História A Busan Spy (fase 1) - Collaterals (fase 2) - Jimin FIC - Capítulo 32


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jackson, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Matt Lanter, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Jimin, Park Jimin, Yoonseok
Visualizações 48
Palavras 2.690
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá, então, desculpa a demora, a falta de internet e computador não Ajuda.
Cllr com problemas também não colabora…


Espero que tenha valido a espera.

BOA LEITURA ♡

Capítulo 32 - De Acordo Com O Plano


Fanfic / Fanfiction A Busan Spy (fase 1) - Collaterals (fase 2) - Jimin FIC - Capítulo 32 - De Acordo Com O Plano

YOONGI

Acordei pouco depois do almoço naquela típica ressaca, me amaldiçoado por ultrapassar meus próprios limites e beber tanto. Pode soar infantil e até dramático ao extremo, mas não consigo evitar me sentir assim tão perdido quando se trata de um sentimento não correspondido.

Diferente de todas as vezes que me vi atraído por alguém hoje não o sei o que fazer, o que sinto quando o vejo, quando conversamos ou apenas quando lembro dele. Meu peito se contorce numa dor viciante, me fazendo crer que tenho uma pré disposição masoquista dentro de mim.

Nem o banho mais longo e frio seguido de um americano reforçado me fez espantar esses sentimentos ao iniciar a tarde nada atarefada. Diferente dos demais, não estou com a mente sã o suficiente para trabalhar, ainda me sinto responsável por tudo, me envolver e causar tanta morte.

- Hyung? - Jimin chama minha atenção novamente, acho que ele disse algo mas sinceramente, não consigo ouvir nem a mim ultimamente.

- Jiminie… o que foi?

- Perguntei se quer carona até a academia?

- Não, vou correndo. Tenho que queimar o álcool de ontem. Hehe

- Devia beber menos, ou diminuir a frequência, afinal, eu sou o bebum da turma! Hehe - sua risada era falsa, Jimin nunca me perdoou de verdade, apenas empurrava os dias assim como eu.

- Se eu te pedir para ir menos ao cemitério, você acataria? - seu olhar já não mascarava nada, estava frio e direto - Cada um tem seu antídoto Jiminie. - me levantei e me dirigi a porta dos fundos, a mesma por onde vi Kang passar na manhã que a vi pela última vez, no mesmo lugar que menti sobre sua partida falsa. Jimin ainda estava parado encarando o lugar onde eu estava sentado - Jiminie, não precisa fingir. Eu mesmo não me perdoei. E talvez, nunca consiga.

Minhas pernas ardiam, minha cabeça dura fazia meus músculos pagarem pelo exagero da corrida de quilômetros até o tatame, e agora horas seguidas de treino. Boxe, taekwondo, musculação, defesa pessoal. Fiz todas as aulas que os mestres permitiram, e agora mesmo sendo 'expulso' do tatame ainda estou socando o saco de areia a minha frente.

Não o mereço, não mereço perdão, não mereço a vida que tenho, não mais. São os pensamentos que cobrem os golpes que acerto de modo exausto.

- Está em forma senhor Min. - me virei surpreso com o homem bem vestido que entrava na sala. Só então percebendo ser o único treinando ali. - Pena que não servirá para muito.

- Perdão? - me mantive alerta, um mal presságio me invadiu, aquele homem não me era estranho. O mesmo olhava para as câmeras de segurança sem medo de ser filmado ou reconhecido.

- Já deve ter notado que pouco importa seus pedidos de perdão!

- Quem é você?

- Um amigo, vim trazer um recado. E já que você é o único que a viu, nada mais justo que seja o mesmo a entregar o recado.

Minha cara de confusão arrancou uma gargalhada do mesmo.

- Não foi um sonho? Ela está viva mesmo? - indiquei surpreso, ao lembrar da visão confusa daquela noite, onde tomei como confusão da bebida. Não acreditava que tinha mesmo visto Kang naquela moto, com uma aparência confusa e jovem. Não aparentava ter envelhecido um dia a sequer.

- Que bom que culpou a bebida e não disse nada a seus amigos. Por hora foi bom não ter eles atrás da Kang, mas as coisas mudaram, tempos pouco de vocês pra caçar, e por sorte, estão todos no mesmo lugar.

- Do que você está falando? - recuei um passo ao notar a arma em sua cintura, o mesmo continuava a caminhar pelos ângulos das câmeras. Entendi, ele tinha que ser filmado.

- Pense bem Min, você é inteligente. Um dos colaterais mais Inteligentes que ela deixou para trás. Então, me diz, você tem uma cópia?

- Cópia?

- Tsc… resposta errada! - o homem parou, e sacou sua arma destravando e apontando para mim. - Diga aos outros que quero apenas o arquivo, isso ou…

- E se eu não entregar mensagem nenhuma? - travei encarando a mira sobre meu peito.

- Min, você é a mensagem! - ele sorriu para a câmera atrás de mim e puxou o gatilho quando voltou a me encarar. - Um a menos.

Senti uma dor cortante no peito, muito frio e um gosto metálico, antes de me entregar a escuridão ouvi a voz dele, meu melhor amigo. Vi seu rosto machucado me encarando tristemente antes de apagar completamente - Hobi...


HOSEOK

Deixei a gravadora na hora do almoço, me uni ao Tae na esperança de passar a manhã trabalhando com ele e Yoongi, mas Suga nos deixou nas mão novamente. Ele estava cada vez mais distante, evitava me olhar ou falar comigo, treinava sozinho e enchia a cara quase todas as noites. Parecia sentir prazer em se punir, não conseguia deixar o passado para trás.

Estive ao seu lado durante todos seus altos e baixos, ajudei a superar todos seus medos e angústias. Em troca recebi a mais sincera de minhas amizades, confio minha vida a ele.

Estive ao seu lado quando superou a paixonite por Jimin. Apesar do meu claro incômodo, e me esforcei para ajudar a superar Kang, apesar de ser quase impossível. Acredito que ele ainda a ama, se não, não estaria tão magoado assim. Ver meus dois melhores amigos sofrendo pelo amor da mesmo mulher, de uma mulher morta ainda por cima, só piora. Ainda mais quando um deles, é o cara por quem sou apaixonado a quase uma década.

- Senhor Jung? - estava chutando o nada enquanto caminhava pelas ruas próxima ao tatame, fim de tarde, pensei que um pouco de pratica poderia me ajudar a limpar esses pensamentos. - No mundo da lua?

- Desculpe, mas te conheço?

- Não! Ainda não. - encarei o sorriso ladino do mesmo ele pousava a mão sobre a arma em sua cintura - Vamos conversar!

Ele guiou até um beco na esquina da rua onde estávamos, o mesmo na segurava a arma ainda travada, agradeci mentalmente por Jackson insistir que eu fizesse aulas de tiro junto de Jimin. Esperei a brecha.

- Sobre o que quer conversar, senhor seja lá quem for? - me mantive de costas para ele, ouvindo ele se aproximar despreocupado.

- Agente Sanz, mas não faz diferença agora.

- Tem razão. Não faz diferença - dei um passo para trás acertando o cotovelo em seu rosto, iniciando algumas golpes a fim de desarmar meu suposto algoz, com sucesso.

Uma pequena disputa pela arma não chão, a cada soco que recebia, retribuia com um golpe duplo. Por fim, consegui a arma, senti o peso da munição e apontei para o homem a minha frente, me colocando de pé enquanto o mantinha sob a mira.

- O que a agência quer?

- Kkkkkkk larga isso criança. - mantive o olhar sádico para ele, e destravei o gatilho.

- Dois segundo - ele parou de rir, mas não disse nada - Um. - aproximei sem editar e díspares contra seu ombro, o ouvi grunhir e me encarar incrédulo - Dois. - mirei em sua cabeça.

- O arquivo. Queremos o arquivo que Kang deixou pra vocês.

- Não tem arquivo nenhum. Kang levou tudo que sabia para o túmulo.

- Kkkkk idiota. De longe você é o colateral mais burro. - encarei ainda mais - Se Kang estivesse mesmo morta, a agência não os deixaria livres! Pense bem, vocês são nossa isca!

Me afastei enquanto ele segurava o ombro - Me faz um favor? - o sarcasmo ainda estava presente em sua face - Checa se Kang está mesmo no inferno, e diz que mandei um belo Foda-se. - puxei o gatilho acertando no meio de eu testa. O vi cair sem vida, olhei em volta e não tinha ninguém além de nós dois ali.

Respirei fundo tentando assimilar o que havia ouvido ao que tinha feito quando ouvi outro disparo ao longe, senti uma dor no peito escondi a arma na cintura da calça e corri em direção o disparo. Estranhamente as ruas estavam vazias, e as luas fechadas. Parei para avaliar rapidamente, quando tinha visto alguém pela última vez desde que cheguei àquele bairro.

Vi um homem de aparência similar ao do beco saindo da acadêmica e corri em direção a mesma sentindo meu peito queimar. Subi os dois lances de escada até lo tatame me deparando com meu pior pesadelo, Suga estava caído em meio uma poça de sangue perdendo os sentidos.

- Hyung… fica comigo, por favor não fecha os olhos… Hyung - me ajoelhei fazendo pressão na ferida perto de seu peito. Vi a poça aumentar, e notei que o tiro tinha atravessado, a bala não o ficou dentro dele, Suga perdia muito sangue.

Peguei o celular e tentei discar para a emergência - Alô, por favor, preciso de ajuda meu amigo foi baleado…

- Desculpe senhor Jung - a voz calma da atendente me deixou paralisado - Estão sozinhos, sem apoio ou ajuda. A mensagem é clara. Todos vocês irão morrer. - a linha ficou muda.

Encarei o rosto de Yoongi cada vez mais pálido, sua respiração cada vez mais fraca e seu sangue saindo cada vez mais. Continuei fazendo pressão mesmo parecendo inútil. Meu coração estava se partindo de uma maneira que nunca mais ira se recuperar. Yoongi estava morrendo e eu não conseguiria o salvar.


JIMIN

Assim que Yoongi saiu para correr segui minha rotina, que neste dia se resumia a comprar o nosso sorvete e visitar pó túmulo vazio dela. Talvez minha esperança doentia seja pelo fato de não encontrarem seu corpo. Tive que aceitar as palavras daquele estranho sem rosto no hospital naquele dia, acreditar em sua morte.

Os sonhos não ajudavam muito, sempre a mesma coisa. Assim como seu perfume, por vezes eu senti pelas ruas a brisa floral suave de seu perfume. E hoje não foi diferente, enquanto pagava pelo sorvete senti o perfume impregnando o lugar.

Caminhei me sentindo derrotado como sempre, me sentei em frente sua lápide e abri a embalagem, tomando a minha parte e deixando a dela.

- Sun, meu dia foi uma merda. Mas qual a novidade, sempre é. - suspirei e fechei os olhos engolindo aquele sorvete, lembrando do nosso primeiro beijo, com aquele mesmo sabor. - Sinto sua falta, estou começando a esquecer como era te beijar. Se não fosse por isso - ergui a embalagem encarando lo sorvete - Não saberia nem mais o gosto da sua boca.

- Deprimente. - levantei de sobressalto ao ouvir a voz aguda daquela mulher. Vestida formalmente me encarando com deboche - Então, você é a namoradinha da Kang!? - vi seu olhar me analisar com desdém. - Atraente, mas muito peso morto. Não valeu toda a merda que ela fez.

- O velho cansou de vigiar nas sombras? - me referi ao diretor da agência que me visitou no hospital, praticamente mandando que eu calasse a boca - Até que demorou Pôr a um dos cães dele aparecer.

- Calma princesa, não precisa ficar na defensiva. Não mordo, muito. - seu sorriso me enojava. - Você AINDA é intocável. Mas seus amigos… Tsc…

- Não ouse se aproximar deles!

- Não devia ameaçar, além de ser ridículo vindo de alguém nitidamente fofo e indefeso - fiquei parado enquanto a mulher andava a minha volta, tocando as pontas dos dedos em volta dos meus ombros. - É potencialmente perigoso, vista que neste seus amigos estão acompanhados pelos meus.

Assim que ouvi aquilo, segurei seu pulso o girando o prendendo em suas costas, chutei seus joelhos forçando seu corpo a cair sobre a terra, enquanto mantive seus cabelos presos forçando sua cabeça para trás. Pude notar uma cicatriz em seu pescoço.

- Uau… parabéns Park. Aprendeu algumas coisas. Hum… campos repetir isso, sem roupas!? Kkkkk

- O que você disse sobre meus amigos? - Pressionei mais seu pulso.

- Kkkk, ai… melhor me soltar, ou vamos esquentar mais do que se é permitido em público.

- Fala. O que o velho quer comigo?

- Me solta Park! - ela me encarou ainda sorrindo, não ia dizer nada enquanto não a soltasse, assim o fiz após tirar a arma de sua cintura. A empurrei soltando a bala do gatilho e desmontando a arma - Não preciso disso ora te matar.

- Digo o mesmo. Agora fala.

- Queremos o arquivo. Enquanto não entregar seus amigos morrem um a um.

- Que arquivo?

- Pergunte a Kang.

- Pergunte você mesmo! - apontei para o túmulo. - Seja lá o que for que ela escondeu de vocês, levou pro túmulo.

- Kkkk, você me diverti Park. Melhor correr, um já foi. Restam dois.

- O que vocês fizeram? - avancei alguns passos, mas ela não se conteve, apenas riu se afastando e tirou um cartão do bolso.

- Nesse endereço vai encontrar um corpo pra colocar nesse caixão. - a encarei incrédulo - Sim, Kang estava viva, até algumas horas atrás, aqui nesta cidade. Entendeu agora, sem arquivo seus amigos morrem um a um. Com o arquivo, toldos morrem de forma rápida e indolor, inclusive você.

Pela começou a se afastar ainda rindo, enquanto fiquei paralisado encarando o cartão de uma floricultura em Gangnam. Digerindo aquilo, era mentira só podia ser. Kang não estava lá, viva ou morta ela não estava lá, era armadilha.

- Ah, melhor correr Park - a agente se virou mais uma vez me encarando zombeteira - Fiquei sabendo que o treino de hoje foi puxado.

Antes que pudessem responder meu telefone tocou, era Hobi a mulher apenas riu.

- Jiminie… Jiminie me ajuda…

- Hyung… o que acont…

- Atiraram nele. Acertaram o Suga… estamos cercados. Me ajuda. Ele vai morrer.

Corri em direção a saída, ouvindo Hobi chorando desesperado quando passei ao lado de um carro ouvi um clique e um clarão anunciou a explosão do mesmo, me lançando longe. Senti uma pressão no peito que dificultava minha respiração, um zumbido no ouvido e minha cabeça latejava antes de perder a consciência ouvia a voz do Hobi no telefone não tão longe.

- Jiminie? JIMINIE?… JIMINIE???


YUMI/ KANG

Estava apoiada naquela parede ainda, minha cabeça doía muito senti meu nariz escorrer e me assustei ao ver o sangue. As imagens ainda rondaram minha mente, o rosto antes desconhecido tomava cada vez mais forma. Não sabia a certo quem era, mas foi importante. Importante o bastante para me lembrar dele, apenas dele. Park.

- Pensei que era mentira, mas olha só você voltou mesmo. - ergui minha visão encarando o rosto de um homem bem vestido, seu olhar frio me fez ficar de pé e devolver com a mesma intensidade - Ora, ainda tem marra.

- Quem é você?

- Ninguém importante, pelo menos não tão importante colmo você, claro. - olhei em volta, e apesar de estar no meio da tarde, a rua estava estranhamente deserta. Encarei o beco próximo e o estranho sorriu - Pensando nas possibilidades para escapar?

- Preciso ter medo?

- Depende, para alguém que deveria estar morta, não devia sentir nada.

- O que quer?

- Entregar uma mensagem!

- Então diz!

- Acho que não entendeu - ele apoiou a mão na cintura, mostrando a arma que ali tinha, e apontou para o beco que dava acesso a rua da floricultura, mesmo tremendo segui a passos curtos até o beco, indo até a saída e quando vi a floricultura do outro lado senti medo. - Você é a mensagem.

Ouvi um clique e senti a arma fazer pressão contra minha cabeça, no instante seguinte me mexi. Não tenho como explicar, nem descrever. Num momento estava com uma arma apontada para minha cabeça e no segundo seguinte, como numa fração de segundo tomei a arma do homem num movimento rápido. O golpiei algumas vezes e tomei distância, esvaziando sua própria arma contra ele.

Quando dei por mim, ele estava caído, morto. E eu de pé tentando lembrar como se respira. Soltei a arma e peguei o telefone disquei o numero da única pessoa que confio, porquê em mim já não confio mais.

- Imôto… eu o matei… - não esperei resposta.

Avistei a entrada da floricultura, minha cabeça doía muito, não senti quando deixei o telefone ali, apenas tremia em direção àquele jardim. Apenas sentei no centro do jardim dos fundos e abracei meus joelhos, deixei as lagrimas virem já não aguentava mais.

Ouvi passos mas não consegui me mover - Kang? - Não, por favor, de novo não!

※※※※※


Notas Finais


Então, valeu a pena?

Algum palpite sobre quem é a pessoa que encontrou a Kang na floricultura?

E os meninos na academia, alguém vai ajudar? Ou nosso açúcar vai mesmo morrer?

E o Jimin, se feriu muito naquela
explosão?

Pelo jeito a Agência ta armando um esquema louco pra pegar os últimos colaterais, será que vai dar certo?

Digam, devo tentar postar mais?

BJKS DA UNNIE ♡♡♡♡


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