História A base de mentiras - Capítulo 286


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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom), Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Akabane, Ansatsu Kyoushitsu, Assassination Classroom, Karma, Karmagisa, Kayano, Nagi, Nagisa, Shiota
Visualizações 119
Palavras 2.990
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá galeraaaa! Como estão?!

TÔ DE FÉRIAS!!!! QUE FELICIDADE!!!! :D

Boa leitura!

P.S: É a mesma mulher nas fotos, a primeira é a versão atual e a segunda é ela mais nova ^-^

Capítulo 286 - Sato Kioshi


Fanfic / Fanfiction A base de mentiras - Capítulo 286 - Sato Kioshi

Nagisa

 

O Karma estava certo, pouco depois um guarda abriu nossa cela dizendo que eu tinha visita. Fui levado para um local parecido com o refeitório, com um amplo espaço com várias mesas de pedra, elas parecem ser presas ao chão.

Assim que entro, consigo identificar a Gina sentada numa das mesas e, não muito longe, está a Kamiko. Eu não tenho a mínima ideia se isso vai dar certo, na minha opinião tem tudo para dar errado. Sento-me de frente para a Gina, sentindo o olhar dos guardas sobre mim.

- Gina? – Chamo-a, visto que sentei em sua frente e ela parecia... Fora de ar. – Gina?

- Oi, oi. – Ela diz, piscando freneticamente os olhos. – Já está aqui?

- Já... – Confirmo, ela realmente não tinha me visto aqui. – No que estava pensando para ficar tão desligada?

- Uma coisa. – Responde, dando de ombros como se não fosse nada, mas eu acho que é. – Na verdade, mais de uma...

-  Está com cara de quem não dormiu. – Comento, a Gina está com cara de esgotada, essa é a definição perfeita para ela nesse momento. – Gina... Você tem certeza que quer mesmo fazer isso? Os bebês podem...

- Tenho, eu tenho certeza. – Me interrompe, não deixando-me terminar. – Além do mais, se eles conseguiram sobreviver a tudo até agora, não é por isso que irão morrer.

- O que você quer dizer com is...

- Onde está o Hibiki? – Me interrompe novamente, está começando a ficar chato. Olho de um lado ao outro, avisto a Kamiko, mas não vejo ele.  – Ele podia chegar logo... Quanto mais rápido começarmos, mais rápido acaba.

- Eu tenho minhas dúvidas se ele terá mesmo coragem de bater em v...

Dessa vez ela não me interrompe, paro por livre e espontânea vontade, ou quase isso. Antes que eu pudesse terminar, alguém pulou em cima dela e a derrubou no chão. Demoro a ter uma reação, apenas fico observando a cena tentando entender o que acabou de acontecer.

Fico ainda mais confuso quando percebo que não é o Hibiki, é o pai dela, e ele parece estar estrangulando-a. Ele aperta com força o pescoço dela, além de enfiar suas unhas com tanta força que ela começa a sangrar. Meu primeiro instinto é gritar para ela revidar, porque eu sei que a Gina consegue se livrar dele se quiser, porém não digo porque percebo algo estranho.

Ela está se deixando ser estrangulada, está permitindo que ele faça isso com ela. A única coisa que a Gina faz é fingir tentar afastar as mãos dele de seu pescoço, sei que é um teatro pois ela não utiliza as unhas dela contra ele para tirar as mãos dele dali, e arfar pela falta de ar e dor, essa parte eu já acho que seja verdadeira.

Eu entendo o que minha prima está fazendo, o que me dá permissão para classificá-la como louca. Se ela reagir, lutar contra ele, não vão correr o risco de deixá-la na enfermaria do presídio sendo que ela pode ser considerada uma ameaça. Agora, uma garota magricela que veio visitar o primo e é atacada... A Gina está seguindo o plano, só que o Hibiki não machucaria ela tanto assim, ainda não entendo porque o pai dela está fazendo isso, não entendo porque ela está aceitando ser machucada dessa forma por conta da droga de um plano.

Eu levanto e tento afastar os dois, tirá-lo de cima dela, porém sou surpreendido pela força do meu tio, que consegue me tacar no chão. A Gina olha para mim, e eu consigo ver em seus olhos um pedido real de ajuda, acho melhor eu também seguir com o plano.

- SOCORRO! ELE ESTÁ ESTRANGULANDO A MINHA PRIMA! – Grito o mais alto que consigo, fico vermelho pelo papel de ridículo que devo estar pagando, é impossível ninguém ter notado o que está acontecendo. – FAÇAM ALGUMA COISA!

Depois dos meus gritos, apenas depois disso, os guardas chegam e vão tirá-lo de cima dela, ou melhor, tentam. Ele não larga, não larga por nada o pescoço da Gina, e ela está começando a ficar roxa. Um dos guardas saca um bastão e lhe dá um choque, ele não solta ela. Outro choque e, dessa vez, conseguem separá-lo, mas a Gina desmaiou antes.

Como se não estivesse satisfeito, quando é posto de pé pelos guardas, ele chuta a Gina duas vezes, chuta elas duas vezes na barriga. Meu corpo reage na mesma hora, se levantando do chão e indo até ela, porém no meio do caminho fico lado a lado com o meu tio.

- Ela está grávida... Seu monstro. – Sussurro quando passa por mim, alto o suficiente para ele ouvir. Fecho os punhos com força para não socá-lo agora que está imobilizado pelos guardas, não posso trazer problemas pro meu lado, mas eu queria, queria muito bater nele. – Você pode ter feito-a perder os filhos, os seus netos.

Assim que ele passa por mim, sou arrastado de volta para cela, assim como todos os outros presos. Olho para trás e vejo-a sendo socorrida, fico observando-a até o momento que isso se torna impossível.

- Deu certo? – O Karma interroga, após me lançarem na cela e sumirem, acho que meu rosto já lhe deu a resposta. – O que deu errado?

- O Hibiki se atrasou e, nesse meio tempo, o pai atacou ela. – Conto, eu já tinha lhe dito que o pai da Gina estava aqui. – No final, ele chutou a barriga dela, duas vezes.

- Será que os bebê...

- Estou me perguntando a mesma coisa. – Afirmo, impedindo-o de terminar, melhor não falar em voz alta. – Tenho que dar um jeito de ir pra enfermaria... Isso se eles tiverem levado ela para lá.

- Vamos pensar em alguma coisa.

- Na verdade, não tem o que pensar. Eu só chego na enfermaria se estiver machucado. – Falo e encaro-o, esperando que leia minha mente e entenda meu plano, a parte mais difícil do plano será convencer o Karma a bater em mim.

 

Autora

 

Bem longe do presídio, mas na mesma cidade, uma bela mulher loira com magníficos olhos azuis cristalinos bate na porta de uma casa decadente. Ela espera e tenta novamente, porém ninguém atende, para seu azar a casa está vazia. Caso tivesse chegado um pouco antes, a pegaria lotada de pessoas, inclusive com o garoto que procura.

Mesmo assim, ela não desiste, não arredará o pé dali até ter certeza que o local está vazio. Ela segura a maçaneta e empurra, apesar disso não esperava que a porta fosse abrir, o que acontece. Hesitante, ela entra na casa, recordando do passado.

Aquela mulher, que era uma garota na época, lhe jurou que jamais a deixaria se aproximar do filho, não depois do que ela fez. A loira pensou que conseguiria superar, pensou que conseguiria seguir em frente... Mas ela se arrependeu, como se arrependeu, de dar ouvidos ao marido, de ficar ao teu lado. Agora, a única coisa que importa na sua vida é ver o filho, apenas ver, pois ainda é casada, e seu marido jamais o receberia na casa.

Ela anda por toda a casa, encontrando-a absolutamente vazia, apesar de bem arrumada parecia estar abandonada. A loira retorna a sala e se joga no sofá, olhando duas pequenas fotos em suas mãos. Dois bebês, um menino e uma menina, os filhos que anseia tanto por reencontrar.

A menina é praticamente impossível, seu marido colocou-a em um orfanato qualquer, está perdida pelo mundo. Mas ela ainda tem esperanças de reencontrar o primogênito, e a única coisa que queria desse encontro era poder ver como seu filho está, que tipo de garoto se tornou. A loira sabia que não tinha como bancar a mãe, até porque ele cresceu com uma mãe, ela sabe que o filho tem sua própria família, então nem pretende revelar que é a mãe dele.

Claro que seu instinto de mãe, e uma pontinha de esperança, querem que ela conte para ele que é sua mãe, o problema é o marido, ela não pode fazer isso por causa do marido, então se contentará em guardar isso para si, apenas poder vê-lo já a deixaria imensamente grata.

Infelizmente, a loira sente que não é para isso acontecer, reencontrar o filho não está no seu destino. Ligou para o número que tinha da mulher, nada de atenderem. Ligou pro marido dela, que também não atendeu. Depois ligou para a casa e, por fim, foi até a casa, a casa que está agora, com a esperança de ainda morarem ali. Estava disposta, e ciente, do risco de ter a porta fechada em sua casa pela mulher, mas ela também estava disposta a brigar e dialogar com ela até que permitisse que visse seu filho.

Mas agora seu esforço não vale de nada, ela está desnorteada. Todos os métodos de encontrar o filho se dissolveram, ela correu atrás de cada pista apenas para dar de cara em um beco sem saída. A loira fita as fotos, em especial a do menino, e começa a chorar, já totalmente sem esperanças.

Sua mente está no dia que viu seu filho pela primeira vez, o dia mais feliz da sua vida, juntamente com outro dia anos mais tarde, o dia em que sua bebezinha nasceu. E, sem dúvidas, os dias mais tristes de sua vida foi quando preciso abandonar ambas as crianças.

 

Flashback on:

 

A loira, a mais loira entre as duas, estava ajoelhada no chão, se concentrando em rezar, rezar sem parar. Sua fé era forte, inabalável, por isso recorria a reza naquele momento tão tenso, orando aos Deuses que tudo ficasse bem.

A outra só observava do seu lugar, meio sentada meio deitada nos travesseiros da cama. Ela aprendeu que a loira era muito religiosa, sua vida girava em torno da religião, isso ficava ainda mais evidente pelo terço que usava.

Nesse cenário, o médico entrou no quarto, se surpreendendo com a mulher ajoelhada no chão, até porque só havia uma garota no quarto na última vez que entrara.

- O que está fazendo? – O médico indagou, prestes a lhe dar um sermão sobre as bactérias que existem no chão do hospital, junto com as variadas doenças que se pode pegar ficando ajoelhada naquele chão contaminado.

Kioshi, a loira que rezava, levantou o rosto e, lentamente, desuniu suas mãos, parando de rezar.

- Estou rezando. – Respondeu, sem se levantar do chão. – Estou rezando para que as notícias que você traz sejam boas.

- Vocês são um casal? – Ele questionou, não teria nenhum problema se elas fossem, ele só queria entender de onde surgiu a outra loira.

- Não, ela é a mãe dele. – A loira na cama explicou, continuando antes que o médico ficasse ainda mais confuso. – Eu sou a barriga de aluguel, ela é a mãe.

O médico assentiu com a cabeça, enfim compreendendo. Se voltou para a mulher ajoelhada, precisava abaixar muito a cabeça para encará-la.

- Senhorita...

- Sato. Sato Kioshi. E é senhora, não senhorita, eu sou casada. – Informou para ele, segurando com força a cruz de seu terço, visto sua preocupação. – E meu filho?

- Apesar do parto ter sido prematuro e realizado fora do hospital, os exames mostraram que seu filho é uma criança completamente saudável. – O médico revelou, trazendo alívio para as duas mulheres, mas nada poderia se comparar ao alívio sentido pela Kioshi, a mãe do bebê. – Vou mandar uma enfermeira trazer seu filho para você conhecê-lo.

O médico saiu do quarto, deixando as duas mulheres sozinhas, as duas estavam à beira das lágrimas, nenhuma delas acreditava que aquilo estava mesmo acontecendo.

- Louvados sejam. Louvados sejam. – A loira soluçou, voltando a rezar, daquela vez era para agradecer. – Louvados sejam.

- Parabéns. – A mulher internada falou, atraindo o olhar da ajoelhada. Finalmente, ela se levantou do chão, indo se sentar na beirada da cama.

- Já segurou ele? – Kioshi indagou, ainda com as mãos unidas, como em uma prece.

- Sim. – Confirmou, a verdade era que o bebê surpreendeu a todos nascendo antes da hora. Kioshi estava viajando, e acabou sabendo apenas quase dois meses depois que seu filho havia nascido, a primeira coisa que fez quando soube foi correr para o hospital. – Eu segurei ele no dia que nasceu e várias outras vezes... Era tão pequeno no início, quando o trouxe para cá. É difícil acreditar que um bebê daquele tamanho, em pouco tempo, cresceu tanto... Não acredito que consegui dar à luz a um menino saudável.

- Conseguiu, você conseguiu. – A loira de olhos azuis afirmou, limpando as lágrimas de felicidade que lhe escapavam, aquela situação era surreal. A garota a sua frente tinha acabado de lhe dar algo que nunca conseguiria sozinha, lhe deu um bebê completamente saudável. – Eu não... Eu não tenho pa-palavras para expressar o que vo-você fez por mi-mim, o que e-estou sentindo... Vo-Você realizou me-meu maior sonho, mu-muito obrigada.

- Há quanto tempo vem tentando ter filhos?

- Seis anos. – Respondeu, mas todo esse tempo passou a fazer algum sentido para ela, finalmente conseguiu tudo que mais desejava nesse mundo, a benção de um filho.

- Seis anos? Nossa, eu pensei que você fosse apenas um pouco mais velha que eu. – Comentou a mais nova, ela tinha certeza que elas tinham idades aproximadas, mas se a loira estava tentando engravidar a seis anos, era impossível terem idades próximas.

- Mas eu sou, eu acabei de completar vinte anos. – Contou a de olhos azuis, as pessoas sempre se impressionavam. Para a sua família, e a de seu marido, ela ter se casado com doze anos foi normal, porém as outras pessoas não pensam o mesmo. É uma tradição da sua família, ela foi criada sabendo que se casaria cedo. – Como é a sensação de estar grávida? Eu nunca passei do primeiro mês de gravidez.

- Tirando os enjoos, as tonturas, os desejos estranhos, a fome excessiva, o fato de nenhuma roupa caber, não encontrar um posição confortável pra dormir... É legal. – Brincou e, por costume, pois a mão na barriga, logo se lembrou que o bebê já havia nascido, de repente aqueles meses, para ela, pareceram ter passado rápido demais. – Sabe, passar por isso me fez pensar... Sinceramente, eu não pensei que eu conseguisse levar uma gravidez até o final, ou quase até o final, eu só aceitei porque estava desesperada pelo dinheiro... Mas eu consigo, eu consigo e a experiência foi... Acho que quero ter um filho com o meu marido.

- Tente e, se for do desejo dos Deuses, você conseguirá. – A mais velha aconselhou, ela tinha certeza que a outra não se arrependeria se tivesse um filho. – Você é uma abençoada, acho que não deve desperdiçar sua fertilidade.

- Qual de vocês duas é a mãe desse principezinho? – Uma enfermeira entrou e perguntou, segurando o bebê embrulhado nos cobertores. A loira se levantou da cama e foi até a enfermeira, porém hesitou na hora de pegar o bebê, estava assustada e nervosa, ansiosa e feliz. – Pega, pode pegar, você não vai deixar ele cair.

Por fim, a Kioshi pegou o bebê nos braços e, por um momento, pensou que desmaiaria, coisa que não aconteceu. Ela ficou encarando o bebê, completamente desnorteada com a situação, ela estava segurando seu filho, estava segurando em mãos um pequeno milagre.

- Oi filho. – Falou, tendo que deixar as lágrimas escorrerem, pois não tinha mãos para limpá-las. – Aqui é a mamãe filho, você não conhece muito bem a minha voz, né? Você conhece a voz da titia, mas vamos ter muito tempo para conhecer um ao outro, tá bom?

O bebê, ao perceber o barulho da voz da mãe e os seus braços, abriu os olhos, olhinhos vermelhos que encantaram a novata mamãe. A loira abaixou a cabeça e deu um beijinho de esquimó no filho, em seguida deu-lhe um beijo na testa.

- Meu pequeno esperado milagre... – Sussurrou, tão baixo que apenas ela e o bebê ouviram. – Prometo que será muito feliz. Assim que possível, nós vamos para casa, onde eu vou mostrar o seu quartinho que eu decorei com todo o carinho... E, daqui há pouco, você vai conhecer o seu papai.

- Como ele se chamará?

- Eu... Eu não sei. – Ela confessou para a barriga de aluguel, sorrindo ao constatar os fiapos de cabelo loirinho em sua cabeça, naquele momento ela soube que ele tinha herdado seu cabelo. – Pensei tanto em nomes, até fiz uma listinha... Mas, vendo-o agora, acho que nenhum daqueles nomes combinam com ele.

- Kioshi, posso te pedir um favor? – Perguntou baixinho a garota deitada, que não conseguia parar de fitar os dois juntos, sendo tomada por uma mistura de emoções entre alegria e tristeza. A loira se virou para ela e assentiu, ela nunca seria capaz de negar nada a garota que lhe deu um filho. – De vez em quando, quando ele crescer... Você pode me mandar algumas fotos?

- Claro, e já se considere convidada para todos os aniversários dele! – Exclamou, para tentar disfarçar seu verdadeiro pensamento e emoção. A loira compreendia o que a outra estava sentindo, aquela garota carregou o filho dela por quase nove meses em sua barriga, sabia que era possível que ela criasse algum vínculo emocional com o bebê... E a Kioshi não iria separá-los, vez ou outra estava até disposta a levar o pequeno para visitá-la, pensou até na possibilidade de se tornarem amigas. – Quer segurá-lo um pouco?

- Não. – Ela negou para o alívio da loira que, na verdade, não queria largar o filho tão cedo, sentia que não conseguiria. – Posso fazer uma sugestão? Sugerir um nome?

- Sim, até porque eu estou precisando de ajuda nessa parte.

- O que você acha de Shiro?

- Shiro? – Repetiu, focando no bebê. Em seus fiapinhos loiros, os olhos vermelhinhos e as bochechas gordinhas. – Shiro. Sato Shiro.

- E então?

- Eu... Eu gostei Izumi. – Respondeu, sorrindo por ter encontrado o nome perfeito para seu filho. – Sato Shiro, esse vai ser seu nome.

 

Flashback off:


Notas Finais


Trechos do próximo capítulo:

- Por que nos apaixonamos? Não existe essa complicação de amor com os animais. Eles entram no cio, acasalam com qualquer um e pronto, problema resolvido. Não existe amor, remorso, arrependimento... Nada, é simples e direto.
- E qual seria a graça de tudo isso sem amor?
- Como pode achar o amor algo bom? Eu amava meus pais, eu amava minha irmã e tive que ver todos os três mortos. Eu amo meus irmãos mais novos e esse amor quase me destruía quando eles caiam doentes e eu não podia fazer nada, absolutamente nada por eles. Agora eu amo você e eu não passo de um amigo pra você, e o universo ainda conspira contra mim para você ser apaixonado por ninguém menos que a minha prima... É, eu sou o maior azarado quando se trata do amor.

- Co-Como ela morreu? Como?
- Vamos embora. Vamos voltar pro carro Aoi, aqui... Aqui não é lugar para criança e pode não ser seguro.
- OU VOCÊ ME DEIXA VÊ-LA OU ME DIZ COMO ELA MORREU!

A palavra de hoje é "Wiskytal"
Kissus


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