyun já havia dormido.

- Você é amiga de Myoui? - Indagou a mulher mais velha.

- Sim - Momo respondeu ríspida.

- Como aguenta ela? 

- Senhora, não me faça arrepender da minha decisão, por favor - Dessa vez Hirai foi educada.

- Não, é só que Myoui é difícil de lidar, é dócil e gentil de primeira, mas depois mostra seu verdadeiro lado, Myoui é agressiva e egoísta, só pensa em si própria. - Suspirou .

- Você dormira aqui na sala, boa noite - Hirai tentou ignorar a outra e subiu as escadas.

...

..

.

A casa nunca havia tido um clima tão tenso como naquela manhã, Momo ainda estava chatiada pela noite anterior, (S/n) e Mina não se ollhavam nos olhos, Dahyun apenas existia ali e a Mãe das irmãs, adorava ver tudo aquilo. (S/n) foi a primeira à terminar, arrumou suas coisas, ela não iria para a faculdade naquele dia, iria passar todo seu tempo focada em seu pai, Dahyun por outro lado tinha responsabilidades a cumprir na faculdade e por mais que fosse da sua vontade, não poderia apoiar (S/n).

- (S/a) - A voz suave de Mina tocou os ouvidos de (S/n) - Eu quero me desculpar.

- Não é comigo que tem que fazer isso.

- Com você também, eu peço perdão por tudo, desde o começo, eu não sou assim, a pressão de ter alguém para cuidar me deixou assim.

- Você não tem cuidar de mim.

- Sei disso mais...

- Myoui, não é para mim que você deve desculpas, Momo ficou realmente chateada com você - (S/n) segurou seus ombros e a abraçou, deixando Mina sem reação - Eu te amo, não importa o quanto você erre.

Aquilo foi como um tapa na cara de Myoui, mesmo depois de , (S/n) não à atacou, nem nada, uma lágrima teimosa insistiu cair dos olhos de Mina, (S/n) separou o abraço e sorriu limpando a lágrima, deixou um selinho singelo nos lábios da japonesa e saiu do quarto. Após olhar nos olhos de sua mãe, pegou o endereço do hospital, deu um beijo na testa de Hirai e saiu da residência. Caminhou em passos apressados, o hospital de fato não era longe de onde morava.

- Olá, eu quero visitar o senhor Richard Puckett? - Indagou ela para a recepcionista do hospital.

- As visitas só são permitidas à partir das três da tarde senhorita - Falou sem nem olhar para (S/n).

A garota passou suas mãos em seus cabelos e suspirou, saiu de novo do hospital, já não podia mais ir para a faculdade, o jeito era ir para a casa e esperar. Voltou a caminhar, dessa vez de modo mais lento. Seu celular, qual (S/n) nem lembrava da existência tocou desesperadamente, isso ao ponto de vista da garota, estranhou levemente e olhou a tela, não era ligação e sim alarme "Curativos da Nayeon" sorriu meio boba ao perceber que havia colocado um alarme por causa da garota, desligou o mesmo e trocou seu caminho, dessa vez indo até o hotel.

- Bom Dia! - Falou não muito alto, mas em troca recebeu nada mais que silêncio, entrou no quarto e deixou as compras feitas encima da cômoda, se dirigiu até aa cortinas e abriu uma por uma, deixando a luz forte entrar.

- Ei, fecha isso - A voz de Nayeon saia abafada por seu rosto estar no travesseiro e levemente manhosa.

- Levanta, ou achou que ficaria dormindo até tarde mocinha? 

- Não dá uma de mãe - Sentou na cama com seus fios bagunçados e os olhos fechados, aquela cena era adorável para (S/n).

Nayeon se levantou depois de alguns segundos sentadas e foi ao banheiros fazer suas higienes matinais, (S/n) por outro lado ficou ali, ligou a televisão que estava passando um filme animada e preparou algo para ambas comerem. Após Nayeon sair do banheiro, sentaram- se na mesinha de sentro para comer o delicioso café da manhã. Não era de muito luxo mas estava muito gostoso.

...

..

.

Depois de exatos três filmes assistidos, já passavam das duas da tarde, (S/n) teria que ir embora se a Nayeon deixasse, já que a garota não queria de jeito nenhum deixar (S/n) ir.

- Nay, eu preciso resolver coisas importantes - Falou ela suspirando.

- Mas (S/a) eu vou ficar aqui sozinha, sem companhia alguma, é tortura - Cruzou seus braços e mostrou um bico em seus lábios.

- Olha, você pode assistir filmes, jogar e comer besteira, é só ligar para o restaurante do hotel, não vai ser chato. - Sorria ao ver a pose birrenta da outra.

- Mas eu queria ficar com você - Murmurou olhando para o lado, (S/n) não se aguentou e abraçou o corpo da outra, que se mantinha firme e não retribuiu ao abraço.

- Eu volto assim que der prometo - Falou no ouvido da coreana, vendo a mesma se arrepiar todinha 

- Promete? - Levantou seu dedo mindinho, (S/n) riu mas assentiu e entrelaçou seu mindinho ao dela.

- Agora eu tenho que ir - Falou se afastando e começando a juntar suas coisas, ao terminar voltou até Nayeon e lhe deu um selinho singelo, o que fez a mesma sorrir. - Se cuida Nay, qualquer coisa, me ligue ou chame os seguranças.

Nay assentiu e acenou, (S/n) deixou o quarto de Nayeon logo caminhando em passos apressados até o elevador, estava ansiosa para ver seu pai, o hospital não era muito longe dali, mas era uma boa caminhada, como a americana já tinha andando muito resolveu pedir um táxi. Após a partida do veículo, em menos de meia hora ela já estava no hospital preenchendo uma ficha para conseguir visitar o Sr. Puckett. Depois de alguns minutos preenchendo aquela maldita folha (S/n) conseguiu visitar seu pai.

-Papai! - Se aproximou com cuidado do homen, qual só teve forças para sorrir e olhar a garota.

- Quanto tempo filha, você está bem? - Indagou com.a voz fraca, (S/n) não conteve as lágrimas.

- Por que Não me falou antes? Poderiamos ter evitado, papai não me deixe - Chorou a garota ao lado do pai.

- Hey não chore, eu vou sempre estar com você - O homen tossiu - Eu não quero que sua mãe tome conta de tudo.

- Como assim?

- Esse advogado, é uma amigo meu - Colocou um papel em minhas mãos - Ele te ajudará com tudo o que precisar e sobre Mina, ela não é sua irmã.

- O-o que? Mina não é minha irmã? Como assim? - O homen fechou os olhos e tossiu mais uma vez, os aparelhos apitaram,médicos e enfermeiras entraram com pressa no quarto.

(S/n) começou a chorar como um bebê e logo foi afastada de seu pai, ouvindo apenas os médicos do lado de fora.

...

..

.

(S/n) ainda não havia acreditado, seu pai parecia esperar ela, seus olhos estavam vermelhos e inchados, sua cabeça doía de tanto chorar, ela ainda estava no hospital sendo consolado por alguns médicos. Mina chegou o mais rápido que pode, os médicos ligaram para si, pelo celular da garota mesmo, qual ela nem havia percebido o sumiço.

- (S/a)! - Agora já eram quase cinco horas, não podia mais ir trabalhar, nem queria, não tinha vontade, ela só queria ir para a casa e se trancar no quarto. Mina a abraçou com carinho, (S/n) retribuiu e voltou a chorar nos braços de Mina.

- Ele me deixou Mina, ele estava só me esperando - A garota chorava como um bebê - O que eu vou fazer sem ele.

- (S/a), vamos para a casa - Ajudou a garota a se levantar e seguiram as duas para o carro de Mina. O caminho inteiro foi silencioso, (S/n) pegou seu celular e começou a discar um número desconhecido para Mina.

- Nay? - Falou ela assim que a ligação foi atendida.

- (S/a)? Você está bem? Está com voz de choro, aconteceu algo? - Disparou a coreana.

- Calma Nay - Riu de leve - Aconteceu algumas coisas, não vou poder ir ai, peço desculpas.

- Tudo bem (S/a) já estou bem melhor, estou sem dores - Falou de modo animado.

- Que bom Nay, se cuida e coma direitinho - Fungou e sorriu de leve. - Até mais.

- Até (S/a) 

A chamada foi encerrada, Mina tinha uma pulga atrás da orelha, mas não iria perguntar, não queria brigar com a mais nova. Ao chegar em casa, Dahyun e Momo estavam sentadas no sofá rindo ao assistir um programa de TV, mas suas expressões mudaram ao ver os olhos inchados de (S/n), Mina discretamente negou ao ver Dahyun abrir a boca para indagar algo, a mais nova só assentiu e ficou quieta.

- Licença - (S/n) falou apenas isso e foi até a cozinha, novamente discou um número em seu celular, dessa vez o de Yeji.

- Olá, (S/a) está tudo bem? - Indagou a garota de modo animado.

- Yeji, posso lhe pedir um favor? 

- Ah claro!

- Pode visitar Nayeon? Ela está em um hotel, eu te mando por mensagem, ela te explica tudo e eu não vou estar podendo visitar ela.

 - Tudo bem, mas você está bem? Parece meio abatida, mesmo por áudio.

- Eu tô bem Yeji, obrigada - Mentiu. - Até mais.

- até (s/a).

Outra chamada encerrada, (S/n) pegou um copo de água e subiu as escadas, adentrou seu quarto e se trancou lá dentro.

- O que aconteceu? - Indagou Hirai após ouvir a porta do quarto fechar.

- O pai dela morreu - Mina falou suspirando ao se sentar no sofá. O silêncio tomou conta da sala novamente.


Notas Finais


Eaaai???
Gostaram?
Perdão pelos erros, até mais

[ X O X O ]


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