História A Bruxa Negra - Capítulo 13


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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Alaric Saltzman, Bonnie Bennett, Caroline Forbes, Damon Salvatore, Elena Gilbert, Elijah Mikaelson, Elizabeth "Lizzie" Saltzman, Enzo, Freya Mikaelson, Hayley Marshall, Hope Mikaelson, Jeremy Gilbert, Josette "Josie" Saltzman, Klaus Mikaelson, Kol Mikaelson, Marcellus "Marcel" Gerard, Matt Donovan, Personagens Originais, Rebekah Mikaelson, Stefan Salvatore, Vincent Griffith
Tags Bruxas, Lobisomens, Mikaelson, Petrova, Salvatore, The Originals, The Vampire Diaries, Vampiros
Visualizações 54
Palavras 2.137
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Ficção, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga, Sobrenatural, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heeeeeeeeeey

Voltei, e devo dizer que esses dias na praia me fizeram muito bem. Como vocês já devem ter percebido, eu terminei de escrever o capítulo!!!!!!

~ eu não ia postá-lo hoje, mas como a boa pessoa que sou, resolvi postar ~

GENTE CHEGAMOS A 100 FAVORITOS!!!!!! Se quiserem algum especial de 100favs me avisem, e ai no próximo capítulo eu posso dar sugestões de capitulos bônus.

Agora chega de conversas e vamos para o capítulo.

(Só mais uma coisa, a foto da capa foi tirada por mim, eu estava em um momento super relaxante quando lembrei de vocês e quis deixar a nossa marca na praia. Se vocês observarem bem, verão que são as iniciais da fic. Era só isso mesmo, bom capítulo)

Capítulo 13 - Capítulo ONZE


Fanfic / Fanfiction A Bruxa Negra - Capítulo 13 - Capítulo ONZE

UM ANO DEPOIS. AUSTIN, TEXAS.

                                                                                                 MAYA


Você já parou para pensar como a vida é doce, mas, ao mesmo tempo, sacana? Eu tinha tudo: uma família, a pessoa que me levaria até Hayley, e estava feliz. E então tudo foi tirado de mim. Marcellus, o filho adotivo de Nicklaus, tinha tirado tudo que ainda me restava.

Nos primeiros minutos de raiva, logo após que descobri sua traição, eu quis matá-lo, quis usar todo o resquício de magia do meu corpo para acabar com a vida patetica dele. Mas eu não o fiz. Pensei e decidi que havia uma alternativa melhor para a minha vingança. Eu trairia Marcel também, só tinha de ter uma boa oportunidade e então o faria ver que me trair e levar meus filhos de mim, não foi a escolha sábia a se fazer. Enquanto eu não tinha minha vingança, contentava-me em matar todos os vampiros que já tiveram contato com Marcel, e devo dizer que são muitos.


Apesar de ter planejado minha vingança contra Marcel, em nenhum momento esqueci de meus filhos. Procurei-os por todos os lugares, fiz feitiços de localização, porém Gabriel deve tê-los escondidos com feitiços. Depois de meses atrás de uma mera pista, parei de procurar e passei a me concentrar em Hayley. Se eu a encontrar, poderei ter minha família de volta, e sei que meus irmãos e irmãs me ajudarão  a localizar meus bebês. Contudo, apesar de ter parado de procurar, pedi a Layla que continuasse as buscas por mim, e como uma verdadeira amiga, ela o fez.


Durante esse tempo, onde eu passei caçando Hayley, descobri uma coisa ou outra sobre os lobisomens. As alcateias já não são tão fáceis de achar, e havia só uma lobisomem da alcateia Malraux. Ah, as coisas que se aprendem na estrada. Depois de perseguir Karen, descobri que não era preciso, que tudo o que eu tinha de fazer era ir atrás do que Hayley quer. E eu finalmente cheguei antes da híbrida.

Encarei Keelin do outro lado do bar. Ela estava com algumas amigos, comemorando algo. Apesar de parecer feliz, eu sabia que ela sentia-se incompleta, talvez por esconder quem é realmente.

Assim que ela se levanta, pronta para ir embora, bebo o resto do meu Whisky e levanto também. Passo pela lobisomem e seguro em seu pulso, lançando-lhe um sorriso.

— Quem diria, uma Malraux no mesmo bar que eu, devo ficar honrada? — indago, achando aquela situação  completamente divertida. A garota percebe que eu sou uma ameaça e tenta soltar-se, mas eu aperto seu pulso mais forte. — Pare de lutar ou eu juro que vou matar cada pessoa desse bar, começando pelos seus amiguinhos — sussurro, vendo-a tremer diante à ameaça.

— O que você quer? — perguntou, soando pateticamente.

— Você — respondi simplesmente, logo soltando uma gargalhada quando percebi que as amigas dela olhavam em nossa direção. — Há alguém, uma mulher, que te quer muito, mais especificamente seu veneno, e eu a quero. Conseguiu entender? Eu vou trocar sua vida por duas horas de conversa.

A expressão surpresa e enojada de Keelin me fez revirar os olhos, ela nunca tinha visto alguém egoísta e manipulador? Eu definitivamente teria de apresentá-la ao Damon.

— Eu não vou — disse, como uma criança fazendo birra. Aproximei-me dela, colando minha boca em sua orelha.

— Me diz, seu eu cortasse a garganta do barman com minhas garras, ele sobreviveria por quanto tempo? — a pergunta fez Keelin me encarar incrédula, o que me fez rir mais. — Agora ria, pegue em minha mão e vamos sair daqui, sem transformar sua comemoração em um banho de sangue.

A lobisomem fez o que eu mandei. Ela riu e agarrou minha mão, virou-se e acenou para os amigos antes que eu a puxasse para fora do lugar. Ainda estávamos de mão dadas quando Hayley Marshall surgiu. Ela encarou a cena com curiosidade. Apertei a mão de Keelin sentindo os ossos quebrarem, a mulher soltou um gemido alto de dor, que foi interrompido por um empurrão que eu dei.

— Oh, eu finalmente te achei, Hayley. Devo dizer que você é difícil de rastrear, mas, se você se empenha muito, sempre consegue achar uma brecha — indiquei, com a cabeça, Keelin, que analisava a mão com uma expressão de dor. — Vou ser direta porque não estou a fim de ter um diálogo com você. Eu troco Keelin por duas horas de conversa com os Mikaelson.

Hayley me encarava surpresa. Analisando-a bem, pude perceber semelhanças entre ela e minhas irmãs. Hayley parece uma mistura louca de todas minhas irmãs, e, até mesmo, de meus irmãos. A híbrida me olhou, exalando desafio.

— O que você quer com eles?

— Assunto particular, querida. Porém, eu te digo algo: eles vão ficar surpresos quando me ver — afirmei, com um sorriso convencido. — Para que o encontro ocorra bem, tem de ser antes de você curá-los. Enquanto converso com os Mikaelson, você tira o veneno de Keelin, e, se tudo der certo, nós duas sairemos ganhando.

O rosnado de Hayley seguido dos olhos amarelos, me mostrou que ela não estava tão aberta à negociações. A híbrida avançou, e eu ri estendendo a mão. Hayley gritou em agonia e ajoelhou no chão, apertando as mãos em volta da cabeça. Andei até ela e segurei em seu queixo, erguendo-o.

— Você verá que somos mais parecidas do que você imagina — apesar de querer minha família de volta, não esqueci que Hayley fazia parte dela, apesar de nunca termos nos encontrado antes. — Você tem uma hora. Me encontre aqui mesmo, se você não vir saberei sua resposta e matarei Keelin sem hesitar. Espero que escolha sabiamente.

Empurro-a de volta para o chão e caminho até Keelin, puxando-a para se levantar. A lobisomem olhava preocupada para a mão, que demorava para curar, fazendo-me revirar os olhos. Cobri suas mãos com a minha e observei-a se contorcer em dor, quando tiro a mão, ela percebe que está totalmente curada. Keelin me olhou com menos raiva, quase como se estivesse agradecida, porém tudo que fiz foi empurrá-la para frente.


Eu tinha me hospedado no melhor hotel da cidade, sem me importar em esbanjar um pouco. Amarrei Keelin em uma cadeira, as cordas estavam molhadas com wolfsbane, o que impedia a lobisomem de fugir. Deixei-a amarrada, assistindo televisão, enquanto tomava banho, tentado associar tudo o que havia acontecido na última semana.

Antes de vir para cá, procurar Keelin, e depois de ter falado com Layla, fui para Mystic Falls. Na pequena cidade, fui até a casa de Kim, que me recebeu surpresa. Eu mantive contato com ela depois de ter Lola e Luke, mas quando os perdi, não contei nada e passei meses sem dar notícia.

Entrei na casa da vampira sem dizer nada, sendo recebida com abraços, a quais eu recusei com frieza. Kim me olhava preocupada e pediu para eu contar o que tinha acontecido. Eu contei tudo a ela, deixando bem claro que Marcel tinha tirado meus bebês de perto de mim e que Maggie tinha ajudado. E então pedi a ela que procurasse por Lola e Luke. Kim aceitou facilmente e os meninos concordaram também.

Quando eu saí da casa da vampira, fui até o cemitério. Visitei o túmulo dos Gilbert e, quando ia embora, passei pela cripta dos Salvatore e entrei no local. Havia alguém ali, e não reagi com surpresa ao ver que era Damon.

Começamos um diálogo, eu falando sobre saber que havia alguém controlando-o e ele respondendo com ironia. As coisas estavam calmas até eu tocar no nome de Elena e ele se irritar, agarrando meu pescoço e prendendo-me na parede. As palavras que disse continuam frescas em minha cabeça:

" — O nome Elena não significa nada pra mim — disse lentamente, exalando raiva.

Sorri, desafiadora, aproximando meu rosto do dele.


— Então por que está tão zangado? Os sentimentos estão voltando? — indaguei, rindo internamente da situação. Damon apertou mais forte o meu pescoço e eu encarei seus olhos, vendo-o gemer de dor, largar meu pescoço rapidamente e se afastar. — Eu também estou com falta de sentimentos no momento, Damon, então te dou uma dica: fique longe de mim e fora do meu caminho, ou eu vou te caçar e te matar, e depois vou matar a vagabunda que está te controlando.


A menção da mulher, fez Damon encarar-me com uma raiva contido. Apenas sorri e me aproximei, plantando um beijo em sua bochecha e sussurrando em seguida:

— Você sabe tão bem quanto eu que o nome Elena significa algo para você. Ela ainda está enterrada aí  dentro, em algum lugar, bem lá no fundo — mordo os lábios, soltando um sorriso feliz. — Se eu não estivesse tão ocupada e tão desprovida de sentimentos, talvez eu te ajudasse a se livrar desse controle mental, mas não é o caso. Foi bom ver você D, se cuida tá?

Lancei um olhar sarcástico em sua direção e recebi um sorriso dolorido de retribuição. Saí da tumba em passos calmos e pequenos, sentindo uma pontada de saudade de Mystic Falls. A cidade pequena é, definitivamente, amaldiçoada, mas eu gosto do local e pretendo me mudar com Lola, Luke e minha família pra cá."


Pouco tempo depois, eu estava saindo da cidade e indo procurar Hayley. Foi pra cá que a estrada me levou, exatamente para onde Hayley está.


[...]

Os minutos se passaram rapidamente, quando eu vi já era hora de ir me encontrar com Hayley. Soltei Keelin e a segurei pelo braço, indo até a porta do quarto. Deixamos o hotel após eu pagar pelos dias que fiquei e fomos direto para o carro.

Quando chegamos no bar, Hayley nos esperava no local marcado. A Labonair parecia ansiosa e hesitante, mas quando nos viu, deixou as dúvidas para trás e mostrou-se confiante.

— Parece que decidiu vir, fico feliz — digo, dando fim ao silêncio enlouquecedor que tinha se instalado. — Te dou Keelin e nós vamos até onde os Mikaelson estão. Trato feito?

— Não — respondeu, pegando-me de surpresa. — Você terá uma hora com eles e fará tudo na minha frente. Quando terminar, você ajudará Freya com o feitiço. São os meus termos.

Apenas assinto, apesar de não gostar nenhum um pouco das exigências. Uma hora era o suficiente para o que eu queria. Empurrei Keelin para Hayley, que a agarrou. A Malraux lutou e conseguiu soltar-se de Hayley, correndo para longe. Observei tudo desinteressada. Hayley alcançou ela em poucos segundos e bateu sua cabeça na parede, fazendo-a desmaiar.

— Vamos? — perguntei quando Hayley se aproximou com Keelin nos braços.

— Vamos.

Segui a híbrida até seu carro. Ela colocou Keelin no banco de trás e eu entrei. Hayley acelerou, saindo dali.


Alguns minutos, não muitos, eu acho, passaram-se. Hayley entrou em um armazém e estacionou o carro. Desceu e abriu a porta de trás, pegando Keelin. Eu desci também e olhei ao redor, avisando os caixões a poucos metros dali. Andei apressadamente até os caixões e abri o primeiro que vi, dando de cara com Kol.


Kol Mikaelson estava lindo como sempre. A expressão calma dava a entender que ele acordaria a qualquer momento, como se dormisse. Olhei para a mordida e suspirei, amaldiçoando Marcel por ter feito isso. Percebo que Hayley me encara curiosa ao ver meu carinho e cuidado com o Original. A curiosidade falou mais alto, fazendo-a perguntar:


— Como conheceu os Mikaelson? — a pergunta saiu tão naturalmente, que eu percebi o quão acostumada estava ao ouvir perguntas como essa.

— Tornei-me melhor amiga de um deles e me apaixonei por outro. Acabei com o coração despedaçado e morta, típico  de quem se relaciona com os Mikaelson — viro em direção a ela, sentindo a necessidade de dar um conselho: — Tome cuidado ou você também acabará destruída, como eu.


Hayley pareceu desconfortável e apenas virou-se para frente, preoupando-se em ajeitar Keelin. A lobisomem Malraux dava sinais de que acordava e foi o que aconteceu. Ela abriu os olhos e forçou o braço pra cima, tentando soltar-se. Keelin estava amarrada a uma cadeira e, quando percebeu que não iria conseguir, desistiu de tentar, encarando Hayley.


— Por que você está fazendo isso? — perguntou Keelin, e quando Hayley não respondeu, continuou: — Você está fugindo de alguém, provavelmente dos vampiros. Você fede como eles.

A ofensa me fez soltar uma gargalhada. Hayley, ao contrário de mim, encarou a Malraux séria.

— Eu faço isso pela minha família — falou. — E se for preciso sugar todo o veneno do seu corpo, eu irei fazê-lo.

Observando-a, eu pude perceber mais uma coisa em comum. Hayley fazia de tudo pela família, como eu faço também. Ela é realmente uma Labonair.

— Temos mais uma coisa em comum, senhorita Labonair — digo, soltando um sorriso misterioso. — Posso ir falar com eles?

Apontei para os Mikaelson. Hayley colocou um dispositivo em Keelin, dizendo que iria doer, e então olhou em minha direção, assentindo. Pego na mão de Kol e fecho os olhos, sentindo tudo a minha volta ir embora.


Notas Finais


Nesse capítulo claramente podemos ver a Maya sendo uma vadia, mas uma vadia que no fundo ainda é boa. O que vocês acham que vai rolar nesse reencontro entre elas e os Mikaelson? E o que vocês acharam da Maya nesse cap? Me contem tudo.

Galera eu vou repetir o que falei nas Notas Inicias porque sei que algumas pessoas não leem o que está lá. Por termos chegado a 100 favoritos (muito obrigado por isso, vocês são maravilhosxs) eu estou pensando em fazer um capítulo bônus, se vocês quiserem comentem aí (sério galera, leitores fantasmas que eu sei que estão, comentem porque só assim eu vou saber se é uma boa ideia). Caso a maioria vote para ter um capítulo bônus, no próximo capítulo eu vou dar opções de capítulos bônus, ou seja, opções de personagens para serem os narradores, ou para terem o foco principal nesse capítulo.

Era so isso mesmo, e eu espero conseguir escrever o próximo capítulo rápido para postar aqui em uma forma de agradecimento por vocês lerem essa fic que eu escrevo com muito carinho. Amo vocês todos 💖

Beijocas

~ eu tenho uma conta no Wattpad, o nome do meu user é SevenBanshee e tem uma foto da Noora na capa (ela é loira). Entrem lá e vao dar uma olhada na minha história que é de gênero mistério. Vou amar ter vocês por lá szzz


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