História À Boneca de Sangue - Capítulo 9


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Categorias Naruto
Personagens Gaara do Deserto (Sabaku no Gaara), Hinata Hyuuga, Ino Yamanaka, Jiraiya, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Tsume Inuzuka
Tags Drama, Hentai, Horror, Naruhina, Naruto, Novela, Policial, Romance, Sasusaku, Suspense, Yandere
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Palavras 3.295
Terminada Não
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 9 - Futuro tempestuoso.


Fanfic / Fanfiction À Boneca de Sangue - Capítulo 9 - Futuro tempestuoso.

“Querido diário, meu nome é Naruko Uzumaki, tenho dezoito anos e já faz dez anos que tudo aconteceu, meu pai enlouqueceu com um acidente que aconteceu quando era criança e foi levado ao um hospício para ser cuidado, mas quanto mais tempo passava mais ele piorava, vivia falando que a nossa casa antiga não era segura e que não deveríamos voltar ate ela, quando meu pai foi levado eu tinha apenas oito anos não me lembro do que aconteceu exatamente mesmo que eu me esforce não consigo me lembrar, minha mãe estava muito mal naquele tempo por ter perdido meu irmão Naruto Uzumaki, eu ainda guardo as poucas fotos que tinha com ele, as que consegui salvar de serem queimadas, pois minha mãe ficou muito abalada quando ele desapareceu e começou a lutar contra uma depressão, hoje ela finge estar melhor, mas consigo ver em seus olhos que ela ainda sofre muito com isso á maior prova disso é que ela ainda precisa dos remédios e queimou todas as fotos, roupas e objetos que meu irmão tinha como forma de aceitar que ele saiu de nossas vidas, não sei realmente o que aconteceu com ele, Kakashi nunca quis me contar sempre muda de assunto quanto pergunto e assim também faz a minha mãe, eles não me deixam visitar meu pai para questiona-lo alegando que ele está totalmente louco e já não  tem consciência do que fala.”

Naruko solta sua caneta dando um grande suspiro em quanto joga seu corpo para trás deixando seu peso ir contra a cadeira em quando elevava seus olhos para o teto como se tentasse relembrar tudo o que aconteceu para buscar uma explicação que pudesse reconforta-la ou ao menos lhe dar alguma explicação sobre onde seria o paradeiro de seu irmão e o porquê ele desapareceu, ao voltar seus olhos para frente ela observa pela janela de seu quarto a linda vista do apartamento onde conseguia ver uma grande parte da cidade de Konoha.

- Naruko. – Kakashi abre a porta seu quarto e logo sorri ao vê-la. – Há... Vejo que finalmente aceitou meu conselho de tentar desabafar com o diário que te dei já que ainda não se sente segura para conversar pessoalmente comigo.

Ela não o responde apenas força um leve sorriso que parece realmente ter enganado o velho Kakashi que também sorri; realmente ele já estava em uma idade avançada e mesmo já podendo se aposentar preferia continuar com sua vida de psicólogo para tentar ajudar as pessoas que realmente queriam se livrar de um fardo e consequentemente também para incentivar Naruko a se abrir um pouco mais com ele, pois dez de que se tornou uma “mocinha” e começou o colégio ela se fechou muito o fazendo pensar que ela poderia estar enfrentando problemas na escola ou talvez apenas tenha sido aquele peso do passado que voltou para pesar sua cabeça, isso durou por muito tempo e mesmo insistindo muito Kakashi de nada conseguiu da loira que teimava em dizer que estava tudo bem, mas mesmo não conseguindo falar com ela abertamente como desejava tanto, ele estava feliz por saber que este era o último ano que Naruko teria que enfrentar na escola e logo poderia começar uma faculdade.

- O almoço está pronto, tente não se atrasar desta vez para ir a escola esta bem? – Kakashi sorri e logo fecha a porta do quarto á deixando novamente sozinha que logo volta a sua atenção para seu diário.

“Kakashi-sensei é uma das únicas pessoas que sobraram da minha infância que realmente cuidou de mim, ele com certeza é o que eu tenho mais próximo de um exemplo de pai, ele cuida de mim dez que meu pai biológico foi mandado ao manicômio, eu e minha mãe nós mudamos para o apartamento dele quando eu era criança, realmente é grande o suficiente para nós três, minha mãe hoje em dia já não pode mais trabalhar... Seu estado crítico de depressão deixaram os médicos preocupados sobre ela acabar tendo um surto de pânico ou algo assim e acabar atacando algum paciente, por isso a afastaram do hospital alegando a justiça que seu estado já não a permitia poder trabalhar mais, por isto Kakashi-sensei a ajudou a se “encostar” e agora ela sempre fica em casa apesar dos esforços do sensei para tentar tira-la daqui realmente ela não gosta mais de sair, prefere sempre ficar trancada em seu quarto dormindo, chorando, escrevendo quartas que esconde muito bem e nem se quer Kakashi conseguiu vê-las e é claro, fumando. Não entendo porque minha mãe vê o cigarro como um consolo, mas realmente já não me importo com isto só queria que algo novo acontecesse para mudar esta minha vida e trazer um pouco da luz que tinha de volta”.

- Naruko, se aprese não quero que chegue atrasada de novo, se quiser pode levar seu diário para a escola e continuar escrevendo durante o recreio. – Afirma Kakashi tentando manter um bom humor para tentar cativa-la.

- Nem sonhando. – Ela sussurra se sentando a mesa para pegar uma marmita na qual pediram de um restaurante, pois realmente sensei nunca foi muito bom para cozinhar e graças a grave depressão de Kushina realmente ele achou melhor nunca deixa-la cozinhar ou se quer ter um fogão em casa, dez de que o caso dela se agravou Kakashi se livrou do fogão e bujão de gás, sempre que chega a hora de alguma refeição é pedida em algum restaurante ou aquelas prontas que veem congeladas que são feitas para usar no micro-ondas. 

- Porque não? – Kakashi pergunta mesmo sabendo qual seria a resposta queria tentar incentivá-la a ser mais sociável e se abrir. – Tem medo alguém posa ver o que esta escrevendo?

- Você sabe bem que naquela escola tem muitas meninas enxeridas que não conseguem cuidar nem da própria vida e vem querer se intrometer nas dos outros! – Ela afirma com um tom mais forte como se lembra-se se algo que deixasse com muita raiva.

- Esta falando daquela garota loira aquela tal de “Ino” se não me engano que anda por ai com aquela outra menina de cabelos castanhos... – Ele para como se estivesse tentando se lembrar.

- Tenten! – Naruko revira os olhos parecendo se sentir desconfortável do lembrar-se desses nomes.

- Sim esta mesmo! Foram elas que implicaram com você no dia que tive que ir na escola por causa da sua “briguinha” não é?

- Sensei já estou atrasada, quer mesmo que não tenha tempo nem se quer para almoçar?

- Há sim... Desculpe querida pode ir.

Naruko pega sua marmita e volta para seu quarto para poder comer em paz em quanto Kakashi fica relembrando os eventos que ocorreram na escola quando a loira estava no segundo ano superior, ele foi chamado na escola pela diretora.

Ao chegar ao escritório da diretora do colégio ela afirma com severidade que Naruko havia se envolvido em uma briga com duas meninas, Tenten e Ino, mas de nada aconteceria com a loira, pois a diretora já a conhecia bem e sabia que ela não era de se meter com confusões sem motivos por ai, mas infelizmente ela não podia fazer nada par ajuda-la já que essas “queridinhas” que a perturbavam eram irmãs e filha do “dono” da escola particular que ela trabalhava como diretora.

 Obviamente Kakashi como um psicólogo a incentivou a falar a verdade para que o pai das meninas a punissem, mas foi em vão. Elas realmente eram daquele “tipinho” irritante que se faz de inocentes na frente do “papai”, para terem tudo que querem, mas quando ele vira as costas se transformam em completos demônios achando que podem fazer o que bem entenderem com qualquer um dessa escola.

Mesmo com os esforços da diretora para fazer o pai dessas meninas verem quem elas realmente são, ele não acreditava em nenhuma acusação da diretora e afirmava que se ela não parece de acusar seus “anjinhos” assim a iria demitir, por isto nada mais ela pode fazer por Naruko e Kakashi.

Realmente sensei queria tira-la daquela escola, mas tinha certeza que se a mandasse para uma escola pública tudo iria piorar, pois iria joga-la em um lugar onde alguns diziam “ou mata ou morre”, pois eram alunos que realmente faziam pensar que era bem melhor fazê-la aguentar apenas mais um ano aquelas “duas” do que joga-la em uma escola onde poderia haver meninas piores que sempre implicavam com as novatas principalmente se fossem “mimadas” na qual elas chamavam as meninas “ricas”, pois Naruko herdou as duas partes do dinheiro que seu pai estava guardando para ela e Naruto, mas como havia perdido o irmão, ambas as partes ficaram para ela que resolveu guardar tudo para seus futuros estudos.

Além do mais além de tudo que poderia piorar ela estaria sozinha, diferente da escola atual onde conseguiu ao menos uma amiga chamada Temari que sempre a protegia daquelas duas “certinhas”.

Após alguns minutos sensei percebeu que já estava prestes há dar meio dia e começou a apresar Naruko que ainda estava no banho.

- Não se preocupe sensei. – Ela grita dentro do banheiro. – A aula só começa meio dia e meio e, além disso, á Temari vai vir de moto para irmos juntas.

- Certo. – Ele afirma sorrindo. – Se dessa vez forem sair depois da aula ao menos de avise para não ficar preocupado.

- Já está avisado! – Ela grita o fazendo rir.

Kakashi suspira e sussurra para si mesmo.

- É bom ver que ela esta tentando mudar o rumo de sua vida, só espero que ela não tenha mais problemas com aquelas duas.

Após a loira sair do banho corre ao seu quarto com a toalha enrolada ao corpo e separa sua farda escolar, já que era uma escola particular no qual as regras eram mais exigentes ela sempre deveria usar as roupas “adequadas” de pés a cabeça, ate seus sapatos eram vendidos pela escola fazendo parte da farda escolar; Apesar dos uniformes serem iguais à escola os diferenciava por cores, os alunos para baixo do primeiro ano superior usavam fardas verdes, no segundo ano amarela e por fim no terceiro e último ensino superior na qual ela estava junto com Temari era vermelho e preto o que lhes agradava muito, Naruko vestiu sua blusa que era um pouco mais junta para as meninas e uma saia que vinha ate seus joelhos e um sapato preto que havia o símbolo da escola.

Ao terminar de se vestir e prender seus longos cabelos em uma Maria Chiquinha como gostava de usar desceu para a portaria do prédio onde Temari já lhe esperava sorrindo.

- Borá nega! – Ela chama a loira sorrindo.

Quando chegaram à escola de moto, Temari estaciona em uma área já reservada para os alunos deixarem suas bicicletas, motos ou carros já que nesta escola particular tinham diversas vantagens.

- Ai não. – Temari revira os olhos demonstrando nojo. – Olha só quem ta ali.

Naruko olha de quanto de olho para onde a loira havia apontado e vê Ino e Tenten junto com um jovem ruivo que sorriu ao velas.

- Ai, eu não acredito nisso. – Temari murmura mal humorada. – Vai dizer agora que estas “galinhas” tava esperando a gente, só faltam terem arranhado todos os carros dos alunos e quererem colocar a culpa em nós duas, indo choramingar para o “papai”.

- É verdade. – Afirma Naruko. – Igual quando elas tacaram pedras no carro da diretora por tentar me proteger graças aquela briga que elas provocaram, realmente não aguentei me segurar e você havia faltado não havia nem ninguém para me impedir.

- Que segurar que nada menina! – Temari sorri baixinho. – Eu ia era te ajudar a dar uma na cara dela pra aprender a não fica se metendo na vida dos outros essas raparigas magrela!

Ambas começam a rir e saem do estacionamento sem serem vistas se dirigindo para dentro da escola onde os alunos já estavam à procura de suas salas.

 - Menina finalmente fim do ano ta chegando. – Temari afirma se agarrando no braço de Naruko em quando caminhavam para sua sala. – Eu não aguentava mais essa escola e nem aquelas duas pestes, sinceramente quero distancia de “exus” que nem elas, Deus me livre!

- É verdade e por falar nisso, você vai participar da festa de formatura ou você vai apenas pegar o diploma?

- A sei lá menina, mas se eu for quero ir com um “boy” daqueles viu. – Temari começa a rir, mas logo a questiona. – Mas e você “Na” você vai pra festa?

- A não sei não. – Naruko parece um pouco apreensiva.

- O que foi nega? – Temari para no corredor para conversar melhor com a loira em quantos outros alunos já haviam entrado em sua sala. – Desembucha vai, o que ta te incomodando? Por acaso estava se lembrando daquele acidente que aconteceu na sua infância de novo ou algo assim?

 - Não, não é isso... – Ela sussurra. – É que... Sabe a Ino e a Tenten sempre ficam no nosso pé, nos fazendo passar vergonha, implicando com a gente e fazendo agente levar culpa por coisas que elas mesmas fazem sabe, acho que no dia da festa de formatura não vai ser diferente, tenho certeza que vão tentar fazer alguma coisa para nos humilhar ou algo assim, tipo... Lembra o que aconteceu na festa no ano passado?

- Si lembro menina! – Temari revira os olhos com uma voz mais firme como de revolta e tristeza. – Aquelas duas raparigas magrelas, mandaram dois meninos nos chamarem pra festa e quando chegamos lá “bomba”, eles estavam acompanhados de outras meninas e nós ficamos pagando de segurar vela pra toda a escola sem contar que no final da festa essas duas pestes encheram bexigas com tintas guache e água.

- É verdade, mancharam todo meu vestido.

- É o meu também e era alugado! – Afirma Temari com raiva. – Tive que pagar por aquela droga e ainda deu maior trabalho pra tirar aquelas manchas.

- Se deu... – Ela murmura baixinho um pouco aflita de se lembrar de tudo isso.

- É acho que você tem razão. – Afirma Temari. – Se fomos para algum lugar depois de pegarmos os diplomas, vai ser é pra bem longe daquela festa mixuruca nós podemos comemorar sozinhas lá na sua casa acompanhadas de pizzas, doces e refrigerantes o que você acha?

- Acho bem melhor do que arriscar levar um banho de tinta de novo. – Naruko força um sorriso em quando a puxa pelo braço para entrarem na sala de aula.

- A meu amor pode ter certeza que conhecendo aquelas duas pestes vai ser coisa pior do que um banho de tinta. – Afirma Temari que se senta ao lado de Naruko no fundo da sala em quando Ino e Tenten se sentam na frente como sempre se pagando de “certinhas”.

Com o decorrer das horas faltavam poucos minutos para o intervalo e como eram sempre “comportadinhas” Tenten e Ino tinham o privilegio de sempre saírem antes dos outros alunos com direito a se despedir da professora com um abraço e beijinho na bochecha.

- Aff, essas duas me dão é nojo, nunca tinha visto gente tão falsa assim na minha vida. – Temari murmura para Naruko que terminava de guardar seu material.

- E eu que pensava que você já tinha se acostumado com isso. – A loira sussurra e observa pela janela que o tempo estava mudando e as nuvens cobrira o sol deixando um clima mais frio tomar conta.

- Ai que ótimo. - Temari murmura com sarcasmo – Lá se vai o nosso passeio pro shopping de depois da escola, valeu nuvem cinza.

- Talvez seja apenas uma nuvem passageira. – Naruko tenta anima-la, mas logo uma chuva forte começa a cair e uns ventos muito intensos chacoalham as arvores do lado de fora chamando a atenção dos alunos que ficam contra a janela para verem melhor, porem logo são repreendidos pela professora que faz com que todos voltem aos seus lugares.

- Muito bem, já chega! – Ela afirma com autoridade. – Devido a esse mal tempo, creio que seja melhor todos vocês ficarem durante o intervalo dentro da sala de aula é mais quente e mais seguro caso tenha risco de piorar e começar a cair alguns raios.

Todos os alunos começam a murmurar contra e pedirem insistentemente para a professora que os deixassem sair, em quanto os alunos tentavam argumentar contra a professora incluindo Temari, Naruko que se sentava ao lado da ultima janela descansou seu rosto em sua mão segurando sua cabeça em quanto se virou para olhar para a forte tempestade, mas ao olhar para fora viu o que parecia ser um homem em pé no portão de entrada da escola em meio à chuva sem se quer se mover, ele mantinha a cabeça baixa e usava uma jaqueta preta com um capuz que o escondia.

Ao cutucar Temari chamando sua atenção sem tirar os olhos do estanho homem ele levanta lentamente sua cabeça a encarando com um olhar serio e frio, porem a loira se quer podia ver seu rosto com detalhes, pois estava realmente muito longe, sua sala se encontrava no andar de cima e não podia se ver nem qual a cor dos olhos, cabelos ou algo do tipo.

- O que foi nega? – Temari pergunta.

- “Mari” olha isso. – Naruko se vira deixando Temari perceber que realmente ela estava assustava e apreensiva com algo que havia visto, mas ao se aproximar da janela fazendo Naruko se afastar para que ela pudesse ver a loira apenas sussurra.

- Meu Deus... - Ela murmura.

- Você sabe quem é ele? – Naruko sussurra. – Porque alguém ficaria parado no meio desta tempestade?

- Ele? – Temari pergunta confusa. – Ele quem querida? Se você viu alguém no meio daqueles destroços é melhor avisar logo pra professora viu ou alguém vai pro tumulo hoje!

- O que?! – Naruko volta a olhar pela janela e logo percebe que o portão de entrada da escola assim como uma boa parte do muro foram derrubados.

- Minha nossa senhora menina! – Temari murmura. – Credo esse vento vai derruba a escola inteira, eu não quero ta aqui quando isso acontecer não viu.

- Mas... Como... –Ela murmura pra si mesma.

- Menina desembucha “tu” viste alguém lá ou não? – Temari a questiona. – Anda que se “tu” viu tem que alguém ir lá de presa ou o “cabra” vai morre!

- Não... Acho que não... Deveria ter sido só impressão minha, deve ter sido algum aluno que estava matando aula ou algo to tipo.

- Eu em... Deus que me livre nem se tivesse promoção em todas as lojas da cidade eu sairia em um tempo desses, muito menos pra matar aula se é louca só pode. – Temari murmura brincando, mas logo ambas são chamada a atenção sobre estarem se debruçando na janela e realmente tiveram que aguentar o recreio em sala de aula com os outros alunos em quanto às “queridinhas” do papai estavam à vontade na sala dos professores já que seu pai não se importava que ficassem lá por serem tão “comportadas”.

- Ei “na” – Temari sussurra para a loira aproveitando que a professora havia descido para seu intervalo e deixou os alunos sozinhos. – Pelo visto já da pra ver que não tem jeito mesmo, não vamos conseguir sair pra e aproveitar lugar nenhum, que tal se agente ficar na sua casa mesmo hoje? Agente pode fazer uma festa do pijama ou algo do tipo né, só nós duas no caso, mas ser divertido né?

- Vai sim, só não esquece que minha mãe é...

- Depressiva? Viciada em cigarro, vive trancada no quarto, não gosta que invadam sua privacidade, resumindo ficar longe da ruiva! – Temari a interrompe a fazendo afirmar que “sim” para todas as suas acusações. – Não se preocupa nega, eu já conheço teu “bando”.



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