História A Busan Spy (fase 1) - Collaterals (fase 2) - Jimin FIC - Capítulo 33


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jackson, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Taehyung (V), Matt Lanter, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Jimin, Park Jimin, Yoonseok
Visualizações 26
Palavras 2.330
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Literatura Feminina, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olazinho, e de novo desculpa a demora.
Está difícil atualizar com frequência, estou com muito material, vários capítulos prontos já. Porém o tempo, falta de internet e aparelho decente pra editar e postar dificulta muito nas atualizações frequentes.

Espero que gostem

BOA LEITURA <3

Capítulo 33 - O Fim dos Desencontros - parte 1


*JACKSON*

“Eu tenho namorada!”

Foi a frase mais idiota que disse para Elle, nitidamente a deixei confusa. Para ela estava apenas sendo um bom amigo como deveria ter insistido em demonstrar, mas não, a anta aqui decidiu abrir a boca e a deixar desconfortável.

 

E agora estamos assim, sem saber como conversar um com o outro desde aquela bendita ‘conversa’ no lago, onde Elle começou a se esquivar e se sentir mal. Me pedindo desculpa por achar que passou a ideia errada, quando na verdade eu que falei (e pensei) merda e estraguei nossa última semana.

 

Espero resolver isso com o tempo, estamos de volta a Seul antes do previsto, Elee não aceitou o apartamento que tentei alugar para ela e eu entendo, também não aceitaria. Elle seguiu seu caminho para a mesma pensão de semanas atrás, só espero não perder sua amizade. Elle Singer se tornou muito importante.

 

Estava preso a estes devaneios enquanto encarava a porta da floricultura, respirei fundo antes de abrir a porta e encarar a garota que afirmei ser minha namorada antes mesmo de oficializar. Qualquer dúvida ou questionamento naquele momento teria de ficar de lado, pois assim que que cruzei aquela porta um cenário indesejado.

 

Estava tudo revirado, fora do lugar, sinais de um confronto físico brutal. Caminhei por entre os objetos caídos com cautela e agilidade, não tinha ninguém ali, agressor ou agredido, a recepção e a estufa estavam vazias. Restavam o jardim dos fundos e por mais suspeitas que eu tivesse, nada me preparou para o quê encontrei ali.

 

- Kang? – melhor, QUEM encontrei – Kang? É você?

 

A mulher estava encolhida no chão, no centro de jardim, aflita e nitidamente ferida.

 

- Por favor... não... de novo não... – sua voz saía baixa, abalada e assustada. Me agachei na sua altura observando seu rosto. E quando ela levantou sua face para me encarar, não tive dúvidas, era ela. Kang Eun Sun estava viva – Por favor, vai embora.

 

- Kang.. sou eu Wang – tentei tocar seu ombro mas ela recuou, não me reconheceu.

 

- Não... por favor... – a encarei confuso, vi o medo em seus olhos se concentrar num ponto atrás de mim. Ouvi os passos nada cautelosos revelarem um homem bem vestido e sorridente se aproximando. Me levantei me colocando entre o estranho e Kang, assumindo uma pose defensiva de alerta.

 

Seu sorriso aumentava e antes de qualquer palavra ser trocada meu telefone tocou, pensei ignorar, mas era o toque de Elle – Rapunzel...?

 

- Wang – sua voz estava baixa, ofegante e desesperada, mantive os olhos presos aos do homem que nos encarava se divertindo com a confusão em nossas faces – Wang, eles voltaram. Estou com Jung e Min. Ponto de encontro. AGORA! WANG? – eu nada disse, apenas devolvia o olhar ao homem que tirava a arma da cintura – Wang?

 

- Doze horas. Ponto de encontro – Os leve para casa!

 

- Wang! – sua respiração pesou – Não! Wang?

 

- Adeus Rapunzel... – encerrei o contato abri o aparelho partindo o chip, cartão e até o próprio aparelho – Então, a agência está de volta a Seul?

 

- Digamos que os poucos de vocês que ainda restam estão todos num único lugar. Mas estou curioso. Não pensei que você, um famoso qualquer, fosse de fato, O colateral!

 

- “O colateral”?

 

- É, sabe, o cara com as respostas, kkkk. Sério Wang, você daria um bom agente. Pena, Ah, será um desperdício.

 

Assim que ouvi o clique da trava corri em sua direção, o derrubando – KANG CORRE! – mas ela não saiu do lugar, estava em choque. Encarando o chão com as pupilas dilatadas, aparentemente. Voltei minha atenção ao agente agora desarmado recebendo dele um soco.

 

Retribui com a mesma intensidade, deferindo alguns golpes contra seu corpo. Gostaria de dizer que fu bem sucedido, porém não totalmente. Por um momento o mantive contra o chão, senti uma forte pressão contra minha cabeça, o impacto de um vaso de cimento me deixou tonto e quando recuperei o raciocínio estava prestes a desmaiar sufocado.

 

Ouvi o disparo, senti o gosto quente do sangue que cobriu meu rosto, em segundos o agente caiu sobre meu corpo, morto, um tiro certeiro no coração. Assim que empurrei seu corpo para o chão, me sentei olhando ao redor, e lá estava ela, Kang. Segurando a arama do agente morto, tremendo assustada. Me levantei sentindo minha cabeça latejar pelo impacto ressente, recuperando a respiração sentindo mais dores.

 

- Quem... quem é você? – encarei a mulher a minha frente, que mantinha a mira trêmula em mim, Kang se afastava conforme eu tentava me aproximar.

 

- Calma, não vou te machucar. – mantive distância e ergui minhas mãos – Kang você me conhece, não ofereço perigo a você.

 

- QUEM É VOCÊ? – seu desespero era nítido. Ea não me reconhecia. Claro, o tiro na cabeça. Ela não lembra.

 

 - Um amigo. Pode confiar em mim, a mais como ele. E você sabe, pode não lembrar de mim, mas no fundo sabe que não vou te machucar – Me aproximei mais e dessa vez ela não recuou – Abaixa a arma, pode ficar com ela, só não aponta pra mim.

 

- Fica... fica longe – recuei quando a mira subiu para minha cabeça.

 

- Kang Eun Sun – ela travou os olhos aos meus – Seu nome é Kang Eun Sun, você me salvou a anos atrás, me ajudou contra pessoas como ele – falei calmamente, apontando para o corpo atrás de mim. Tinha que sair dali o mais rápido possível, cada minuto era crucial, mais agentes podiam aparecer a qualquer momento – Mais deles podem aparecer, vamos sair daqui. Kang, os outros precisam de nós. Seus amigos.

 

- A-amigos? – sua confusão aumentava – Quem... O que eu era? Quem é Kang Eun Sun?

 

- Prometo te dizer tudo que quer saber, e muito mais. Só por favor, vamos sair daqui. Temos que achar os outros.

 

- Outros... – aos poucos ela parecia se acalmar, como se analisasse tudo ao redor – NOMES. Quero nomes. AGORA! – manteve a mira firme contra mim, me fazendo recuar. Sei do que a velha Kang é capaz, todas suas habilidades agora a mercê de sua falta de memória a tornavam mais perigosa.

 

-Wang – apontei para mim, e passei a contabilizar os nomes esperando alguma reação de sua mente – Min? – nada – Jung? Kim? – nada – Park? – sua respiração falhou, claro. ELE – PARK JIMIN!

 

Park... – sua voz saiu como a um sussurro, aos poucos a mira foi baixando de encontro ao chão. Seu nome foi o único que ela reconheceu. Pensei em dizer algo mais, porém fomos interrompidos. Passos rápidos vinham dos fundos.

 

- Vamos – puxei o pulso de Kang a arrastando por onde entrei, sem olhar para trás. – Não dei ouvidos aos seus protestos, a enfiei no carro que usei para chegar ali, travei as portas e sai o mais rápido possível rumo ao porto. De lá tentaria despistar qualquer um que posa estar nos seguindo, e chegar ao ponto de encontro.

 

Pelo retrovisor, avistei uma garota não muito mais nova que Suzy sair pela porta da frente da floricultura. Decidi não me questionar sobre sua identidade, apenas segui com o único plano que tinha. Kang está viva, a Agência está de volta. E parece que nós somos os únicos por quem eles se interessam, se o que aquele agente disse é verdade, restam apenas dois arquivos seguros, o meu e o de Elle.

 

 

*TAEHYUNG*

Confusão é pouco para o que estou sentindo agora, os últimos anos não foram fáceis, tive de me apoiar e apoiar meus amigos. Nossa família, infelizmente, só pode se resumir a nós sete. Quanto menos pessoas envolvemos na complicada vida que agora tínhamos, melhor.

 

Então sim, sem exceção todos nós nos afastamos de nossos parentes. Doer? Doeu muito, já tínhamos sofrido com a distância imposta pela carreira que tínhamos, entretanto, agora era pior. Podíamos coloca-los em risco. E depois de perder Kang e Suran daquela maneira, não sei se resistiríamos a outro golpe como aquele.

 

Foi surpreendente como me permiti pensar em Aiko com tamanha frequência, naturalmente me deixei se aproximar. Não consegui evitar e nem quis evitar manter contato com aquela jovem garota. Me sentia estranhamente nostálgico, sua risada e senso de humor estranho me lembrava quando eu era genuinamente feliz, e não sabia.

 

Ver sua expressão confusa e surpresa quando tomei a defensiva ao notar que ela podia ter alguma ligação com o lado obscuro que cercava a vida de Kang, me assustou. Temi ter me enganado com um rosto inocente. Minha surpresa se tornou maior e confusa ao ouvir a voz de Kang na linha. No meio de nossa discussão, Aiko se atrapalhou ao atender o telefone acionando o viva voz durante a conversa.

 

Era a voz dela. Tenho certeza. Agora se era real ou não, não posso garantir. Aiko pode estar jogando comigo, me levando para um armadilha. Seu desespero parecia genuíno, mas não posso me deixar levar pelo seu rosto inocente, não mais. Não posso confiar em ninguém. Nem mesmo em mim, não perto dela.

 

- Me solta Taehyung! – mantinha seu pulso firme tentando decidir o que faria.

 

- Responde. Era Kang?

 

- Não! – nos encaramos mais, Aiko estava assustada, se encolhia cada vez mais tentando se soltar – não conheço nenhuma Kang! Me solta minha irmã precisa de mim!

 

- Eu vou com você!

 

- NÃO! Não quero você por perto. Nunca mais quero te ver Taehyung! – ia protestar, porem fomos interrompidos por um homem de terno no início do último lance da escada. Ainda estávamos próximo a saído para o terraço.

 

- Melhor ouvir a moça senhor Kim – não custei a notar a arma em sua mão, ele avançava degrau por degrau com tranquilidade. A confusão mesclada com medo no rosto de Aiko era nítida – Não quer ferir mais nenhuma garotinha, não é, “melhor amigo de todos” – estremeci ouvindo aquilo. Puxei Aiko para tra de mim e desci um degrau de encontro ao agente.

 

- Não chegue perto de nós!

 

- kkkk... sua falsa coragem se ig7u7ala a estupidez de seus amigos – ele parou ao meu lado, encarando-nos com um sorriso ladino, enquanto eu empurrava Aiko mais um degrau acima, em direção a porta – Não tenha medo garota, somos os mocinhos.

 

- Não é isso que parece! Ameaçar garotinha até elas abandonarem a própria vida, assassinar senhoras a sangue frio, isso não parece coisa de “mocinhos”! – disse baixo o encarando ao meu lado.

 

 - Variáveis aceitáveis de uma operação de alto risco. Sempre acontece. Mas... – ele sorriu antes de medir Aiko no degrau acima – Digamos que a adição dessa mocinha tornou tudo mais interessante. Seu talento será bem mais útil na agência, pergunte a sua irmã ela era uma de nós.

 

Soltei o pulso de Aiko e me virei para a mesma encarando surpreso, como a própria – Você está com eles?

 

- O que? – foi a única coisa que ela disse antes do estranho interromper novamente.

 

- É, com certeza você não é o inteligente. Talvez seja tão inútil quanto o Park. Alias, nem sei porque ainda estão vivos?

 

Sei que era muita informação para raciocinar, mas não tinha tempo. Se vieram até aqui, os outros deviam estar em perigo também. Aproveitei que o agente estava ao meu lado encarando Aiko enquanto falava, ela estava quase na porta, então agi.

 

- Corre! – disse a Aiko enquanto joguei o agente o fazendo bater contra a parede. Horas de treino naquele ringue tem que servir de algo. Não dei tempo dele recuperar o equilíbrio deferi sequencias de socos contra seu rosto, garganta e abdômen. Mesmo ele se defendo e me derrubando degraus abaixo junto a si, levei a melhor. Senti meu corpo dolorido pelo impacto no fim do lance de escadas, o agente parecia apagado. Chequei seu pulso, confirmando que estava vivo.

 

Mal me coloquei de pé e senti Aiko esbarrar enquanto tentava fugir escadas abaixo, fugindo. A segurei contra a parede, com força e ela me encarou assustada.

 

- Quem infernos são vocês? – ela perguntou assustado.

 

- Digo o mesmo. -  a encarei furioso – Tem ligação com a CIA? Sua irmã é um deles?

 

- Não! – ela baixou o rosto, escondendo um semblante choroso – Não sei.

 

- Como assim não sabe? – pressionei mais seus pulsos acima da cabeça, contra a parede – Como pode não saber se trabalha para esses vermes?

 

 - Eu não trabalho para ninguém, sem a Yumi – chorava de raiva, estava com medo – Só quero descobrir a verdade

 

- Que verdade?

 

- Quem é Kang Eun Sun?

 

-  E POR QUE... – respirei fundo, tentando me acalmar e não ceder ao ódio que crescia dentro de mim – Por que quer saber dela?

 

- Porque.. - ela hesitou, se mexendo desconfortável – é o único nome que minha irmã se lembra! Yumi não se lembra de nada de sua vida antes de nós. Não vê? Eu não sei quem eles são, e nem qual sua ligação com eles, sinceramente, nem quero saber. So queria ajudar minha irmã a descobrir quem ela era e como ela foi parar naquele rio?!

 

Passei alguns minutos encarando os olhos de Aiko, suas palavras pareciam tão verdadeiras. Sentia meu peito sobre forte pressão, não notei quando afrouxei seus pulsos a deixando livre. Aiko se esquivava cada vez mais, tentando tomar distancia de mim.

 

- Eu dirijo – disse pegando novamente seu pulso e se apressando degraus abaixo – Vamos achar sua irmã e descobrir a verdade.

 

- Não! Não quero você perto da gente. – parei de frente a porta de acesso ao último andar, antes de leva-la pelo elevador de serviço até o estacionamento, respirei fundo, tentando parecer confiante no que ia propor.

 

- SE sua irmã for quem eu penso, vocês estão em perigo. Caras como aquele lá em cima, não hesitam e não são piedosos.

 

- Meu deus! – ela pareceu lembrar de algo – E se já estão com ela? A ligação!

 

- Vamos atrás dela logo.

 

- Não dá! – ela recuou novamente – Não confio mais em você!

 

- Estamos quites então – a encarei com um sorriso triste – Porque não confio mais em você também. – acabou de partir o que sobrou do meu coração.

****


Notas Finais


OOOOOk, vamos lá.
Opiniões sinceras. O que esperam para o proximo?
Já adianto que a narrativa de Tae ainda não acabou, e alem dele, na próxima atualização terá a segunda parte e a narração da Elle, que sinceramente está MUUUUITO triste.

pelo menos pra mim.
Espero que continuem acompanhando.
me sinto triste por não conseguir postar com tanta frequencia como antes.
Prometo não decepcionar, afinal, o grande momento está chegando, um certo encontro está por vir!

BJKS DA UNNIE


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