História A Bruxa Negra - Capítulo 12


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Jeremy Gilbert, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Matt Donovan, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Vincent Griffith
Tags Bruxas, Lobisomens, Mikaelson, Petrova, Salvatore, The Originals, The Vampire Diaries, Vampiros
Visualizações 48
Palavras 5.520
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


heeey

eu ia postar antes, mas eu li o capítulo e não fiquei satisfeita e então eu o refiz do zero. Gente, eu amei escrever esse capítulo, ele vai te trazer fortes emoções então se tu tem problemas no coração não leia (ou leia, porque vale pena <3)

bom capítulo!

~~ eu escrevi boa parte do capítulo ouvindo a música Bad Bitch (tem até uma referência no cap), então se vocês quiserem ouvi-la, pode ouvir tá? amo vocês <3

~~~~ ah, a música me inspirou por conta do Bad Bitch que é cantando diversas vezes, eu nunca tinha parado para ouvir a tradução da música, eu fiz isso hoje e percebi que não tinha nada haver com a Maya, mas o "vadia má" me encantou e me fez lembrar, um pouco (mentira, muito) da nossa rainha Katherine <3

Capítulo 12 - Capítulo DEZ


Fanfic / Fanfiction A Bruxa Negra - Capítulo 12 - Capítulo DEZ

MAYA

 

As coisas aconteceram tão rápido na minha vida. Minha família sendo pega, eu me apaixonar por Kol e depois acabar com um buraco no coração, Morgana sendo morta, Colin sendo transformado em vampiro por minha causa, minha morte, eu ressuscitei, revi Kol e sua família, fiquei com Marcel e agora estou grávida dele e prestes a dar a luz. Quando eu fiz o plano para voltar do Outro Lado, eu tinha uma meta: viver intensamente e ter minha vingança. Porém eu descobri que minha família ainda estava viva e os planos mudaram. Minha nova meta era localizar os Mikaelson e descobrir quem é a bruxa que os mantem no mundo prisão. E então eu conheci Marcel Gerard, dormi com ele uma vez e fiquei grávida, e os planos mudaram novamente. Agora eu quero que meu filho nasça saudável, e quero poder cuidar dele para então ir atrás de minha família. 

 

Meu plano inicial era simples, fazer Kim me ressuscitar, mas tudo começou a dar errado. A mãe dela fez uma coisa inesperada, transformou-a em vampira. A parte bruxa tinha ido embora, junto com minha chance de voltar. Totalmente nervosa, eu resolvi dar uma espiada em Elena e seus amigos. Ao ver que eles estavam atrás da cura, eu tive uma ideia. Comecei a chamar atenção de Kim, e quando consegui lhe passei um feitiço e a localização de um objeto poderoso: o medalhão de Morgana. Eu o tinha escondido a muitos anos, esperando o momento certo para reavê-lo. E ele foi o que me ressuscitou. Kim pediu ajuda a Kang Daniel, que era um bruxo que deu as costas para a bruxaria. Kang era fraco então teve de canalizar o poder do medalhão. Ele, com a ajuda de Kim e com a minha, pode me trazer de volta.

 

Após esse dia, eu venho tomando cuidado com minhas ações, mas não deu muito certo. Eu tinha um bebê chegando, um bebê que teria de viver nessa minha vida bagunçada. Meu bebê merece conhecer seus tios e tias, sua avó e seu avô. Eu traria minha família de volta, não só por mim, mas porquê meu filho precisar ter uma família por perto, alguém que esteja sempre ao seu lado. Ele merece ter mais do que inimigos, coisa que eu e Marcel temos muito.

 

Apertei a mão de Marcel, olhando para ele. Marcel parece inquieto, ansioso para que nossa bebê nasça logo. Ele encara a porta, esperando Layla entrar por ela e dizer que estávamos prontos. Josh tinha ido buscar alguns equipamentos necessários para Layla fazer o parto no meu quarto mesmo. Estamos todos muito nervosos. 

 

Sei que não é uma boa hora, afinal de contas nosso filho está quase nascendo, mas eu quero conversar com você sobre nomes  digo atraindo a atenção de Marcel. O vampiro me olha confuso.  Eu sei que já escolhemos o nome, mas eu tenho uma outra sugestão. Eu gostaria que o nome, se for menina, seja Lola. Eu sei que o nome Davina significa muito para você, mas não me sinto bem dando esse nome  eu disse e ao ver seu rosto ficando cada vez mais confuso, continuei rapidamente:  Você amou Davina como uma filha, mas Kol também a amou. Também a ama. E, apesar de ter passado mil anos, de meu coração ter sido despedaçado, eu o amo. Eu amo Kol Mikaelson, Marcel, e não me sinto confortável usando o nome de Davina porque eu sei que ela o amou tanto quanto eu. 

 

Marcel me encarou por alguns instantes. Eu não consigo identificar se ele está bravo, chateado, confuso ou surpreso. A opinião de Marcel Gerard importa, afinal de contas ele é o pai do bebê que eu carrego. De repente eu me sinto totalmente egoísta, eu estou pedindo para não colocar o nome de sua filha adotiva porque ela já amou o Kol. Quando eu me tornei tão egoísta e patética?

 

Antes que eu pudesse retirar tudo o que eu disse, Marcel apertou a minha mão e sorriu. Ele assentiu lentamente e não parecia bravo ou chateado.

 

Eu entendo você, apesar de não saber como você ainda pode ter sentimentos por Kol Mikaelson  gargalho o olhando.

 

E eu não entendo como você ainda pode ter sentimentos por Rebekah Mikaelson, vocês são tão diferentes  Marcel abre o seu típico sorriso, dando de ombros.

 

Rebekah mudou. Ela não é a garota que você descreveu, a garota que não quis sua irmã. Ela é uma boa pessoa  disse. Abaixo a cabeça, estávamos entrando em um assunto proibido. Marcel percebeu meu desconforto e logo mudou de assunto:  Por que Lola? 

 

Havia uma história que eu nunca tinha contado a ninguém. Não contei aos meus descendentes, ou aos meus sobrinhos, apenas minha família sabia. Mamãe tinha ficado grávida, anos antes de Abby nascer. Ela sentia que iria ser uma menina, então escolheu o nome Lola. Na época eu tinha dez anos e estava aprendendo magia. Mamãe me ensinava telecinese. Estávamos no campo, e eu comecei a levantar pedrinhas, treinando minha telecinese. Logo eu quis algo mais desafiador. Havia uma grande pedra bloqueando o rio, e eu fui tentar tirá-la de lá. Mamãe me disse para não fazer, pediu para mim deixar quieto, mas eu não deixei. Tudo aconteceu rápido, eu me descontrolei e a pedra voou na direção de minha mãe. Ninguém pode fazer nada. A pedra acertou minha mãe, lançando-a longe. Tia Lorelai e minhas irmãs conseguiram ajudar minha mãe, mas não o bebê. Eu matei minha irmã naquele dia.

 

Olhei nos olhos de Marcel dando de ombros e abrindo um sorriso descontraído.

 

 Eu gosto do nome e sempre quis chamar minha filha assim   menti sem desviar meus olhos dos deles. Marcel ficou meio desconfiado mas deixou o assunto quieto.

 

Alguns minutos depois, as contrações começaram.  Layla pediu para todos saírem do quarto, isso incluía Marcel. Quando todos saíram ela disse que seria um parto difícil, mas que eu teria de fazer força. 

 

Passaram-se uma hora e eu já não aguentava mais fazer força. Toda minha energia foi drenada e agora eu me sinto uma humana inútil. E Layla não está ajudando, ela fica falando pra mim empurrar e empurrar... Eu vou acabar empurrando a cabeça dela contra a parede. 

 

Layla faça alguma coisa!  gritei agarrando os lençóis. Layla me encara e apenas continua falando pra mim empurrar. Olho nos olhos da bruxa e faço força, soltando um grito de dor.

 

— Isso Maya! Eu estou vendo a cabeça, só mais um pouco  parei por um instante e tomei ar, quem diria que um parto seria a experiência mais cansativa que eu teria. 

 

Poucos minutos depois, eu pude ouvir um choro alto. Abro os olhos lentamente, olhando o bebê nos braços de Layla.

 

Um menino, meu menino!

 

 Lucius parecia calmo e antes que eu pudesse pedir a Layla para segurá-lo, ela chamou Gabriel e deu Luke para o brasileiro. Gabriel saiu do quarto e, antes que ele fechasse a porta, Marcel entrou.

 

Ela está bem?  ele perguntou a Layla como se eu não estivesse no quarto. Layla olhava para mim de um jeito confuso, até um pouco preocupado.

 

Eu não sei  ela respondeu me fazendo encará-la preocupado. O que tem de errado comigo? Layla percebeu os nossos semblantes preocupados e respirou fundo antes de contar o que tinha de errado:  Eu não sei como não imaginei isso, já que a barriga de Maya está duas vezes maior do que deveria estar e ela sente muita dor quando Luke chutava... Eu devia ter previsto  tudo bem, agora ela me deixou realmente preocupada. Layla divagou por um instante até olhar nos meus olhos.  Tem mais um bebê dentro de você, Maya. Eu posso ver a cabeça dele ou dela.

 

O mundo de repente parou e tudo virou um borrão. Eu vou ter gêmeos? Responsabilidade e preocupação em dobro? Minha família tem um longo histórico de gêmeos, somos bons em gerar gêmeos. Apesar de saber desse detalhe, nunca imaginei que eu teria gêmeos, nunca nem cheguei a imaginar que eu poderia ter filhos. Eu nunca imaginava meu futuro com crianças e um marido, eu sempre deixei acontecer, e bem, algo realmente aconteceu. 

 

Olhei para Marcel, ele parece estar em choque, mas também parece feliz. Os olhos dele lacrimejam e ele sustenta um sorriso enorme. Nossos bebês herdariam nossos inimigos, nossos problemas, o quão isso seria injusto com eles? Tenho medo de, por minha culpa, eles acabem se machucando no futuro. 

 

Alguém pega minha mão. Olho para o lado e vejo Marcel me olhando com um sorriso. Ele parece disposto a correr todos os riscos. Aperto sua mão e retribuo o sorriso, sentindo minha confiança voltar aos poucos. Desvio os olhos para Layla.

 

— Vamos tirar meu filho, ou minha filha, daí  digo, Layla abre um sorriso e assente.

 

Demorou quinze minutos até minha princesa nascer. Quando Layla mostrou para nós dois a nossa garotinha, eu não consegui segurar as lágrimas. Apertei a mão de Marcel, encarando nossa filha. Gabriel entrou no quarto com Luke no colo. O bruxo me entrega o meu garotinho com um sorriso.

 

Ele é forte, Maya. E saudável  acrescentou Gabriel. Agradeci a ele por ter me ajudado nesses dias, o bruxo apenas balançou a cabeça sorrindo.

 

Alguns minutos depois, Lola também foi entregue a nós. Observo Luke tentando guardar seu rostinho em minha mente. Ele é idêntico à Marcel, os mesmos traços. Ele tem poucos cabelos pretos na cabeça e é tão pequenininho. Olho para seu ombro e logo avistei a marca. Ele tem a mesma marca que eu, a marca de uma lua. Lucius será um lobisomem como eu.

 

Depois de beijar e olhar muito para Luke, o entrego para Marcel para que ele visse seu herdeiro. Marcel me passa Lola, minha princesinha. Lola é igual a Morgana, o mesmo biquinho que fará Marcel dar o céu e o mundo para ela. Também tem a expressão mimada que Morgana tinha quando criança. Ela é diferente de Marcel. Luke é a copia de Marcel, enquanto Lola é a copia fiel de Morgana. Minha princesa também tem a marca de nossa família, ela será um lobisomem que nem o irmão. 

 

Lucius Gerard Labonair Salvatore Petrova  digo, olhando Luke que dormia tranquilo nos braços de Marcel.  E Lola Davina Gerard Labonair Salvatore Petrova  Marcel me encara surpreso e eu apenas lhe lanço um sorriso, Lola merece ter o nome da irmã.

 

Josh nos presenteou com os berços, já que as roupas e acessórios nós já tínhamos. Ele vem me ajudando muito com Lola e Luke nos últimos dias, sou muito grata por isso. Olho para meus filhos dormindo e sorrio, apoiando meu queixo no berço. Lola se vira e encosta a cabeça no ombro do irmão, me fazendo sorrir mais. Apesar de cada um deles terem um berço, na maioria das vezes eu os deixo juntos, tenho certeza que isso ajudará a construir a relação dos dois. Lembro-me que eu dormia sempre com Morgana, que isso nos aproximou mais ainda. 

 

Marcel tem estado mais presente na vida dos dois, ele até deixado os vampiros um pouco de lado para dar mais atenção a Luke e Lola. Sofya deve me odiar mais ainda por isso. Eu conversei com Marcel nesses dias, lhe disse que teria de recomeçar as buscas por Karen, ele me pediu para esperar pelo menos dois meses, apenas para priorizar Lola e Luke agora. Eu concordei, Marcel tem razão, eu tenho de priorizar Lola e Luke no momento, tenho certeza que minha família aguenta mais alguns meses.

 

TRÊS MESES DEPOIS. NEW ORLEANS.

 

Percorri o mesmo caminho que o quinteto na minha frente. Eram quatro lobisomens e uma garota, Karen. Eu estou seguindo-os desde manhã, eles vieram comprar mantimentos e passaram o dia indo em lojas e tendas. Karen entra em uma loja de especiarias e eu a sigo, entrando e fingindo olhar os temperos. Pelo canto dos olhos, posso ver os lobisomens trocarem olhares e me observarem, um deles sussurra algo para o outro e este digita algo no celular. O homem, que antes digitava no celular, toca no braço de Karen e aponta com a cabeça para a porta, e menina concorda e segue, quieta, até a porta. Eu espero alguns segundos e saio do local também.

 

O quinteto não está nas ruas e nem nas tendas próximas. Percorro o olhar por toda a rua e bufo não avistando o cabelo enrolado de Karen. Fecho os olhos e apuro minha audição, tentando ouvir algo. Excluo todo o som de pessoas conversando e de passos, me concentrando em encontrar o som da voz de Karen. De repente, eu ouço a voz dela, vindo de um beco ao lado da loja. Abro os olhos e todo o barulho volta. Sigo até o beco, encontrando Karen olhando na minha direção e seis lobisomens do seu lado. O guarda-costas dela deve ter pedido reforços.

 

Karen Johnson eu preciso que você venha comigo  peço, tentando manter a educação. 

 

Nas últimas semanas, quando eu voltei a procurar por Karen, eu venho sendo muito agressiva. Tenho ido atrás de todos que poderiam saber sobre a localização de Karen, e tenho mantido-os presos até me contarem algo relevante (isso sem falar das torturas). Marcel já tentou falar comigo sobre isso, mas eu acabo me fechando e desviando do assunto. Sei que tenho algo de errado comigo, quando eu sonho a Besta está mas perto, eu posso sentir a respiração dela na minha nuca nos sonhos. Algo está muito errado.

 

Um dos lobisomens, um homem alto, branco, loiro e musculoso, rosna, dando um passo como um aviso. Karen ergue o queixo mostrando que não estava disposta a vir comigo. Reviro os olhos, claramente irritada. Encaro fixamente os lobisomens e ergo minha mão. As palmas das minhas mão estão viradas na minha direção, então giro-as para baixo virando a palma na direção deles. Os lobisomens soltam um gemido de dor, caindo de joelhos no chão. Eu estava forçando a transformação deles, pretendo acabar com eles justamente, apenas para mostrar a Karen que eu tenho meus próprios truques. Eu poderia estalar os dedos e eles cairiam mortos, mas quem não gosta de brincar?

 

Sinto a famosa dor da transformação percorrer meu corpo e sorrio desfrutando da dor que eu não sentia a séculos. Quando a transformação termina, olho para os lobisomens que rosnavam e me encaravam fixamente. Sem esperar mais nenhum segundo, avanço tomando um deles pelo pescoço. Mordo seu pescoço e firmo as patas, jogando o corpo do lobo para um outro lobo cinza, que foi derrubado. Em quanto o lobo cinza está no chão, pulo na direção de um outro lobo atrás dele e mordo sua costa, prendendo meus dentes lá.

 

Quando eu parei para ver, o lobo estava gemendo de dor e eu fiquei com dó e resolvi apenas fazê-lo desmaiar. Aqueles lobos não tem nada haver com minha família, eles apenas protegem Karen. Volto a minha forma humana e forço eles a fazerem o mesmo, quando todos voltam a sua forma humana, olho para o lobo que eu tinha mordido pelo pescoço, este está todo ferido. 

 

Peço perdão por minhas ações, acho que começamos pelo pé esquerdo  digo juntando as mãos. Um dos homens pega o seu amigo ferido e corre de lá, não antes de pedir permissão a Karen que concorda. Karen tira seu casaco preto e me joga, visto-o e fecho todos os botões, cobrindo minha nudez.  Eu sou Maya Labonair, uma das últimas Labonair vivas, e estou atrás de Hayley Marshall. Ela está com os corpos dos Originais e eles sabem a localização de minha família, de minha irmã gêmea. Eu realmente preciso do endereço.

 

Karen ouviu tudo com uma expressão surpresa, assim que ela abriu a boca para responder-me, um bando de vampiros aparecem, bloqueando as duas saídas do beco. Os lobisomens olham para os lados e formam um circulo em volta de Karen, instintivamente. Do meio dos vampiros, o homem que tinha me ofendido na festa de Marcel, o que eu tinha matados os amigos, surgiu com um sorriso debochado no rosto.

 

Maya Labonair, a queridinha de Marcel  O vampiro disse, me analisando sem tirar o sorriso de deboche do rosto.  Até que você é gostosinha, entendo porquê Marcel te pegou  reviro os olhos, a gente não poderia começar a lutar de uma vez para eu matá-lo e depois matar o resto de seus colegas?  Você matou meus amigos. Matou meu irmão. Minha mulher. Você vai pagar por isso!

 

Jogo a cabeça para trás soltando uma gargalhada alta. O vampiro chega se achando o machão, fica enrolando, e depois fala que eu vou pagar por ele ter me provocado em uma festa que aconteceu dez meses atrás, mereço. 

 

Docinho, você me cutucou na festa. Deveria ter mais respeito com as pessoas, ou pelo menos ter informações sobre quem você quer chamar de vadia  lhe disse dando de ombros como se a presença dele não me incomodasse.  Eu sei que você quer brigar, me matar, mas pode esperar um minuto? Tenho coisas mais importantes do que um vampiro idiota para lidar   me viro na direção de Karen e olho para a menina.

 

Karen parece assustada, como se a presença dos vampiros fosse uma ameaça. Bom, é claro que é, mas ela tem os lobisomens super musculosos dela para protegê-la, então não entendo o porquê do medo. Karen desvia seus olhos de mim e encara o vampiro, aflita.

 

O vampiro idiota vai acabar com a sua raça  ele diz  —, vadia!

 

De repente a minha paciência e bondade se esvaiu completamente. Eu queria ter tido as informações sobre Hayley e ido embora, sem deixar nenhum cadáver pra trás, mas vejo que isso não vai acontecer. Olho na direção de Karen e seus lobisomens, meus olhos tornando-se amarelos, avisando-os que era melhor eles se afastarem. Viro-me lentamente, e olho para o vampiro, fazendo-o recuar um pouco ao ver meus olhos.

 

Tudo bem docinho, vamos brigar!  falei alto, avançando.

 

Tudo não passou de um borrão. O vampiro careca, desviou do meu ataque e se escondeu no meio dos seus vampiros. Karen encostou em uma parede enquanto seus guarda-costas iam contra duas dúzias de vampiros. Sem a transformação, os homens morreram logo, e os vampiros avançaram na direção de Karen. Olhei fixamente na direção de Karen, conectando-me a ela*

 

Radiamis  gritei, vendo os vampiros se contorcerem em dor dando tempo o suficiente para Karen correr para o fim do beco e sair de lá. Por conta de nós estarmos ligadas, ela não vai conseguir passar da loja de especiarias. 

 

Os vampiros cercaram-me, todos vindo em minha direção. Fecho os olhos e me concentro, ouvindo os batimentos de todos ali. Tinham, no mínimo, uns quarenta vampiros prontos para me atacar. Assim que os sinto mais perto, ergo a mão esticando-a, e então puxo-a na minha direção arrancando os corações dos dez primeiros vampiros. Esses vampiros caíram, dissecando, e os outros não pararam. Soco a cara de uma vampira e desvio do soco de um vampiro, pegando no seu pescoço e quebrando-o em seguida. Enfio minha mão no peito da vampira que eu tinha socado e tiro seu coração observando-a cair.

 

Tudo ocorreu muito rápido, eu desviava de ataques e já arrancava corações em seguida ou então quebrava pescoços. Quando já não tinha ninguém para matar ou incapacitar, olhei ao redor vendo todos caídos. O vampiro "líder" que tinha começado tudo isso, se arrastava tentando fugir. Eu tinha quebrado sua coluna a poucos segundos atrás, então ele não tinha se curado ainda. Andei em passos lentos, assobiando para ele saber que eu estava chegando perto. Agacho e pego-o pelo pescoço, levantando-o.

 

Eu te deixei sair livre uma vez, não costumo fazer isso duas  afirmo, sorrindo inocentemente. O vampiro treme, olhando-me com medo.

 

Você é um monstro!  ele diz, e eu nego.

 

Não, eu sou uma vadia má*  gargalho e arranco sua cabeça, vendo sua expressão aterrorizada antes de tirar sua cabeça. Deixo o corpo no chão e fecho os olhos, ouvindo as batidas do coração de aqueles que continuam vivos. Junto todos os vivos e me concentro.  Symbole du masque et de I'ombre, embrase-toi. Embrase-toi  repito o feitiço algumas vezes, até sentir a força passar por mim e ser direcionada ao meu talismã. 

 

O feitiço é de Papa Tunde, ele o usou para canalizar vampiros, incluindo Rebekah Mikaelson (ganhou meu respeito por isso!), e agora eu o usei para canalizar o poder desses vampiros para o meu talismã. 

 

Junto todos os corpos em um monte, e fecho as mãos. Quando as abro, uma chama pequena surge (o domínio da pirocinese é de família, aparentemente). A chama incendeia todos os corpos, espalhando-se rápido. Quando os corpos tornaram-se cinzas, agito as mãos fazendo o fogo desaparecer. 

 

Karen estava sentada na porta da loja de especiarias quando eu sai do beco. Ela tinha os olhos lacrimejando e o rosto molhado de lágrimas, e estava toda encolhida. Peguei-a pelo braço, sem apertar muito, e a forcei a me olhar. 

 

O que você quer de mim?  ela pergunta baixo, desviando seus olhos dos meus.

 

Você sabe o que eu quero  Karen olhou para baixo, deixando algumas lágrimas escaparem.  Eu quero a localização de Hayley Marshall! 

 

Karen soltou um soluço e eu a soltei, vendo-a cair no chão. Reviro os olhos observando ela chorar compulsivamente. Eu deveria matá-la logo.

 

[...]

 

Chegamos no Quartel trinta minutos depois. Karen teve um ataque de choro e ficou que nenhum uma criança soluçando pelos amiguinhos mortos. Eu percebi que ela não pararia de chorar e então a peguei pelo braço e a arrastei comigo. 

 

Na entrada, Marcel me olhou assustado e preocupado, eu lhe disse que estava bem e que tinha tropeçado em alguns vampiros pelo caminho. Ele também olhou para Karen, curiosamente.

 

Oh, essa é Karen Johnson. Diga ''oi'' Karen  falei, apertando um pouco mais forte seu braço. Ela gemeu de dor e eu lancei um sorrisinho para Marcel.  Ela é um pouco tímida com desconhecidos. Josh, querido, se puder fazer o favor de prender Karen e mantê-la quieta antes que eu arranque a cabeça dela, eu agradeço  a  menina tremeu ao meu lado e eu a joguei na direção de Josh.

 

Olhei para meu estado e o sangue de vampiro chamou minha atenção, como seria prová-lo? Antes que eu cometesse uma besteira, olho para Marcel e pisco antes de me dirigir até as escadas. Marcel me seguiu até meu quarto. Olho no berço não encontrando nem Lola, nem Luke, o que é bom, não gostaria que eles me vissem desse jeito. Encaro Marcel sugestivamente.

 

Maggie levou-os para passear  Marcel explicou, ainda bem que Maggie os levou, eles precisam ver pessoas normais.  Maya o que está acontecendo com você? Tem saído toda hora que acha alguém que já ouviu o nome Karen, e sempre volta coberta de sangue. Eu estou preocupado com você.

 

Toda a vez que eu sai, quando eu voltava Marcel me enchia de perguntas, é quase como se ele não fosse um vampiro que já matou muitas pessoas. É quase como se ele não fosse parecido com a Besta do meu sonho.

 

Marcel eu estou fazendo o necessário para achar minha família, você faria o mesmo  digo, tentando me defender. 

 

Sua família está bem aqui Maya! É Luke e Lola, seus filhos que você está deixando de lado para achar pessoas que você nem sabe se estão realmente vivos.

 

E Marcel conseguiu se tornar um babaca. Ele iria atrás de todos se tivesse uma chance de rever Davina, nem que fosse um boato, e agora ele está aqui me criticando. Poupe-me Marcel.

 

Quem diria, Marcel Gerard: O Grande Hipócrita  debocho, olhando nos olhos dele.  Vamos fazer assim: volte para aquela vagabunda da Sofya e cuida da sua vida. Eu cuido da minha e da dos meus filhos, e então tudo ficará bem. Agora, se me der licença, eu quero tomar banho  falo desabotoando os botões do casaco sem deixar de olhar nos olhos de Marcel  a não ser que você queira ficar e tomar banho comigo  acrescento com um sorriso de lado. Marcel se levanta e, antes de sair do quarto, ele me olha decepcionado.

 

Tomo meu banho pensando na expressão de decepção de Marcel, eu não tenho culpa de ir atrás da minha família. Termino de me arrumar e vou até um dos quartos, onde Karen está presa a uma cadeira. Vou até ela e coloco minhas mão em seus ombros, Karen retesou-se na cadeira.

 

Calma K.J, se você me der algumas respostas eu prometo ser boazinha  ela levanta a cabeça e me olha com raiva.

 

Eu nunca vou te dizer nada  aperto seus ombros, ouvindo-a gemer.  Aquele vampiro estava certo, você é um monstro.

 

Aperto mais seu ombro e solto-a, lançando-lhe um sorriso triste e meus olhos começam a lacrimejar. Karen me encara surpresa, e depois, com pena.

 

É, talvez eu seja  dou um sorriso malicioso e coloco ambas as mãos na cabeça de Karen.  Phesmatos em superous animi... Karen começa a gritar de dor, arrancando um sorriso satisfeito meu.

 

Os gritos se estenderam por algumas horas. Eu parei algumas vezes para ver se ela estava disposta a dizer algo (e para não matá-la), mas Karen não me disse nada e então eu dei continuidade. Ela chorava, gritava, pedia por misericórdia e se remexia loucamente. Eu realmente achei que depois das duas primeiras horas ela ia parar de gritar e ia me contar tudo que sabia, mas a garota é dura na queda.

 

Para, por favor!  gritou, chorando e soluçando alto. Gargalho, negando.  Eu conto! Eu conto!  parei imediatamente. Karen puxou o ar agressivamente, chorando baixinho.  Eu só quero um pouco de água antes  pediu. Era isso que essa maldita queria todo esse tempo? Água? Concordei com ela e segui para fora do quarto.

 

Durante o trajeto até a cozinha, encontrei com Marcel e Maggie. Margarete tinha um sorriso nervoso no rosto, e o pé batia no chão incansavelmente, já Marcel estava calmo.

 

Maya, olá!  Maggie disse rapidamente, ela olhou para Marcel apreensiva. 

 

Oi Mags  digo, encarando-a desconfiada, essa garota fez algo de errado.  Cade Lola e Luke? Quero dar um beijo neles antes de colocá-los para dormir.

 

Isso foi o suficiente para Margarete desmoronar e começar a chorar, pedindo um milhão de desculpas. Marcel suspirou e fechou os olhos, por um segundo o coração dele disparou, e exatamente nesse segundo ele olhou na direção das escadas.

 

Me perdoa Maya, me perdoa!  Maggie pediu, o rosto dela já estava vermelho de tanto chorar.

 

O mundo parou quando eu entendi do que o choro de Margarete se tratava. Meus bebês! Corri até as escadas, subindo-as rapidamente. Abro a porta do meu quarto com um empurrão e corro até o berço. Estava vazio. Abri as gavetas e não encontrei nenhuma roupa de Luke ou Lola. Meu corpo perdeu o equilíbrio e cai no chão, sentindo meu coração ser despedaçado mais uma vez. As lágrimas desciam e o meu peito doía como nunca tinha doído antes. Solto um grito alto, de pura dor. 

 

Marcel aparece no quarto e me olha com a expressão culpada. Ele me abraça e eu encosto minha cabeça em seu peito. Como Maggie pode fazer isso comigo e com Marcel? Como ela pode nos trair assim?

 

Me desculpe Maya, é para o bem de Lola e Luke  Marcel disse e eu me afastei um pouco, o que ele está dizendo?  Você está muito focada em encontrar Hayley, isso faz mal aos dois, foi melhor deixar Gabriel levá-los.

 

Encaro Marcel chocada. Ele, o pai de Lola e Luke, tinha-os tirado de mim, de mim que sou mãe! Empurro-o me afastando rapidamente. Eu me levanto e ele faz o mesmo. 

 

Como você pode deixar levarem MEUS filhos? Como você pode fazer isso comigo, Marcel?  pergunto, sentindo uma raiva desigual tomar conta de mim. Fecho os olhos tentando me acalmar, então vejo a Besta. 

 

Ela me olha com um sorriso imenso, mostrando a boca cheia de dentes afiados. Ela se aproxima e eu tento correr, mas estou presa. E então ela me alcança e toma conta do meu corpo.

 

Quando abro meus olhos, eles estão amarelos brilhantes. Marcel percebe isso e assume uma postura defensiva.

 

Foi o melhor a se fazer Maya  rosno para ele, avançando. O derrubo e subo em cima dele, colocando minhas mão em sua cabeça e derretendo seu cérebro. 

 

Marcel consegue lutar contra isso e me lança longe. Bato as costas na parede e rosno indo na direção dele mais uma vez. Enfio minhas garras em sua barriga, fazendo um corte ali. Aproveito que ele olha para minhas garras e arranho seu rosto, cortando seu olho. Marcel geme baixo e agarra minha mão, quebrando meu pulso e pegando no meu pescoço, sufocando-me.

 

Me mata! Vai me mata, Marcel!  eu grito, achando tudo aquilo muito divertido. O covarde afrouxa a mão.  Se você não me matar eu vou atrás de Rebekah e vou matá-la, vou cortar a cabeça daquela desgraçada!

 

Isso foi o suficiente para Marcel agarrar meu pescoço com firmeza e enfiar sua mão no meu peito, segurando meu coração. Eu não consigo respirar, sinto meu peito doer e mesmo assim não quero lutar. A Besta e eu estamos nos divertindo. A Besta e eu somos uma só pessoa agora.

 

Marcel para!  Margarete, minha descendente inútil e intrometida, grita. Marcel parece recobrar a consciência e tira a mão do meu peito, soltando meu pescoço também.

 

Olho para o meu peito e vejo-o se curando, ajudo o processo usando um pouco de magia. Marcel me olha vendo o estrago que fez, ele parece culpado. Reviro os olhos, esse homem não é Rei de New Orleans, ele é um covarde que ainda vive na sombra de Klaus. Me levanto, mantendo a cabeça levantada, com o meu sorrisinho irônico. 

 

Devia ter me matado Marcel, porque agora eu vou voltar para me vingar e então eu vou tirar New Orleans de você e vou te matar  digo, olhando-o nos olhos. Vou até minha cama e puxo, debaixo dela, a mochila com meus dois grimórios. Ando até a porta onde Margarete está parada, com uma cara assustada. Chego bem perto dela.  E você, sua vadiazinha traidora, você vai ter o que merece quando menos esperar.

 

Andei em passos confiantes para fora do quarto, percorrendo o corredor até as escadas. Desço os degraus sem me importar em ir ver Karen, Marcel tinha libertado-a, ou eu estaria ouvindo sua respiração acelerada e seu choro irritante. Deixo o Abattoir* e vou até a hospedaria de Layla. 

 

Layla me recebe com surpresa e eu apenas lhe lanço um sorriso entrando. Ela olha minha situação e fica preocupada. Tão inocente.

 

Maya! Você está bem?  pergunta-me, realmente preocupada. Dou de ombros, desinteressada.

 

Claro que estou, não consegue ver meu sorriso? Esse sangue aqui é parte do visual  respondo sarcástica. Meu carro ainda está aqui? Ou você o vendeu para pagar as contas dessa hospedaria velha?

 

Layla parece um pouco ofendida com o que eu disse, acho que ela não suporta a verdade. Encaro-a esperando minha resposta. 

 

É claro que está aqui, eu nunca o venderia!  eca, a alegria de Layla me da náuseas.

 

  Chaves?   estendo a mão e ela sorri amigável, indo até a estante e pegando as chaves. Assim que ela me entrega, abro um sorriso e sigo até a porta. Ela me segue até a garagem, onde eu abro a porta do carro e jogo minha mochila no banco do passageiro. Olho-a com um sorriso.    Um conselho de amiga antes que eu vá: venda essa porcaria e vai fazer algo que realmente te alegre. E procure um homem, esse teu problema é falta de sexo   aconselho-a, falando sobre ela ser um problema por ser animada demais. Entro no carro e ligo-o, abaixo o vidro e encaro Layla.  Ah, e se Marcel perguntar sobre mim, fala pra ele que eu fui atrás da minha família e que em breve nos veremos  pisco para Layla antes de ir, e então acelero saindo daquela garagem minúscula. 

 

Está na hora de usar a cabeça e parar de joguinhos. Eu vou encontrar Hayley nem que eu tenha de caçá-la por todo o mundo. E então eu vou libertar os Mikaelson e eles vão me ajudar a recuperar meus bebês e depois vão me ajudar com minha vingança.

 

Pego meus óculos escuros no porta-luvas e coloco-os. Olho pelo retrovisor, vendo a cidade sumir. É hora de Maya Labonair Salvatore Petrova mostrar quem realmente é.

 

Tchau New Orleans, nos vemos em breve.

 


Notas Finais


Maya é uma Bad Bitch, eu to me sentindo uma Bad Bitch too. Então manxs o que acharam dessa Maya obscuro? O que acharam do Marcel deixar o Gabriel levar Lola e Luke? O que acharam de Lola e Luke? E da Karen? E dessa "traição" da Maggie? Falem suas opiniões queridxs, to aqui para ouvir vocês e ficar feliz com os comentários auuiugadud

primeiro *: a Maya se conectou a Karen através da Expressão (que afeta a Maya de uma forma diferente do que afetou a Bon Bon), a Bonnie usou o mesmo feitiço na Kit Kat <3

segundo *: Maya falando ''eu sou uma vadia má'' é maravilhoso, vamos concordar. Essa música (Bad Bitch) me inspirou muito nessa cena de luta e nas cenas em que a Maya é uma Bad Bitch, sério recomendo demais.

terceiro *: O Abattoir é o nome do local onde o Klaus tá preso, onde os Mikaelson morava, onde tem as reuniões dos vampiros, etc. É a casa maravilhosa que todos nós amamos. A tradução de The Abattoir é: O matadouro (tradução livre monxs). E, de acordo com o lindo site de TVD (wikia, o site em inglês) essa residencia foi nomeada pela primeira vez na primeira temporada de TO, episódio 2.

Mais uma coisa: quem tiver Wattpad deem uma passada no meu perfil (Sevenbanshee), a foto de perfil é da Noora de Skam (ela está mostrando o dedo do meio e é loira, pra quem não sabe). Provavelmente vai aparecer minha história (Psychopath), aproveitem e vão ler, dê seu voto, guarde na biblioteca e divulga. A história é bem legal e é de mistério e tem só um capítulo então vocês não vão morrer esperando atualização ou tendo de ler vários capítulos gigantes (preguiça é endgame infelizmente né mores?).

Amo vocês, e prometo postar o novo cap assim que eu escrevê-lo (não entrem em pânico, eu tenho um planejamento de capítulos e já sei como escrever o próximo, então não deve demorar).

Beijocasssss manxs <3


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