História A Beira da Meia-Noite - Capítulo 7


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Categorias Life Is Strange
Personagens Chloe Price, Maxine Caulfield, Nathan Prescott, Rachel Amber, Ray Wells, Victoria Chase, Warren Graham
Tags Life Is Strange, Pricefield
Visualizações 133
Palavras 2.957
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Cheguei finalmente, coloquei até capa de capitulo. Espero que vocês gostem.

Capítulo 7 - Segurança


Fanfic / Fanfiction A Beira da Meia-Noite - Capítulo 7 - Segurança

Max sabia que ao lado de Chloe estava segura. Ela não sabia dizer o motivo disso ou como ela sabia disso. Não chamaria isso de confiança mas, algo parecido com segurança apenas. Ainda sim é uma coisa boa. Era um sentimento parecido com o que sentia com Warren, só que mais forte. Era estranho. Max nunca imaginaria que sentiria segurança com uma pessoa que conheceu a algumas horas. Isso parecia ser demais pra ela. Ainda sim, não queria deixar de sentir. Ela sabia que isso quase aconteceu, então queria tentar de novo, sentir a mesma determinação que sentiu no banheiro de Blackwell ontem. Ela já estava bem melhor, não estava mais naquela cidade. Arcadia Bay era agora uma lembrança distante, que se manteria distante. Max teria que se lembrar disso para não dizer uma palavra sobre o seu passado, não queria assustar William ou Chloe, também não queria relembrar os momentos ruins (que foram muitos).  

Sua boca estava seca, então a garota de cabelos curtos abriu sua mochila e retirou uma garrafa de água e a tomou. Ainda não tinham chegado a casa de Chloe. Queria saber as horas mas ficou insegura de perguntar isso. 

— Chegamos. – William avisou enquanto estacionava o carro na garagem. 

Já estava bem escuro, imaginava que passava da meia noite.  

Chloe saiu do carro, assim como Max, que começou a ficar vermelha de timidez. Agora teria que ficar com Chloe por sei lá quantos dias, não sabia o que poderia acontecer, realmente não fazia ideia de como proceder. Isso estava a corroendo de vergonha. Ela nunca dormiu fora de casa pra começar e ainda por cima, dormiria na casa da pessoa que pagou os doces pra ela depois que ela a ELOGIOU. 

Meu Deus, do que eu chamei ela? 

Max pensou ao se lembrar do primeiro contato que teve com Chloe, bateu em sua cabeça por esse pensamento lhe conceder mais vergonha de si mesma. Sabia que agora não dava pra esconder mais, estava corada. 

Max saiu do carro de cabeça baixa, tentando não fazer contato visual com ninguém. 

— Já vou, depois a gente se fala Chloe. – Rachel anunciou ao sair do carro. — Obrigada pela carona William.  

— Você não vai ficar também? Já está tarde – William se pronunciou. 

Rachel revisou seu olhar entre Max e Chloe de um jeito...estranho. 

Aquilo era ciúmes? Meu Deus, tem algo errado aqui. 

— Eu prefiro dormir em casa hoje mas agradeço.  

E então ela acenou e partir rua a cima. Ela tinha um jeito engraçado de andar, também dava alguns passos maiores para sair logo da vista dos três humanos que a observavam sem ter certeza do que ouviram. 

— Ela nunca me agradeceu por nada... – William torceu o nariz e acionou o alarme do carro. — Sempre existe a primeira vez né?  

Ele olhou pra Max e riu, a garota ainda estava corada. Chloe não disse uma palavra. Max cogitou o possível ciúmes de Rachel pra cima dela com a Chloe e isso a deixou um pouco confusa. 

Já dentro da casa, Max sentiu um cheiro diferente. Não era de comida nem nada do tipo, era algo parecido com os produtos de limpeza que sua vó usava em casa. Max lembrava porque foi naquela casa que teve os únicos momentos de felicidade em família. Eram almoços de domingos que a família se reunia na casa da vó de Max, ela sempre se sentia animada quando chegava o domingo, parecia ser um dia de alívio depois de uma semana cheia. Seus primos do interior sempre iam, e eles brincavam muito. Ela não se sentia sozinha, eles eram tão estranhos quanto ela. John, seu primo mais velho, colecionava besouros, Max achava isso incrível! Os pequenos bichos eram lindos, Jonh nunca matou um, até tentava cuidar daqueles que pareciam ser mais fracos. Max um dia o ajudou. Foi o último dia que o viu e que foi na casa da sua vó. No dia seguinte, sua vó teve um ataque cardíaco e faleceu. Sua família nunca mais foi a mesma. Max perdeu o contato com os primos e nunca mais soube deles. Sua vó, Clarie, era muito legal também. Fazia cookies de chocolate pra ela e as vezes, deixava Max a ajudar a cozinhar. Max começou a se interessar pela cozinha por causa dela. Clarie contava algumas histórias de piratas que ouvia do seu pai para Max, e fazia a imaginação da pequena ir longe. Clarie teve grande influência na personalidade de Max hoje, mesmo que Max esteja se perdendo, ela sempre vai carregar sua vó em seu coração. Ela era sua família e sentia muita falta dela. Aquele cheiro a fez lembrar de tudo isso e desejar ter uma família novamente, mas ela sabia que seria impossível.  

— Max? Vamos subir pro meu quarto, tá tarde. Depois te mostro a casa. 

Chloe despertou Max de seus pensamentos, a menor teve que piscar algumas vezes pra lembrar onde estava e finalmente pode notar o ambiente ao redor. Era uma casa bem simples, mas muito aconchegante.  

A maior logo puxou a pulso de Max que só conseguiu ver a cara estranha de William quando ela começou a subir as escadas. 

— Vão dormir logo hein! – Ele gritou. 

— Com certeza! – Chloe o respondeu. 

O andar de cima não era tão diferente do inferior. Era o andar dos quartos e tinha um banheiro.  

A visão do banheiro fez Max lembrar da cena trágica que levou Chloe até Max atrás da moita. 

Argh, eu sou estupida demais. Já pensou se ela chegasse antes de eu cair e me visse... não, melhor nem pensar. Max chegou a bater a mão na cabeça pra dissolver tais pensamentos. 

— Você quer ir no banheiro? – Chloe a olhou e perguntou percebendo a fixação do olhar da pequena pro banheiro.  

— NÃO! Eu to bem, obrigada. — Max gritou, agarrando os ombros da maior. 

— Tudo bem, foi só uma pergunta Max. – Chloe riu e retirou as mãos pequenas dela devagarzinho e as segurou novamente, a conduzindo para o quarto. 

As mãos delas estavam quase entrelaçadas. 

Max observou e não conseguiu não sorrir com aquilo. Foi um movimento incontrolável. 

— Mi quarto, su quarto. – Chloe disse ao abrir a porta e esticou os braços indicando toda a dimensão do quarto dela. 

Max entrou como se não quisesse nada, mas ela sentiu que, de alguma maneira, Max não entrava somente no quarto de Chloe, mas entrava na vida da Chloe. Isso a faz corar. E ela realmente não sabia o porque. 

O quarto era simplesmente o espelho da personalidade da Chloe e Max já podia perceber isso. Existiam pichações em forma de frases e diversos pôsteres, além de uma bandeira dos Estados Unidos virada de cabeça para baixo, como cortina; que é um símbolo contra autoridade, foi o que mais chamou a atenção de Max. Poderia ser considerado um quarto bagunçado mas Max conseguia ver como era o reflexo da mente de Chloe e como provavelmente ela se portava em certas situações, confusa mas firme. Ela provavelmente ignora todos aqueles que digam como seu quarto ou ela são desleixados, então o que adiantaria Max pensar a mesma coisa?  

— Eu gostei. – Max soltou ao andar pelo quarto e observar cada detalhe dele. — Você gosta bastante de punk rock, já devia ter notado pela sua camiseta. 

 Chloe sorriu ao perceber o interesse de Max sobre si. 

— É, eu desenhei essa versão alternativa da caveira do Misfits. – Max a olhou como se estivesse com um ponto de interrogação na cabeça. — É uma das minhas bandas favoritas. 

— Faz todo o sentido. – Max riu e dedilhou os cd’s em cima do criado mudo.  

— Do que você gosta Max?  

A pequena foi pega desprevenida. Seria uma pergunta com diversas respostas, dependendo do real questionamento, porém Max imaginou que ela falava do seu gosto musical e então assim a respondeu: 

— Acho que de tudo um pouco, mas talvez ouço mais indie alternativo. – ou ouvia. Max pensou. 

— Até que você tem um bom gosto. – Chloe disse ao deitar na cama. — Nossa, eu realmente to cansada. 

O rosto de Chloe estava iluminado pela luz que saia do abajur ao lado; a única luz do local. Dava um ar mágico, principalmente a áurea envolta da garota de cabelos azuis. Max a admirava. 

Chloe retirou a jaqueta. Como ela estava de regata, dava para notar melhor sua tatuagem no braço. Era uma caveira em volta de laços, flores e borboletas azuis, era grande e complexa. Devia ter vários significados.

— Você me olha demais. – Chloe contastou ao perceber o olhar de Max sobre si, o que a fez corar..  

— Não, é que... sua tatuagem. É bonita né? –  Max disse tentando disfarçar sua vergonha

Chloe riu e sentou na cama, indicando com a mão para que Max sentasse do seu lado.

Max foi.

— Eu também acho. Você nunca pensou em fazer uma tatuagem? – Chloe perguntou.

— Nah – Max fez careta. — Acho que não combinaria comigo, independente do significado.

— Eu discordo. Acho que você combina com qualquer coisa. – Chloe sorriu ao terminar a frase, Max corou mais ainda.

— Você... corou? – Chloe levantou as sobrancelhas e observou o estado da menor. 

— Meu Deus, você me olha demais. – Max virou o rosto, completamente envergonhada. 

— Meu Deus digo eu, você fica muito fofa com vergonha. – Chloe riu e chegou mais perto da garota, que perecia um pimentão vermelho.

— Acho que você imagina coisas demais e... – Max se vira no mesmo instante e se depara com Chloe a milímetros de distância dela e a faz perder a fala. 

Max engoliu em seco ao sentir a respiração da maior que bateu no seu nariz. Ela sente calafrios e isso a irrita. Max nunca sentiu isso antes. Não sabe porque e nem como isso acontece. Os pelos de todo seu braço se eriçam ao sentir a mão de Chloe tocando seu queixo e o levantando.  

Porque eu to sentindo isso?  

— Me fala a verdade, quem fez isso com você?  

Chloe toca com as pontas dos dedos a marca na bochecha de Max e ela sente todo seu corpo tencionar nesse exato momento. Isso a faz ficar muito confusa e quebra o contato se afastando com pressa. Max quase cai ao se levantar da cama para se afastar de Chloe, mas a garota de cabelos azuis segura seu braço antes de qualquer coisa. 

— Eu não quero falar, agora me solta. – Max disse, tentando controlar a irritação que cresce dentro de si.  

Chloe apenas a olha, e seus olhares ficaram fixos assim por minutos, até Chloe a soltar. 

Chloe sabia exatamente o que sentiu ao segurar o queixo de Max, mas também era diferente. Chloe não tinha escolha senão solta-lá. Teria que conquistar a confiança da menor primeiro. Mesmo que tentasse deixar nítido em seus olhos que só queria conhecê-la melhor.  

— Você deve tomar um banho, eu vou pegar uma toalha pra você. – Chloe saiu antes de Max tentar responder.  

Será que eu fui muito rude? Max pensou. 

Não deu tanto tempo pra Max se perder em seus pensamentos pois Chloe logo chegou com toalhas em seus braços. 

— Tá aqui. Já liguei a água quente também, você sabe o caminho. – Chloe entregou a toalha e uma caixinha de sabonete.  

Max se sentiu um pouco culpada por ser um pouco ignorante, mas não tinha coragem ainda de lhe dizer toda a verdade. Pegou suas roupas limpas e seguiu até o banheiro com pressa. 

Não queria demorar tanto, não podia gastar a água quente deles, então ficou literalmente cinco minutos em baixo d’água. Sua imersão foi depois que desligou o chuveiro e se olhou no espelho. Seu cabelo molhado cobria os pequenos roxos no pescoço. Seus hematomas ainda estavam numa coloração vermelha e roxa. Feio. Max nunca deixaria Chloe ver isso. Já bastava sua bochecha marcada. Teria que comprar uma pomada pra ver se aliviava a aparência. Seus ombros magros lhe davam agonia, então logo resolveu cobri-los, mas sua camisa não estava ali. Max começou a procurar compulsivamente pela sua camisa. Não queria colocar a camisa suja que ela estava, ela não sabia onde mas tinha algumas gotas de sangue, provavelmente pelos arranhões em seu braço. 

O que Chloe acharia disso? Não, não posso deixar ela ver. 

Max procurava mas não encontrou nada ali no banheiro. Deve ter deixado cair enquanto ia pro banheiro. 

Merda. 

Max teria que sair. 

A pequena abriu a porta com o maior cuidado do mundo, para não atrair barulho. Levantou o olhar para o corredor e não viu nada da camisa.  

Vai me dizer que eu deixei no quarto da Chloe?  

Max revirou os olhos pensando em quantos micos já deu só no dia de hoje. Teria que enfrentar mais um. Ela estava apenas coberta pelo sutiã, e uma calça larga cinza que trouxe.  

Que vergonha meu Deus, olha as coisas que você me mete.

Max resmungou olhando pra cima como se falasse com o próprio Deus. Pegou suas coisas e cobriu seu torso. Ou pelo menos tentou. 

Saiu com passos leves mas não trouxe chinelo, ou seja, estava descalça, então também se preocupava em não cair. Ao chegar na beira do quarto de Chloe, percebeu que ela não estava. A luz do abajur também não era a única coisa que iluminava o local, então estava bem mais claro. Conseguiu enxergar um embaralhado de blusas ao lado da sua bolsa mas antes que pudesse ir até lá, Chloe chegou por trás. 

— O que são essas coisas na suas costas? – Chloe disse e fez Max fechar os olhos.  

Merda.

Max tencionou todo o seu corpo. Sentia seu sangue ferver em seu rosto. Algum tipo de insegurança e medo revestiu todo o seu estômago, queria vomitar. Estava tão incomodada que não conseguiu nem virar de frente pra ela, simplesmente não queria mais olhar pra Chloe nunca mais. Fechou seus olhos com força. 

— Max, isso são hematomas. – Chloe chegou mais perto e conseguiu enxergar os tons de roxo mais escuros. A cada passo dado de Chloe, a respiração de Max apertava.  

Até que Chloe tocou seus ombros e a virou de frente pra si. Max não aguentou e suas pernas fraquejaram, impulsionando seu corpo pra frente. Chloe a segurou e apertou seus braços em torno da garota, agachando-se para melhor posicionar o corpo de Max, que parecia mais fraco agora.  

Max ainda estava com os olhos fechados, mas agora não fazia muita força, já não conseguia mais. Estava fraca demais. E ela sabia disso. Não conseguia nem segurar mais o choro, que logo veio a tona enquanto ficava entre o abraço de Chloe. 

O turbilhão de lágrimas vieram descontrolavelmente.  

— Max... – Chloe afagou os cabelos da menor ao ouvir os soluços dela. Só queria protegê-la nesse momento. Vê-la chorar nesse estado estava a corroendo por dentro. 

O choro era forte, não tão alto porém sofrido. Max se expos. Com medo e toda a insegurança que tinha. Depositou suas aflições nos braços de Chloe, que recebeu de bom grado. 

Os dois corpos pareciam estar fudidos. Chloe segurava Max como se fosse a coisa mais preciosa no mundo, como se ela fosse quebrar a qualquer momento. Passaram longos segundos assim, até os soluços de Max parassem e suas lágrimas secassem. A cabeça da pequena estava apoiada no ombro de Chloe, que fazia carinho em sua bochecha, sentindo o úmido da pele de Max.  

Max nunca deixou ninguém ver seus demônios, nunca quis que ninguém visse. Mas parece que não podia evitar nada com Chloe. Elas mal se conheciam, mas a conexão que tinham era inegável. 

— Tá tudo bem, ok? Eu estou aqui. – Chloe disse, enquanto circulava seu dedo na bochecha dela.

Max balançou a cabeça em concordância. Não negaria mais nada a ela. Sabia que de alguma maneira, a verdade viria a tona. Karma existe. Chloe não sabia muito o que fazer, mas sabia que Max precisava se cobrir. 

— Você precisa se vestir Max, está frio.... – Chloe disse, olhando em volta e pegando sua blusa caída no chão. — Fica de costas pra mim que eu coloco em você.  

Max se virou e Chloe colocou a camisa e a blusa de frio por cima, Max ainda estava criando coragem para encarar Chloe, então só obedecia os movimentos que Chloe pedia.

A pequena suspirou aliviada assim que as vestes quentes se alojaram no seu corpo. Já aquecida, Max resolveu abrir os olhos e agradecer a garota de tatuagem e cabelos azuis.

Max levantou a cabeça e virou de frente para a maior, finalmente abrindo seus olhos no mesmo instante que Chloe a fitou, fazendo então seus olhares se cruzarem e suas pupilas dilataram no mesmo segundo. A mão de Chloe, pousada na bochecha de Max, agora tirava um fio de cabelo da visão da menor com delicadeza. Todos os seus toques eram delicados e suaves. Max sentia todo seu corpo suavizar cada vez mais que entrava em contato com a pele de Chloe. Max se sentia... segura. 

— Estamos a beira da meia noite, você deveria descansar. — Chloe falou calma, abaixando a mão para segurar o corpo dela.

 Estava singela observando cada detalhe no rosto de Chloe e agradecendo por estar com ela aqui e agora, nos seus braços. Então, sem pensar duas vezes segurou o pescoço de Chloe num ato prendido de cuidado e juntou suas cabeças quase num beijo de esquimó, fechou seus olhos, finalmente tranquilizou o corpo e relaxou a sua mente pelos carinhos que Chloe fazia, que acalmavam seu coração e aquecia seu corpo, a deixando totalmente a vontade para dizer as mais sinceras palavras que já dirigiu a alguém:

— Obrigada. 

Chloe, que também estava de olhos fechados, os abriu apenas para tentar eternizar esse momento em sua memoria fraca. Assim que pousou seus olhos em Max, seu coração pulsou na mais bonita forma de amor. Soube que naquele momento, que seu coração havia criado morada para ela.

Max relaxou tanto que adormeceu nos braços daquela mulher desconhecida, mas que fez morada de si.  

 


Notas Finais


"Nos mais bonitos atos de amor, nascerá uma flor imortal que te eternizará. "
Espero que tenham gostado.


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