História A Bela e o Fera - Capítulo 1


Escrita por: e Park_Nuvem

Postado
Categorias A Bela e a Fera, Monsta X
Personagens Hyung Won, Personagens Originais, Won Ho
Tags A Fera, Bela, Drama, Imagine, Monsta X, Romance, Terror
Visualizações 21
Palavras 1.046
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Necrofilia, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá povinho!
Eu estava até escrevendo mas decidi arrumar,e como vocês podem ver,temos uma nova autora. Ela que me ajudou a refazer ❤️ Segue ela!✨

~BOA LEITURA~

Capítulo 1 - Prólogo


Começava mais uma manhã como todas as outras desde que me mudei para esta pequena aldeia do interior,eu terminava de me arrumar em frente ao pequeno espelho de meu quarto.

Me olhava e não entendia o motivo de receber certos comentários vindos das pessoas da vila,eu os ouvia dizerem diversos tipos de piadas sobre mim e minha personalidade,mas também já ouvi falarem de minha aparência.

Resolvi parar de divagar sobre essas coisas que considero fútil e terminei de pegar minhas coisas,o relógio da cidade acabava de bater oito horas e eu precisava logo sair.

Quando terminei desci as escadas e me despedi de meu velho pai que aprontava mais uma de suas malucas invenções no porão de nossa casa.

Eu estava a caminho da biblioteca da cidade devolver um de meus livros favoritos,já o li incontáveis vezes, e mesmo assim ,sinto as emoções como se fosse a primeira vez.

Príncipes disfarçados,duelos de espadas,conflitos por amor dentre outras coisas sempre prendiam minha atenção nesse livro.

Quando me mudei pensei que os livros que li seriam uma forma de eu me entrosar com as pessoas dessa vila,porém,ao contrário do que pensei acabaram me afastando,a maioria me julga ao me ver lendo algo.

A maioria não diz nada mas eu posso os ver coxixando atrás de mim ou olhando com cara estranha.

 E por falar em pessoas de mente fechada…

-Bom dia S/n,como vai a dama mais bonita da aldeia ?

-Ola Hyungwon,pode parar de falar isso,não gosto que me chame assim- falei já me cansando daquela conversa que nem havia começado direito.

-O que seria isso que está segurando?-Esse tipo de pergunta é séria?

-Obviamente um livro.

-Ah - disse revirando os olhos- Como pode gostar de ler,é uma coisa chata e nem ao menos tem figuras.

-É só usar a imaginação.

-Isso não é bom para uma dama,logo começa a ter ideias e a pensar… E não me venha de novo com aquela historia de que nunca ira se casar,você ira se casar comigo.-falou autoritario.

-Vou fingir que me importo com o que acabou de dizer,adeus Hyungwon.-Falei terminando aquele diálogo tedioso e irritante.

Todas as moças dessas aldeia suspiram apaixonadas por Hyung won,como podem não perceber o quão ridículo ele é.

Ouço todo tipo de comentário dessas moças que acham algo inadmissível eu recusar os vários pedidos de casamento que Hyungwon já me fez.

Hyungwon é um homem bonito...mas ele se acha o melhor,o mais bonito,e pensa que é um herói,além de que vive a dizer  que se uma mulher não se  casar irá ficar sozinha e  louca.

Não posso nem ao menos  ensinar uma doce menininha que conheci a ler, todos da vila dizem que vai  ficar louca... igual a mim.
 
Apenas queria viver mais que a vida do interior,em um lugar onde eu não fosse reprimida por meu gostos.

Quero ser livre para ser quem realmente sou.

  {...}

Após passar na biblioteca para deixar o livro,acabei pegando um novo que havia aparecido por lá entre as prateleiras já tão bem conhecidas por mim.

Eu era literalmente a única leitora da vila,claro que os homens sabiam ler mas não “perdem seus tempos” com folhas cheias de palavras complexas para a cabeça devagar deles.

Certa vez,tentei ensinar uma doce garotinha a ler,eu havia acabado de conhecê-la e simpatizei com a menina,ao me verem,os cidadãos da vila me julgaram cada vez mais e disseram que eu a deixaria louca com aquilo.

Mais uma vez ignorei os pensamentos que frequentemente rondavam a minha cabeça e continuei meu caminho.

Ao passar pela feira comprei algumas frutas e vegetais para fazer algo saudável a meu pai,que por pura teimosia,se recusava parar de trabalhar em suas máquinas para comer.

Depois de caminhar um pouco mais cheguei em minha simples e confortável casa,me deparando com meu pai arrumando algumas malas e colocando em sua carroça.

-Pai o que está fazendo? Para onde vai levar todas essas coisas?

-Ola S/n minha filha,irei para uma feira de inventores ,mas não se preocupe,me alimentei antes de ir e também estou levando coisas para comer no caminho,volto amanhã.-Disse dando um de seus doces sorrisos.

-Por favor se cuide papai,sentirei sua falta.-falei o abraçando.

-Quer que eu compre algum presente para você?

-Não precisa comprar nada papai,apenas uma rosa já me satisfaz.

-Está bem,peguei a rosa mais bela,assim como você.

Dei um ultimo abraço em meu pai depois de ajudá-lo a arrumar suas coisas e o vi partir sorridente para mostrar suas invenções as outras pessoas.

Ele quem cuidou de minha vida inteira e minha mãe morreu quando eu ainda era muito pequena,ele é meu bem mais precioso,meu único bem.

[...]

Eu lia o livro que havia pego na biblioteca hoje mais cedo na varanda de meu quarto enquanto apreciava o silêncio do fim de tarde,quando este foi cortado por um alto relinchar.

Levantei rapidamente vendo que era o cavalo em que meu pai partirá hoje de manhã e logo desci para tentar acalmá-lo.

-Onde está meu pai? Me leve até ele.

Subi na sela do cavalo e ele me guiou até uma floresta escura,tomada pela névoa espessa que cobria o caminho por  onde eu vinha.

Eu sentia calafrios passarem pelo meu corpo arrepiando minha pele,é como se eu sentisse o perigo próximo a mim enquanto cavalgava.

Avistei um grande castelo ao longe e ao me aproximar pude vê-lo mais detalhadamente.

Perto do portão do grande castelo havia uma flor caída,uma rosa,coisa que me deixou ainda mais aflita.

Continuei a rondar a entrada do castelo para ver se encontrava mais alguma coisa e outra coisa me chocou,a carroça com as invenções  de meu pai estava ali,tombada.

Com  certeza não foi um assalto já que tudo ainda estava ali,eu não via um motivo para ele não estar em lugar algum.

Enquanto eu mexia nas coisas me assustei com um alto rugido que pode ser ouvido seguido de um grito estridente,o rugido grosseiro parecia vir de um animal gigante,algo como uma fera.

A camada de névoa deixava a antiga construção ainda mais assustadora,diferentes gárgulas podiam ser vistas e também haviam plantas por todos os lados bloqueando a minha visão para porta do castelo e não havia nenhum indício de luz,porém,eu sentia dentro de mim duas coisas.

Que meu pai estava ali e que eu deveria enfrentar o perigo por ele.


Notas Finais


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