História A base de mentiras - Capítulo 300


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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom), Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Akabane, Ansatsu Kyoushitsu, Assassination Classroom, Karma, Karmagisa, Kayano, Nagi, Nagisa, Shiota
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Palavras 2.714
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá galeraaaa! Como vão?!

E HOJE É O CAPÍTULO 300 DA FANFIC!!! EU NUNCA PENSEI QUE ELA CHEGARIA TÃO LONGE!!! OBRIGADA A TODOS QUE ME ACOMPANHARAM ATÉ AQUI E NÃO DESISTIRAM DA FANFIC MESMO ELA SENDO TÃO GRANDE!!! <3<3<3

BOA LEITURA!

Capítulo 300 - Poderes - Parte seis


Fanfic / Fanfiction A base de mentiras - Capítulo 300 - Poderes - Parte seis

Shiro

 

Isso não faz sentido por vários, mas vários motivos. Meu pai era um criminoso pelo que fazia comigo e com a Gina, mas não é esse tipo de criminoso igual que eu sou, que o Kaede é.

E... E meu pai era um imprestável, um vagabundo. Ele até trabalhou um tempo quando eu era muito pequeno, mas era um trabalho normal, não fazer serviços para um mafioso.

Depois disso, quando meu pai perdeu o emprego ou se demitiu, não sei bem o que aconteceu, ele nunca mais trabalhou. E sempre que mamãe estava internada ele saía à noite para beber em algum lugar, transar com uma prostitua qualquer... Não era isso que ele fazia quando saía? Ele ia beber, e não trabalhar para um mafioso, certo?

- E como vai seu pai? – Ele me pergunta, me tirando do meu turbilhão de pensamentos. Eu nunca entendi meu pai, principalmente depois da minha experiência como pai da Cho. Eu nunca, nunca, levantaria a mão para ela, muito menos a estupraria, porém eu pensei que o conhecesse, só que meu pai sempre acha um jeito de me surpreender.

- Preso. – Respondo, me detendo a tempo de falar muito bem antes do preso.

- Preso?! – Ele repete, provavelmente saber que um cara que já lhe prestou serviços está preso não é uma boa coisa, meu pai poderia abrir a boca e contar coisas que lhe incriminariam. – Pelo que ele foi preso? Posso ligar para uns advogados e tirá-lo de lá rapid...

- Não! – Exclamo, quase em um berro, com certeza isso foi estranho. Mas eu não consegui me conter, só a ideia do meu pai ficar livre novamente me dá calafrios. Eu não duvido da capacidade dos advogados do Kaede, acredito que eles são capazes de tirar meu pai hoje mesmo se quiserem, e isso não pode acontecer, nem pensar. Quando o prendemos, eu e a Gina estávamos contando que ele só saísse de lá após o décimo oitavo aniversário dela, se ele sair antes... Na melhor das hipóteses tudo volta a ser como era antes, numa das piores hipóteses ele manda a Gina de volta para aquele hospício. – Não solta o meu pai.

- Você não quer que ele seja solto?

Concordo com a cabeça, sem lhe encarar, tentando silenciar minha mente. Todas as ameaças, tudo que pode acontecer caso ele seja solto começa a passar pela minha cabeça, um cenário pior que o outro.

- Papai?

Viro a cabeça na direção da voz, me deparando com a Cho. Esqueço o que estava fazendo e corro até ela, tiro-a da cadeira de rodas e pego-a no colo, abraçando-a com força. Uma das ameaças do meu pai era chamar o conselho tutelar, somos menores de idade e não poderíamos estar cuidando da Cho, ele ameaçou tirar nossa filha de nós e a mandar para longe.

- Eu te amo. Eu te amo muito. – Sussurro, dando vários beijinhos em sua bochecha e na testa, sua risada é o melhor som que existe. Um som que eu pensei que nunca mais ouviria quando ela entrou em coma, e um som que eu não quero que seja arrancado de mim pelo meu pai. – Te amo muito filha.

- Filha? – O Kaede repete, me fazendo lembrar do que eu estava fazendo, mesmo assim eu não largo a Cho. – Você é pai?

- Sou. – Confirmo, até porque eu tenho muito orgulho disso, não tenho porque esconder.

- E a mãe da menina?

- Não é filha dele, não de sangue. – A Hasi se mete, ligo a pergunta que o Kaede me fez e a resposta da Hasi. Acho que eu tenho que convencê-lo de que sou um bom partido para a filha dele, e eu ter uma filha com outra mulher não é um bom jeito de começar. – O Shiro encontrou uma menininha abandonada e criou ela como filha, mas não é de sangue.

- E você está de bem com isso? – Ele pergunta, mas dessa vez não é para mim, é para a esverdeada.

- Claro, a Cho é um doce de menina. – Responde, lançando um beijo para a Cho que sorri com o gesto. – E ver como o Shiro a trata foi um dos motivos deu me apaixonar.

Mentira, talvez essa seja uma das maiores mentiras que já ouvi a Hasi dizer. Ela não me ama, eu não a amo, não somos nada além de bons amigos que precisam convencer um mafioso de que estamos apaixonados.

 

Nao

 

Muita coisa se passa por minha cabeça, raiva foi a primeira delas e agora está quase extinto. Humilhação, vergonha e incapacidade, esses acabaram sendo os sentimentos sucessores da raiva, mas diferente dessa primeira esses ainda não desapareceram.

Talvez eu ainda esteja com raiva daquele pirralho e do modo como manda aqui dentro, como se fosse um homem quando não passa de um garoto metido a adulto, tenho certeza que não seria tão corajoso sem o bando de musculosos que o obedecem cegamente.

Novamente, novamente estou me deixando levar pela raiva, e eu não quero que isso aconteça. Está certo, confesso que ainda estou com muita raiva, e essa raiva não irá passar tão cedo. Eles me usaram, me humilharam, me estupraram, então óbvio que estou fervendo de raiva.

Mas não é apenas isso que está se passando pela minha cabeça, eu comecei a pensar em outra coisa. Na verdade, eu já estava pensando nisso antes... Eu não consegui tirá-los da cabeça pelo que aquele garoto falou, o magricelo que parecia uma garota que antes estava ao lado do pirralho metido a adulto.

A Gina está grávida, minha filha está grávida e ela só tem... Quantos anos ela tem? Menos de dezoito, isso eu tenho certeza, porém não faço a mínima ideia de qual seja sua idade exata. Deve ser mais de doze, garotas de doze anos não tem aquele corpo que ela tem. É algo entre treze e dezessete anos, mais nova que a Izumi quando teve o Shiro.

Quando eu perdi sua noção de idade? Nós sempre fazíamos algo simples para comemorar o aniversário da Gina e do Shiro, quando isso parou de acontecer? Na verdade, sempre foi a Izumi que fazia questão de não deixar o aniversário deles passar em branco, aniversários sempre me pareceram um gasto desnecessário de dinheiro.

Apesar disso, era divertido, era gratificante ver a felicidade deles, fazia valer a pena o dinheiro gasto. Mas depois de tudo não faz sentido, com tantas coisas dando errado não se existiam mais motivos para comemorar.

 

Flashback on:

 

Peguei minha arma, Izumi me mataria se a encontrasse, principalmente agora com os nervos dela à flor da pele. Ela nunca havia gritado comigo, até o dia que eu perdi a Gina e nos outros três que se seguiram, Izumi parecia querer me matar toda vez que me via.

Não julguei-a, eu também queria me matar por perdê-la, até agora eu não sei como ela sumiu. Em um momento a Gina estava do meu lado e depois ela não estava mais, crianças não deveriam ser capazes de desaparecer desse jeito, deveriam vir com GPS embutido.

Desde que a polícia ligou aqui pra casa eu quis pegar minha arma, porém eu não podia fazer isso com a Izumi, com ela aqui. Fomos todos pro hospital e eu arranjei uma desculpa para sair, mas não posso demorar muito senão a Izumi irá desconfiar... Ou talvez nem note, no estado de nervos que ela está não duvido nada que quando eu voltar ela vai ter sido internada novamente.

Tenho certeza que não estou pensando direito, acho que estou entrando numa missão suicida, mas eu não me importo. Eu mato aquele desgraçado, mato nem que eu morra no processo, mas eu levo ele pro inferno de qualquer jeito.

- Kaede... – Sussurro, apertando com força a arma em minha mão enquanto ando apressado pelas ruas, me dirigindo até a casa dele. – Você vai pagar seu filho da puta.

Eu chego no portão da casa e não sou barrado, consigo entrar sem problema algum. Os seguranças me conhecem, afinal eu devo vir aqui pelo menos duas vezes na semana para deixar e buscar meus filhos... Ele pode ser um mafioso, um assassino, mas eu nunca pensei que faria isso com a minha filha.

Ela o chamava de tio, ela confiava nele, ela gostava dele. A Gina me perguntava quando ia voltar, ambos gostavam de brincar com a filha dele e brincar com ele também... Ela não deve ter hesitado em seguir ele, ela deve ter ido de bom grado com ele quando se perdeu.

- Covarde. – Afirmo, destravando a arma e apontando na sua direção, tive muita sorte de encontrá-lo logo de cara no salão. – Desgraçado.

- O que houve Nao? – Ele indaga, se voltando para mim com a maior calma do mundo, definitivamente eu quero botar um buraco de bala no seu rosto.

- O que houve?! – Repito, negando com a cabeça, ele não vai bancar o inocente. – Minha filha está no hospital por sua culpa!

- Ela sobreviveu? Era para estar morta. – Responde com a maior calma do mundo, tranquilidade, ele está tranquilo falando que era para a garota de quatro anos que ele estuprou estar morta. – Bem, acontece, mas se ela abrir a boca e falar que fui eu... Aí eu vou acabar o que comecei.

- ELA NÃO VAI FALAR NADA! ELA NÃO CONSEGUE FALAR NADA! – Grito, se eu senti raiva quando soube do acontecido, eu enlouqueci quando pude ver minha filha. Não era ela, não era a menina energética, empolgada, arteira e sorridente que Sasaki Gina é, era outra pessoa. – VOCÊ DESTRUIU A MINHA FILHA!

- Já te disseram que é muita burrice apontar uma arma para o maior mafioso do Japão? – Uma garota interroga atrás de mim, logo sinto algo encostando na parte da trás da minha cabeça, um cano.

- Minha sobrinha tem razão, todos que fizeram não estão mais vivos. – Fala, quase em tom de ameaça, seria uma ameaça se sua voz não aparentasse a mesma leveza estampada em seu rosto. – Mas eu teria prejuízo se te matasse agora, por isso podemos chegar a um acordo se você abaixar essa arma.

- ELA TEM QUATRO ANOS! – Berro, com a arma tremendo em minhas mãos, tremendo muito. – ELA SÓ TEM QUATRO ANOS E ADORAVA VOCÊ! CONSIDERAVA VOCÊ UM TIO! ELA É SÓ UMA CRIANÇA QUE NUNCA TEVE NADA A VER COM ESSA MERDA TODA!

- Sabe a garota que está atrás de você, ameaçando te matar caso você atire em mim? Ela é minha única sobrinha, Kaede Jazmin, e eu tentei estuprá-la quando era um bebê. – Ele conta, e eu fico completamente sem reação diante disso, o cara tentou estuprar a própria sobrinha. – Ela também não tinha nada a ver com a minha rixa e a do meu irmão, mas ela nasceu no lugar errado, estava no lugar errado e na hora errada. O mesmo vale para sua filha.

- Psicopata. – Digo, quase em um sussurro, não existe palavra melhor para descrevê-lo. – Você é um louco, você é um doente... Você nem ao menos sente remorso ou culpa, é a droga de um monstro que pode ter traumatizado minha garotinha pelo resto da vida e nem se importa!

- Eu traumatizei ela? Não, eu não fiz nada. – Ele nega, andando para a frente, se aproximando de mim. – Foi você que fez isso com ela.

- Claro que não, você que estuprou-a.

- Sua filha estava completamente sozinha numa rua. – Ele retruca e eu não digo nada, ele também nem me dá a chance de dizer antes de continuar. – Quem deixa uma criança de quatro anos sozinha?

- Eu a perdi, foi um acidente. – Rosno, ele está tentando fazer eu me sentir culpado, mas foi um acidente, uma fatalidade. A culpa é dele, ele que sequestrou-a e a estuprou por três dias.

- Você deve estar sempre atento com crianças, elas adoram correr para longe na primeira oportunidade... E sabe se lá o que pode acontecer com elas caso desapareçam. – Ele quase zomba, o sarcasmo evidente na voz. – Nada disso teria acontecido se você não a tivesse perdido.

- Você iria atrás dela.

- Não, eu não iria. – O Kaede nega, e eu também nego, ele está mentindo. – Meu alvo era sua esposa, porém quando eu vi a sua filha... Tirar a virgindade da sua filha me pareceu algo muito melhor e mais fácil do que fazer qualquer coisa com sua esposa que fica monitorada vinte e quatro horas dentro do hospital.

- Foi um acidente.

- Eu te avisei que se você não voltasse a seguir as minhas ordens, haveriam consequências. – Ele afirma, transparecendo a autoridade em sua voz. Eu parei de trabalhar para ele, eu parei porque não sou um assassino, eu acabaria enlouquecendo se continuasse com aquilo, matando pessoas. – E, mesmo sob ameaça de um mafioso como eu, você ainda perdeu sua filha, deixando-a desprotegida e vulnerável. Você a perdeu, você pegou empréstimos comigo, você que não quer seguir minhas ordens... É tudo culpa sua, você estava pedindo que eu fizesse isso com a sua filha, e eu fiz.

- Não...

- Sim, a culpa é sua. – Ele fala, mal percebo que estou chorando, e nem sei há quanto tempo estou chorando. Lentamente abaixo a arma, porque ele tem razão, a Gina estaria bem e segura se eu não tivesse sido descuidado.

Tremendo ainda mais, talvez por conta das lágrimas ou do que estou prestes a fazer, volto a levantar a arma. Dessa vez, não aponto-a para o Kaede, aponto a arma para a minha própria cabeça.

Ele está certo, eu causei isso para a minha garotinha... Minhas escolhas erradas, meu pensamento egoísta e minha distração fizeram com que a Gina ficasse nesse estado. Minha pequena está internada e nem temos certeza se sobreviverá, e mesmo que sobreviva, o psicológico dela está estraçalhado.

- Jazmin, abaixe a arma, não precisamos de duas armas apontadas para a mesma pessoa. – Escuto-o falar em meio a minha tremedeira e lágrimas, eu sou um péssimo pai e a Gina ficará muito melhor sem mim. – Você também deveria abaixar a arma Nao, porque, se você morrer, eu não vou continuar bancando o tratamento médico da sua esposa e ainda cobrarei com ela a sua dívida.

- De-Desgraçado. – Xingo-o novamente, nem mesmo morrer em paz ele deixa. – Va-Vai decidir até a ho-hora que eu mo-morro?!

- Não estou decidindo nada, está por sua conta, você que decide se vai viver e pagar sua dívida trabalhando para mim ou se vai se matar e ferrar de vez a vida de toda a sua família, não só a vida da sua filha.

 

Flashback off:

 

Começo a chorar, choro tanto quando nesse dia. O que diabos eu fiz com os meus filhos durante todos esses anos?! Eu os fiz passar por essa sensação horrível que estou sentindo e senti agora há pouco durante... Durante a vida inteira deles?!

O Shiro e a Gina nunca tiveram culpa da saúde frágil da Izumi, ela sempre foi doente e eu sempre estive ciente de que ela não viveria muito. O Shiro e a Gina não tiveram culpa dos empréstimos que eu pedi, eu já precisava de dinheiro para sustentar-nos desde antes deles nascerem... Eles não tiveram culpa deu ter que matar pessoas, a culpa disso foi toda minha por culpa das minhas decisões erradas.

A Gina não tinha culpa de chorar o tempo inteiro, ela não choraria se eu tivesse prestado mais atenção nela naquele dia. O Shiro não tinha culpa de exigir atenção das formas mais irritantes, ele era só uma criança e crianças precisam de atenção dos pais, e com a Izumi internada ele só tinha a mim.

Agora, eu tenho culpa de ter perdido a cabeça, de ter feito o que fiz com meus filhos. E eu queria ter tido esse choque de realidade antes, quando ainda talvez desse tempo de voltar atrás e consertar as coisas.

Eu queria que tivessem me estuprado antes, que tivessem me feito sentir na pele o que eu fazia meus filhos passarem. Eu nunca quis machucá-los, eu nunca quis lhes fazer mal, meu pensamento sempre foi proteger a Izumi e eles... Mas de repente eu comecei a ver eles como um problema, como os culpados de todas as minhas desgraças sendo... Sendo que eles sempre foram os mais inocentes de tudo isso.

CONTINUA...


Notas Finais


Trechos do próximo capítulo:

- Ca-cabelo preto fi-fica muito me-melhor em vo-você do que e-em mim.
- Annelise... Eu posso... Eu posso vir a ser o seu pai?
- Está louco?! Isso é impossível Raiden, completamente impossível!

- Você não sabe, mas eu sei! Eu vou ter paralisia cerebral, eu vou arruinar a sua vida, a vida de vocês dois! E-Eu não quero i-isso, nã-não quero a-arruinar a vi-vida de vo-vocês e não que-quero ser es-esquecida, la-largada em a-algum lugar... Se vo-você tiver ce-certeza que sua fi-filha sou eu, po-por fa-favor, dá um je-jeito dela me a-abortar.
- Não. Não, não vou fazer isso, ninguém irá te matar novamente... Confesso que isso é muito estranho, mas saber que você será minha filha me trás um alívio muito grande, agora eu posso lhe prometer que nada de ruim irá acontecer contigo. Eu mato, juro que mato, qualquer pessoa que se atrever a tentar fazer-lhe mal.
- I-Isso é in-insano Raiden, não po-posso ser su-sua fi-filha...

A palavra de hoje é "Nasusponsa"
Kissus


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