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História A caçada - Capítulo 6


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Notas do Autor


Estou passando para atualizar com um extra.
Desejo boa leitura 😘

Capítulo 6 - Acusada


Kagome entrava pela porta da delegacia agoniada, com celular em mãos, ligavam incessantemente para o número do advogado, acenando para o policial, seguiu o extenso corredor parando bem em frente a última cela, acaba soltando o ar de vez, quando mira seu olhar pra dentro das grades e ao mesmo tempo a voz do outro lado lhe atende prontamente.

Não conseguiu abrir a boca para saudar, apenas estatalou os orbes escuros em cada palavra que ouvia, em questão de minutos, trincou o maxilar por ouvir o contato ser encerrado antes mesmo que tentasse dizer que o assunto é urgente.

Incrédula, tira o celular da orelha e olha a tela se apagando enquanto acaba soltando um palavrão.

- Advogado filho de uma cadela! Não deixou dizer nada. Merda!

Tenta ignorar o estresse da ligação, guardando o aparelho na bolsa, volta sua atenção para figura abatida de Rin sentada no chão da cela totalmente destruída.

- Como se sente Rin?

Rin ergeu um pouco a cabeça para olhar Kagome!

- Não quero ficar aqui Kagome! Tire-me daqui! Eu não sou cúmplices do sequestro da Rimary, amo tanto pra vê-la longe de mim! Acredite! Por favor!

Kagome agachou sentindo compadecida com estado de Rin.

- Acalma-se, confiou em você! Mas vamos ter esperança, contatei um advogado, se o desgraçado por eficiente do mesmo jeito que tem de arrogância, você sairá daqui hoje mesmo.

- Tu fez isso mesmo Kagome? Sabe que não tenho muito dinheiro! Rin sente um pouco de alívio.

Kagome estende seu braço passando pela grade e alcançando a mão que Rin prontamente estendeu.

- Desde o início, sentir algo quando lhe vir, sempre estarei contigo.

Rin deixou os olhos castanhos se banhar novamente pelo choro.

Kagome acaba sentando no piso do corredor.

- Olha, agora parece difícil, mas vai dar tudo certo, pode crer.

- Eu não sei Kagome, já basta minha memória perdida, agora sou uma cúmplices de sequestro.

Kagome engoli a seco.

- Pensava que Kikio era boa! Fala Rin.

- Uma mãe desesperada, faz de tudo para ter seu filho. Ela lhe denunciou sem nem ao menos considerar a hipótese.

Rin abaixa a cabeça caindo aos prantos novamente.

Kagome decidiu não falar nada, apenas ficou acalentando Rin com gesto fraterno nas mãos, não demora, escuta uma voz grave praticamente seu corpo se arrepiou, o jeito da voz era de um homem de dar medo.

Virando seu rosto para o corredor que tinha entrando antes, foca seus olhos escuros em um homem porte alto, cabelos prateados soltos, vestido em um terno totalmente vermelho, gravata branca, segurava uma pasta preta brilhando e calçando um sapato preto.

Arqueiou a sobrancelha quando o homem aproximou dela, não dando a chance de se levantar, viu o mesmo por a mão na pasta, tirar o charuto e acenar com a mão para o guarda, que imediato tirou o acendedor.

- A senhorita deve ser a enfermeira Higurashi que implorou meus serviços? Os olhos do homem era totalmente dourados, exalava superioridade, puro poder e muito exibido.

Viu o mesmo tragar o charuto, logo agacha soltando a fumaça no rosto de Kagome, que viu em câmera lenta o sol fervente entre os brilhos dos olhos dourados.

- Sua amiga se encrencou feio! Do mesmo jeito que agachou levantou entregando a pasta para o guarda, que prontamente recebeu.

- Abra a cela, o delegado já recebeu o habeas corpus, está livre senhorita.

Rin que tentava se recompor, levantou com tudo, seus olhos castanhos assustadas, encarou para o homem que deu de ombro.

Kagome engatinhou para se levantar, por que o homem praticamente só faltava lhe pisar.

- Sério?... Logo foi interrompida.

- Nom Nom! Nom! Fale somente quando solicitada.

Kagome abriu a boca surpresa.

Não demora, se assusta quando o homem estende o lenço branco de seda para ela.

- Limpe a baba que está caindo princesa, não quero meus sapatos sujos.

Kagome não conseguiu falar nada, apenas sentiu nervosa.

O homem entregou para o guarda seu charuto.

Olhou para Rin firme.

- A senhorita está livre, porém assim que lhe soltar, terá até trinta dias para encontrar pista ou paradeiro da criança Rimary, uma condição imposta pelo Pais da menor, não precisei lhe consultar.

- Bom meu trabalho está feito, deixe-me ir, tenho mais casos para resolver.

Rin e Kagome apenas ficaram piscando pela atitude do advogado.

Rin acaba cutucando Kagome.

- Onde tu achou essa peça de advogado?

Kagome ainda puxava o fôlego contendo a raiva.

- Foi uma colega do hospital, disse que ele era o melhor!

Rin concorda.

- Pelo jeito sim, veja, já estou em liberdade, gostaria de agradecer, mais ele não deixou.

Kagome se arruma, encarando a porta da cela ser aberta e Rin sair abraçando em seguida.

- Graças a Deus! Você está livre.

- E ao advogado! Qual nome dele mesmo?

- InuYasha Taisho! Responde sem ânimo.

- Nome bonito! Elogia Rin.

- Mas o dono é insuportável! Reclama Kagome.

Rin sorrir caminhando abraçada a Kagome até a saída da delegacia.

Sesshoumaru irritado, pegou o telefone chamando sua secretaria questionando se o advogado tinha chegado, não tarda, sua resposta veio pela porta da sua sala ser aberta abruptamente e por ela passar o ser escandaloso com veste vermelha.

- Como vai irmãozinho?

- InuYasha! Que droga de demora foi essa? Cadê os documentos que solicitei.

InuYasha senta em frente a Sesshoumaru e levanta as pernas colocando em cima da mesa do prateado, causando irritação.

- Que estresse é esse? Sesshoumaru, fui fazer minha boa ação aos mais necessitados, seus documentos pode esperar.

Sesshoumaru rangeu os dentes, com a sobrancelha arqueada, fala entre os dentes.

- Te dou dez segundos para tirar essa merda de pés da minha mesa.

- Tudo bem seu chato!

- Inuyasha! Sesshoumaru trinca o maxilar.

Inuyasha puxa os pés com tudo da mesa de Sesshoumaru, acaba se desequilibrando, cair de pernas pra cima com cadeira e tudo.

Sesshoumaru revira o olhar impaciente.

InuYasha se recompõe.

- Os documentos estão aí na pasta.

Sesshoumaru se suavizar, pega a pasta e passa a ler o documento.

- Qual motivo da demora?

InuYasha ajeita a cadeira e senta.

- Um caso de rapto de uma bebê de nove meses, a mãe acusou a babá de ser cúmplices, ninguém quis o caso, acabei aceitando, foi rápido, só tive que usar minha tática para por em liberdade.

- Triste existir pessoas assim ainda.

- Por isso que não quero ninguém perto do meu filho quando decidir me casar.

Sesshoumaru move o olhar para o irmão.

- Tu acha que a babá tem culpa?

- Se tem, não sei, vamos descobrir logo logo.

Sesshoumaru balança a cabeça por já imaginar que Inuyasha aprontou.

- E você, quando vai se casar?

Sesshoumaru para por um instante, fica pensando, sua mente veio a imagem de Rin.

- Não achei a pessoa certa.

InuYasha se levanta, pega sua pasta.

Sesshoumaru olha para Inuyasha.

- Não já fez sua boa ação hoje? Pra que a pressa?

- Bom a conversa tá boa, mas devo adiantar meus casos de hoje, sou um excelente advogado, assim como você é um excelente presidente da Taisho, tem seus problemas para resolver.

Sesshoumaru logo ver a porta sendo fechada, balança a cabeça voltando para leitura dos documentos.


Notas Finais


O destino é mesmo incrível, olha quem salvou Rin da cadeia 🤗🤗!
Até o próximo 😘


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