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História A Bela e a Fera - Capítulo 3


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Notas do Autor


dessa vez não demorei tanto. A dona thay me ameaçou e eu posso provar. Brincadeira.

e novamente... acho que este capítulo ficou do meu agrado, mas ainda tô com aquele tique de: "hmmmmmmmmm não tá tão bom como eu queria", mas eu resolvi seguir minha intuição e publicar este capítulo. Espero que vocês gostem, pérolas♡

Capítulo 3 - 03. Maldição



Todos aqueles cujas almas são sufocadas pela soberba e a arrogância sempre estão fazendo se identificar também pela ingratidão, um dos mais baixos sentimentos que assolam a humanidade.

Ivan Teorilang          

19 de Outubro de 1852, Residência Real

Aokigahara.

TenTen seguia Deidara, o candelabro, pelos corredores minimamente iluminados por tochas de chamas negras. Mesmo depois de conversar com o objeto, ainda não conseguia acreditar que aquele candelabro feito de puro ouro, era um ex-estilista pessoal do imperador Neji. A morena estalou a língua enquanto segurava delicadamente o tecido de seu kimono, facilitando a sua passagem pelos corredores extensos da localidade. 

O candelabro tagarelava enquanto pulava e guiava a mulher pelos corredores, entretanto, a Mitsashi estava presa em seus inúmeros pensamentos. Em sua mente, várias expectativas surgiam em relação ao imperador. Afinal, nunca havia o visto. Independente do medo que a dominava, a curiosidade aos poucos dominava a jovem hóspede

— Uh… se não for um incômodo — TenTen engoliu o seco —, como és o imperador? 

Deidara encerrou sua caminhada em uma encruzilhada. O candelabro observou os corredores mal iluminados com cautela, verificando e certificando-se da ausência de um certo indivíduo. TenTen franziu o cenho, cruzando seus braços à altura do peito. Era uma humana, mas a aflição existente no objeto era notória. 

— Shh! — o candelabro chiou, levando sua vela direita à pequena boca. — O mestre não sabes que eu te libertei! 

TenTen remexeu-se e se calou. Por mais curiosa que estivesse em relação ao imperador e todo o seu reinado, a morena não desejava prejudicar Deidara. 

Com um gesto, o candelabro entrara no corredor direito, guiando a jovem e apreensiva mulher. Os olhos castanhos de TenTen apertaram-se. A resposta antes lhe fornecida pelo candelabro fora o suficiente para que uma onda de desconfiança se instalasse no corpo feminino, porém a mesma permaneceu em silêncio. 

A caminhada por fim encerrou-se em frente à uma porta de papel majestosamente estampada, imediatamente deixando a Mitsashi surpresa. Deidara curvou seu corpo metálico, reverenciando-a. Endireitando seu pequeno corpo, o mesmo posicionou suas mãos de cera sobre a madeira farpada e gasta, numa falha tentativa de deslizar a porta. TenTen aproximou-se da porta, posicionando seus dedos na maçaneta oca. Com um leve impulso em seus longos dedos, a mulher empurrou a porta, que rangia com o movimento. 

— Uh. Realmente, este lugar já foi melhor. — comentou o candelabro, que atravessara a passagem fornecida pela porta de papel. — Senhorita…

— Mitsashi TenTen. 

— Senhorita Mitsashi, estes são seus aposentos. — Deidara curvou-se novamente. 

Os olhos castanhos transbordavam admiração e surpresa. Ao adentrar no cômodo, pôde vislumbrar cada detalhe daquele aposento. Uma bela mesa de centro decorava o centro da localidade, tendo um tatame incolor como suporte. Os dois shoji existentes no cômodo eram responsáveis pela entrada da luminosidade lunar no ambiente fresco. Um típico quarto tradicional, mas o que chocou TenTen fora uma exótica decoração em sua varanda. 

A mulher caminhou até as portas de correr, empurrando-as sem precisão e atravessou sua varanda. Ali, existia uma bela árvore, que tinha suas folhas em cores de tons holográficos, que se alterava a cada segundo. Para TenTen, aquela planta era uma obra de arte. Uma arte dos deuses. TenTen cobriu seus lábios com as mãos, rindo sem humor. 

— Isso é… maravilhoso. — TenTen desceu o único degrau de sua varanda, vagando pela grama aparada e negra. — Essa és a coisa mais perfeita que eu já vistes. 

O candelabro posicionou-se ao seu lado, observando as pequenas flores holográficas caírem dos galhos e sendo levadas pela brisa fresca. Deidara, diferente da moça, suspirou tristemente. 

— Esta é a Árvore do Amor. És uma árvore que foi plantada através das lágrimas do imperador. — contou o candelabro. TenTen o olhou de relance, cruzando seus braços. — Ela é a própria imagem do coração do imperador. Quanto mais flores preencherem os galhos, mais amor existe no coração do imperador. 

Os olhos de TenTen voltaram-se para a árvore. A mulher piscou brevemente ao notar o principal detalhe da majestosa planta: existiam pouquíssimas quantidades de flores em seus galhos. Aquela bela árvore naquele momento, parecia uma árvore prestes a perecer. 

— Mas… 

— Não existem tantas flores? É, nós sabemos. — Deidara aproximou-se do tronco, apoiando uma de suas velas sobre a madeira áspera. — Amor é algo que não existes no coração do imperador. Não mais. E isso levou todos nós a ruína… 

TenTen continuou a observar a árvore, que aos poucos perdia suas poucas flores holográficas. Nunca havia visto uma árvore do tipo. Especialmente oriunda das lágrimas de um mortal como ela. Entretanto, por mais bonita que aquela planta fosse, a mesma emanava uma pesada energia ao redor. Uma profunda tristeza invadiu o corpo da Mitsashi, que se encolheu e afastou-se minimamente da árvore. 

— Quem… é o imperador? — indagou a mulher visivelmente incomodada. — E por que ele levou vocês-

— O que você estás fazendo aqui, ladra? 

A garota virou-se com cautela, observando a fera imóvel sobre o engawa. A face repleta de pêlos adotava uma expressão enraivecida. Ou melhor… ódio. TenTen mordiscou seu lábio inferior diante da criatura. 

— Eu já disse que não sou ladra! — TenTen cuspiu, irritada. Naquele momento, não lhe importava se aquela criatura poderia matar-lhe facilmente. Não admitia ser chamada por algo que não era. 

As mãos grandes fecharam-se em punhos enquanto a fera se aproximava perigosamente da garota. TenTen por sua vez, engoliu o seco e manteve sua postura, sem desviar seu olhar da medonha criatura. 

— Como ousa falar desta forma comigo, plebeia? — a criatura rosnou ao encerrar sua caminhada à frente da Mitsashi. — Seu marido não lhe ensinou bons modos?!

TenTen arregalou os olhos, trincando os dentes logo em seguida. Todavia, Deidara pigarreou suavemente ao tocar na fera com suas velas. O candelabro tentara empurrar a criatura, falhando miseravelmente. 

Mestre, por favor! — pediu o candelabro em um timbre aflito. — Ela és a nossa chance. 

[...]

TenTen sentou-se sobre suas pernas, observando a mesa de centro, onde continha um pequeno prato com uma xícara. O que continha? Ela não sabia. Não desejava ingerir nenhum tipo de alimento ou bebida no qual viesse do imperador. 

Segundo o candelabro, aquela fera era o próprio. O imperador Neji. O imperador mais egoísta e arrogante que a nação pôde conhecer. TenTen recusava-se a acreditar que um imperador pudera se tornar aquilo. Um verdadeiro monstro. Tanto por fisionomia e caráter. A moçoila suspirou com pesar. Odiava a fera, de fato. Contudo, fora uma grande sorte o mesmo aceitar sua permanência. Não queria admitir, mas sabia que, ao entrar em Aokigahara, seu retorno seria improvável. 

— Por que estás tão frustrada, minha jovem? 

Os olhos de TenTen voltaram-se para um grande jarro de bambu, posicionado ao lado da divisória de seus aposentos. A voz feminina e cansada vinda do jarro despertara a curiosidade da jovem mulher. Por que os objetos deste lugar falam?

— Não é nada — TenTen respondeu. — Você também fala… 

O vaso emitiu uma baixa risada, fazendo os pequenos bambus se movimentarem. Todavia, a risada logo cessou. As orbes escuras do objeto apresentavam poucos indícios de rugas que os envolvia. Por algum momento, a Mitsashi desejou envolver aquele vaso em um caloroso abraço, porém não se levantou para executar seu passageiro desejo. 

— Podes chamar-me de Chiyo, minha jovem. — o velho vaso apresentou-se. — Fui responsável por cuidar do imperador durante sua infância. 

A morena, ao ouvir, sorriu imediatamente. Entretanto, seu sorriso desaparecera em uma semelhante rapidez. Por mais que fosse apenas um vaso de porcelana, que abrigava pequenos bambus, a energia positiva no qual o jarro emanava, novamente lhe provocava ondas de curiosidade. Absolutamente tudo na tradicional residência lhe causava curiosidade. Especialmente o fato dos habitantes serem objetos e o proprietário uma fera

— Tudo aqui é tão… — esquisito? — Por que vocês são… assim?

Chiyo piscou. Era uma grande surpresa para a idosa, que uma garota como ela, não soubesse do ocorrido. O vaso por fim comprimiu os lábios, fazendo a Mitsashi arquear suas sobrancelhas. 

— Pelo visto, não sabes da maldição, minha criança — concluiu o vaso em uma entonação, que transbordava negativos sentimentos. —, pois bem. Eu lhe conto. 

Era uma vez, um belo rapaz, cujo o trono era a sua herança. Seu nome era Hyūga Neji, prole do imperador Hyūga Hizashi. Embora seu pai fosse um bom homem e um excelente governante, seu filho porém, após a morte de sua amada progenitora, tornou-se uma criança com um coração partido. 

Em suas semanais viagens, o mestre Hizashi contava com uma camponesa que lhe era fiel, para cuidar de seu pequeno filho em seus momentos de ausência. O que ele não esperava, era que seu filho, desenvolvesse uma carência por sua atenção. Rebelde e indomável, Neji utilizava todos os seus métodos para chamar a atenção de seu pai, mas era falho. Hizashi era um imperador ocupado, que levava a responsabilidade de seu cargo à sério. 

Neji, solitário e desamparado, brincava pelos arredores da residência. Mas as brincadeiras não eram o suficiente para tirar-lhe a carência que crescia cada vez mais em seu ser. Até que, sua cuidadora, Chiyo, optou por brincar com o pequeno. Desde este dia, um forte laço se desenvolveu entre a dupla. Para Neji, sua cuidadora era como sua segunda mãe. 

Todavia, seu maior temor veio à tona. Seu pai viera a falecer, sob o solo à frente de seus aposentos. Suicídio fora a causa de sua morte. Neji sofreu ao ver seu amado pai estirado sobre o gramado, onde chorou em seu colo se lamentando por ter sido uma péssima criança. De suas puras lágrimas, ao penetrarem no solo, fora plantada uma formidável planta, que crescera acima do túmulo do imperador, que um dia fora seu pai. Os conselheiros nomearam aquela árvore de flores reluzentes e mágicas como Árvore do Amor, pois o amor de Neji era tão puro, que acabou por dar a vida à uma lendária planta. 

Mas conforme os tempos se passavam, o coração de Neji tornou-se impenetrável, livre de positivos sentimentos. O seu egoísmo e sua arrogância eram tão grande, que todos os tributos que seus súditos lhe pagavam, serviam para encher a residência real das mais belas decorações, investir em sua estética, e contratar funcionários da alta elite e etiqueta, como estilistas e maquiadores. Sua arrogância, egoísmo e seu ego eram três coisas que predominavam no ser daquele príncipe, nomeado imperador ao completar seus dezoito anos. 

Em uma noite, em uma rigorosa nevasca, Neji convocou as pessoas mais belas e ricas do reino para um baile. Era isso que ele queria. Viver em meio à pessoas no qual ele se identificava esteticamente e financeiramente. Seu estilista pessoal, chamado Deidara, ficara responsável pela criação do melhor e mais confortável kimono. Enquanto o neto de sua empregada, Sasori, ficara responsável por maquiá-lo com pó de arroz e outros produtos, que só um indivíduo rico obtinha. Por mais que gostassem de seus trabalhos, ambos sentiam-se infelizes. Já que, o imperador não reconhecia o tamanho talento no qual o estilista e o maquiador carregavam. Para Neji, o que eles faziam não era mais do que a obrigação deles. 

Enquanto recebia os belos e exóticos presentes de seus convidados, devido à forte ventania gélida do oeste, os shoji foram derrubados, desencadeando a escuridão do ambiente após o apagar das tochas. Das entradas recém feitas, uma encapuzada mulher de idade entrata no salão real, o que atraira a atenção do imperador, que se levantou do tatame e caminhou com uma tocha recém acesa até aquela misteriosa mulher. 

A mulher sorriu gentilmente para o imperador, e como uma forma de presenteá-lo, ofereceu-lhe uma flor de sakura, assim pedindo abrigo para que pudesse passar a noite. Enojado, Neji começou a rir, o que fez seus convidados repetirem o ato. Agarrando a delicada flor e colocando-a na palma de sua mão e fechou sua mão em punho, esmagando a pequena flor em sua palma. Jogando a flor sob o tatame, Neji mandou a mulher embora enquanto a olhava com desprezo. 

Aquela mulher parou de sorrir e olhou para a flor, que tinha algumas de suas pétalas cortadas e amassadas, e retornou a olhar para o imperador. Naquele momento, ela o aconselhou a não julgá-la por sua aparência. A velha mulher levantou-se e à frente do imperador, a sua aparência começara a mudar. Tal transformação revelou uma poderosa e belíssima feiticeira, que resplandecia em uma amarelada luz. Com tal transformação, ela completou: "pois a beleza, está no interior". 

Neji ajoelhou-se à frente da feiticeira, implorando por perdão enquanto os convidados tentavam escapar da ira da feiticeira, que muitos diziam ser uma enviada da deusa sol, Amaterasu. Entretanto, a feiticeira recusou o pedido de perdão, pois percebera que no coração do imperador, não existia nada além da mais pura soberba. E como castigo por isso, ela o transformou em uma medonha e horrível fera, castigando também aqueles que para ele trabalhavam, transformando-os em objetos. 

Com tal maldição, o reino fora esquecido, e os entes queridos dos amaldiçoados… não lembravam da existência dos mesmos. Mas existia uma salvação: a flor de sakura. A feiticeira impôs ao imperador uma seguinte condição: se você aprender a amar antes que esta flor perca totalmente suas pétalas, a maldição então serás quebrada. Caso contrário, permanecerá como fera por toda a eternidade. 

Conforme o tempo passava-se, o imperador desesperou-se. E a pouca esperança que existia em si, por fim desaparecera. Os funcionários amaldiçoados, temiam que seu mestre não conseguisse cumprir com a condição, e aos poucos conformaram-se e aceitaram o trágico destino que lhes fora imposto. Afinal… quem seria capaz de amar uma besta? 

TenTen ouvia atenciosamente o vaso contar a história, e com o final, ela engoliu o seco. O triste motivo pelo qual muitos dos que ali habitavam, era algo que fazia TenTen se arrepender de ter perguntado. Não sabia o que sentir em relação àquela história. Raiva? Tristeza? Ou talvez ambos. Aquela fera de fato não tivera uma boa infância, e isto contribuiu para o desenvolvimento de sua índole autoritária, arrogante, egoísta e egocêntrica. E TenTen sabia que, com tal índole narcisista, o destino de todos naquele lugar estava ameaçado. A Mitsashi apalpou a manga de seu kimono, levando seu olhar à mesa de centro. 

— Então… vocês estão amaldiçoados? — a garota perguntou desconfortável — Isso és horrível. 

Chiyo-baa, por que contaste à ela? — uma voz masculina se instalou no âmbito mal iluminado. 

O vaso permaneceu imóvel, porém, os cansados olhos voltaram-se para um porta-jóias de madeira, que também encarava o vaso com um olhar desaprovador. TenTen observou toda a cena, confusa. Agarrando com as suas mãos a xícara com o líquido intocado, a garota franziu o cenho a espera de alguma reação por parte do objeto. 

— Olá? — chamou — Você também fala?

O porta-jóias revirou seus olhos, enquanto Chiyo riu em um baixo tom. TenTen os encarou, perdida. Afinal, se até mesmo um porta-jóias falava, qualquer objeto por ali eram pessoas amaldiçoadas, não? 

— Isso é uma xícara normal, mulher. — concluiu o porta-jóias, mau humorado — Não és o Yuukimaru. 

— Sasori, meu neto, deixe este mau humor de lado — Chiyo repreendeu-o. —, não desejas que nossa única salvadora resolva partir, não é?

[...]

19 de Outubro de 1859, Aldeia da Folha

As tropas circulavam pela aldeia após o retorno da amaldiçoada floresta. Os samurais foram recebidos com cortesia por seus amigos e suas esposas. Lee, por sua vez, fora recebido por seus amigos, Inuzuka Kiba e Aburame Shino, que tiveram seus dias de folga. Todavia, o samurai estava aborrecido. Não desejava ser recebido por seus amigos, mas sim por TenTen, a mulher no qual o mesmo desejava casar. Os olhos redondos percorreram pela vasta multidão à procura de sua amada. 

— Onde ela está? — perguntou o samurai ao descer de seu cavalo de pelagem branca. 

— A solteira? — Kiba brincou. — Não a vimos por aqui o dia todo. 

O samurai os encarou apreensivo. O Inuzuka, vendo a preocupação no olhar de seu amigo, posicionou suas mãos sobre os ombros largos do mesmo, na tentativa de acalmá-lo. 

— Calma! Hina-chan nos informou que ela viajou para Kyoto. Ela vai voltar. — garantiu o moreno com um grande sorriso em seus lábios. — Ela vai voltar atrás na decisão dela, Lee. Nenhuma mulher resiste à um cara rico e de boa reputação como você. 

Lee sorriu, e seus ombros relaxaram. Shino observava a dupla de amigos em silêncio. A seriedade em sua face era algo que não se alterou desde o retorno de seu amigo. 

— Vamos comemorar, caralho! — Kiba gritou, assustando o samurai. — Hoje é dia de encher a cara de saquê e pegar umas mulheres. 


Notas Finais


olha... eu senti um nojo de escrever esse final, but né. Século XIX e o machismo rolava a solta. Mas enfim, espero que tenham gostado do capítulo e me PERDOEM POR ESSE FINAL, É SÉRIO. O que vocês acharam?

teve alguns elementos ai que eu adicionei no capítulo, e é uma ideia que vivia zanzando na minha cabeça, como a árvore do amor kakaka. Enfim dengos, este foi o capítulo do dia. Como amanhã eu tenho de atualizar minhas histórias do wattpad, eu retornarei a postar numa segunds feira. Espero que não me abandonem :(
kissux babes e sigam com o vocabulário caso você não saiba o que significa as duas palavras japonesas inseridas no capítulo💞

Vocabulário:

• Shoji: nas casas tradicionais japonesas, é comum existir divisórias de madeira. Na época Edo, o vidro não era algo muito utilizado. Shoji é uma divisória translúcida, que permite a entrada da luz solar/lunar no ambiente.

• Engawa: nas casas tradicionais japonesas, é comum existir corredores externos. Na época Edo, isso era algo extremamente comum nas casas tradicionais. Engawa é, basicamente, um corredor externo de uma casa tradicional japonesa.


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