História A Caixinha e Suas Revelações - Capítulo 4


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Categorias Linkin Park, Rammstein
Personagens Brad Delson, Chester Bennington, Christian "Flake" Lorenz, Christoph "Doom" Schneider, Joe Hahn, Mike Shinoda, Paul Landers, Personagens Originais, Richard Z. Kruspe, Rob Bourdon, Till Lindemann
Tags Bennoda, Chester Bennington, Mike Shinoda, Rammstein
Visualizações 17
Palavras 1.813
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Fluffy, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois da morte do pai, Chester parece ter as respostas que tanto queria.

Capítulo 4 - As respostas esperadas


DHEIA

-O que está procurando amor?- Diz Paul.

-A chave da minha caixinha de segredos.

-Pra que?

-Olha pra essa caixa, ela é exatamente igual a minha, provavelmente a chave deve ser a mesma.

Paul olha pra fechadura da caixa .

-ACHEI!- Eu digo feliz – Agora vamos lá!

Eu pego a caixa e colo a chave. Viro de um lado, viro do outro. Até que abro a caixa.

-EUREKA!!

Abri a caixa e vi muitas cartas e fotos. Paul pega as cartas e eu fico olhando as fotos.

-Rapaz olha o frango, no tempo que ele era um pintinho!- eu digo vendo as fotos- ele ela muito fofo.

Em meio as fotos vejo uma de uma mulher morena bonita com Chester no colo.

-Essa deve ser Talinda.- eu digo

-Dheia, todas as cartas vieram da capital, o mesmo endereço. Estão em ordem cronológica. E de acordo com carimbo do correio ela mandou a ultima carta há cinco anos.

-Como assim?- Eu pego o envelope

-Dois meses antes do casamento. – Eu falo

-Ela escreveu até perto de Chester quase morrer na mão do Dave.

-Ele nunca soube.- Diz Paul

-Vamos abrir!- eu falo

-Não! Isso é crime . Chester é o único que pode.

-Paul!!

-Olha , Dheia , se sua curiosidade está berrando, vamos ler apenas as que já estão abertas.

Olhamos as outras cartas , havia algumas abertas e outras não.

-Parece que ele parou de ler as cartas meses antes da ultima.- Diz Paul

-Acho que ele não quis mas saber nada sobre ela. Ou descobriu que estava doente, ou porque se casou.- eu digo

-Ou porque foi expulso da casa. Lembra? Grego tomou a casa por divida de droga.

-Sim foi o grande motivo de Chester vir morar conosco.

Resolvemos ler algumas das cartas abertas, tentamos ler apenas o que poderia importar.

-Ela pedia pra ele mandar Chester?- Diz Paul

-Pelas respostas dela , ele não queria.

-Mas porque , ele maltratava Chester. Porque não o mandava pra mãe?

-Eu tenho uma teoria, ele queria atingir Talinda.

-Atingir ?

-Paul, eu já vi caso de homens e mulheres que querem atingir os cônjuges usando os filhos. Fazendo chantagens de todos os tipos.- Eu digo

- Mas será que ele queria que ela voltasse?

-Acho que não, ele só não queria que ela ficasse perto de Chester.

-Sei como é...- Diz Paul

-Sabe? Como ?

-Esqueceu da minha ex? Au eu a odeio até hoje pelo que ela fez.

-Certo, vamos esquecer sua ex e falar com Chester.- Eu falo levantando do chão.

-Ei! Ei! Ei ! – Paul me segura. – Agora não!

-Mas porque?

-Dheia, Chester vai enterrar o pai, que ele viu morrer e até o presente momento ele tem uma imagem até boazinha do velho. Se falarmos agora , ele pode ser capaz de tacar fogo no caixão.

- Verdade, então vamos esperar acabar o luto dele, assim podemos pensar de como podemos ajudar a ver sobre a mãe dele.

-Vamos falar com Mike também, Dheia.

-Não, eu prometi ao Chester que papai não ia saber disso.

-É mesmo? E se Chester viajar? Ele vai escondido? Via ver seu pai sofrendo sabendo de tudo?

Eu fiquei calada.

-Ta!- ele diz  -Podemos fazer assim. Eu falo com Mike, digo que Chester conversou comigo. Assim você se isenta de culpa.

-Paul...

-Dheia Shinoda Delson, não vou deixar Mike fora disso , é marido de Chester, me diz: Ia gostar se soubesse de algum segredo assim meu?

-Não, mas eles vão brigar feio.

-Mas pelo menos eles vão se entender.

-Ai, ta bom!

-Vem , vamos guardar essas cartas.

 

CHESTER.

 

Eu Fiquei muito arrasado com a morte dele, mesmo com toda as fuleragem dele. Eu cresci com ele sempre comigo.  Comprava as drogas dele , limpava quando ele vomitava a casa toda. Porra! Eu tenho zilhões de motivos pra odiar ele. Mas agora, neste momento, eu não o odeio.

Estamos no velório. Parece brincadeira, mas, apenas eu, Mike, Brad ,Dheia E Paul estamos na capela da funerária. Claro Richard acompanhado de Rob. Richard sempre ia em minha casa , antes de conhecer Mike, ele foi testemunha de muitas agressões. Lindemann veio acho que por solidariedade a Mike, Mas resumindo.... só meu povo ali. Parece que o velho não era muito querido.

-Ainda bem que viemos, pense só a esposa e o defunto!- Diz Mike.

-Eu vim por causa do que aconteceu, se eu soubesse antes acho que nem viria.

-Deixe disso, Chester. Sempre falou no seu pai.- Diz Mike.

Eu suspiro. Olho Dheia e Paul cochichando. Vou devagar até eles .

-Quem cochicha o rabo espicha.- Eu falo.

-Chester, eu realmente sinto pelo seu pai.- Diz Paul

-Relaxa, ainda vou chorar muito. Mas e ae ja descobriram alguma coisa?

-Não é hora nem lugar pra isso , Chester.- diz Paul.

-Ah qual é?

Richard se aproxima.

-Chester, sinto muito cara.

-Valeu Richard.

-Meus pêsames, Chester.- Diz Rob

-Relaxem, eu o odiei até ontem.

-Desculpe dizer cara, mas teu velho foi um grande nó cego!- diz Richard

-Tá! Fica na tua, só eu posso xingar ele ok?

-Ta né...

 

Depois do funeral fomos pra casa, fiquei o tempo com Draven, procuro ficar quase todo meu tempo com meu filho, fazer ele se sentir amado .

-Que figura é essa, Draven?

-Bola!

-Muito bem, e essa aqui.

-Papai!

-Isso...e esse quem é?

-É um vovô. – Ele me olha,- Pai, eu não tenho mais avô?

-Não meu amor, agora você não tem mais.

-Vovô Lee foi morar no céu com Vovô Muto?

Eu respiro fundo .

-Eu espero meu filho. – Eu digo quando Dheia aparece na porta do quarto.

-Ei, frango!

-Que é , encosto!- eu digo

-Vem aqui , tenho novidades.- Ela sai da porta.

Deixo Draven no quarto e os desenhos dele e vou até o quarto de Dheia.

-Fala, garota.

Ela vem com a caixinha , abre   me mostra um monte de papel.

- O que é isso?- eu pergunto.

-São cartas Chester, cartas de sua mãe.

-Cartas?

-Ela escrevia pro seu pai. Ela pedia pra ele mandar você, pra ficar com ela. Mas ele nunca mandou.

-O que? Ela escrevia isso?- eu pego uma da mão dela e li:

“Lee, eu mando a passagem , por favor assine o termo pra ele vir morar comigo, ele não é nem seu filho de sangue. Por favor , mande Chester!”

 

Quase todas que elA ME ENTREGA está escrito a mesma coisa. Isso me deu uma revolta.

-Desgraçado! Ele dizia que ela me abandonou, que ela nunca gostou de mim, no fim , ela implorou pra ele deixar eu ir. Ele não deixou! Ele ficou comigo só pra me maltratar? E eu ainda chorei por esse desgraçado?

-Ei, relaxa! Olha , tem essas aqui que ainda estão fechadas. E olha...fotos!

Eu pego as fotos e observo. Minha mão comigo no colo. Fotos com ela e meu pai. Ela sozinha.

-Minha mãe é linda. – Eu sorrio com rosto cheio de lagrimas- Eu odiei ela por anos, e ela me queria perto dela.

Eu desabo a chorar com as fotos na mão.

-Calma, Chester!- Diz Dheia me abraçando. Paul entra no quarto.

-Dheia? Ah não, amor, você já falou pra ele?

-Já Paul. Ah ele tem que saber.

-Seu pai está ai , se ele souber?- Diz Paul

-Tudo bem. – Eu falo enxugando as lagrimas.- Eu estou bem.

-Chester, pega a caixa, quando tiver tempo , ler as cartas fechadas.- Dheia fala

-Obrigado Dheia. Obrigado Paul.

-Chester, só tome cuidado viu? Não vai tomar atitudes precipitadas.

-Relaxa Paul.

Eu saio do quarto com a caixa na mão. Entro no nosso quarto e escondo no fundo do guarda roupa.

-Que foi?- Pergunta Mike entrando no quarto.

-Nada amor.- Eu fecho o guarda roupa. – Eu vou tomar banho.

-É ?- ele diz se aproximando.- Que ajuda?

Eu sorrio .

-Claro! Eu preciso de alguém pra esfregar minhas costas. – Falo tirando a blusa e pegando ele pela mão.

Tentando me segurar na veneziana do box, com as pernas agarradas na cintura de Mike Estamos numa foda deliciosa debaixo do chuveiro.

-Aaah , Mike...Isso ...me come gostoso!!- Eu falo rebolando

-Cala boca , CHester, Tem gente lá fora!- ele diz metendo gostoso segurando no meu quadril.

-Fodam- se ! Eu quero que me escutem gozar!- Eu digo e gemendo o mais alto que posso eu gozo com meu marido querido.

Eu desço dali e o beijo. Ele ri e me abraça.

-Ta safado assim ? Quer todo mundo ouvindo a gente?

-Eu te amo , Mike  Eles tem que saber disso.

Ele gargalha .

-Também te amo meu insetinho. – Eu o beijo novamente.

 

Já era madrugada quando levanto da cama, Mike dorme pesado. Peguei a caixa no guarda roupa e fui pra cozinha. Ali, começo a abrir e ler as cartas.

Mamãe sempre morou no mesmo lugar, ela ameaça papai de ir na justiça por mim. Em outras ela diz que ele não responde mais as cartas dela. A maioria das cartas ela dizia que ele não respondia mais, ela queria saber de mim ,mas não tinha respostas.

Na ultima carta, ela diz que ficou chocada em saber da minha morte. MINHA MORTE???

Ela queria vir pro meu funeral, mas ele só avisou quando eu estava enterrado????????

-O que??- eu falo

-Chester?- Era Dheia.

-TA fazendo acordada, cão?

-Fui ao banheiro e vi a luz da cozinha ligada , capeta! Mas o que foi?

-Olha isso, ele disse pra mamãe que eu morri! Eu morri???- eu digo mostrando a carta

Ela pega da minha mão e lê.

-Ela diz que lamenta ele ter vendido a casa.

-Ele perdeu a casa por divida de droga! Mas que filho da puta!- Eu passo as mãos no rosto.

-Ela diz : “Poxa Lee, devia ter deixado ele vir comigo, agora que tenho uma família e uma casa , uma vida estruturada, seria bom pra ele viver com o irmão!”

Eu paro e olho pra ela.

-Irmão?

-Irmão, ela diz aqui.

-Dheia !- Eu pego ela pelo braço. – Meu irmão gêmeo, deve estar com ela. !

-Será Chester?

-Claro sua pirralha, ela queria nos juntar todos esses anos, mas o velho desgraçado não deixou.

Ela olha pro papel desconfiada.

-Dheia, eu preciso ir pra capital. Eu tenho que ver eles dois.

-Chester, como vai fazer isso?

-Eu vou Dheia, passo apenas uns dias, olha , ela sempre mandou do mesmo endereço. Vai ser fácil!

-Vai gastar dinheiro, Chester., como?

-Eu tenho umas economias , eu queria comprar um carro  e ter minha habilitação mas podem esperar. Eu vou pra capital, pirralha.

-E o pai Mike? Ele vai ter um treco.

-Mike? Ah droga...Eu não pensei nele, mas ele vai ter que aceitar..

-Aceitar o que ,Chester?Mike aparece de pijamas na porta da cozinha- O que eu vou ter que aceitar?

Eu e Dheia nos olhamos , ela põe as cartas de volta na caixa.


Notas Finais


E agora Chester?


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