História A base de mentiras - Capítulo 301


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Categorias Ansatsu Kyoshitsu (Assassination Classroom), Mitologia Grega
Personagens Personagens Originais
Tags Akabane, Ansatsu Kyoushitsu, Assassination Classroom, Karma, Karmagisa, Kayano, Nagi, Nagisa, Shiota
Visualizações 57
Palavras 2.851
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oiii pessoal! Como estão?!

Já é quase meia-noite, então desejo um feliz dia dos pais para todos os bons pais desse mundo! ^-^

Boa leitura!

Capítulo 301 - Poderes - Parte sete


Fanfic / Fanfiction A base de mentiras - Capítulo 301 - Poderes - Parte sete

Raiden

 

Eu consegui puxar meu pai para conversar em particular, sem minha madrasta, meus malditos irmãos e aquele cara enchendo seus ouvidos para aceitar a proposta. Eu precisava de paz, e eu escolhi esse lugar justamente porque acho que aqui é mais fácil alterar sua decisão.

- Eu sei que um bilhão é... É tentador. – Afirmo, foi esse o preço máximo que o cara ofereceu. Como último recurso, eu contei que ela estava grávida de mim, foi aí que o negociador ofereceu um bilhão por ela. Meu pai ia aceitar, aceitaria com a condição de esperarem a criança nascer, mas por sorte eles precisam do coração dela hoje, e meu pai estava hesitando em aceitar depois deu contar sobre a gravidez. – Mas pai, ela não é uma simples escrava, ela... Ela está carregando um filho meu, seu primeiro neto.

- Qual acordo que nós tínhamos feito em relação à ela? – Ele indaga e engulo em seco, desviando o olhar, até que estava demorando para meu pai tocar no assunto.

- Só poderia dormir com ela após nosso casamento, depois que ela completasse dezoito anos. – Sussurro, sinceramente eu nunca entendi isso, porém nunca tive coragem suficiente para questionar meu pai.

- Se você tivesse cumprido nosso acordo, não estaríamos nessa situação.

- Se eu tivesse cumprido o acordo, ela estaria morta. – Retruco, não pedirei desculpas por tê-lo desobedecido, o que eu fiz é o único motivo que existe para ela ainda estar viva. – Ela pode ser sua pai, sua propriedade, mas o bebê não é seu, você não pode deixar que matem o meu filho.

- Você vai assumir?

- Que tipo de pergunta é essa? Claro que vou. – Confirmo, isso foi uma pergunta completamente sem cabimento. A criança é minha, disso não existem dúvidas, então é óbvio que irei assumir.

- Quer pôr o nome Arai no filho de uma escrava?

- Não é o filho de uma escrava, é meu filho.

- Seria se vocês já fossem casados. – Corrige, para mim dá tudo no mesmo, casados ou não o filho é meu. – Ela ainda não carrega o seu sobrenome, ela ainda será uma escrava até completar dezoito, então essa criança é uma escrava assim como ela. É um filho ilegítimo.

- Você só pode estar zoando com a minha cara. – Afirmo, até acredito que meu pai tenha esse tipo de pensamento, mas ele não pode pedir que eu entenda, porque eu não entendo. – Meu filho tem tanto direito de carregar o nome Arai quanto eu tenho. O que eu sou pai? Um filho ilegítimo, um bastardo, o filho de uma prostituta com quem você teve um caso, sou literalmente um filho da puta... Meu filho tem ainda mais direito do que eu, ao menos eu não tenho uma esposa e estou noivo da mãe dele, bem diferente de você quando engravidou minha mãe.

Ele fica mudo, claro que fica, ele não tem como me contradizer. Se meu pai continuar dizendo que meu filho não pode ter o sobrenome Arai, ele estará dizendo que eu também não mereço meu próprio nome.

- E então? – Ponho pressão, porém olho rapidamente para a azulada adormecida por conta dos remédios que tomou. – Irá sacrificar minha noiva e meu filho, seu único neto, por um bilhão?

- Nunca pensei que vê-lo apaixonado por uma garota me traria prejuízo. – Ele conta e suspira, indo até a porta do quarto do centro médico. – Pegue ela, estamos indo embora daqui, as negociações acabaram.

Juro que, quando meu pai saiu do quarto, faltou pouco para eu cair ajoelhado no chão. O alívio era tão grande que quase tirou meu equilíbrio, eu realmente duvidava se conseguiria ou não convencer meu pai.

- Raiden.

Abro os olhos, os quais nem percebi que tinha fechado, e os levo até a dona da voz. Ainda é estranha as aparições repentinas da Annelise, porém também é reconfortante a sensação de que a qualquer momento eu posso revê-la.

Iria falar algo, alguma palavra carinhosa, porém paro quando observo Annelise com a atenção. Na verdade, nem precisa de tanta atenção para reparar a chamativa mudança nela. Aproximo-me da cadeira onde ela está sentada, para me certificar de que estou vendo certo, poderia ser algum estranho efeito causado pela luz.

- Raiden? – Ela repete, deve estar estranhando minha expressão, porque eu devo estar com a cara mais perdida do mundo.

- Desde quando seu cabelo é preto? – Interrogo, tenho certeza que hoje cedo seu cabelo era azul, azul escuro, como sempre foi. Mesmo sendo escuro, seu tom nunca nem chegou perto desse preto que toma conta de todos os seus fios.

- Que? – Ela indaga, pegando uma mecha entre os dedos e puxando para a frente, seus olhos se arregalam em descrença e ela solta a mecha, quase como se a mecha tivesse lhe dado um choque.

Annelise não diz nada e eu também não, a diferença é que seus olhos estão focados em um ponto aleatório atrás de mim, enquanto eu encaro-a fixamente. Ela é linda de qualquer jeito, tanto com os fios azuis escuros quanto com esse preto profundo, tão escuro que chega a ter uma leve tonalidade azulada. Apesar do leve brilho azul, seu cabelo agora está preto, sem dúvidas é preto.

Quando consigo desprender meus olhos do seu cabelo, descendo-os para seu rosto, vejo que está com os olhos marejados. Fico preocupado e quase a abraço, porém me lembro a tempo que não conseguimos nos tocar, por isso apenas me ajoelho bem diante de suas pernas.

- O que houve? – Murmuro, mas não é como se alguém pudesse nos ouvir, a única pessoa que está aqui além de nós está dormindo sob efeito de remédios. – Eu não posso te ajudar se você não me explicar o que está acontecendo.

- Me-Meu ca-cabelo. – Ela soluça, ajeitando uma parte dele atrás de sua orelha, eu queria ser capaz de fazer isso por ela. – E-Estou mu-mudando... E-Estou fi-ficando pa-parecida com os me-meus pa-pais.

- Ainda é você. – Falo, como eu gostaria de poder segurar em suas mãos agora. – Uma mudança na cor de cabelo não significa nada, você ainda é a Annelise, a minha Annelise.

- Ma-Mas por quanto te-tempo? – Interroga, e isso é algo que não tenho como responder. Se falar eternamente, estarei mentindo, quando ela renascer não se lembrará mais de mim, não será mais a minha Annelise.

- Pelo tempo que durar. – Respondo, ela me dá um trêmulo sorriso e concorda, algo que não combina com as suas lágrimas que não param de cair. – Você fica linda de cabelo preto.

- Ca-cabelo preto fi-fica muito me-melhor em vo-você do que e-em mim. – Ela gagueja, e é quase como se tacassem um balde de gelo em mim, porque o balde de água fria já foi tacado antes, quando eu soube que Annelise iria nascer novamente. Pode ser paranoia minha, porém é coincidência demais para ser coincidência.

- Annelise... – Chamo-a, para chamar sua atenção, hesito quando encaro seu rosto manchado pelas lágrimas. A reação dela é  imprevisível, mas eu não posso guardar essa dúvida apenas para mim. – Eu posso... Eu posso vir a ser o seu pai?

- Está louco?! – Ela exclama e começa a rir, mesmo com as lágrimas. – Isso é impossível Raiden, completamente impossível!

- Uma garota está grávida de mim. – Revelo, sem mencionar que é a garota adormecida na cama desse quarto, não sei o que Annelise pensaria. – Não pense que eu te esqueci! Eu não te esqueci Annelise, é que aconteceram tantas coisas e eu...

- Tudo bem, eu... Eu não me importo com isso. – Ela nega, mas seu tom de voz está estranho, e não é apenas por conta do choro. – Por que... Por que você acha isso?

- Porque seu cabelo está da cor do meu, você descobriu que iria renascer justamente quando descobri que ela estava grávida e...

- E?

- E a médica desconfia de algum problema no bebê. – Respondo, engolindo em seco por ter realmente mencionado isso. Annelise abaixa a cabeça e para de me encarar, porém balança a cabeça de um lado ao outro, negando alguma coisa.

- Nã-Não. – Ela verbaliza a negação, ainda sem encarar. – Vo-Você só tem de-dezoito anos... Nã-Não vou arruinar su-sua vida, não que-quero ser um pe-peso na sua vida, eu... E-Eu não quero que você me ve-veja com pa-paralisia cer...

- Você não vai arruinar a minha vida. – Interrompo-a, seria impossível a Annelise destruir minha vida, um raio de luz como ela não é capaz de fazer isso. – E nós ainda não sabemos se você terá paralisia cerebral, ainda é muito cedo para sab...

- Você não sabe, mas eu sei! – Ela quase grita, as lágrimas passam a cair com mais intensidade, e eu nem sei como isso é possível. – Eu vou ter paralisia cerebral, eu vou arruinar a sua vida, a vida de vocês dois! E-Eu não quero i-isso, nã-não quero a-arruinar a vi-vida de vo-vocês e não que-quero ser es-esquecida, la-largada em a-algum lugar... Se vo-você tiver ce-certeza que sua fi-filha sou eu, po-por fa-favor, dá um je-jeito dela me a-abortar.

- Não. – É a minha vez de negar, e faço isso com ainda mais veemência que ela. – Não, não vou fazer isso, ninguém irá te matar novamente... Confesso que isso é muito estranho, mas saber que você será minha filha me trás um alívio muito grande, agora eu posso lhe prometer que nada de ruim irá acontecer contigo. Eu mato, juro que mato, qualquer pessoa que se atrever a tentar fazer-lhe mal.

- I-Isso é in-insano Raiden, não po-posso ser su-sua fi-filha...

- É insano, é surreal, mas também é maravilhoso. – Retruco, mesmo isso parecendo uma brincadeira cruel do destino, também parece um presente divino. – Eu vou ser seu pai e vou te dar uma vida de princesa, vou te dar a vida que você deveria ter tido na primeira vez que nasceu.

- Raiden. – Ela suspira meu nome, parecendo incrédula, porém eu falo a mais pura realidade. – Eu não po-posso ter uma vi-vida de princesa, eu não vo-vou ser u-uma garota no-normal.

- E o que isso tem a ver? – Indago, pegando meu bloquinho e minha caneta novamente, pronto para anotar mais coisas. – Eu vou realizar todos os seus sonhos, cada um deles... Então, o que você gostaria de fazer que você nunca fez?

- Raiden...

- Esqueça que você terá paralisia cerebral, imaginei que você é uma garota completamente saudável... O que você gostaria de fazer? – Insisto, porque eu darei um jeito de transformar todos os seus sonhos em realidade, farei essa sua vida valer a pena pelas duas.

- Eu queria... Eu queria ver os fogos do ano-novo. – Ela sussurra, quase como se tivesse medo de falar em voz alta. Lembro dela ter me dito que, quando ela estava no hospício, ela ouvia o barulho dos fogos e tinha vontade de saber que som era aquele. – Eu queria ir numa praia, eu queria ver o mar... Eu queria sentir o mar.

Eu sei que a Annelise teve um passado horrível antes de nos conhecermos, uma vida desgraçada, mas nunca imaginei que seus pedidos fossem... Fossem tão simples . Ver fogos de artifício e ir numa praia, eu nem preciso ser rico para realizar suas vontades, seus primeiros pais podiam ter feito tudo isso com ela, mas eles preferiram abandonar a filha por conta de uma má formação.

- Eu também queria ir no cinema. – Ela continua falando e eu anoto, ainda esperando algum pedido grande. – E... Eu queria uma boneca.

- Uma boneca? Por que uma boneca?

- Não precisa ser uma boneca, eu só queria ter um brinquedo, qualquer um... É que eu nunca tive um brinquedo, no hospício não tinha nenhum... E eu queria ter um brinquedo.

 

Nix

 

Saio do quarto para onde acabei levando a Izumi, ela chorou tanto no meu colo que acabou adormecendo. Levantei de fininho, para não acordá-la, e então comecei a correr, procurando por Hades em cada canto da minha casa.

Na minha agitação, que foi amplificada pela correria, acabo batendo com tudo em Hades quando o encontro. Mesmo assim, não perto tempo e me afasto dele em um solavanco, para poder olhar em seu rosto.

- Por que está tão agitada? – Ele questiona, porque eu nem consigo me manter parada direito, fico mexendo meus pés enquanto organizo minhas palavras. – Está até parecendo uma criança desse jeito.

- Eu descobri! Eu descobri! – Quase grito, ignorando o crítica dele e ficando sem compostura alguma, devo estar realmente me parecendo com uma criança. – Eu sei como salvá-las!

Hades parece demorar um momento para processar o que eu disse, mas eu não espero por uma resposta sua, apenas agarro em sua mão e puxo-o comigo, levando-o para o lugar onde obterei a confirmação de que meu plano é realmente possível

Subimos escada após escada, até invadirmos o meu terraço. Sigo reto por entre as roseiras, até atravessá-lo inteiro e chegar a um lugar que, na terra, poderia ser considerado um observatório.

É uma estrutura idêntica aos observatórios terrestres, com a diferença de que não existe uma abertura no teto nem um telescópio. É apenas um local arredondado completamente fechado feito de metal, um lugar que só abre com a minha mão.

Abro a porta e puxo Hades para dentro, eu quase não venho aqui, mas hoje será muito útil. Devido a ausência de aberturas, aqui dentro é completamente escuro, por isso crio algumas estrelas para nos permitirem enxergar o mínimo, porém nada que vá atrapalhar o que preciso fazer.

- Que lugar é esse?

- Você já vai descobrir. – Respondo, me dirigindo ao centro do lugar completamente vazio, sem nada além das paredes de metal, o chão e minhas estrelas. – Sasaki Izumi.

Dito isso, um ponto de luz surge iluminando uma árvore genealógica, é como se fosse um holograma, mas só seria um holograma se estivéssemos na Terra. Isso é magia, um dos dons da morte que eu só consigo usar aqui dentro.

- Isso é...

- Uma árvore genealógica da Izumi, indo até os avós dela, mas eu posso voltar ainda mais se eu quiser. – Explico, é bem simples de entender esse sistema. – Os nomes sem rosto, são as pessoas mortas. Os rostos cinzas, são os que já tem data para morrer. E os rostos coloridos... Bem, esses não irão morrer tão cedo.

- E por que você quer ver isso?

- Porque é aqui que irei encontrar a resposta para os nossos problemas. – Falo, ampliando a imagem numa parte específica. – Essa árvore não mostra apenas os mortos e os vivos, mostram os que ainda irão nascer.

Aponto a Selíni e a Annelise para ele, elas aparecem pois são parentes da Izumi, são suas sobrinhas. Ambas estão tingidas de cinzas e isso me causa uma sensação de revolta, uma garota que ainda nem nasceu já estar marcada para morrer é uma blasfêmia.

- Parece que nossas filhas não são as únicas da família marcadas para morrer.

- Espera, o que? – Imediatamente, volto minha atenção para ele, sem entender porque disse isso.

- Ali, em cinza. – Ele mostra, e está certo, tem mais uma pessoa na família marcada para morrer. Leio o nome e não reconheço, ao menos não pelo nome. Subo até seus pais, entendo quando chego na mãe.

- Sasaki Eiko. – Pronuncio, é claro que não o conheço, é o filho da Gina que ainda nem nasceu. – Por que ele irá morrer?

Abro o perfil do garoto, posso ver o perfil de cada um deles, até mesmo os que já morreram e os que ainda nem nasceram. Leio a data da morte e a idade, fico surpresa ao constatar que ele irá morrer horas após o nascimento. A causa da morte...  Falência hepática, aparentemente o fígado dele parará de funcionar.

- Ainda não entendi o que viemos fazer aqui, nós já sabíamos que elas iriam morrer.

- Sim. – Concordo, voltando para a árvore genealógica. Meu sorriso se alarga quando observo a outra parte, a parte que eu queria confirmar. – É uma menina.

- O que?

- Os gêmeos Sasaki serão um menino e uma menina. – Explico, lendo o nome da menina, ela se chamará Sasaki Emi. – E, diferente do irmão, ela não irá morrer.

- E no que isso nos ajuda?

- A Izumi me fez perceber que eu posso fazer a troca. – Afirmo, fui tão tapada. Apesar dos critérios serem rigorosos, estava bem diante dos meus olhos a solução. – Basta botar a Gina e a filha dela no lugar. As idades das duas são próximas, as duas esperam uma menina, elas são primas... E também tem o fato das duas serem metade serpente. Quanto as semelhanças que precisam existir entre os dois bebês, isso eu só posso descobrir se tentar trocá-las.

- Pensei que precisasse manter todos os Deuses vivos.

- E eu preciso, mas duas Deusas já irão morrer, então dará no mesmo. – Digo, eu tenho muito carinho pela Izumi e ainda quero destruir Zeus, mas eu faço qualquer coisa pelas minhas filhas. – Afrodite que terá que dar um jeito nisso, serão as herdeiras dela, então o problema será dela. E eu não me importo com o que ela fará, só quero salvar minhas meninas.

CONTINUA...


Notas Finais


Trechos do próximo capítulo:

- Papai não gosta de mim, eu só tenho minha irmã.
- E como é sua irmã?
- Ela é i-igualzinha a mi-mim, só que com ca-cabelo preto. E-Ela se chama Nix.

- De acordo com Nakamura Rio e Manami Okuda, Kaede Kayano foi sequestrada por uma máfia e os outros dois, Shiota Nagisa e Kaede Karma, estão em uma missão de resgate. Devido a isso, esperaremos esse resgate acabar para contatá-los e, só então, dar início a classe do assassinato.
- Deveria descartar Kaede Kayano do projeto. Se ela foi sequestrada, isso prova que ela não tem capacidade suficiente para se defender, deveria selecionar outra pessoa em seu lugar.
- Kaede Kayano é uma das nossas melhores e, alguma vez na vida, todo mundo comete erros.A questão é... Nós não podemos tirar Kaede Kayano da classe do assassinato, a presença dessa garota foi uma exigência daquela coisa.

A palavra de hoje é "Noclatumtum"
Kissus


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