História A Carreira é o Amor - Capítulo 1


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Categorias Como Treinar o seu Dragão
Personagens Alvin, o Traiçoeiro, Astrid, Banguela, Bocão, Cabeçadura Thorston, Cabeçaquente Thorston, Fúria da Noite, Melequento, Perna-de-Peixe, Soluço, Stoico, Valhallarama
Tags Hiccstrid
Visualizações 187
Palavras 1.687
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente! Bem, aqui estou eu com uma nova fic, espero que gostem!

BOA LEITURA!

Capítulo 1 - Hotel Crillon-- Um simples deslize Paris


Pov's Astrid

O som do tapa desferido por mim no homem moreno a minha frente reverberava incessantemente pelas paredes do quarto de hotel. Ele apenas me olhava anestesiado pela minha ação. A raiva tomava conta do meu corpo, procuro minhas roupas que estavam espalhadas pelo quarto, me visto rápido pego minha bolsa saindo porta a fora.

Acredito que você não esteja entendendo, ou até mesmo possa estar me julgando minha atitude violênta de minutos atrás, mas acredite eu tenho meus motivos. Para que você possa ficar a par do que ouve precisamos voltar um pouco no tempo, mais especificamente oito horas.

Oito horas atrás

Europa, França, Paris. Eu e minhas duas amigas, Marie e Anne, nos dirigiamos a uma balada, como em qualquer noite de sexta feira. Ficamos alguns minutos na fila antes de entramos no estabelecimento. Uma música qualquer eletronica tocava.

Anne: Quero dançar!-- Anne é afro-descedente, é mais alta do que eu com 1,70 de altura, cabelos erolados naturais lindos, sempre em seu rosto encontramos estampado um sorriso. Ela é uma pessoa humilde, caridosa, altruísta...resumindo um modelo para a sociedade.

Marie: Quero pegar alguem!--Marie é ruiva, tem a pele bem clara com sardas, tem 1,65, e um corpo maravilhoso. Porém ela é bem temperamental, se estressa com facilidade.

Astrid: Ruiva, abaixa o fogo! A noite ainda nem começou!--eu e Anne a puxamos para a pista de dança. Seguiamos com os quadris o ritmo da música, olhares recaiam sobre nos. Dois homens vem na nossa direção, nos eramos três, ou seja, uma das minhas amigas ou eu ia ficar de vela. Como nem uma das duas opções estava nos meus planos eu ia me retirar.

Astrid: Meninas, eu vou beber algo!--digo com a voz um pouco elevada por causa da música. As duas fazem sinal positivo com as mãos.

Ando em meio as pessoas, empurado algumas, até que chego no bar. Sento-me eu um dos bancos e pesso um martine.

???: Oi princesa!--um homem careca, bombado com tatuagens no braço me olha de maneira sugestiva, chegava a ser maliciosa. Vejo que um grupo de homens em uma mesa próxima olhavam para mim e riam. Frequentando boates regurlente passei a rotular as pessoas que as frequentavam. Existiam os corações partidos, que vinham básicamente para echer a cara por causa das suas frustações amorosas, os preliminares, eram aqueles viam para ficar dando uns amasos mas não chegavam aos finalmente, se não entendeu eles não faziam sexo, e tinham os apostadores, os que eu mais odiava, selecionavam um "alvo" e faziam aposta. E com toda a certeza o homem ao meu lado era um apostador.

???: Então,loirinha,...--que ódio que me deu quando ele me chamou assim.--não sei se você sabe a diferença de tempo e clima, mas tempo é o que a gente tá perdendo, e clima é o que está rolando entre nos.

Astrid: Quanto que seus amigos vão te pagar, se trazar comigo?

???: Mil euros!

Astrid: Nossa estou valorizada! Mas de qualquer forma não vou ficar com você!--ele continuou falando e jogando cantadas para mim.--

???: Não sei porque você não quer trazar comigo, afinal você é apenas uma prostituta de beira de estrada!

Pronto aquela frase foi o estopim da minha ira, viro-me rapidamente com a mão pronta para desferir um soco nele...mas sou impedida, alguem segurou minha mão, a mesma pessoa me abraçava pela cintura.

----Oi amor, esse cara está te incomodando?----eu ia me virar para questionar que merda de "amor" era essa, o homem que me abraçava susurra no meu ouvido.----Entra na onda para ele dar o fora daqui e para de te incomodar.---

Astrid: Oi querido, não ele não está me incomodando. Nosso amiho já estava mesmo de saida!---vejo o homem careca se retirar do assento a meu lado, que passa a ser ocupado pelo homem que me abraçava. Nem me dou ao trabalho de olhar para ele. Um silêncio cai por minutos entre nos.

----Achei que você me agradeceria por ter te salvado do ogro tatuado.--- viro meu rosto para ele e...puta que pariu ele era lindo. Ele usava uma blusa de moletom fechada azul escuro, uma calça branca, o tênis era da mesma cor que a da blusa. Seus cabelos eram castanhos avermelhados um pouco desgrenhados, que o deichava bem sexual, junto com aquele porte atlético e aquele sorriso de lado era difícil não chamar minha atenção, principalmente aqueles olhos de um verde tão profundo, nas bordas era extremamente escuro mais quanto mais próximo das pupilas ia ficando mais claro.---

Astrid: Obrigada, mas sua ajuda não era necessária.--vejo ele sorrir e balançando a cabeça negando.---

---Deve ser chato der você!

Astrid: Por que?

---Você é linda...--ele diz sem olhar para mim, bebendo do seu copo--...toda a hora dentro da balada as pessoas devem ficar te falando cantadas péssimas como a do tempo e clima.---

Astrid: Então me acha linda?---ele me olha de cima a baixo sorrindo malociosamente.---

----Sim, qual é o seu nome?

Astrid: Astrid Hofferson.

----É um prazer Astrid.--meu deus como meu nome se tornou sensual ao ser pronunciado pelos lábios dele.---Meu nome é Soluço Haddock.---

Meu deus, para mundo não acredito Soluço Haddock era um dos maiores empresários do mundo ele era simplesmente brilante. Acompanhei vários trabalhos dele.

***

A conversa entre nos fluia bem tinhamos pontos em comum, mas divergiamos muito no quesito política.

Soluço: Então no que trabalha?

Astrid: Me formei em direito e administração, mas pretendo trabalhar como empresária?

Soluço: Quantos anos tem?

Astrid: Vinte e quatro, fiz as duas faculdades ao mesmo tempo. 

Soluço: Quer dançar?--minha conciêncua gritava para eu dizer não, mas eu estava completamente embriagda, não por causa da bebida, mas sim por estar perto dele.--

Astrid: Claro!

A cada música a distância entre nos diminuia, mas foi nesse momento que o meu controle acabou, quando a música gangsta da Kehlani começou (aconselho por a música).

As mãos dele seguravam minha cintura com força, enquanto minhas mãos percoriam pelo seu pescoço, eu puxava seus cabelos levemente. Viro- me de costas para ele mas não me afasto, rebolo meus quadrias de uma forma provocante contra o corpo dele. Soluço me abraça pela cintura, colacando seus lábios próximos do meu ouvido.

Soluço: Quer ir para o meu hotel?--quando ele sussurou aquilo meu corpo se arrepia por inteiro. Ele morde o lombo da minha orelha, depois passa a beijar meu pescoço. Eu tentava formar um frase mais isso se torno difícil com ele beijando meu pescoço. Soluço me vira para ele, puxo ele pela gola e beijo ele.--Isso é um sim?!

Astrid: Vamos logo!

***

Dentro da limosine dele nos beijavamos de uma forma quente e nessecitada, Soluço estava sobre mim em um dos bancos sobre mim. Suas mãos apertavam minha coxa por baixo do vestido, uma de suas mãos entra na minha clacinha masageando meu clitóris.

Astrid: Soluço...nã-ão...para...--digo segurando os cabelos dele. Ele introduz dois dedos para dentro da minha vagina fazendo movimentos preguisosos enquanto ele beijava meu pescoço. Mas eu precisava de mais.--Mais...rápido!--digo em meios aos gemidos, ele me obedece. Solto um gemido mais alto ele sorri. Vejo que a limosine para. 

Soluço: Chegamos!--ajeito minhas roupas eu meu cabelo da melhor forma possível, antes de sairmos da limosine e...fico perplexa aquele ero o hotel Crillon o hotel mais caro de Paris. Estavamos dentro do elevador abraçado nos beijando.

Astrid: Acho que traumatizamos seu motorista!--ouço ele rir.--

Soluço: Ele vai sobreviver.

Entramos no quarto, Soluço me empura contra uma parede me beijado sinto ele abrir meu vestido, deixo que ele caia não chão. Cruzo minhas pernas ao redor da cintura dele sentindo seu membro contra minha intimidade. Soluço andava até a cama, ele me coloca sobre ela. Puxo a blusa dele, quando vejo aque tanquinho fico ainda mais molhada, se isso ainda era possível. Seus beijos desceram pelo meus pesco, seio, abdômem até que chegaram na minha intimidade. Soluço chupava neu clitóris e penetrava dois dedos em mim. Ele se coloca entre as minhas pernas, ele abre a camisinha com os dentes antes por no seu membro, que como posso descrever era grande, grosso, perfeito. Ele fica me torturando passando seu menbro na minha entrada, as vezes penetrando so a cebeça.

Astrid: Soluço, da para ir logo!

Soluço: Quero que peça para eu te foder!

Astrid: Não vai rolar não!--ele massageava meus seios, dava chupões no meu pescoço, mas o que realmente me matava era ele dando estimulos no meu clitóris. Soluço penetra um dedo em mim, gemi alto.

Soluço: É só pedir!--não dava mais para resistir.--

Astrid: Me...fode...--mais que depresa ele estava dentro de mim, nossos gemidos de misturavam seus movimentos eram rápidos e firmes.--

Soluço: Como...você é gostosa!--ele da um tapa na minha bunda, não consegui conter um gemido de prazer.--Gosta que te batam?--me coloco sobre ele.--

Astrid: Depende da situação!--rebolo devagar sobre seu membro, ele solta um gemido fraco. Aranho devagar seu peitoral. Gradualmente meus movimentos aumentavam, juntos aos nossos gemidos.-- Soluço...eu vou goz..--nem termino e tenho meu orgasmo, depois de duas entocadas ele chega também.

Durmo abraçada a ele.

Na manhã seguinte

Acordo com muita preguiça. Olho para o lado, e constato que o Soluço não estava lá. Depois de um tempo o vejo sair de dentro do banheiro já arrumado e com malas em mãos indo em direção a porta.

Astrid: Ei...--ele se vira para mim--...você ia me deixar em um quarto de hotel e ir em bora?--ele se aproxima.--

Soluço: Sabe como é, loirinha, tenho que pegar um voô agora. E a gente nem se conhece.--meu temperamento já se mostrava.--

Astrid: Não é a questão de me conhecer, é questão de classe não largue uma mulher sozinha e vá embora!--digo um pouco alterada.--

Soluço: Loirinha, você foi só sexo! Estava sozinha naquele bar daria para qualquer um foi só falar algumas coisas que você caiu na minha, então não vamos falar de indole e caráter. Porque você deve ser alguem pobre querendo dar o golpe, uma vadia de bar e...--simplesmente viro minha mão na cara dele, como aquela criatura asqueroza ousava falar de mim assim. Ele olhava para mim anestesiado enquanto eu pegava minhas roupas para me vistir. 

Astrid: Até posso ser isso, mas não deveria ir chamando as pessoas de pobre, afinal não nos conhecemos. Um dia a sua arôgancia vai te fazer cair. Quando algem te atingir nem vai saber por onde veio, pois você se acha tão superior aos outros que não vê as reais ameaças.

Dito isso saio do hotel o deixando lá para trás. Não ia me importar, tinha sido apenas um deslize.

Continua...





Notas Finais


Espero que tenham gostado!!

Estão achando Soluço um merda? Porque eu estou!

Bjs até o próximo!


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