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História A Carta do Baú - Segunda Temporada. - Capítulo 51


Escrita por:


Notas do Autor


Oooie, pessoal! Desculpe ainda não ter respondido todos os comentários, de novo, vou fazer com calma! 💖

GENTE, CÊS ACHARAM MESMO QUE EU IA TER CORAGEM DE MATAR O BUCKY?! 😱😱😱 É mais fácil eu matar a Katy KKKKKKKKKKKKKKKKKKKK

Prontos para os últimos capítulos?! Eles vão ser totalmente focados em Buckaty, e vamos ter dois hots, além de uma mega supresa e um epílogo que tá se fazer o queixo cair KKKKKKKKKKK

Enfim, desculpe a foto-spoiler KKKKKKKKKK

Espero que gostem!

Bjs 💋💋

Capítulo 51 - Surprise!



Depois que Natasha matou a Yelena e Valquíria se suicidou, ela "deu a louca" e, simplemente, pegou o primeiro avião rumo à Europa e fez um verdadeiro mochilão por lá. No caso, Yan não foi, mas Steve sim. Ela conseguiu passar cerca de três meses fora. Claro que todos os dias nos falávamos, nem que fosse só um pouquinho, mas achei que ela precisava desse tempo. 


E eu estava certa. 


Bucky levou duas semanas para se recuperar do tiro. É claro que ele ainda teve várias restrições depois que chegou em casa, mas consegui férias, de forma que eu estive com ele por praticamente um mês inteiro. 


Os gêmeos tinham ficado levemente paranóicos e traumatizados depois disso tudo, mas para minha alegria e felicidade, Dylan encarou tudo como uma grande aventura. Seria muito mais fácil os gêmeos lidarem com o trauma, do que Dylan.


Além de voltar a minha vida normal, ainds foquei minha atenção nos seis meses seguintes, a ajudar Wanda e Visão com os gêmeos. O que me rendeu uma boa dor de cabeça, já que Dylan não podia ver Wicanno e Céleres que ficava me enchendo a paciência e pedindo um irmão mais novo. Ou uma irmã. Ou os dois. 


Bucky, ao invés de ajudar a cortar o assunto e fazer ele entender que não, não teria um irmão, ainda ficava botando lenha na fogueira e jogando álcool  e minha vontade era de esganar esse homem todo e esfolar na unha. E claro, depois dar beijinho e carinho. 


Com um pouco de dificuldade, Nikki e Caroline me sugeriram uma maneira de fazer Dylan entender que não teria um irmão: Foi só dizer que assim que o irmão nascesse, ele não seria mais o bebê da casa e eu não poderia mais dar atenção a ele. Nem o pai ou os irmãos. 


Dylan nunca mais pediu. Graças a Deus! 


A rotina se estabeleceu novamente aos poucos. Bucky, sozinho, recuperou a moto (e não, ainda não tinha deixado eu andar nela de novo) e deu um jeito nos buracos de bala das paredes. Mas tivemos que contratar alguém para consertar o telhado e recolocar as janelas. E eu, finalmente, comprei meu carro novo. Não de uma vez, claro. Parcelei em diversas vezes, mas era um carro novo e mais espaçoso que aquela bugiganga velha que eu tinha desde o nascimento dos gêmeos. 


Alguns dos Vingadores haviam saído de férias nessa última semana, como Peter, Tony, Clint, Sam... 


Ou seja, não tinha muita coisa para se fazer que os incluísse, Então, quando meu turno na Shield acabava, eu passava na Torre, ficava com os Gêmeos para ajudar Visão e Wanda e, quando eles achavam que a ajuda já estava boa, eu era expulsa da Torre e voltava para casa. 


Ah, inclusive... Bucky tinha conseguido convencer Rebecca a se matricular em uma faculdade de Enfermangem próxima a nossa casa e, quando ela foi aceita, separamos um quarto e ela veio morar conosco. 


O que foi bom, porquê Dylan a adorava, os gêmeos sempre tinham companhia para os estudos e ela sempre ajudava com as tarefas de casa. 


E foi irritante também, porquê agora Rebecca e Bucky brigavam o tempo todo, além, é claro, de eu não saber quem era mais teimosa e arteira: Ruby ou Rebecca. 


-Tá legal! - Bucky berrou da janela da cozinha para o quintal. - Eu não sei quem foi que bateu com a bola na janela, mas quero que saibam que se quebrar, vão ficar um mês sem comer absolutamente nada para pegar o conserto! 


-Desculpe! - Ouvi a voz dos gêmeos e de Rebecca. 


Continuei sentada no sofá, com Dylan deitado entre as minhas pernas e com a cabeça no meu colo, assistindo desenho. Hope, agora já quase uma adulta, estava esticada e dormindo, por cima dos meus chinelos. 


-Katy?! - Bucky berrou. - Você viu as chaves da minha moto? 


-Não. - Berrei de volta. 


Dylan estremeceu e me encarou. 


-Ai, mãe... Que susto! 


-Desculpe, amor. 


Bucky apareceu na sala e dei uma única e rápida olhada para ele. Bucky vestia uma calça jeans preta e rasgada, uma regata branca com uma jaqueta jeans e botas. Passou para a sala, assobiando, enquanto rodava as chaves da moto na mão e veio até mim e Dylan. 


-Eu vou dar uma saída rápida, está bem? 


Assenti, ainda o encarando. Franzi os olhos. 


Dylan levantou do meu colo e pulou no dr Bucky, se agarrando nele. 


-Aaaah, filhão! Que abraço gostoso! 


-Traz sorvete, papai? 


Bucky pôs ele no sofá de volta, bagunçando os cabelos de Dylan. 


-Perguntou para a mamãe se pode? 


-Mamãe, o papai pode trazer sorvete? Por favor! Deixa, mamãe! Diz que sim! Eu quero sorvete! Por favor! - Dylan sacudia meu braço e eu suspirei. 


Realmente fazia um calor miserável. Acenei com a cabeça e Dylan pulou no sofá, empolgado, pedindo sorvete de creme ou de morango. 


-Bucky? Você vai onde? - Questionei. 


Não por ciúmes. Ou por controle. Mas aquele sorrisinho no rosto dele me dizia que Bucky ia fazer alguma besteira. 


-Eu, Hein, Katherine! Não confia em mim, não? - Bucky fez cara de ofendido. - Vou dar uma voltinha, comprar o sorvete do Dylan e voltar. Calma... 


Franzi os olhos. Eu já sabia o que ele ia fazer. Ele esqueceu que eu sabia russo e conversou com Yan sobre isso, depois de um dia que fomos ao cinema. Meu coração doeu e eu quase, apenas quase, pedi para ele não fazer isso. 


Mas o corpo era dele, a vida também. Se ele estava com vontade de fazer, tudo bem. Eu que acostumasse. 


Suspirei e o beijei quando ele se aproximou de mim. Nos beijamos até a risada de Dylan interromper e Bucky quase tropeçar em Hope, caindo em cima de mim, no sofá. Começamos a rir. 


-Ops, desculpe, Boneca! 


-Não tem problema, Soldado. Volta logo. 


Bucky assentiu e bateu continência, andando até a porta. Parou nela e sorriu. 


-Katy, amor? 


O encarei, enquanto Dylan se ajeitava no meu  colo de novo. 


-Hm? 


-Toma um banho, se arruma. Tem um presente para você em cima da cama. Eu vou te sequestrar hoje. 


Antes que eu pudesse responder, Bucky me lançou um beijinho e saiu, batendo a porta com um pouquinho mais de força que o necessário. 


Rebecca não demorou a aparecer, toda suja de terra e suada, avisando que ia tomar um banho para tomar conta de Dylan e dos gêmeos e eu poder ir me arrumar. Encarei ela. 


-Você sabia do plano, Becca? 


Ela sorriu, subindo as escadas. 


-Eu estou sabendo há um mês! Ah, a propósito... O Scott vem aí, tá? 


Concordei com a cabeça e ouvi ela terninar de subir as escadas. Cartet entrou pela sala e sentou do meu lado, me abraçando. Beijei o topo da cabeça dele. 


-Que foi, macaquinho?,


-Vou sentir sua falta... 


Franzi a testa e o encarei, confusa. Como assim ele ia sentir minha falta? 


-Do que você está falando? 


-Ué, do tempo que você vai ficar fora, não é, mãe? - Carter me encarou como se eu tivessr dois chifres e afastou os cabelos compridos e castanhos do rosto. - Vocês só vão voltar na segunda, então, é claro que vou sentir s... 


-Carter! - Ruby entrou na sala, tão suja quanto Rebecca. Ou mais. Os cabelos escuros eram um desgrsnhado só no topp da cabeça.  - A mamãe não sabia! 


Encarei um. Depois o outro. Ouvi a risada de Dylan. Carter arregalou os olhos e ficou, instantaneamente vermelho, o que ressaltou os olhos verdes. Suspirei. 


-Vou fingir que eu não sei se nada. - Avisei. - Mas se quiserem me falar para onde eu vou... 


-Não sabemos. - Os dois responderam juntos.  


Não insisti. Até porquê, a campainha tinha tocado e Ruby foi correndo atender o tio Scott, maravilhada, porquê ele tinha tirado uma moeda da orelha dela. Carter me cutucou com o cotovelo. 


-Deixa o Tio Sam ouvir isso... 


-Carter, você não começa! - Acusei, rindo e falando com Scott. 


Carter deu um sorrisinho de lado. 


-Aaaaaah, sabe o que todo mundo esqueceu? Eu também, no caso, mas acabei de lembrar... 


Olhei para ele. Carter fez sinal para eu chegar mais perto. E sussurrou: 


-Quando o pessoal foi te procurar lá na Romênia, a Ruby beijou o Sam. 


Eu juro que tentei não dizer nada. Nem fazer careta. Ou nada assim. Mas não deu. Arfei,levando minha mão a boca, enquanto Carter ria. 


-O que?! 


-Isso. - Ele voltou a sussurrar. -Foi um selinho, mas foi um beijo. O tio Sam parecia uma berinjela e piorou quando meu pai viu... 


-O que vocês estão sussurrando, hein? - Ruby se jogou por cima das minhas pernas. 


-Nada! - Reespondemos rapidamente. Emendei. - Filha, vai tomar um banho, vai? Daqui a pouco vou botar uma lasanha no forno... 


Ruby levantou mais rápido que o Pietro e saiu, praticamente, voando, escada acima. Scott sentou do lado de Carter e começamos a conversar vários minutos, até Rebecca descer as escadas e arrastar Scott para a cozinha para colocar as lasanhas no forno. 


Dylan acabou cochilando alguns minutos depois e levantei para começar a arrumar a bagunça da sala. Mas quase infartei quando recebi uma mensagem de Bucky avisando que já ia chegar e perguntando se eu já estava pronta. 


Deixei Ruby tomando conta de Dylan e saí correndo para o banheiro. Tomei um banho e fui até o quarto, achando uma caixa grandinha em cima da cama, além de uma das minhas malas, cheia, do lado da porta. Em cima da caixa, tinha um envelope de carta. Peguei ele primeiro e abri, com um sorriso imbecil no rosto. 


Eu juro que eu queria parecer uma adulta séria e centrada, mas tudo que Bucky fazia, me desmontava inteira e eu ficava pior que a Ruby com o Dylan ou a Anne May com o Carter. 


Comecei a ler. 


"Para minha Katherine, 


Espero que você já esteja pronta. Ou ao menos, se arrumando. Nunca entendi como você pode viver tão atrasada assim... 


Espero que esteja pronta para passar o melhor fim de semana do mundo, junto, claro, com o melhor namorado do mundo (caso não tenha entendido, sou eu, não o Soldado Invernal)! 


Dentro dessa caixa, tem um pequeno presente para você e eu queria que você usasse hoje. Qualquer um deles. O outro é para amanhã. 


E não, não adianta perguntar a ninguém. Eu não falei para onde vamos e nem o que vamos fazer. 


Eu te amo. 


E vai se vestir logo, Katherine Anne! 


Do seu, 


Sargento J. B. B. "


Dobrei a carta de novo e reenfiei no envelope. Levantei e fui até a penteadeira, puxando uma das gavetas e guardando a carta no saquinho plástico com todas as outras. 


Voltei para a cama e antes de abrir a caixa, senti o celular vibrando. Abri a mensagem e... 


Ai, eu ia matar o Bucky. Ele tinha me mandado uma foto do chão, com várias mechas de cabelo. Meu  coração doeu. Mas mantive a calma e fui madura. 


"VOCÊ NÃO FEZ O QUE EU ACHO QUE FEZ, FEZ? " 


Ou nem tão madura. 


"Fiz. Eu tô louco para você ver. " 


Okay, calma, Katy... O cabelo é dele e tem mais de vinte anos que ele usava comprido... Calma...


"EU VOU DEITAR NO CHÃO EM POSIÇÃO FETAL E CHORAR ATÉ DESIDRATAR!"

 

Bucky mandou um montão de emojis rindo. Avisei que ia me arrumar e fui. Coloquei um dos vestidos da caixa. Preto, com um pequeno decote e as costas de fora. Ele era de alcinha e ia até a metade das minhas coxas. Prendi meu cabelo num rabo de cavalo e passei uma maquiagem leve. 


Desci as escadas, levando a mala em uma mão e a caixa em outra. 


-Uau, mas gente... - Scott me ajudou a terminar de descer as escadas. - Essa Deusa grega é a Katy? 


Dei uma risada sem graça. 


-Deixa de ser bobo, Scott! 


-Não. - Scott me deu língua, arrancando risadas de todo mundo. 


Quando, enfim, cheguei na sala, a porta abriu e não tive nem coragem de olhar, quando escutei todo mundo arfar e a Ruby exclamar: 


-Ai, meu Deus! Pai?! 


Respirei fundo e virei e... 


Perdi a fala. 


E o ar. 


E o compasso das batidas do coração. 


Bucky tinha cortado toda a extensão dos fios, mas tinha deixado uma franja jogada meio para o lado. Como em um degradê wue começava curto na nuca e ia aumentando até a franja grandinha. E graças a Deus, não tinha feito a barba. 


Depois que ele terminou de falar com os filhos e dar o sorvete na mão da Rebecca para ela ir servir, ficamos só eu e ele na sala e, confesso, ainda não tinha conseguido mexer um único músculo. 


Bucky tirou a jaqueta e me encarou, de cima para baixo, com um sorriso de lado que fez minhas pernas virarem gelatina. Veio andando até mim, mas por algum motivo, eu praticamente tinha visto a cena em câmera lenta. 


-Oi, Boneca. 


-Oi... 


Ele segurou minha cintura com as duas mãos e me puxou para ele, rindo de leve. 


-Eu achei que ia achar você chorando rm posição fetal... 


As palavras escaparam da minha boca antes que eu tivesse controle sobre elas. 


-Eu estou chorando, na verdade. Só não é pelos olhos. 


Vi Bucky ir ficando rosa. Depois, vermelho. Por último, quase roxo. E rir sem graça. Arregalei os olhos. 


-Não! O que eu quis dizer não foi isso! Ru quis dizer que é o meu coração que está... Não a ... Ai, meu Deus! 


Enterrei meu rosto no peito dele, enquanto Bucky soltava uma gargalhada e me abraçava. 


-Eu entendi, Katy. Calma... - Bucky me puxou pelo queixo e sorriu, ainda avermelhado. - O que achou? Ainda quer me matar? Eu sei que você gostava dele comprido, mas... Sei lá. Depois eu deixo crescer de novo... 


Neguei e levei minhas mãos até o cabelo dele, passando os dedos pelas mechas. Sorri e o puxei para mim, grudando nossas bocas. 


-Ficou maravilhoso, Bucky. 


-Mesmo? 


-Mesmo! Eu amei! 


Bucky deu outro sorriso e me puxou pela cintura, rindo. 


-Agora que eu já fiz você se apaixonar por mim de novo... Vamos? Nosso vôo sai daqui à uma hora e meia. 


O encarei. 


-Voo? 


-De helicóptero. Em duas horas a gente está lá. Ou duas e meia... Não lembro. Enfim... - Bucky foi até minha orelha e mordeu, de leve. - Você está linda demais nesse vestido, Katy. 


Senti que esquentei e o puxei para outro beijo, mais intenso e demorado. E é claro que tentei puxar os fios da nuca dele, pela força do hábito, mas não consegui, Então , só arranhei a pele dele. Isso fez Bucky grudar ainda mais nossos corpos e me tirar do chão, com um abraço. Quando deixei um gemido escapulir, Bucky riu e me pôs no chão. 


Fomos até a cozinha para nos despedirmos de todo mundo. O que durou quase uma hora as despedidas e deixou Bucky estressado. Entramos no meu carro e deixei ele dirigir. 


-Amor? - Chamei. 


-Fala, Boneca. 


-Vamos para onde? 


Bucky sorriu de lado, sem tirar os olhos das ruas. Notei que estávamos indo para o centro da cidade. 


-Vamos para um hotel? - Perguntei. - Ah, já sei! Aquele apartamento no Brooklyn! Você ainda tem contato com o Larry? 


Bucky franziu a testa. 


-E para quê íamos precisar de um helicóptero? E sim, ainda... Mas nunca mais usei. 


Ergui as sombrancelhas. É, não fazia sentido. 


-Mas estamos indo para onde? 


-Para o prédio do Tony. 


-Ah... 


Fiquei quieta. Paramos em um sinal. Levei um pequeno susto quando senti a mão de Bucky no meu joelho, passeando pela minha coxa. 


-Relaxa, amor. Você vai amar! 


-Eu amaria mais se soubesse para onde vamos. 


-Eu já disse que você é insuportável? - Bucky reclamou, tirando a mão da minha coxa e voltando a dirigir. - É uma surpresa, Katherine. Sur-pre-sa! 


Cruzei os braços em frente ao peito ao bati o pé. 


-Eu sei! Mas você não me disse nada sobre... 


-Eu acho que isso significa surpresa! Agora, cala a boca e aproveita! Meu Deus, sua chata! 


Revirei os olhos. 


-idiota... 


-O que? - Bucky perguntou. 


-Surdo. 


Ele revirou os olhos. 


-Não sou surdo. Ouvi você falando, Katy. 


Bufei. Ele riu. 


-Eu já disse que você fica linda, assim, toda estressadinha? 


Paramos em outro sinal. Bucky virou o corpa para mim, fazendo carinho perto da minha boca. Dei um tapa na mão dele. 


-Eu não estou estressada! 


Bucky soltou uma risada. 


-Imagina se estivesse! 


Tentei não sorrir. Não deu muito certo. Bucky se inclinou para mim e me puxou pelo pescoço até que nossas bocas estivessem grudadas e nossas línguas, emboladas. 


Ouvimos uma buzina alta e nos separamos, rindo. Bucky buzinou, pedindo desculpas e voltou a andar com o carro. 


Encostei na porta do carro e abracei meus joelhos, deixando minhas pernas de fora. Eu era tão apaixonada por ele quanto na primeira vez que o beijei. E ao mesmo tempo, naquela época, eu o amava tão pouco em relação a hoje. 


E pensar que um ano antes a gente mal olhava um na cara do outro! 


Eu tive vontade de rir. Será que se ele tivesse sido honesto desde o princípio, isso ia acontecer? Talvez pudéssemos ter evitado algumas coisas, mas aí, eu não ia saber o quanto nosso amor era, realmente, forte e verdadeiro. Eu não ia valorizar tanto quanto valorizo hoje um beijo, um sorriso, um toque... 


Céus, quando eu achei que ia me apaixonar tanto por ele que até o Soldado Invernal eu dava uns amassos de vez em quando?!


Como Wanda tinha dito, era melhor que pensássemos que tudo que aconteceu, tinha que acontecer exatamente assim. 


-Você está pensando em quê? - Bucky questionou. 


-Depende. - Senti minhas bochechas ficando vermelhas. - O que você está pensando? 


-Eu perguntei primeiro. 


-Em como eu te amo muito mais agora em relação ao início da nossa relação e em como eu continuo tão apaixonada, apesar de tudo que passamos até o ano passado. 


Bucky ficou completamente vermelho e riu. 


-Jura? 


-Juro. E você? 


-Em como é irônico eu ter dado uns amassos na sua bisavó adotiva e, anos depois, na sua mãe biológica! 


Gargalhei alto. Bucky me acompanhou. 


-Quero dizer... - Bucky entrou em um prédio. - É quase como se o destino quisesse que fosse seu pai ou seu parente. 


Encarei ele. 


-Vocês fizeram mesmo o teste de DNA, não fizeram? 


Bucky me encarou, estacionando. 


-É óbvio que sim! Três vezes! Deus, eu fiquei em pânico! Completamente! Nem sei o que faria se eu fosse seu pai... - Bucky fez uma pausa. - Provavelmente, um incesto... 


Arregalei os olhos e não controlei a risada. Bucky também riu, saindo do carro e pegando a minha mala e a mochila dele. Eu levei alguns minutos para conseguir parar de rir e sair do carro, seguindo ele até o elevador. 


Chegamos no alto do prédio e vi Tony parado, em frente ao Helicóptero. Suspirei. 


-Oi, Doidinha. Oi, desmemoriado. - Tony esticou a mão e deu uma chave para Bucky. - Eu estava explicando o caminho para o piloto. Façam bom uso. E cuidado com a porta, ela estava meio solta da última vez que eu fui. 


Encarei Tony, meio sorrindo. 


-Há quanto tempo você está sabendo disso, Tony? 


-Tempo suficiente. - Tony andou até mim e bagunça meus cabelos. 


-E é seguro? 


Tony riu. 


-E como eu vou saber? Você quem namora o Soldado Invernal! 


Bufei. 


-Eu estava me referindo ao Helicóptero. 


Bucky soltou uma risada r Tony suspirou. 


-É claro que é! 


-Vem, Katy. - Bucky entrelaçou os dedos nos meus e me puxou. - Tchau, Tony! 


Tony deu um tchau  e se jogou da beirada do prédio, aparecendo de volta segundos depois e voando para longe. 


-Exibido. - Comentei e segui Bucky para dentro do Helicóptero. 


Nos apresentamos ao piloto e em quinze minutos, estávamos sobrevoando Nova Iorque. 


Notas Finais


AI EU NÃO TENHO ESTRUTURAS PARA LIDAR COM UM CASAL KKKKKKKK

Eu tô louca para postar os próximos e, ao mesmo tempo, não 🤣🤣🤣

Espero que tenham gostado!

Bjs 💋💋


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