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História A beautiful mistake - Capítulo 10


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Capítulo 10 - Miss


- Pronto mamãe. O bêbe está ótimo! - Dizia a obstetra enquanto me entregava um lenço para limpar minha barriga.

Sorri com aquilo. - Tenho uma pergunta.

- Ah claro! - ela se virou para mim erguendo uma das sombracelhas me incentivando a continuar. -

- Eu tenho sentido umas veias "incomodas" e meus enjoos não pararam e minha fome tem aumentado consideravelmente. - ...

- Oh querida, isso é normal. Seus enjoos já vão parar e...

- Segundo algumas pesquisas ja deveriam ter parado.

- Normalmente param no segundo trimestre para frente. Mas podem durar um pouco mais ou até o final...depende bem.

- E bem... - Pigarreei desconfortal. Olhei de esguelha para o lado onde Zeref me observava curioso. - Tem... bem... meu corrimento vaginal...está mais...é--- isso não é nenhum sinal negativo, não é. -

- Oh não se preocupe! é totalmente normal. - Ela sorriu confidente.

Fiquei por mais um tempo tirando minhas duvidas sempre sentindo o calor de alguem me encarando profundamente. Depois de terminamos. Fomos para o estacionamente e como sempre ele me levava para a casa, sempre em silêncio e nenhum assunto correndo. Mordi um lábios do lado esquerdo querendo criar um pouco mais de coragem para tentar puxar assunto. Aquele ar chulo me deixava cada vez que o dividiamos descômodo e inquieto internamente.

- Vai mesmo comigo. - Me pronunciei virando levemente meu pescoço para encara-lo melhor. Ele me encarou por dois segundo depois de apenas confirma que "sim" com a cabeça. - Eu preciso confirma com a minha avó. - De novo outro aceno com a cabeça.

Voltei a posição original. - Ela não vai me receber com "tapas" de boas vindas, não é? -

Pisquei - Ah não...claro que não. Eu acho - sussurei.


O silêncio voltou a ser constrangedor, mas nenhum ousou quebrar o silêncio. Um furmigamento começou a me pertubar consideravelmente. batia o pé com ansiedade e minhas mãos estavam suadas. Ergui uma das sombrancelhas e juntei elas em duvida.  Deveria ser apenas o calor e o excesso de tempo parada. 


.


.

 

 


Entrei bufando dentro de Casa. Meus olhos vertiam sangue de raíva. Aquela filha da pura sonsa de dissimulada. Apesar de que...bem, poderia usar isso ao meu favor! poderia transforma esse ponto em um segundo! mataria dois coelhos com uma cajadada só! por sorte temos nos encontrado bastante esses ultimos dias. Poderia mentir sobre uma gravidez facilmente. Ele acreditaria, óbvio! principalmente quando descobrisse que a preciosa 'namoradinha' medíocre dele estava também gravida, de outro! 
Se ela pensa que vai ter toda a atenção para ela como sempre, está muito enganada! Sorri de canto mordendo os lábios revirando os olhos com diversão com as cenas perfeitamente articuladas e dramatica que eu moldava, oh sim...seria tão divertido, eu poderoa tê-lo...eu finalmente o teria! deixaria de ser apenas um casinho, um escape de consolo pela falta dela, uma forma de aliviar sua frustração sexual reprimida. Não o culpava, deprimente como ela era. O pobre Yuri...

- Papai... - disse chorosa. - Não estou bem... - mormurei

- Está bem tudo bem princesa. - perguntou - Oque houve. - disse alarmado.

- Oh... - choraminguei - estou com mals estares...zonza...sinto um formigando, estou tão cansada! minha cabeça está explodindo! - fingir quase cair no chão. Franzi meu cenho em um incomodo claro. Apertei a boca em forma de conter um gemido de dor que não existia. 

- Vamos para o hospital, agora mesmo! - ele me auxiliou para andar - Não se preocupe pequena...

Suspirei cansada.

 

-

 


Gargalhou - Sério...Juvia pasma! vocês estavam...quer dizer, vocês vão ficar por doze horas em um carro e ir até aquele pedaço de campo... - deu uma risada dura - você mesmo disse, que não suporta ficar nem por uma hora no carro, imagine doze!! 

- Ora, é necessario! minha vó não queria que eu fosse sozinha. -  argumentei.

- Juvia poderia ir. Você sabe que eu poderia ir com você! - retrucou - Juvia te acompanhava!! era só pedir. 

-Sim, poderia. - tirei a atenção da panela e virei para ela. - Mas você está tão animada com esse feriado para ir na sua viajem "misteriosa"  - estreitei os olhos - que você se nega a me contar onde é, com quem é... 

Fez biquinho. - Eu disse, tem um motivo! mas não é nada grave! nada de alarmante ou perigoso para sair falando para os vento.

- Quem é - disse 

- Ninguém!

- Juvia...é o Lyon...aí meu Deus! vocês voltaram e---

- Oque!! - Gritou exasperada. - Não! Juvia não volto com ele! - disse contrariada - nunca mais

-Então quem é!! me contaa...

-Não quero.

Fiz uma pose dramatica e franzi meu cenho em tristeza com um falso ar de desgosto. - Você não confia em mim é isso...é algo descreto, é um segredo mas você não disse para mim por que pensa que sou uma insolenta linguaruda...uma pessoa que não é digna de confinaça, é isso não é. - Abaixei os olhos estrategicamente por cinco segundos e voltei a encara-la com eles mais firmes. - você não me considera mais sua melhor amiga, não é mesmo. 

- Não é isso! e você sabe! é que bem...é complicado.

- Você está preste a fazer uma gravida chorar de coração partido. 

- Mavis Vermilion! não use sua gravidez como desculpa para me abalar emocionalmente!

- Eu que estou prestes a passar por mais uma montanha russa sentimental - me virei de costas dando um ar decepcionada - você não confia em mim!

-Não, já disse que não. - ela cruzou os braços. - e esse seu melo-drama não vai surti efeito! 

fiz bico - Chata! 

- Você  que é!

Mostrei a lingua para ela e voltei a atenção a minha panela que por pouco não vaza e derruba tudo no fogão. Xinguei baixinho por ter errado o ponto! Depois de rir da minha desgraça, a azulada veio me ajudar, ainda fugindo das minhas indiretas e tentativas de faze-la -desenbuchar.

Comecei a arrumar minhas malas. Uma semana...uma bela semana que eu passaria com eles, poderia não ser tão positivo...mas. - Não! - claro que iria, sempre tão compreensíveis. -  Eu espero. - Iria rever meu pai também, mandei uma mensagem para ele ir até lá em casa. Não o via desde o natal e meu coração palpitava de saudades.
Só espero que o clima ruim entre ele e o meu pai...quando os dois se encontravam sempre trocavam farpas. - Todas aplaudidas pela dona lola - minha vó amava meu pai e odiava meu padrasto. Mas isso era deles, nunca tive nada contra o mesmo nem nada. Tirando o fato dele não gostar muito de mim, mas isso é dele.

O trinco da porta girou. Olá, como estão as mulheres da minha vida! - Freed entrou cantarolando. 

Nos duas nos olhamos erguendo a sombrancelha antes de encarar-lo - Juvia preocupada...Juvia com medo...muuito medo. - ela disse arregalando os olhos falsamente. 

Encarei ele apoiando na bancada da cozinha. - Oque deu em você.

Ele franziu o cenho confuso. - Ué...por que. Oque eu fiz. 

-Você ta 'feliz' de mais.  - disse

- Você está de bom humor. - Juvia falou balançando a cabeça concordando com sí própria.

- Ora, só acordei com o pé certo hoje. - disse ele dando uma piscada para nós duas.

- Meu Deus! Você nunca na sua vida acordou com o pé certo!

- Céus...o mundo vai acabar - disse me fingido de pasma. 

- Juvia quer saber... - Ela riu com malícia e me olhou sugestiva. 

Segui a deixa. - Quem colocou o seu pé do lado certo. - Questionei me apressando em sentar na sua frente. 

Juvia me acompanhou e sentou-se na ponta ficando no meio de nós dois. - Vocês devem tá maluca. Ninguém colocou nada. 

- Ah...claro, claro -

- Ele tá com um sorriso de canto! - ela estreitou os olhos o analisando 

- Os olhos brilhando... - cerrei o olhar o encarando mortalmente.

- Ele está mais corado.

- E o rosto não está enrrugado como de costume.

- Será que as duas podem parar de me estudar de forma tão bizarra. 

- Não até você falar oque aconteceu para estar de 'bom humor'

- Juvia nunca viu você de bom humor!

- Só quando a gente fazia maratona daqueles programas idiotas de pequenas miss - fiz uma careta estranha

-Oh sim! - ela concordou - aquele programa é horrivel! Juvia detesta aquilo...

Foi a vez dele nos encarar indignado, mas sem abandonar o sorriso de canto. - Vocês duas que são cafonas e não tem intelecto para apreciar o glamour de ser uma pequena miss. 

- Graças a Deus...

- Juvia tem medo daqueles dentes falsos... - ela mormurou com os olhos estalados para o nada.

- Pois amor - ele apoiou o rosto em uma das mãos. - Quando sua bêbe nascer, ja vou montar o cronograma dela para os concursos e ensaios!

Olhei incrédula para ele no mesmo instante - A não! - ri indignada - você não vai sujeitar minha filha a isso!

- Ah...como eu vou

-Espera! - Juvia ergueu a mão nos impedindo de falar. - É uma meninaaa!! - Ela berrou 

-Não faço idéia - disse rindo da cara de pateta dela. 

- Claro que é! eu tenho certeza. - ele tomou a frente

- E como pode saber...eu acho que é menino.

- E por que você acha isso - Ele perguntou. 

Juvia escancarou a boca - Aí meu Deus... - ela arregalou os olhos - Você ganhou os super poderes!!

Pisquei antes olha-la - Que poderes - ergui uma sombrancelha. 

- Ora! poderes de mãe - ela confirmou. Como se a resposta fosse óbvia. - Mães tem super poderes assustadores - ela reafirmou. - Da pra você sentir ele! consegue adivinha o sexo. Tem algo de cutucando ou algum sinal secreto que só gravidas capitam - ela dizia euforica. 

- Não... - tomei cuidado com o tom. Seu olhar era de alarte. - Apenas um palpite.

- Pois eu tenho certeza que é uma menina! - se indireitou na cadeira. - Além do mais...sinto a nossa conexão especial!

- Meu deus... - ela sussurou - você teve um imprinting com o feto!

- Ei! Não chame meu filho de feto, é estranho!

- Oque - ele disse ofendido - acha que sou a porra de um vira-lata de ficção!

- Não chame meu jacob de vira lata! - Estreitei o olhar o ameaçando e o fuzilando - E se atreva a ter um imprinting com meu bêbe! eu te mato!

- Edward é melhor... - juvia mormurou desviando os olhos e mantendo um ar de inocência.

- Você deve estar doida, nunca! - minha vez de lançar o mesmo olhar para ela.


E ficamos lá, nós trê discutindo sobre crepúsculo. E como sempre, aquela conversa dava muita confussão, desentendimento e quebra de amizades...claro, sempre concertadas no final!
No final resolvemos passar o fim de semana maratonado a saga que tanto surtamos na adolescenia. Nós três jogados pela sala rodeados de colchôes, almofadas, travesseiros e muitos lençois. 

 

três dias - 

Em frente ao banheiro terminando de me arrumar, ainda decidindo entre deixa-lo solto ou prender. Talvez prender...sim, passaria todo o tempo presa no caro, cabelos cutucando meu rosto não seria de muita valia. Vestia uma calça de couro cintura alta tentando dar uma leve prensa para não perceber o pequeno volume no ventre. Junto de uma blusa de lã preta de mangas e um casaco por cima e botas fofas e confortavél. Estáva sentindo muito frio, certo que o clima fresco e levemente umido contribuia mas não para tanto. 
Freed partiu com Mest ontem a noite para as típicas trilhas e acampamentos que ele tanto amava. Os dois estavam felizes e se dando muito bem, fiquei feliz. 
- Juvia adoraria ser uma borboletinha azul bem pequena só para ver a reação do 'coiso' ao saber - Ela deu uma risadinha desdenhosa. 

- Não vai ser engraçado! - rebati

- Ah vai...como vai - ela se jogou no sofá - Ele vai surta

- Não vai não

- Vai, e muito. 

- Ele sempre foi comprensível, ele vai entender que foi sem querer. 

- Todo mundo é comprensível querida, até você colocar um chifre nela.

- EI! eu não fiz aquilo no meu juízo perfeito, e eu perdoei ele, ou seja, também vou ser perdoada. 

- Por que você foi uma tonta

- Olha quem fala!

- Eu também fui uma tonta, e touxa. Mas o fato é que eu cai fora. Cansei!

- A é...então me diga, quem fez você cair na real. 

- ninguém - ela sorriu inocente

- Juvia...

- Juvia nada! Juvia inocente.

 

Antes que eu pudessemos dar início a mais uma discussão.
O som da campainha soou e logo me apressei em atender. 
Abri a porta e lá estava ele encostado parecendo alheio



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