História A boneca de ossos - Capítulo 8


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Categorias Satsuriku No Tenshi (Angels Of Death)
Personagens Abraham Gray, Isaac Foster (Zack), Rachel Gardner (Ray)
Tags Angels Of Death, Drama, Fanfic, Rachel, Satsuriku No Tenshi, Terror, Zack
Visualizações 24
Palavras 831
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


sinto muito pela demora

Capítulo 8 - Toca da besta


Fanfic / Fanfiction A boneca de ossos - Capítulo 8 - Toca da besta

"Assista a humanidade cessar porque é a nossa doença humana
Você tem que matar quando você tem que matar, sim que é o que dizem
E eu não posso ir contra a vontade de Deus, é melhor você rezar
Porque eu sou um anjo sim, um decano.. Eu sou o inferno e eu sou o céu
Eu sou tudo que você não poderia ser agora você acredita no diabo?"

Hollywood Undead

 

-o amor é uma coisa linda Issac- a mulher a minha frente falava.                         Quando eu era pequeno tentaram me internar em uma clínica psiquiatra, embora eles tentassem me convencer que o mundo é uma porra de um lugar feliz eu apenas virava o rosto.
     -um dia você vai entender o que é amar e ser amado. 
    Naquela noite eu matei aquela mulher, marido dela e fugi daquela desgraça de hospital.                                               "amor que coisa idiota"

 

-senhor o sinal sumiu- ela me olhava- o que vamos fazer?.
      Coloquei a mão na cabeça "desgraça Ray", senti um aperto no peito como se a bunda de um elefante tivesse sentado em cima de mim  "eu vou morrer nessa porra e a culpa é daquela pirralha".
       -eu posso tentar fazer o caminho de cabeça- aquela voz era irritante minha mão coçava precisava matar alguém.
     Me segurei na porcaria do banco apertando os olhos, "droga é a Ray preciso buscar a Ray não seja burro!" concordei com a cabeça. Mordi minha boca só pelo prazer de ver o sangue escorrendo queria matar e queria naquele momento.
              "é pela pirralha só por ela"

 

A garota estava sentada sua visão estava turva quando o homem entrou pela porta segurando um cachorro branco.
      -é para você- entregou a loira junto com um carretel de linha roxa e uma agulha- pode brincar com ele- passou os dedos pela bochecha da menina colocando um revólver sobre a cama se levantou e foi embora.
   Rachel olhava para o cachorro abanando o rabo e lambendo seus pés não conseguia pensar em nada, seu corpo começou a se mover sozinho pegou a arma.
       -bang- atirou ouvindo o uivo de dor do animal, pegou o carretel de linha e a agulha afiada como uma lâmina, andou até ele que ainda agonizava no chão do quarto frio. Colocou suas pequenas mãos sobre o seu corpo sentindo o sangue quente fluir por entre seus dedos e começou sua grotesca costura. Do lado de fora do quarto arrancando gritos do assoalho estava Robert segurando o celular encapado por tons de azul ele, havia desligado a localização do aparelho sorriu enquanto andava.
      -Rachel parece que vamos ter visitas hoje- gritou -você sabe o que fazer- gargalhou por entre os corredores, tudo aquilo era uma diversão para ele.

 

A noite era impetuosa sob as cabeças dos dois. Havia demorado tanto tempo que Zack viu Rachel pela última vez, seu coração acelerou em pensar que ela estava dentro daquele lugar imenso dentro da floresta "merda!!". Tinha calafrios só  de pensar o que podia ter acontecido com a garota .
      -é aqui mesmo?- perguntou a Emma- tem certeza porra?
         -é aqui- falou baixo olhando a casa gigantesca de cima a baixo, a porta estava aberta convidando qualquer assassino procurando por uma garota a entrar.
     -droga!- disse entrando - fique aí-  a mulher concordou com a cabeça.

 

Não tinha nada dentro só um monte de quadros de crianças em circos "mas que porra é essa?!", a maldita poeira subia a cada passo que eu dava. As paredes descascavam formando entulhos de tinta no chão "droga de lugar doentio",.parei quando ouvi uma música que parecia uma canção de ninar subi as escadas que rangiam com o meu peso "Ray?". Entrei em um quarto que  parecia ser de uma porra de uma criança desorganizada com brinquedos espalhados por todo lado.                                                                    -arruma essa merda, droga!- a música parou e a televisão a minha frente ligou.
    'Na noite do dia 15 de abriu Satou e Merli Gardner foram encontrados mortos em sua própria casa, as marcas de tiros eram visíveis no corpo do homem e as facadas no corpo da mulher, mas o que chama atenção é a crueldade e a brutalidade  do crime a boca da mãe estava costurada em um sorriso juntamente com sua mão entrelaçando nos dedos do pai, os corpos estavam em um avançado estado de decomposição. A filha do casal Rachel Gardner está desaparecida desde o dia do crime. A polícia local desconfia do assassino em série Isaac Foster' 
   A televisão desligou sozinha "que merda foi essa?!" me virei e tudo o que eu vi foi a pirralha com uma droga de arma apontada em minha direção.
    -gostou do espetáculo Zack?-apontou o revólver -você fará parte do meu mundo perfeito.
      A pirralha atirou senti acertar minha perna, ajoelhei no chão a droga do meu sangue começou a escorrer.
       -merda Ray!- gritei e ela apontou o revólver para mim de novo me olhando com aqueles malditos olhos de morto.
       -Zack você é o Deus do meu pequeno mundo- mirou em minha direção- bang! 


Notas Finais


Até a próxima


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