História A Cabana no Meio da Neve - Capítulo 14


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Categorias Avenged Sevenfold, Linkin Park, Os 13 Porquês (13 Reasons Why), Rammstein, Shadowhunters, Supernatural, The Rasmus
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Brad Delson, Castiel, Chester Bennington, Clay Jensen, Dave Farrell, Dean Winchester, Jace Herondale (Jace Wayland), Joe Hahn, Lauri Ylönen, M. Shadows, Magnus Bane, Mike Shinoda, Paul Landers, Personagens Originais, Richard Z. Kruspe, Rob Bourdon, Sam Winchester, Synyster Gates, The Rev, Till Lindemann, Tony Padilla, Zacky Vengeance
Tags 13 Reasons Why, Avenged Sevenfold, Bennoda, Clony, Destiel, Linkin Park, Malec, Os 13 Pôrques, Supernatural, Synacky
Visualizações 18
Palavras 2.730
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ola meus amores mais um capitulo dessa fic no gelo no meio do nada na montanha kkkkkk
Espero que gostem e boa leitura a todos 😍

Capítulo 14 - Anel de Rodocrosita


Fanfic / Fanfiction A Cabana no Meio da Neve - Capítulo 14 - Anel de Rodocrosita

— Você está bem? — perguntou Chester pela segunda vez.

— O quê? — perguntou Mike, parecendo despertar de um transe. Quando focou o rosto do homem à sua frente, percebeu a expressão preocupada. — Estou bem... estava apenas pensando.

— Sobre o quê?

— Nada importante — desconversou, sentindo um olhar cravado nele.

Depois de alguns segundos, a expressão tensa de Chester mudou.

— Está bem Mike. Esquecerei o banho se me deixar ir até seu quarto esta noite.

— Você é incorrigível — disse Mike, sorrindo.

— A culpa é sua. Quando concordou em praticar o Kama Sutra comigo — explicou, caminhando de modo lento até ficar diante dele. — Fez de mim um homem insaciável — concluiu, acariciando a face.

Mike engoliu em seco, lutando para conter a emoção.

— Bem... posso dizer o mesmo de mim.

Um sorriso largo iluminou o rosto de Chester.

— Ótimo. Sendo assim, irei até seu quarto.

— Não — atalhou de imediato com o rosto vermelho. — Acho melhor eu ir até o seu.

— Por quê? — questionou Chester, erguendo a sobrancelha.

— É que... o seu quarto fica mais distante do de Kleuda. Se fizermos... barulho...

O anfitrião não pôde conter a gargalhada divertida.

— Já entendi. Está preocupado que minha mãe ouça seus gritos? —A cara de Mike ficou ainda mais vermelha. Chester inclinou-se, pousando um beijo nos lábios de seu hóspede. — Não se preocupe. Amo os sons que faz. Inclusive os gritos de prazer quando atinge o orgasmo.

— Estou falando sério — argumentou. — Tentarei não gritar, mas não sei se conseguirei. E ficarei bastante envergonhado se Kleuda me escutar.

— Posso te garantir que minha mãe tem um sono pesado, mas se isso te faz sentir constrangido e quiser esquecer a ideia de passarmos a noite juntos, compreenderei.

Aquele homem era encantador. De que outro modo o entenderia tão bem? Ou escolheria sempre a coisa certa a dizer? Inspirou fundo, pensando como se deixou envolver daquela forma. Precisava de um tempo para se recompor.

Após piscar várias vezes, dispersando as lágrimas iminentes, voltou-se para encará-lo.

— Não quero esquecer essa ideia.

Chester sorriu, dissipando todas as dúvidas que há pouco o atormentavam.

— Graças a Deus! Passar a noite longe de você seria um sacrifício.

 

 

Chester entrou na sala de estar, trazendo uma cerveja e um copo do vinho tinto preferido da mãe. Após entregar a bebida, sentou-se no sofá a seu lado. Mike pediu licença para ausentar-se minutos antes a fim de dar alguns telefonemas, portanto encontravam-se a sós.

— Conte mamãe — começou ele, esquivando-se para dar lugar aos cachorros que vieram se acomodar a seu lado. — Como estão as coisas na Virgínia.

— Ótimas. Meu contrato com a editora foi renovado. Portanto, não posso reclamar.

— E Synyster?

Kleuda deu de ombros.

— Não precisa perguntar por ele se não quiser. Sei que não concorda com minha relação com um homem mais jovem.

— É verdade. Mas queria certificar-me de que ele a está tratando bem.

— Melhor impossível — retrucou a mãe, sorrindo maliciosa — Synyster é tudo que preciso no momento. Portanto, alegre-se por mim

Chester tomou um grande gole da cerveja em silêncio.

— Por falar em felicidade — continuou Kleuda — não o vejo tão radiante há tempos.

— Acha mesmo?

— Sim — disse, bebericando o vinho. — E desconfio que Mike seja a razão.

— Por que pensa assim? — perguntou o filho, fixando o olhar na garrafa.

— Observar as pessoas faz parte de meu trabalho. Percebi o brilho no olhar de ambos quando estão juntos. A cumplicidade, os toques íntimos...

— Não fique criando fantasias. Ele só está aqui por ter sido burro suficiente para dirigir nas montanhas durante uma nevasca. Tão logo o carro seja rebocado, essa cara irá embora para sempre.

Kleuda franziu o cenho.

— Soa tão fatalista. Está dizendo que não pretende voltar a vê-lo?

— Sim — respondeu Chester.

— Não entendo. Ele parece combinar com você.

— Isso é o que pensa. Mike é bem parecido com Talinda em questão de “buscar aventuras”.

— Que absurdo! — exclamou a mãe chocada — Não aparenta o tipo de moço que se envolve com drogas, festas de embalo e promiscuidade.

— Nem precisa, se tomarmos por base o emprego dele.

— Não sabia que ser professor fosse algo considerado tão extravagante.

— Sabe muito bem ao que estou me referindo mamãe. Sair por aí encenando telegramas é próprio de quem está à busca de aventuras.

Kleuda estudou durante algum tempo.

— E por isso deduziu que ele se transformará em outra Talinda da vida? — Como ele não lhe tornou resposta, continuou: — A meu ver, há uma grande diferença entre distribuir telegramas e uma drogada que dorme com o primeiro que aparece. — Inclinou o corpo para frente, fitando o filho nos olhos. — Se a personalidade deles fosse semelhante, até concordaria. Mas isso não é verdade. Mike é meigo, afetuoso, extrovertido e atencioso. O extremo oposto de sua ex-mulher.

— Se achava tudo isso de Talinda por que nunca me disse nada?

— Acredite, quis alertar. Mas sabia que deveria chegar a tal conclusão sozinho. Qualquer coisa que dissesse poderia ser interpretada como interferência em sua vida. Quando soube com o que Talinda andava metida, resolvi contar, mas não tive tempo. No dia seguinte, você me telefonou anunciando o fim do casamento. Então, decidi continuar em silêncio. Nunca comentei nada, nem mesmo com seus irmãos.

— Fico agradecido mamãe. Vocês foram um grande apoio quando me divorciei.

— Quando se trata de assuntos familiares, vocês três são muito solidários.

— Lá em casa também somos assim — disse Mike, entrando na sala. — Costumam se ver com frequência?

— Umas duas a três vezes por ano — respondeu Kleuda, voltando o rosto para o olhar. — Gostaria que nos reuníssemos mais, mas todos temos vidas bastante atribuladas e o fato de eu morar longe é um grande problema.

— Já lhe disse, mude-se para cá. — falou o filho.

— Talvez algum dia. — E voltando-se para Mike. — Mal posso esperar para que conheça os irmãos de Chester.

— Já conheço Phoenix. Adoro sua loja esotérica.

— Eu também — concordou Kleuda. — Ele sempre encontra mercadorias interessantes para abastecê-la.

Antes que Mike conseguisse formular resposta, Chester interveio.

— Foi ele que o contratou para entregar telegrama.

Mike concordou.

— Seu filho acha que o objetivo de Phoenix era nos aproximar, mas eu discordo.

— Pensei que seus irmãos haviam parado com isso.

— Eu também — disparou Chester. — Até sábado passado.

No silêncio constrangedor, Kleuda observou o casal. Pelo modo com que se olhavam, parecia que o mundo deixaria de existir. Imaginou se estavam cientes de sua presença na sala. Por certo que não. Ergueu a taça aos lábios para esconder o sorriso. Chester podia pensar que aquele cara não era bom para ele, mas seu instinto materno não concordava.

O problema seria fazer o filho desistir da ideia estúpida de não voltar a vê-lo. Pensaria nisso mais tarde. Por certo haveria um jeito sutil de ajudá-lo.

— O que acha do meu filho?

Mike ergueu o olhar do livro que estava lendo para encarar a mãe de Chester, que se encontrava sentada numa cadeira de balanço do outro lado da sala.

Durante toda a manhã temeu o confronto com Kleuda, receando que ela fizesse ou dissesse algo que indicasse saber o que os dois haviam feito na noite anterior.

Mas para seu alívio, as horas se passaram sem que Kleuda mencionasse nada e já estava começando a tranquilizar-se quando foi despertado da leitura com aquele tipo de pergunta.

— Bem... Na minha opinião é um homem muito agradável.

A mulher pousou a caneta com que estava escrevendo e sorriu.

— Bastante simples.

A cara de Mike tornou-se vermelha.

— Não sei o que está querendo dizer, mas...

— Gostaria de saber o que acha dele — interrompeu Kleuda. — Ele tem um belo corpo, não acha? — questionou, maliciosa.

Mike piscou várias vezes.

— Como? — perguntou com um fio de voz.

— Oh, Deus! Não precisa ficar tão envergonhado. Não pretendo interrogá-lo sobre detalhes da intimidade de vocês. Desde que meu filho se divorciou venho tentando convencê-lo a incendiar sua vida sexual, sem sucesso. Estava começando a pensar que viraria um padre. Fico feliz por saber que me enganei.

Mike engoliu em seco. Aquela era a conversa mais inusitada que já teve na vida. Mas, por mais estranho que pudesse parecer, achava Kleuda encantadora.

— Concordo sobre o corpo de Chester.

A mulher soltou uma sonora risada.

— Como é simples em seus comentários — fitando-o com um sorriso. — Mas gosto de você. E considero perfeito para meu filho.

— Kleuda — começou Mike sentindo-se desconfortável. — Não sei o que está pensando... — Suspirou fundo. — Mas minha relação com Chester não terá continuidade.

— Por quê?

— Temos interesses diversos na vida. Gosto da agitação da cidade e seu filho prefere a reclusão da montanha.

Kleuda encarou Mike por instantes.

— Sua vida é tão excitante assim?

A pergunta foi rápida demais.

— Ao contrário — respondeu depois de algum tempo. — Por isso quero torná-la um pouco mais interessante.

— Querido, vou lhe dizer algo que descobri com a experiência. A maioria das pessoas não se conhece tão bem quanto pensa. Às vezes, é necessário a ajuda do amor para nos abrir os olhos.

Em seguida pegou a caneta e voltou a escrever.

 

 

Dean entrou na autoestrada que levava à casa de Chester. A seu lado, Phoenix encontrava-se em pensamentos.

— O que conta de novo? — perguntou Dean, tentando quebrar o silêncio.

— Não muita coisa — respondeu, rodando o anel no dedo anular esquerdo.

O advogado reparou na joia. Parecia ser de prata nova com uma pedra rosa de brilho intenso.

— É novo? — perguntou curioso.

— Sim — disse Phoenix, sem desviar o olhar da peça. — Sabe que não sou fã de anéis, mas com esse foi diferente. Quando o vi foi como se ficasse hipnotizado. Coloquei no dedo e não o tirei mais.

— É lindo. Nunca vi uma pedra assim.

— É raro essa pedra. O material é carbonato de manganês. Depois que o comprei, procurei me informar sobre esse mineral e imagine o que descobri?

— Não faço a menor ideia.

— A rodocrosita é chamada "chama do amor". Acredita-se que emana uma energia que emite os poderes do amor. Quando usada, é capaz de atrair nossa alma gêmea.

— Isso é ótimo. Por que essa cara de insatisfação?

— Sabe muito bem que não estou procurando o amor.

Dean suspirou, balançando a cabeça.

— Não tenho tocado nesse assunto, pois sei que não gosta, mas acho que devemos conversar sobre isso. Faz mais de um ano que Fla...

— Não se atreva a falar esse nome.

— Tudo bem. Sei que aquele cafajeste só queria tirar proveito de sua mediunidade, mas nem todos os homens são iguais. Já é tempo de dar uma nova chance ao amor.

Phoenix dirigiu-lhe um olhar triste.

— Não me sinto pronto. Tente entender. — E mudando de assunto. — Chega de falarmos de mim. Como estão as coisas entre você e Castiel?

— Melhor impossível — respondeu Dean com um brilho intenso no olhar.

— Nossa! A julgar por sua empolgação, diria que está de fato apaixonado.

— Nunca pensei que pudesse acontecer tão rápido.

— Não o convidou para passar o Natal com a gente?

— Pensei nisso. Porém, acho que ainda é cedo para apresentá-lo à família.

— Tem razão, mas mamãe vai querer saber de todos os detalhes.

— Espero que a vida amorosa de Chester esteja ocupando todos os seus pensamentos. — Ficou pensativo por alguns instantes. — Acha que Mike ainda está lá?

— Com toda a certeza — afirmou Phoenix, apontando para carro atolado sob a neve. — Veja.

— Mal posso esperar para conhecê-lo.

 

 

Mike sorriu, observando os cachorros correrem atrás das bolas de neve que lhes atirava. Quando os animais vieram em sua direção abanando a cauda, as lágrimas vieram aos olhos.

— Vou sentir falta de vocês, crianças — disse, acariciando os cachorros. Momentos antes, Chester informou que o jardineiro chegaria a qualquer momento. Assim que o carro fosse liberado, faria um breve agradecimento e seguiria seu caminho.

— Alô! — gritou Phoenix enquanto empurrava a porta da frente, seguido pelo irmão.

— Aqui estão eles! — exclamou Kleuda, correndo para abraçá-los. — Fico feliz que tenham vindo.

Chester adiantou-se para lhes dar as boas-vindas.

— Como estão as estradas? — perguntou, ainda abraçando Dean.

— Cobertas de neve, porém dá pra se locomover.

O irmão acompanhou até o interior da casa. Quando chegaram à sala de estar, Phoenix tocou-lhe o braço.

— Onde está Mike?

— No quintal com os cachorros.

— Ele gosta de cães? — disse animado. — Imaginei que sim, mas não estava certo... — Estacou, arrependendo-se do que ia dizer.

— Não se preocupe. Entendi de imediato sua jogada — disparou Chester.

— Não sei a que está se referindo — declarou o irmão, fingindo um tom inocente.

— Não me faça de burro — resmungou irritado. — Estou falando sobre o seu plano de me empurrar Mike goela abaixo — E antes que Phoenix pudesse responder. — Sinto muito informá-lo, mas não deu certo.

— Não gostou dele? — perguntou Phoenix desolado.

— Não se trata disso...Não importa se gostei ou não. Na verdade, ele não serve para mim.

Phoenix observou-o em silêncio. aquela reação não se devia ao fato de ele ter quebrado a promessa que fez de não mais interferir em sua vida amorosa. Ao que parecia, dessa vez acertou em cheio. Mas Chester era muito cabeça-dura para admitir.

O som de uma terceira voz chamou a atenção de todos. Era Mike, cumprimentando Phoenix.

— Olá, com vai? — saudou o amigo, aproximando-se do grupo. — Meu irmão foi um bom anfitrião?

— Chester foi ótimo — declarou Mike, com uma expressão severa no olhar. — Se não se importam, gostaria de falar em particular com Phoenix — disse, dirigindo-se aos outros ali presentes.

— Claro que não — retrucou Kleuda, guiando Dean pelo braço para a cozinha.

— Por que não me contou sobre seu irmão? — perguntou assim que ficaram a sós.

— Contar o quê?

— Sobre o tipo de arte que expõe em sua galeria ou sobre a paixão que dedica ao Kama Sutra?

— Acha isso um problema?

— Sim... Não... Não sei. — Deu um suspiro profundo. — Queria alguma agitação em minha vida, mas... — Fechou os olhos, deixando a frase inacabada. — Esqueça. Agora não tem menor importância. Daqui a instantes irei embora e...

— Vai embora? — indagou Phoenix surpreso. — Mas você e meu irmão estavam se dando tão bem.

— Chester te disse isso?

— Bem... na verdade não.

— Não me diga que utilizou seus poderes extra-sensoriais para visualizar algo sobre nós.

— Meu irmão lhe contou que sou sensitivo?

— Fez apenas um comentário e deduzi o restante.

— É verdade — concordou Phoenix envergonhado. — Mas juro que foi apenas uma vez. Estava preocupado pela falta de notícias suas e resolvi recorrer à bola de cristal.

Mike sorriu.

— Tudo bem. Não estou bravo.

— Graças a Deus! Mas não conte ao meu irmão. Ele já está furioso o suficiente comigo por ter voltado a bancar o cupido.

— Então Chester estava certo sobre sua intenção ao me contratar?

Ele ergueu o queixo resoluto.

— Sim. E não vou me desculpar por isso. Assim que o conheci, considerei perfeito para ele. Estava tão certo disso que resolvi quebrar a promessa que fiz de nunca mais interferir em sua vida amorosa. O problema era como iria apresentá-lo a Chester. Quando mencionou seu emprego temporário, tive a ideia de contratá-lo.

— E acabei fazendo parte dessa armadilha?

— Por que diz isso? Não gostou de Chester?

— Sim, mas... — O som da porta se abrindo salvou Mike de uma explicação mais detalhada.

Chester desequilibrou-se ao passar pela porta com uma frasqueira debaixo de cada braço e várias sacolas nas mãos. Mike apressou-se em direção ao homem.

— Deixe-me ajudar.

— Obrigado, mas não é necessário. Apenas feche a porta por favor.

Quando o amigo passou pelo irmão, ´Phoenix observou fascinado os olhares que trocaram. O ar de imediato se encheu de uma tensão inflamada e primitiva. A energia sexual que ficava daquele casal gerava um calor capaz de derreter o gelo polar. E aqueles burros pensavam que não foram feitos um para o outro, pensou, divertindo-se com aquela situação.

Decidiu dirigir-se à cozinha. Precisava falar com a mãe e o irmão. Se o cabeça-dura do seu irmão demorasse a perceber que Mike era sua alma gêmea, eles teriam que dar um empurrãozinho naquele relacionamento.

Antes de conseguir seu plano, o telefone tocou, ao mesmo tempo em que o anel que usava pareceu vibrar, emanando um calor por todo o dedo.

— Chester! — gritou Dean. — É Till Lindemann no telefone.

Phoenix tropeçou, encostando-se à porta da cozinha. Kleuda correu em sua direção.

— Você está bem? Parece tão pálido filho.

O filho forçou um sorriso.

— Não sei. Talvez tenha sido o bacon que comi no café da manhã.

— Quando vai aprender a se alimentar de modo descente? — perguntou a mãe com olhar preocupado.

— Prometo que vou tentar — respondeu, olhando o anel. Sabia que o passageiro mal-estar não estava relacionado ao que comeu. Apesar de ignorar a razão, sabia a causa. Era composta de duas palavras. Till Lindemann.


Notas Finais


Eita que esses irmãos do Chester só causam na vida dele junto com a mãe kkkk
E agora que as estradas já estão normais e o carro do Mike vai ser rebocado da neve ...sera que ele vai mesmo embora? Essas e outras respostas nos próximos caps.
Espero que tenham gostado, deixem seus comentários que eu logo mais responderei.
Bjos e ate mais.


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