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História A cadeirante - Jungkook - Capítulo 53


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Notas do Autor


Leia este capítulo escutando ''Married Life - sad'', não vai se arrepender. 🎈

Capítulo 53 - Almofadas bordadas


Fanfic / Fanfiction A cadeirante - Jungkook - Capítulo 53 - Almofadas bordadas

[Quebra de tempo]

 

*S/N ON*

 

O buquê sambava em minhas mãos, que tremiam. Meu nervosismo estava me engolindo viva. Meu estômago estava se revirando. Pelo visto era visível, pois meu pai segurou minha mão com força e sorriu sem mostrar os dentes, tentando me passar calma. Sorri de volta, em meio de um suspiro. Um dos momentos mais importantes da minha vida chegara, e essa ideia me deixava nervosa, muito nervosa. Uma música familiar, calma, começa a tocar: a música da cerimônia. 

Meu coração começou a bater mais forte, se isso era possível. 

Entramos na igreja, e minha primeira visão foi o Jungkook me olhando com um sorriso ladino, um belo terno e um cabelo arrumado. Sorri boba ao ver o mesmo morder os lábios, nervoso também. Pelo visto não era só eu. Meu pai e eu começamos a andar em sincronia até o altar. Aqueles foram os segundos perfeitos da minha vida. Desviei meu olhar para o lado, vendo Taehyung e Jimin sorrirem, Lisa e Dahyun também. Tudo estava lindo. Meu vestido era confortável, e me deixava andar tranquilamente. 

Depois daqueles segundos que por mim durariam eternamente, chegamos no altar. Jungkook não tirava os olhos de mim. Soltei devagar as mãos do ante-braço do meu pai, agora segurando as mãos do moreno a minha frente. Pude captar uma risada nasal vindo do mesmo. 

- Pelo visto não sou só eu que estou nervosa. - comento, levando meu olhar sorrateiramente até seus lábios.

- É. Não é só você. - Suas mãos para frente do corpo, ele encarando os pés. Não achei que aquele momento pudesse melhorar, mas melhorou, em 100 vezes mais. O padre/pastor começa a falar, mas eu não desgrudava os olhos de Jungkook. Ele estava tão perfeito, e saber daqui em diante seremos esposos, me causa um sentimento bom, que me faz suspirar.

 

 [...]

 

Minutos se passaram como segundos, e logo Kai entra com um lindo terninho, e nas mãos, uma almofada de alianças bordada pela LeeMin.

Jk e eu sorrimos ao ver aquela cena um tanto fofa, e ao menino chegar mais perto, pegamos as lindas alianças. 

O olhar de Jungook se voltou a mim, em seguida levantando minha mão esquerda, colocando a aliança no meu dedo anelar. Parecia cena de filme. Reparei seus olhos profundos, logo colocando nele também. Ouvimos o importante falar:

- Jeon Jungkook, você aceita S/s S/n como sua esposa e promete estar com ela na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, amar, respeitar e ser fiel em todos os dias de sua vida, até que a morte os separe? 

Eu não sei se elas já estavam ali, mas as lágrimas começaram a escorregar pelas minhas bochechas. Rio soprado ao percebe-las. ''Sim'' foi a única palavra que saiu da boca de Jk, com confiança, antes de apertar minhas mãos forte. 

- E você, S/s S/n, aceita Jeon Jungkook como seu esposo e promete estar com ele na alegria e na tristeza, na riqueza e na pobreza, amar, respeitar e ser fiel em todos os dias de sua vida, até que morte os separe?

- Sim, sim e sim! - naquele momento a alegria era maior do que qualquer nervosismo, então gritei, entusiasmada, fazendo os que estavam ali presentes rirem, pois acrescentei alguns pulinhos ansiosos. 

- Então pode beijar a noiva. - Jungkook me olhou intensamente e me puxou pela cintura, juntando nossos lábios, formando um selinho demorado. Todos se levantaram e aplaudiram, enquanto o moreno e eu não desgrudávamos nossos lábios. Aquilo era tão bom. Era como se fosse meu primeiro beijo. Com certeza ABSOLUTA um dos melhores dias da minha vida, se não o melhor.

 

[...]  

 

Depois de algumas horas de viagem, chegamos num hotel recomendado da capital da Tailândia, Bangkok. Nós passaríamos nossa Lua de Mel lá.

- Estamos casados. Dá pra acreditar? - puxa minha cintura após colocar sua mala de mão no chão. Rio soprado, colocando os braços sobre seu pescoço, distribuindo olhares entre seus olhos e boca. 

- Dá sim. - ataco seus lábios, sorrindo ladino. O beijo que começou calmo e doce, se tornou profundo e selvagem. Senti suas mãos escorregarem pelas minhas costas, chegando em minha bunda. Me arrepiei por inteira quando senti ele apertar a região. Segurei seu maxilar, sem parar de beijá-lo. Depois, ele me deitou com calma na cama...

 

 

CONTINUA...


Notas Finais


Obs: eu não fiz a festa pra vocês poderem imaginá-la mais detalhadamente. :)


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