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História A Bela e a Fera - Capítulo 1


Escrita por: GivanSena

Capítulo 1 - Capítulo 1


Isabela é a filha mais nova de um inventor cujo o qual se tornou viúvo quando a mesma ainda era pequena. Senhor José viaja pela Terra do nunca vendendo suas criações para sustentar sua família. Passa de cidade em cidade impressionando os aldeões com seu talento e sempre ao voltar trás uma linda rosa vermelha para sua filha amada, Isabela. 

Isabela fica responsável pelos afazeres da casa juntamente aos seus irmãos que cuidam dos animais e plantações; Miguel é o mais velho dos irmãos e trabalha com caça pela o governo da cidade. Gabriel é o segundo irmão e se responsabiliza pelas vendas de leite e ovos que os animais produzem. Já Rafael é o terceiro irmão e trabalha como ferreiro manuseando as ferramentas de uso coletivo da cidade. 

Bela gosta bastante de ler e sempre vai a biblioteca da cidade a procura de uma nova aventura. Sua rotina neste dia foi a mesma. Acordou, cumprimentou seu pai com um beijo, saudou seus irmãos a mesa e tomou seu café. Logo após fazer seus afazeres domésticos ela foi até o mercado e comprou alguns ingredientes necessários para fazer o almoço mais tarde e no meio do caminho passou na biblioteca. Silvano, o bibliotecário, a cumprimentou e questionou se já havia terminado de ler o livro que tinha pego a dois dias. Isabela responde que sim num largo sorriso satisfatório e o questionou sobre oque ele teria para lhe indicar. Ele sobe numa escada recostada a prateleira que está cheia de livros e os avalia atrás de um em específico. Bela o observa e vê que ele retirou um livro bem maior do que ela esperava. O bibliotecário volta ao chão e mostra para Bela um livro grande e surrado com um rubi na capa. Ela se impressiona pois ainda na havia lido aquele. Silvano diz:

- Esse é novo aqui! Chegou junto com outros dez ontem a tarde. A sinopse parece ser muito boa. Acredito eu que você irá gostar. 

Bela admirou quele livro gigante e seus olhos fixaram naquela pedra fabulosa e de imediato ela aceitou. Agradeceu o Sr. Silvano e se retirou para sua casa. Ao chegar em casa ela tratou de começar o almoço para seus irmãos que logo chegariam em casa. Enquanto cozinhava ela viajava em pensamentos sobre a história daquele livro. Estava louca para lê-lo e desfrutar de mais uma aventura. Logo um bater de porta a tirou de seus devaneios, eram Miguel, Gabriel e Rafael. 

- Boa tarde Bela. Cumprimentou os irmãos.

Miguel a abraçou e a deu um beijo na bochecha. Logo Rafael e Gabriel fizeram o mesmo. A relação entre os irmãos eram sempre de união. Seu pai tratou de ensina-los a nunca abandonar a família. 

Postos a mesa, os quatro, Rafael pergunta. 

- Eai, Bela? Qual o livro de hoje? 

- Eu peguei um diferente hoje. O Sr. Silvano me indicou. 

- Eita! Esse é bem grande. Exclamou Rafael. 

- Quanto tempo você leva pra lê-lo? Perguntou Miguel.

- Ah, não sei. Depende muito do meu interesse. Respondeu Bela. 

Eles terminaram o almoço e os rapazes foi praticar duelos de espada enquanto Isabela foi ler. O livro retratava a história de uma feiticeira que foi esnobada por um jovem príncipe que se achava superior a qualquer outro ser vivo. Logo a mesma o amaldiçoou o prendendo na forma de um monstro. Ele passou o resto do seus dias a assustar e espantar qualquer um que se aproximasse do castelo. Bela se espantou ao vê que o restante das páginas do livro estavam em branco. Ela folheou página por página e não conseguiu entender o significado daquilo. De imediato ela voltou a biblioteca e questionou o Sr. Silvano sobre a continuação da história.

- Porquê o restante do livro está em branco? Perguntou ela.

- Eu realmente não consigo entender. Disse Sr. Silvano averiguando as páginas vazias do livro. - Uma pena porque o livro parecia ser muito bom.

- Sim! E agora eu vou ficar imaginando como que vai ser o final dessa história. Disse ela decepcionada.

- Bom, então... já que está em branco. Porquê que você mesma não escreve? Sugeriu o Sr. Silvano. 

Isabela não esperava por aquela sugestão e ficou surpresa. Não soube como reagir então o Sr. Silvano colocou o livro de volta em suas mãos num leve sorriso contente. Ela observou o livro novamente como se fosse a primeira vez que o tivesse pego em mãos e então sorriu de volta. 

Ela se encaminhou para casa sem saber certamente oque iria escrever naquele livro. Vagou por pensamentos mas nada vinha em sua mente então deixou o livro de lado até que surgisse alguma ideia. Seu pai, Sr. José, chegou momentos antes da janta e dessa vez não trouxe a rosa vermelha para Bela. Ela não se importou muito já que seu pai sempre lhe trazia porém o homem se sentia na obrigação de trazer uma flor para a filha. 

- Sério pai! Não precisa! Afirmou Bela.

- Vai ser rapidinho minha filha. Já trago a sua rosa.

- Já está ficando tarde pai. Disse o irmão Miguel. - É melhor o senhor ficar em casa.

- Concordo com o Miguel pai. Disse Rafael.

- Outro dia o senhor trás a flor pra Bela. Falou Gabriel. 

- Vocês não entendem? Eu preciso fazer isso. Ou não estarei com o meu dia completo. Sorriu o Senhor para os filhos e ninguém o contestou. 

E lá se foi o Sr. José atrás de uma rosa para sua filha. Ele montou em seu cavalo e partiu. Já era noite, a estrada de terra rodeada por árvores estava deserta. O frio foi se apoderando do corpo de José, ele já não conhecia a estrada em que estava. Percebeu que estava perdido e tratou de voltar mas não reconheceu o caminho de volta. Gelo e neve foram surgindo pelo caminho conforme ele seguia adiante. Já estava ficando assustado pois a terra de gelo ficava muito distante de sua vila. E não tinha como ele chegar ali tão rápido. Não sabia oque fazer, mas tinha certeza de que não deveria continuar sua caminhada. Aquela floresta de gelo não era um lugar legal para se ficar pois seus ossos já estavam congelando e mesmo assim ele sabia que não deveria continuar porém um rosnando assustou seu cavalo que partiu em disparada correndo pela estrada de gelo. Sr. José tentou conter o cavalo mas percebeu que estavam sendo seguidos por uma matilha de lobos e fez com que o mesmo continuasse a correr e em seguida avistou um grande portão de ferro que se abriu sozinho para o mesmo entrar. Os lobos não avançaram mesmo o portão estando aberto mas o Sr. José não notou e continuou correndo pelo portão a dentro. Ele se encontrava em um grande jardim, diante a um imenso castelo em ruínas. Sr. José desceu do cavalo e se dirigiu a escadaria que dava a porta principal do castelo. Ela se abriu para o mesmo e ele adentrou se encontrando agora em um imenso salão. Sr. José passou a vagar pelo castelo, impressionado com o tamanho do mesmo e seus objetos em ruínas porém ainda assim lindos. Ele subiu algumas escadas e chegou a uma sala onde no centro da mesma se encontrava uma mesa com uma caixa de vidro sobre ela. Algo vermelho brilhava dentro da caixa, era uma rosa vermelha e o Senhor se dirigiu até a mesma, fascinado. Aquela flor o atraí como ímã e por coincidência era exatamente oque estava atrás. Ele então tocou na caixa de vidro e um estouro atingiu seus ouvidos, um rosnar muito alto quase o deixou surdo, o susto o levou ao chão e ele viu uma boca enorme cheia de dentes centímetros de seus olhos. O castelo todo estremeceu e isso assustou o cavalo e saiu correndo do castelo de imediato voltando então para sua casa.



Notas Finais


Espero que gostem! Uma viagem muito boa, só pra dar espaço na mente para outras histórias... kkk


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